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Você tem notado a sua pele pior, diferente do habitual, ou está insatisfeito com ela?

Com a pandemia, a busca por rotinas skincare (ou cuidados com a pele, se você preferir) tem aumentando.

Isso se deve ao uso da máscara, que  fez com que muitas pessoas observassem alterações na oleosidade da pele e aumento da acne. Esse fenômeno ganhou até nome: maskne – e a resposta a ele é a rotina Skincare.

A rotina Skincare na verdade é um cuidado que você tem que ter em qualquer época, independente de estar satisfeito com a sua pele ou não,  e o mais importante em aderir a isso é a palavrinha que vem antes de skincare: rotina!

Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e esse é o assunto que vou tratar aqui hoje!

Continue lendo!

 

Skincare bom é skincare feito!

Você conhece alguém que compra mil cremes mas não usa nenhum? Você mesma faz isso?

Entenda de uma vez por todas: skincare bom é skincare feito!

De nada adianta ter 10 etapas no seu tratamento de pele e vários cremes se você não consegue sustentar essa rotina por mais do que 15 dias.

Um conceito muito importante em terapêutica é a questão da constância, do compromisso.

Não é tanto aquele remédio ou creme maravilhoso, mas também o seu cuidado, o seu olhar, a sua energia de se responsabilizar pelo seu tratamento.

Seja para skin care ou para cuidar das doenças ou da beleza de cabelo, unha, pele… ou obesidade, ou para ganhar massa magra, tudo é uma construção!

Devo a yoga essa sabedoria: faça o seu melhor todos os dias, respirando e com muita consciência no presente.

Foque no processo, se envolva com ele, seja minimalista e deixe os resultados fluirem. Sem pressa e sem pausa.

É por isso que eu tendo a simplificar essa rotina para os meus pacientes: o básico bem feito vale ouro.

 

Rotina Skincare em 3 passos – o básico a se fazer!

1- Lave a sua pele!

O primeiro passo do skincare básico é lavar a pele, retirando as impurezas – já comece o dia lavando o seu rosto! Para isso, escolha bem o sabonete!

Para escolher o sabonete correto, é preciso saber qual é o ideal para o seu tipo de pele.

Os sabonetes que nós temos disponíveis no mercado têm a ver com tipo de pele, em relação a sensibilidade, oleosidade ou falta dela, acne, entre outros.

 

2- Hora de hidratar!

Depois que a gente lava a nossa pele, está na hora de hidratar! E não se engane – mesmo a pele oleosa precisa de hidratação!

Nesse item, vale o mesmo dos sabonetes: cada pele tem suas particularidades e necessidades específicas de hidratação para bons resultados, então a escolha do produto certo para o seu tipo de pele é essencial.

Se você tem dúvidas sobre como hidratar a sua pele para skincare, faça uma consulta com um dermatologista!

 

3- Proteção

Depois que a pele está limpa e devidamente hidratada, temos que pensar na proteção!

Hoje em dia, além dos filtros ultravioleta, nós temos que pensar também em proteger a nossa pele da poluição e da radiação infravermelha, além da luz azul que vem nos aparelhos.

Você pode, por exemplo, usar um serum protetor contra a poluição ou com antioxidantes ou ambos e filtro solar, de preferência com cor.

Então escolha bem os produtos para ter uma proteção adequada, uma pele mais bonita e prevenção do envelhecimento.

 

O que mais você pode usar para fazer o skincare?

Essa é a rotina mais básica de cuidados com a pele que podemos ter.

Além do que foi falado, é possível usar antioxidantes, como a vitamina C, ácidos e peptídeos, além de outros ativos anti-aging de uso noturno.

Para melhores resultados, sugiro consultar um médico dermatologista que irá indicar a melhor combinação de produtos para a SUA pele.

Existe muita coisa no mercado e infinitas combinações possíveis porque cada um de nós é único.

 

Ainda tem alguma dúvida?

Seja qual for o seu nível de cuidado com a sua pele, você pode tirar dúvidas rápidas comigo por aqui, ou ainda, marcar uma consulta – ofereço atendimentos virtuais e presenciais, com todos os cuidados necessários!

E lembre-se sempre: Cuidar de si mesmo – da melhor forma possível – é uma grande prova de amor próprio!

Se você gosta de conteúdos como esse, me siga também no Instagram, onde sempre posto dicas interessantes!

Um beijo e até a próxima!

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Se você percebeu descascamento de unhas ou descamação nos dedos – esses são sintomas que podem indicar uma micose.

De acordo com o Observatório Nacional de Onicomicose, um dos tipos mais prevalentes é a micose de unha, principalmente dos pés, e é por isso que esse post será dedicado a mostrar como prevenir a micose da unha do pé.

Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e se você tem micose de unha, desconfia que tem, ou até se você não apresentar nenhum sintoma, esse post é importante para você!

Continue lendo!

 

O que é a micose?

A micose é uma doença infecciosa, causada por fungos  que produzem uma substância que consome a queratina da unha (que é a proteína presente na unha, no cabelo e na pele).

Ela pode acometer diversas partes do corpo, a depender do tipo de fungo, como:

– Couro cabeludo

– Unha

– Corpo

– Virilha

– Barba

– Entre outros locais

Cada um desses lugares vai ter uma denominação diferente e um tipo de tratamento um pouco diferente também.

Porque a micose da unha do pé é mais comum?

Os pés são lugares em que os fungos mais gostam de infectar, por várias características (como o fato de calçar sapatos, não usar meias e repetir o mesmo sapato várias vezes seguidas).

Isso acaba deixando o ambiente quente e úmido, que são as características preferidas deles. Além disso, o próprio sapato tem restos de pele, então o fungo não morre; ele fica lá esperando para voltar e se alimentar.

A micose de unha é mais frequente após os 60 anos. Isso acontece porque, após essa idade, as unhas tendem a crescer mais devagar e isso favorece a infecção pelos fungos.

 

A micose da unha é contagiosa?

Sim. Você pode pegar de outras pessoas e, até mesmo, contaminar suas próprias unhas. Inclusive, é isso que geralmente acontece: começa em uma unha e vai indo para as outras.

 

Diagnóstico e tratamento da micose da unha dos pés

Diagnóstico

O diagnóstico de micose de unha pode ser feito clinicamente com o auxílio de um dermatoscópio, mas, em alguns casos, o médico pode solicitar exames complementares para a identificação do fungo, que são:

– O exame micológico direto;

– E a cultura para fungos.

