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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar com  você sobre a queda de cabelo hormonal. Vamos lá?

Uma coisa que perguntam muito no inbox do Instagram é sobre a relação dos hormônios exógenos (seja pílula, reposição hormonal ou hormônios que o pessoal usa como recurso ergogênico estético) e a queda do cabelo.

Esse post não tem julgamento, então não vou opinar sobre o que penso a respeito de utilizar hormônios ou não com tais e tais objetivos e pediria que vocês entendessem esse ponto, que é fundamental para entender esse contexto.

A intenção aqui, na verdade, é falar sobre o impacto dos hormônios exógenos e de outros tipos na queda de cabelo. Principalmente porque, de acordo com a Harvard…

Cerca de um terço das mulheres experimentam queda de cabelo em algum momento de suas vidas; entre as mulheres na pós-menopausa, até dois terços sofrem queda de cabelo ou manchas calvas.

Além disso, a queda de cabelo nas mulheres costuma ter um impacto maior do que nos homens, porque é menos aceitável socialmente para elas. A alopecia pode afetar gravemente o bem-estar emocional e a qualidade de vida da mulher.

Vamos conversar sobre queda de cabelo hormonal então? Fica comigo até o final!

 

Impacto dos hormônios no seu cabelo

Os hormônios podem causar dois tipos de impacto nos fios:

1 – Pode haver uma alteração do ciclo capilar com aumento da queda (eflúvio) que, por si só não leva a doenças do cabelo, mas pode impactar no comprimento e volume dos fios – geralmente de forma transitória (mas que pode ou não se perpetuar).

Em pessoas que já possuem doenças como alopecia androgenética ou frontal fibrosante pode haver uma piora da doença de base…

2 – Os hormônios podem impactar diretamente naqueles indivíduos que já possuem alopecia androgenética. Se forem hormônios masculinos, isso vai piorar o quadro, mas algumas pílulas anticoncepcionais e outras substâncias semelhantes podem ajudar!

VEJA: Existe tratamento para a calvície e ela pode atingir homens e mulheres

 

O que é a perda de cabelo hormonal?

Uma forma de eflúvio telógeno, esse tipo de queda pode acontecer por um desequilíbrio hormonal médico (incluindo distúrbios relacionados à tireoide), por um evento traumático (como cirurgia ou perda dramática de peso) ou por hormônios exógenos.

Ambas as causas resultam em uma queda nos hormônios promotores do crescimento do cabelo, como estrogênio e progesterona, e um aumento nos hormônios promotores da perda de cabelo, como androgênio e testosterona.

Isso, por sua vez, aciona um interruptor, enviando fios de cabelo para a fase telógena de uma só vez. Isso pode durar até 7 meses, durante os quais você vai experimentar a falta de crescimento nas áreas afetadas.

Na maioria dos casos, o impacto visual é assim: cabelo mais fino por toda parte – a queda ocorre em todo o couro cabeludo, então você pode notar apenas um rabo de cavalo menor.

 

Por que problema hormonal causa queda de cabelo?

A alopecia androgênica – calvície de padrão masculino ou feminino – está enraizada em uma série de causas diferentes, incluindo hereditariedade, trauma e certos medicamentos.

Sim, já culpamos nossos hormônios por uma série de problemas – estresse, alterações de humor, fadiga, acne, ganho de peso, etc.

Mas desequilíbrios hormonais também podem ser a razão por trás de sua inesperada queda de cabelo, especialmente se você for mulher.

Na verdade, para as mulheres, os distúrbios hormonais são uma das causas mais comuns de queda de cabelo ou perda de mechas grandes.

Pode ser que você esteja se perguntando agora: “Mas a queda de cabelo hormonal é reversível?” Bom, na maioria dos casos, o tratamento da disfunção hormonal subjacente reverterá a queda de cabelo e permitirá que seu cabelo recupere o volume saudável.

VEJA: Cabelo caindo depois da COVID-19 – Como isso acontece?

 

É possível fazer tratamento para queda de cabelo hormonal em casa?

O ideal para quem está sofrendo com queda de cabelo hormonal, principalmente para quem toma hormônios exógenos, é não fazer o tratamento em casa sozinho, sem recomendação de um médico especialista na área.

Muitas vezes, notamos pessoas que simplesmente vão ao cabeleireiro para fazer tratamentos contra a queda, mas a verdade é que os motivos da queda só podem ser desvendados por um médico especialista em cabelos.

Principalmente se você toma hormônios exógenos, apenas um médico especialista vai saber te indicar o que, exatamente, você precisa fazer para diminuir essa queda e, até mesmo, reverter (se for o caso)

Sem a ajuda de um médico especialista em cabelos, é impossível descobrir a origem da queda e quais são os próximos passos para recuperar o volume e a saudabilidade do seu cabelo.

 

E aí, já aprendeu o suficiente sobre queda de cabelo hormonal?

Aqui, você aprendeu sobre a queda de cabelo hormonal, mas ainda há muito o que falar e discutir sobre o assunto.

Então como tudo isso é muito complexo, não tentem fazer nada sozinhos e muito menos checar esse tipo de informação APENAS na internet. Aprenda o que puder sobre o assunto e discuta com o médico de sua confiança para que ele te ajude na dúvida e se responsabilize por esse tratamento!

Espero ter ajudado! Se gostou curta e compartilhe com pessoas que vocês acham que irão gostar desse conteúdo.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa um comentário que eu te respondo!

P.S.: Se você ainda não tem um médico de confiança especialista em cabelos e quer marcar uma consulta, basta clicar aqui.

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, tudo bem? Sou a Dra. Tatiana Gabbi e estou aqui para falar de uma doença comum, mas que muitas pessoas ainda não conhecem: o cisto mucoso digital.

 

O cisto mucoso digital é algo bastante comum! Por uma degeneração na articulação, o líquido viscoso (que lubrifica essas estruturas) encontra um caminho até a pele, onde se acumula na forma de uma lesão elevada.

Essa lesão elevada pode inflamar, ficar vermelha, doer ou não causar nenhum tipo de sintoma (vamos falar mais sobre isso a seguir).

Quando essa pseudo cápsula do cisto é rompida, vemos o material gelatinoso saindo do seu interior. Ele lembra uma clara de ovo, uma geleia incolor (pode ser rosada) ou ácido hialurônico que está na moda nos preenchimentos!

No meu Instagram, fiz um vídeo mostrando a pseudocápsula sendo rompida. Depois de ver, continue por aqui que vou tirar algumas dúvidas comuns sobre cisto mucoso digital.

 

O que é um cisto mucoso digital?

Um cisto mucoso digital é uma lesão benigna comum que se apresenta como um nódulo firme nos dedos das mãos ou dos pés.

As lesões geralmente não são dolorosas e são encontradas perto das articulações distais. Elas geralmente aparecem lisas ou brilhantes, com uma aparência quase translúcida.

Os cistos mucosos digitais