Dependendo do tempo de doença e da situação da unha, podem ser necessários alguns procedimentos médicos para acelerar o tratamento.

 

Tratamento

Para tratar de uma micose da unha do pé, é necessário orientação médica. O tratamento, que é bastante prolongado, exige medicamentos orais na maioria das vezes.

O medicamento oral utilizado para o tratamento de micose de unhas é metabolizado (ou seja, eliminado do nosso organismo) no fígado.

Portanto, não se recomenda ingerir substâncias – medicamentosas ou não – que compartilhem da mesma via, ou seja,  não se deve consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento e também não se deve fazer o uso de medicamentos por conta própria.

O médico sempre deve acompanhar esse tipo de situação.

 

O que não se fazer em caso de micose da unha do pé

– Não adianta usar remédios caseiros ou pingar antifúngicos sem a recomendação do médico

– Limpar embaixo da unha – isso só irá prejudicar e arrastar o quadro.

– Arrancar a unha não irá tratar uma micose. Assim como o fato de a unha doente cair não resolverá o quadro. Se o tratamento correto não for feito, uma nova unha doente poderá nascer!

 

A micose da unha do pé não cura sem tratamento

A micose de unha não se cura sem tratamento e se você não tomar os cuidados necessários ela pode voltar.

Como o tratamento para essa doença infecciosa é demorado, é muito importante que você evite pegar de novo, e a melhor forma de prevenção é através de cuidados com os pés e sapatos.

Vou te ensinar quais são os cuidados que você deve ter para não pegar a micose de unha de novo, confira:

 

Confira como prevenir a micose da unha do pé em 6 passos

Como vimos, a micose é causada por fungos que normalmente atacam primeiro os pés. Por esse motivo, uma boa forma de prevenir é cuidar dos seus pés e tratar frieiras e descamações assim que elas surgirem!

A seguir, vou dar 6 dicas para prevenir a micose da unha do pé. Preste atenção nessas orientações:

1. Não use o mesmo sapato dois dias seguidos. Tente revezar e aproveite para fazer a descontaminação dos calçados

2. Use talco antisséptico, lysoform ou deixe os sapatos no sol de um dia para o outro

3. Seque muito bem os pés depois do banho

4. Use meias limpas com os sapatos! Procure não usá-los sem meias!!!

5. Cuide do ambiente onde você guarda os seus sapatos para que não junte mofo.

6. Os pés estão descansando? Procure o dermatologista para saber se é micose. A micose é frequentemente confundida com pés secos e tratada erroneamente com cremes hidratantes, sem sucesso!

Esses cuidados são importantes mesmo para quem não tem micose, afinal, eles são PREVENTIVOS.

 

Ainda tem dúvidas sobre o assunto?

Você pode conferir outros artigos que já publiquei sobre o tema!

São esses:

 

Ou ainda, você pode deixar o seu comentário aqui que eu respondo!

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Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje quero conversar com vocês sobre o sol: ele é seu amigo ou inimigo?

É inquestionável a necessidade de se usar filtro ao se expor ao sol por períodos prolongados, seja na praia ou durante exercícios ao ar livre.

A grande questão é o uso diário do filtro solar:

– É importante?

– Todos devem usar?

– E a vitamina D, como é que fica?

Para tirar essas dúvidas e entender a importância de se proteger do sol, continue lendo!

 

Importância de se proteger do sol

Para entender a importância de se proteger do sol e a necessidade de utilizar um filtro solar adequado, primeiro vou explicar sobre os Raios UV, que você provavelmente já ouviu falar!

Raios UV

A radiação ultravioleta afeta todas as camadas da pele (epiderme, derme e hipoderme). A primeira a sofrer alterações é a derme com posterior repercussão para epiderme.

Essa radiação altera a matriz extracelular da derme. Diminuindo a produção de proteínas, o que prejudica o remodelamento celular e gera radicais livres, os quais causam inflamação e dano do tecido cutâneo.

Os raios ultravioletas são divididos em:

UVA: Penetram a pele mais profundamente e são eles que alteram a pigmentação (manchas), provocam o fotoenvelhecimento e podem levar ao câncer de pele.

UVB: Penetram a pele superficialmente e causam eritema (vermelhidão), queimaduras e ardência.

Além disso, os RUV são capazes de provocar diversas doenças dermatológicas (fotodermatoses) ou agravar outras doenças (Dermatoses fotoagravadas).

Além da RUV, temos os Raios Infravermelhos e Luz Visível, que degradam a matriz extracelular da derme, modificam a composição lipídica da camada córnea (uma das camadas da epiderme) e alteram a pigmentação da pele.

A radiação ultravioleta pode atingir uma camada superficial da sua pele (a epiderme), mas a radiação infravermelha e a luz visível atingem sua derme.

Isso interfere no seu colágeno – proteína que dá firmeza para a sua pele – e faz com que você sofra com o envelhecimento antes da hora.

Um outro ponto é que a luz visível pode piorar ou até desencadear várias doenças na pele, como melasma (manchas), alergias e urticária.

 

O uso do filtro solar

A exposição diária ao sol gera alterações irreversíveis e cumulativas no DNA das nossas células da pele.

Com o tempo, como vimos, a produção de colágeno e da elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele, fica menos efetiva, além de surgirem manchas características que denunciam o passar dos anos.

Uma forma de prevenir tudo isso é o uso diário do filtro, sobretudo na pele do rosto e das mãos.

Nesse tópico, ainda temos os portadores de câncer de pele ou de doenças que pioram com o sol. Nesses casos, não há o que fazer: o filtro solar é necessário para evitar que mais dano solar se some ao que já aconteceu.

Quanto mais jovem o indivíduo estiver ao desenvolver o câncer de pele, mais importante é o seu uso diário.

 

E quanto à produção de Vitamina D?

A vitamina D é essencial para a nossa saúde, e é produzida na pele e com a exposição ao sol mais forte, das 10h às 16h.

Para fazer vitamina D, o colesterol da pele precisa ser quebrado pelo UVB do sol e então absorvido pelo organismo. Confira agora alguns fatos sobre como lidar com a produção de vitamina D e exposição ao sol.

7 fatos sobre vitamina D e exposição ao sol

1. Ainda não há filtros que garantam a produção de vitamina D, porém o uso típico dos atuais não parece bloquear a sua produção, segundo estudos.

2. A recomendação deve ser individualizada: quem já teve ou tem câncer de pele ou tem risco elevado para o seu desenvolvimento não deve se expor ao sol sem usar filtro solar e outras medidas fotoprotetoras.

3. Pessoas com doenças que pioram com a exposição ao sol tampouco devem se expor ao sol com o objetivo de produzir vitamina D. Tanto aqui como no caso anterior, pode ser adotada a suplementação sistemática.

4. Para produzir vitamina D, não é necessário ficar vermelho!

5. Cada um precisa de uma dose variável de sol, que é menor nos indivíduos de pele mais clara pq a melanina compete por energia.

6. Ficar bronzeado é uma péssima estratégia!

7. Em média, 10-20 min do sol do meio dia 3x por semana braços e pernas no nosso país dá conta do recado!

Sol, amigo ou inimigo?

Retomando a pergunta feita na introdução, a resposta é que o sol É AMIGO, mas pode ser nocivo se não soubermos lidar com ele!

Você ainda tem alguma dúvida sobre esse conteúdo? Deixe abaixo nos comentários!

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Publicado por Dra. Tatina Gabbi

 

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Olá! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje estou aqui para falar do assunto pele e maquiagem!

Você sabia que não ter os devidos cuidados com a pele após a maquiagem pode ocasionar à quadros não desejados como a acne,  foliculite ou até problemas nos olhos?

Provavelmente, você já ouviu falar que é preciso remover a maquiagem antes de dormir – e isto está correto – mas alguns outros cuidados também são necessários.

E nesse post, eu vou te ensinar quais são os cuidados com a pele após a maquiagem que você deve ter em apenas 3 passos.

Simplifiquei bastante porque a gente muitas vezes até gosta de fazer várias coisas (e deve fazer sempre que possível), mas o que funciona é aquilo que fazemos sempre e de forma consistente – então, não adianta complicar muito, faça pelo menos o básico bem feito!

Esse resumo contém o básico e se você fizer isso sempre vai amar o resultado!

Ame a sua pele e continue lendo!

 

Porque é necessário cuidar da pele após a maquiagem?

Não há problemas em se usar maquiagem, no entanto, é preciso removê-la completamente após o uso.

Isso é necessário pois ela pode penetrar na sua pele e acabar levando a quadros indesejados, como a acne cosmética, que é uma inflamação que ocorre na pele.

Além disso, se você utiliza bases de maior cobertura, que possuem base de óleo, pode ocorrer a oclusão dos poros do seu rosto, o que pode desencadear uma foliculite, que é a inflamação folículos pilosos, estrutura que lembra uma bolsa e é onde crescem os pelos do corpo.

Ainda, há algumas sombras e máscaras de cílios que podem causar irritação nos olhos e fazer com que eles lacrimejam durante a noite. Isso pode causar alterações oculares ou até uma ceratite, inflamação na córnea.

 

Qualquer tipo de pele tem que tomar esses cuidados?

Independente do seu tipo de pele, oleosa, seca ou mista, é preciso tomar os cuidados com a pele após a maquiagem.

O que o seu tipo de pele vai influenciar nesse quesito é na escolha de cada produto, que aí sim deve ser de acordo com a sua pele.

Os cuidados após a maquiagem e uma rotina skincare são fundamentais para todas as peles, e uma pele bonita indica saúde.

Nesse post vou falar somente de cuidados com a pele após a maquiagem, mas se você quiser saber mais sobre rotina skincare, é só clicar aqui. [inserir link artigo skincare]

Vamos agora ao guia básico de cuidados!

 

O guia de cuidados com a pele após a maquiagem em 3 passos simples

 

1- Nunca durma de maquiagem

Use água micelar e depois lave o rosto com uma loção de limpeza.

 

2- Limpe os cílios

Com um cotonete embebido em água micelar, remova os resquícios de produto dos cílios.

 

3- Hidrate a sua pele

Hidrate a pele do rosto após a limpeza ou use os produtos recomendados pelo seu médico dermatologista!

Pronto! Somente esses três passos já garantem que sua pele esteja bem cuidada e protegida após a maquiagem. Viu como é simples?

Vou dar algumas outras dicas, para que os seus cuidados fiquem ainda melhores, mas esses são os passos fundamentais e que você realmente precisa fazer toda vez que usar maquiagem!

Vamos lá?

 

Outras dicas sobre cuidados com a pele e maquiagem

 

Antes da maquiagem: hidratação e primer!

Antes de maquiar, hidrate a sua pele muito bem, e também use um primer.

Essa prática ajuda inclusive esteticamente, dando um aspecto acetinado e brilhante, e evitando o acabamento craquelado.

 

Limpe seus pincéis

É importante que você sempre higienize os pincéis e esponjas que utiliza para fazer sua maquiagem.

 

Para limpar a pele: água micelar

A água micelar é meu produto de escolha quando o assunto é limpar a pele.

Existem substâncias solúveis em água e outras em gordura. Como a água micelar contém os dois componentes, ela consegue remover qualquer resíduo sem agredir a barreira de proteção natural da pele.

Não existe limite para usá-la, no entanto, não há porque aplicar ela mais de duas vezes ao dia.

Minha indicação de uso é pela manhã, antes do filtro solar e maquiagem, e no período noturno, para remover não só a maquiagem, mas as impurezas presentes na atmosfera que impregnam a pele.

 

Dermocosméticos

Indico também, para todos os tipos de pele, utilizar dermocosméticos.

Isso porque, as maquiagens dermocosméticas tem a função de melhorar a pele a longo prazo.

Ou seja, os dermocosméticos atuam tanto no sentido estético, de embelezar a pele, como no tratamento da mesma, protegendo contra as irradiações solares, promovendo o controle da oleosidade e até prevenindo manchas na pele.

 

Você ainda tem alguma dúvida?

Me conte nos comentários, você já fez alguma dessas recomendações? Quais?

Seja qual for o seu nível de cuidado com a sua pele, você pode tirar dúvidas rápidas comigo por aqui, ou ainda, marcar uma consulta – ofereço atendimentos virtuais e presenciais, com todos os cuidados necessários!

E lembre-se sempre: Cuidar de si mesmo – da melhor forma possível – é uma grande prova de amor próprio!

E se você gosta de conteúdos como esse, me siga também no Instagram, onde sempre posto dicas interessantes!

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá pessoal! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e o assunto que quero discutir com vocês hoje é sobre unhas infantis e doenças que podem estar associadas.

Você sabia que o hábito de roer unhas, uma unha encravada ou micoses nas unhas podem indicar inflamação ou infecções?

A saúde das crianças também pode ser avaliada pela observação visual de diferentes partes do corpo como pele, unhas etc. – e as unhas infantis revelam muito sobre possíveis doenças que acometem as crianças.

Em alguns casos o tratamento caseiro orientado por um médico dermatologista é suficiente, porém em outros é necessário a intervenção.

Este post é para você ficar por dentro do assunto e sanar algumas dúvidas que possam surgir.

Continue lendo!

 

Sintomas nas unhas infantis que podem indicar doenças

Algumas doenças podem ter manifestações nas unhas infantis. Trataremos neste post sobre:

– Roer as unhas

– Unhas frágeis

– Riscos escuros nas unhas

Confira:

O hábito de roer as unhas

É normal e esperado que as crianças roam as unhas, elas levam a mão na boca e tudo mais, e isso pode acontecer entre certa faixa etária (3 a 5 anos de idade). Muitas vezes esse hábito de roer as unhas, vem até associado a retirada da chupeta.

O problema todo é quando esse tipo de hábito vai se perpetuando para além dessa faixa etária.

O roer das unhas infantis as torna fragilizadas, além disso, existem problemas associados.

Confira alguns:

 

1- Paroníquia aguda

A boca é o lugar do nosso corpo que mais tem bactérias, embora muitos não saibam. Portanto, se a preocupação da criança levar a mão à boca e transmitir bactérias para a boca é válida, o inverso também é.

Ao roer as unhas, essas bactérias presentes na nossa boca e dentes, passam para as unhas, e acabam danificando a estrutura das unhas infantis.

Isso pode levar a uma paroníquia aguda, que é a inflamação dos tecidos em volta da unha, algo frequente na prática dermatológica, e que necessita de drenagem.

 

2- Depressão e ansiedade

O hábito de roer as unhas pode estar associado como uma consequência de uma depressão ou ansiedade na criança, que deve ser averiguado.

 

3- Problemas odontológicos

O fato de roer as unhas pode modificar a boca, a arcada dentária e levar a um problema odontológico.

 

4- Verrugas

A verrugas podem aparecer em crianças que roem as unhas e também são comuns no caso de hiperidrose, situação de suor excessivo nos pés das crianças.

No caso de verrugas infantis, o melhor tratamento é com  ácido no consultório. É relativamente pouco doloroso e feito com muito cuidado para não causar uma lesão na matriz ungueal, e apresenta resultados muito bons.

Em alguns casos, é aconselhado também a introdução de uma vitamina oral, como por exemplo, o zinco, para ajudar na melhoria da imunidade contra o vírus do HPV que é a causa das verrugas.

É importante salientar que, no caso de verrugas, não se deve cortar ou lixar a verruga para que ela não se espalhe para os outros dedos.

 

Tratamento

É um tratamento multidisciplinar, existem alguns medicamentos que podem ser administrados para diminuir a vontade de roer as unhas, mas somente essa ação não resolve o problema.

É necessário entender o que está por trás do hábito de roer as unhas, que pode ser relacionado também com a depressão e ansiedade. Precisamos descobrir o motivo disso e tentar desviar o foco para outra coisa.

Uso de esmaltes como medida contra o roer as unhas

Esse comportamento de roer as unhas é mais frequente em meninos do que em meninas, até associado ao comportamento das meninas de querer embelezar as unhas, o que serve como um gatilho para diminuir esse tipo de hábito.

Fazer as unhas é sim uma forma de lidar com o hábito de roer as unhas, mas é preciso tomar alguns cuidados:

– Esmaltes que usamos tem uma série de substâncias que podem inclusive acelerar a puberdade, os disruptores endócrinos. Portanto é aconselhado buscar por esmaltes apropriados para essa faixa etária, que são esmaltes em base água, que sai quando a criança lava as mãos.

– Esmalte com gosto não é tanto um problema, algumas crianças até aprendem a gostar do sabor ruim do esmalte, o grande problema aqui é em relação a pimenta. Algumas crianças levam os dedos aos olhos e isso pode ser um problema, portanto, quando optar por isso, tome cuidado pois pode acabar machucando o olho da criança.

 

Unhas frágeis

A principal causa de unhas frágeis em crianças é a questão de roer as unhas, como dito anteriormente.

A segunda causa são doenças inflamatórias como a psoríase,  por exemplo.

 

1- Doenças inflamatórias

Nas crianças, não é infrequente observarmos manifestações de doenças inflamatórias que são localizadas nas mãos, e pode ser exclusivo das unhas. Ou seja, a criança não tem nenhuma manifestação dessas doenças inflamatórias na pele, somente nas unhas.

Na minha prática, nesses casos, não costumo fazer a biópsia em crianças, eu começo o tratamento e acompanho, pois considero a biópsia algo traumático, e geralmente, a manifestação que mais vemos em crianças é a traquioníquia (que é um quadro onde vemos várias estrias paralelas nas unhas, um aumento da cutícula e uma fragilidade ungueal).

Isso pode representar uma doença inflamatória como:

– Psoríase

– Líquen plano

– Alopecia areata

– Entre outras.

Esses casos necessitam de tratamento, mas não precisam de biópsia, pois o tratamento é comum para esses 3 casos. Só precisamos ficar de olho na evolução, pois a depender desta evolução, um tratamento mais substancioso se fará necessário.

ATENÇÃO:

Essas doenças podem piorar com o uso de álcool em gel, então temos que tomar muito cuidado, principalmente nesse momento em que estamos usando muito essa substância, com crianças que têm fragilidade ungueal que em geral são causadas por doenças inflamatórias, e buscar tratamento.

 

2- Doenças auto imunes

Algumas doenças inflamatórias, como o Líquen Plano, que é aquela unha bem fininha, que está evoluindo para uma anoniquia (ausência da unha), é necessário pesquisar doenças auto imunes, principalmente a doença da tireóide, que é muito associada em crianças.

 

Riscos escuros

Se você observar riscos escuros nas unhas infantis, o que chamamos de melanoníquia estriada, é importante que você marque uma consulta com um médico dermatologista, para que seja acompanhada a evolução dessa unha e sejam descartados problemas mais sérios, como a melanoma.

Quero deixar muito claro, no entanto, que melanoma nesta faixa etária, é extremamente raro, mas sempre devemos acompanhar.

Nesse tipo de caso, o tratamento de escolha para esse tipo de quadro é o acompanhamento clínico com fotografia.

Se houver um alargamento da faixa ou a lesão mudar muito a sua característica, aí entramos com a biópsia, que deve ser enviada a um dermatopatologista experiente com esse tipo de lesão.

 

Fique atento a esses sinais, e busque ajuda de um médico dermatologista!

Se observar qualquer problema nas unhas, procure um médico dermatologista. Caso necessite, podemos marcar uma consulta, clique aqui para entrar em contato.

Você pode entrar em contato ou deixar seu comentário nesse post caso tenha ficado alguma dúvida – estou aqui para ajudá-los!

P.S.: Não esqueça de me seguir no Instagram. Compartilho muitas informações por lá, e respondo dúvidas. Te vejo no próximo post!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Muito se fala sobre a relação entre a dieta, principalmente as mais restritivas, e queda de cabelo e até entre dermatologistas o assunto é controverso. Será que o que comemos influencia na saúde dos nossos cabelos?

E a resposta é sim, claro. Já existem muitos estudos que corroboram essa afirmação: uma dieta com redução na ingestão de proteínas e/ou calorias tem impacto negativo sobre a saúde dos cabelos.

Pessoas com restrições alimentares ou que possuem deficiência de minerais, ácidos graxos essenciais e/ou vitaminas podem desenvolver alterações da estrutura dos fios, com mudança de coloração e brilho dos cabelos, assim como queda de cabelo.

Hoje vamos falar sobre uma dessas dietas, sua relação com a queda capilar e com a biotina: a dieta cetogênica.

Vou comentar sobre um artigo de 2013 que me mandaram nas minhas redes sociais e pediram que eu falasse sobre. O artigo em questão fala sobre como a dieta cetogênica em camundongos pode exacerbar uma deficiência de biotina pré-existente,  e os autores discutem se isso seria por aumento do metabolismo.

Então, a dieta cetogênica realmente piora a deficiência de biotina? Isso acontece devido ao metabolismo? São perguntas que irei responder ao longo deste post!

Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e para entender mais sobre esse assunto, é só continuar lendo!

Vamos lá?

 

O que é a biotina?

Antes de qualquer coisa, vamos definir o que é biotina para que você consiga acompanhar esse post com mais facilidade.

A biotina é da família da vitamina B que tem papel no aproveitamento da energia celular. As células que se dividem rapidamente e precisam de energia se beneficiam.

Tem estudos que mostram benefícios diante de doenças muito específicas nas unhas e no cabelo, mas não tem um mostrando que uma pessoa saudável é beneficiada.

 

A dieta cetogênica

A dieta cetogênica, como vocês sabem, é uma dieta que é rica em gorduras e proteínas.

Essa dieta havia sido proposta para tratar pessoas com epilepsia de difícil controle, mas também é uma dieta que serve para emagrecer.

Muitas pessoas acabam fazendo esse tipo de dieta com esse objetivo de emagrecimento e assim já começaram a verificar algumas coisas não muito interessantes da dieta, como a deficiência de biotina, que ocasiona dermatite, perda dos cabelos e unhas enfraquecidas.

Vamos verificar então esse estudo de 2013 e entendê-lo:

 

O estudo da dieta cetogênica e a sua relação com a biotina

Nesse estudo, eles provaram que os camundongos que estavam sob dieta cetogênica tiveram uma diminuição da biotina disponível, então os camundongos que eram deficientes em biotina pioraram essa deficiência. Então, eles chegaram à conclusão de que isso acontecia por conta do metabolismo que se alterava.

Mas existem algumas explicações pra isso.

 

1- Estudos recentes demonstram como a dieta cetogênica altera a microbiota

O motivo desse estudo ter sido feito é que primeiro eles observaram que as crianças no Japão que tinham epilepsia e estavam em dietas cetogênicas por conta de usarem uma dieta, uma fórmula cetogênica, que não tinha suplementação de biotina, elas ficaram com deficiência de biotina e acabaram desenvolvendo os efeitos colaterais disso, como dermatite e perda dos cabelos. Então existe realmente isso relatado aqui.

Mas esse estudo é de 2013, e recentemente já foi mostrado que a dieta cetogênica altera totalmente a microbiota.

A microbiota intestinal é responsável pela produção do complexo B, então, a biotina é produzida por essas bactérias intestinais.

Se a gente mudar a microbiota por conta de uma dieta que não vai favorecer essa microbiota obviamente a gente corre o risco de ficar deficiente desta vitamina.

No entanto, aqui no Brasil, não teríamos esse problema devido ao fato de que no nosso país, tudo que é de origem dietética, tem por norma a inclusão de biotina em sua fórmula, diferente do que ocorre no Japão, e é por isso que essa deficiência acaba acontecendo por lá.

O que foi visto no estudo referido sobre a dieta cetogênica, foi o aumento do fígado gorduroso não alcoólico, ou seja, uma esteatose associada com essa dieta.

Além disso, já foi observado que a dieta cetogênica promove uma  alteração da microbiota que é muito importante.

 

2- Dietas altas em gordura podem afetar o metabolismo do ácido pantotênico

Outra coisa que é necessário pontuar é que uma dieta alta em gordura pode afetar o metabolismo do ácido pantotênico, que é a vitamina B5. Isto acontece em ratos mas poderia acontecer também em humanos.

Esse é outro ponto para o dermatologista ficar atento ao observar queda de cabelo em pacientes que estão em uma dieta restritiva como a cetogênica: a deficiência de vitamina B.

 

Suplementação de biotina é indicado para quem está em dieta cetogênica?

Concluindo, hoje já sabemos sobre a influência da microbiota na produção da biotina e também da alteração da microbiota produzida por esse tipo de dieta.

No entanto, é preciso se consultar com um médico dermatologista caso você apresente sintomas como queda de cabelo e unhas enfraquecidas e esteja em uma dieta restritiva, para que possa ser averiguado se isso é proveniente de uma deficiência de biotina, e se sim qual é sua origem, que não se restringe a dieta cetogênica.

Pacientes que apresentam dermatite seborreica e queda de cabelos, vale a pena perguntarmos sobre tudo que pode causar deficiência relativa de biotina! E a dieta cetogênica pode entrar no rol!

E nesses casos todos, valeria a pena fazer um tratamento de prova com suplementação de biotina para ver como o paciente evolui.

 

Outros motivos que levam a deficiência de biotina são:

– Tabagismo

– Uso de anticonvulsivantes

– Consumo de muitas claras de ovos cruas

– Uso prolongado de antibióticos

– Entre outros

Por isso é sempre recomendado consultar-se com um médico dermatologista!

 

Ainda tem dúvidas?

Você pode comentar aqui nesse post que respondo!

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Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

 

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Olá pessoal. Espero que esteja tudo bem com vocês! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje quero conversar um pouco com vocês sobre os cuidados que temos que ter com o nosso cabelo!

Como ter cabelos mais saudáveis? O que não se deve fazer com seus cabelos?

São dúvidas muito comuns, e por mais que possa parecer um assunto que não é complicado, muita gente erra na hora de cuidar dos cabelos.

Confesso que eu mesma já fiz muita escova com os cabelos molhados, por exemplo. Até que um dia cozinhei toda a parte de trás dos meus cabelos e tive uma quebra brutal. Isso aconteceu antes de estudar Dermatologia e de entender melhor tudo isso!

Então, para que você não cometa erros e destrua o seu cabelo, hoje vou te ensinar algumas coisas que são muito importantes sobre como ter cabelos mais saudáveis!

Vamos lá? Continue lendo!

 

6 formas de destruir seu cabelo

Primeiro, vou chamar a atenção para o que você NÃO deve fazer, com atitudes comuns que as pessoas infelizmente tem com os seus cabelos.

Então, se você quer DESTRUIR o seu cabelo, é só seguir esses 6 passos:

1. Usar shampoo de criança

2. Fazer baby lizz ou chapinha todos os dias

3. Se expor ao sol, vento, areia e mar sem os devidos cuidados

4. Esquecer de hidratar quando faz algum procedimento químico

5. Descolorir os cabelos em casa sem fazer teste de mecha

6. Fazer alisamento caseiro


Mas por que isso destrói os cabelos?

Não adianta só dizer o que não se pode fazer sem explicar o porquê, não é mesmo?

Então, para fixar esse entendimento para que você aprenda como cuidar dos seus cabelos e como ter cabelos mais saudáveis, vou explicar sobre um processo chamado intemperismo capilar.

 

Você sabe o que é intemperismo capilar?

Esse nome a Dermatologia pegou emprestado da Geologia! Originalmente seria o conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos envolvidos na desintegração e a decomposição das rochas.

Se aplicarmos isso aos cabelos, o intemperismo capilar seria os fatores ambientais associados ao dano aos fios dos cabelos.

E quais seriam esses elementos?

– Radiação ultravioleta

– Modelamento excessivo dos cabelos

– Lavar os cabelos

– Descolorações e tinturas

– Alisamentos e permanentes

– Uso de calor

É claro que todas nós fazemos tudo isso o tempo todo. Mas é possível minimizar os danos causados por esses agentes, e é isso que faz toda a diferença!

 

Então como ter cabelos mais saudáveis e minimizar os danos?

Aqui vão algumas recomendações que tenho para vocês que querem ter cabelos mais saudáveis e minimizar os danos causados pelo intemperismo capilar.

Não são passos complicados, mas tomar essas atitudes resulta em um impacto muito positivo nos seus cabelos. Confira:

 

5 medidas que minimizam o dano do intemperismo capilar nos cabelos

1- Proteger os cabelos do sol

É muito importante proteger os seus cabelos da luz solar direta. Para isso, basta usar chapéus, bonés ou leave-ins com filtro solar!

 

2- Evitar escovações excessivas

Escovar muito os cabelos leva à quebra dos fios. Portanto, evite.

Além disso, é bom se atentar ao tipo de escova que você está utilizando. O que recomendo é:

– Cerdas macias e de origem natural são preferidas

– Uso de pentes de madeira com cerdas largas são interessantes para desembaraçar os fios

 

3- Usar shampoos com pH adequado

É importante que você utilize shampoos com o pH adequado para os seus cabelos, sempre acompanhado dos condicionadores da mesma linha.

Evite shampoos com pH alto, como é o caso dos shampoos infantis.

 

4- Evite procedimentos excessivos e mantenha seus cabelos hidratados

Para cuidar bem dos seus cabelos evite fazer muitos procedimentos, hidrate os fios de forma regular com máscaras e leave-ins e siga as dicas desse post!

 

5 – Jamais faça descoloração ou alisamentos em casa!

É muito importante ter um profissional de confiança para testar os fios antes de aplicar os produtos. Há produtos que são incompatíveis e seu uso conjunto pode levar a quebra capilar!

 

6- Evite fazer escova nos cabelos molhados

Evite fazer escova nos cabelos molhados porque isso pode levar à formação de bolhas dentro dos fios, que vão fragilizá-los!

O recomendado neste caso é secar os cabelos antes e usar o secador sempre a 15cm do cabelo. Isso evita a quebra dos fios e o surgimento de pontas duplas.

Usar um leave-in apropriado para evitar o excesso de calor é uma ótima opção.

 

E você? O que já fez com os seus cabelos?

Gostou? Comenta quais desses pecados você já cometeu! Eu já te contei o meu 😉

Lembrando que, essas dicas são para amenizar os danos causados pelo intemperismo capilar. Se você experimenta outros problemas nos seus cabelos, como por exemplo, a queda capilar, ou outras alterações, o indicado é que você procure um dermatologista.

Você pode tirar dúvidas rápidas comigo por aqui, ou ainda, marcar uma consulta – ofereço atendimentos virtuais e presenciais, com todos os cuidados necessários!

E lembre-se sempre: Cuidar de si mesmo – da melhor forma possível – é uma grande prova de amor próprio!

E se você gosta de conteúdos como esse, me siga também no Instagram, onde sempre posto dicas interessantes!

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

 

 

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Olá pessoal! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e o assunto que quero discutir com vocês hoje é sobre dor nas unhas! Você sofre com esse problema? Conhece alguém que se queixa disso?

Além da unha encravada, onde é óbvio de se dizer que a unha está encravada, a gente tem uma entidade que faz com que o paciente procure o médico dermatologista, pois é bastante dolorosa: trata-se do tumor glômico.

Acalme-se! Não há motivo para pânico, pois trata-se de um tumor benigno e que pode ser removido sem problemas!

Para você ficar por dentro do assunto, fiz esse post que explica tudinho que você precisa saber!

Continue lendo e tire todas as suas dúvidas!

 

O que é o tumor glômico?

Tumor glômico é uma neoplasia ou tumor benigno (ou seja, não cancerígeno) de estruturas vasculares.

Em relação à aparência, tendem a possuir uma coloração azulada, arroxeada ou avermelhada na unha, com ou sem destruição da lâmina.

Isso significa que o tumor glômico sofre contração e expansão quando ocorre a mudança da temperatura, o que faz que a dor seja deflagrada no frio, podendo ser  extremamente doloroso, principalmente após a mudança de temperatura ou ao exercer pressão no local.

O tipo de dor causada pelo tumor glômico, classicamente, é uma dor que pinça, uma dor pulsátil, que o paciente se queixa bastante, é uma dor que arrepia a alma, então os pacientes sempre procuram ajuda.

 

Como é feito o diagnóstico do tumor glômico?

Primeiro é feita a observação clínica. O diagnóstico é sugerido por uma tríade de sintomas: sensibilidade local, dor associada ao ambiente frio e dor intensa após um pequeno trauma.

Na suspeita dessa neoplasia benigna, a primeira providência que precisa ser tomada observando esses tipos de alteração é solicitar exames para que possamos entender que tipo de lesão existe, o tamanho dela e a localização exata.

Deve-se então realizar exames de imagem, através da ultrassonografia ou da ressonância magnética.

 

Como é o tratamento do tumor glômico?

O único tratamento real para um tumor glômico é através da cirurgia. A excisão completa é crucial na prevenção da recorrência e resolução dos sintomas.

Mesmo se esse tumor for pequeno, o melhor é  removê-lo completamente. Caso contrário, o tumor continuará crescendo, mesmo que lentamente, e, à medida que ele for aumentando, mais problemas causará.

Quanto antes você fizer a remoção completa desse tipo de tumor, melhor será para a sua recuperação.

Sabendo disso, o procedimento se torna muito mais simples, porque é possível retirar apenas a parte que ficou proliferada, preservando a matriz e o leito, com resultados estéticos muito bons!

 

Muitas vezes, o próprio tumor glômico já pode ter causado uma destruição permanente na fábrica da unha. Nesses casos, o resultado estético não será tão bom, mas a cirurgia é muito bem vinda porque resolve a dor, que pode ser incapacitante.

 

A cirurgia não costuma deixar sequelas quando é feita por um profissional experiente e desde que o tumor não tenha lesionado a matriz (fábrica) da unha.

No entanto, não se preocupe, pois esse procedimento cirúrgico é simples em mãos hábeis.

Os pacientes podem ficar tranquilos, porque os cirurgiões que estão habilitados a fazer esse tipo de procedimento em geral fazem ele sem muita dificuldade.

Alguns pacientes têm muita aflição de mexer na unha, até porque ela já está doendo bastante. Nesses casos, eu recomendo que o procedimento seja feito no centro cirúrgico sob sedação com um anestesista.

 

Então é isso!

Se você sente dor nas unhas, principalmente em temperaturas frias ou ao exercer pressão sobre o local, e suspeita ter um tumor glômico, você deve procurar um médico e então precisa fazer um exame de imagem para comprovar.

Caso você comprove que realmente se trata de um tumor glômico, você precisa ser submetido a uma cirurgia simples da unha que vai remover esse tumor.

Espero que tenham gostado desse conteúdo, e caso reste alguma dúvida ou você precise de ajuda, você pode entrar em contato comigo e agendar uma consulta!

Comente o que achou nos comentários que eu também te respondo!

P.S.: Não esqueça de me seguir no Instagram. Compartilho muitas informações bacanas, de forma descomplicada, por lá! Te vejo no próximo post!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

 

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, sou médica dermatologista, e hoje, a pedido de vocês que me acompanham aqui e nas redes sociais, vou esclarecer sobre manchas escuras nas unhas!

Manchas escuras nas unhas são aqueles risquinhos verticais, que aparecem nas unhas e que parece que a unha foi tingida, marcada com uma canetinha. Você já viu algo parecido?

É um assunto que sempre me perguntam, e que sempre gera dúvidas sobre se é grave ou não, se é preciso intervenção cirúrgica ou se é possível apenas acompanhar.

A resposta é que… depende! Cada caso é um e precisa ser investigado.

Mas você deve sim procurar um médico dermatologista, pois essas manchas podem indicar que alguma coisa não vai bem com a sua saúde!

Nesse post você vai entender tudinho sobre o assunto!  Continue comigo até o final!

Vamos lá?

 

O que são as manchas escuras nas unhas?

As manchas escuras nas unhas apresentadas como um risco vertical geralmente refletem uma mancha que está presente na fábrica da unha, e, como tal, essa mancha na maior parte das vezes é benigna, mas pode significar um tumor grave.

Como esse tipo de mancha vertical e escura nas unhas pode significar várias coisas,  para descobrir exatamente qual é a sua origem e causa, é preciso consultar um médico dermatologista.

 

O que devo fazer se notar manchas escuras nas minhas unhas?

Se você notar manchas escuras nas unhas, você deve procurar um médico dermatologista para uma consulta. Não importa se você sinta dor ou qualquer outro sintoma, o simples aparecimento desse tipo de mancha já é motivo para agendar uma consulta.

Como eu disse anteriormente, enquanto essa mancha pode não ser nada demais, ela pode significar algo mais grave como até um tumor maligno.

Por isso é muito importante que todo mundo que note alguma mancha desse tipo nas unhas, faça uma consulta dermatológica e um acompanhamento seriado com fotografias e visitas regulares ao médico dermatologista.

 

Como é dado o diagnóstico das manchas escuras nas unhas?

Para chegar a um diagnóstico de um caso, é preciso se consultar presencialmente com um médico dermatologista, pois não é possível fazer uma análise somente através de fotos, já que é necessário realizar uma dermatoscopia e fazer um segmento.

Em alguns casos, será necessário fazer um procedimento cirúrgico para obter uma amostra do material para ser analisado – procedimento que recebe o nome de biópsia – em outros casos, a coleta de amostra não será necessária.

Dessa forma, será possível dizer se as manchas nas unhas são benignas, se são malignas, se há necessidade de se fazer algum procedimento ou não.

 

Como tratar manchas escuras nas unhas?

Como disse, é preciso avaliar caso a caso, pois o tratamento vai depender de acordo com a causa.

Quando a mancha escura na unha é causada por um agente benigno, pode ser facilmente tratada, mas, caso seja um caso mais sério como uma lesão cancerígena, o tratamento é outro, com maior complexidade, obviamente.

Tive um pacientinho de 8 anos com uma mancha na unha que segui por 1 ano, por exemplo, em que a mancha clareou e, portanto, não foi necessário tomar mais nenhuma ação.

Em algumas crianças, ela cresce e alarga muito rapidamente e é mais prudente fazermos biopsia, portanto só dá para dizer o que fazer quando acompanhamos de perto esses casos com registro fotográfico seriado e exame clínico e dermatoscópico.

Não há “o melhor tratamento para essa doença“ e sim a melhor conduta para cada paciente, individualmente!

 

Você precisa de ajuda ou ainda tem dúvidas?

Eu espero que vocês tenham entendido, e se vocês gostaram, comentem aqui embaixo!

Caso tenha ficado alguma dúvida sobre esse tema, ou você tenha outras dúvidas dentro do universo da dermatologia, é só falar aqui nos comentários também!

E para qualquer problema que você tenha, estou aqui para ajudar, clique aqui para entrar em contato ou caso deseje marcar uma consulta!

Estou disponível para vídeo consultas enquanto durar a pandemia, e também atendo de forma presencial, no meu consultório no bairro Jardim Paulista, com horários espaçados e todos os cuidados necessários para garantir o bem estar dos pacientes nesse momento que estamos vivendo.

Um beijo, e até a próxima!

PS: Se esse é um tipo de conteúdo que te interessa, me segue lá no instagram, onde posto muitas coisas legais!

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Muitos pacientes procuram o consultório diariamente com queixas capilares! Nesse post do meu Instagram, falei sobre os 4 problemas no couro cabeludo e hoje vou destrinchar um pouquinho mais com você. Vamos lá?

Quando ensino os alunos da faculdade, explico que o principal diferencial é entender se o que incomoda o nosso paciente é: queda de cabelos ou áreas sem fios na cabeça!

Isso já nos mostra dois caminhos a seguir com os problemas no couro cabeludo, que vão dizer qual é o real problema do paciente juntamente com o exame do couro cabeludo e dos fios, complementado com o uso do dermatoscopio!

O dermatoscopio é um aparelho que possui uma luz e uma lente de aumento e nos permite enxergar estruturas do couro cabeludo e dos fios com maior detalhamento. Ele deve ser usado por um profissional.

Hoje, vamos falar sobre os 3 problemas no couro cabeludo mais comuns.

 

3 problemas no couro cabeludo mais comuns

1 – Queda de cabelo

A partir de uma queixa comum de queda de cabelos, o dermatologista pode fazer um diagnóstico de:

Eflúvio

Uma queda que acontece por diversas causas, mas que basicamente altera o ciclo dos cabelos, fazendo com que eles caiam de forma significativa.

Alguns casos podem sim se beneficiar de suplementos, desde que sejam específicos para o problema daquele paciente em especial!

 

Alopecia androgenética

Calvície masculina ou feminina que tem, em geral, influência genética e ambiental e precisa ser tratada precoce e continuamente.

 

Doenças cicatriciais do couro

Quanto mais cedo fizermos o diagnóstico e o tratamento, melhor será a evolução da doença!

 

2 – Cabelo fino com aumento da risca ou entradas

Os cabelos finos podem ser causados por hábitos de vida, genética ou ambos. Uma das causas pode ser a alteração dos níveis de hormônios durante a menopausa.

Os níveis de estrogênio e progesterona caem, o que significa que os efeitos dos andrógenos, os hormônios masculinos, aumentam.

Outros fatores, como estresse, dieta e hereditariedade, podem contribuir para a queda de cabelo. Algumas das suas atitudes que podem estar contribuindo para os fios finos podem ser:

– Tratar demais o cabelo (colorações, permanentes, relaxantes etc)

– Usar produtos agressivos nos cabelos (géis de fixação ou sprays)

– Usar o cabelo preso com muita frequência e com muita força

– Não ingerir minerais o suficiente na sua dieta

– Estresse fora do comum

O primeiro passo para lidar com o cabelo ralo é determinar o que está acontecendo dentro de seu corpo que está fazendo com que esses fios extras grudem em seus ombros e na escova.

Alguma queda de cabelo é normal e faz parte do seu ciclo capilar. Mesmo assim, é sempre bom contar com um médico dermatologista da sua confiança para te ajudar a tratar da forma correta.

 

3 – Áreas sem cabelo no couro

Um dos problemas no couro cabeludo, as placas na testa ou na barba são comumente causadas por uma condição médica chamada alopecia areata.

Também é comumente chamada de calvície localizada e acredita-se que seja uma doença auto-imune que faz com que o sistema imunológico do corpo confunda os folículos capilares com invasores estranhos e, então, os ataque como tais.

A alopecia areata pode ocorrer em qualquer parte da cabeça, corpo ou membros. Muitas vezes se apresenta repentinamente como pequenas placas carecas no couro cabeludo.

Cada ponto / placa é normalmente do tamanho de ¼ do cabelo ou menor. Isso prejudica a estética e pode causar muito estresse psicológico.

Como outras doenças autoimunes, não existe uma causa única conhecida para a alopecia areata. Também não há cura conhecida para esse tipo de perda de cabelo irregular. No entanto, alguns fatores de risco aumentam sua probabilidade, incluindo:

– Histórico familiar de queda de cabelo ou cabelos fracos

– Doença de tireoide

– Outra doença auto-imune.

Algumas pessoas crescem novamente e não apresentam mais episódios de alopecia areata. No entanto, outros continuam a desenvolver placas calvas sem nenhum crescimento de cabelo por muitos anos. Para saber se é o seu caso, o ideal é consultar um dermatologista.

 

E então, você também está com algum desses problemas no couro cabeludo?

Além desses 3 motivos que eu destrinchei aqui, também informei no conteúdo do Instagram sobre um 4º problema principal que faz com que alguém procure um médico especialista em cabelos: aumento da testa e perda das sobrancelhas.

Quero ressaltar que as placas carecas nas sobrancelhas podem resultar de várias causas, como a própria alopecia areata ou:

– Infecção bacteriana, fúngica ou parasitária

– Flutuações do equilíbrio hormonal

– Certas doenças de pele

– Deficiência nutricional

– Trauma físico

– Estresse crônico

– Além de outros causadores de problemas no couro cabeludo.

É importante ressaltar que não há como descobrir o seu caso apenas lendo informações na internet. É preciso consultar um profissional de confiança para que ele faça a avaliação de forma correta.

 

Bom, espero ter ajudado! Se gostou, curta e compartilhe com pessoas que você acha que irão gostar desse conteúdo.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa um comentário que eu te respondo!

 

P.S.: Se você ainda não tem um médico de confiança especialista em cabelos e quer marcar uma consulta, basta clicar aqui.

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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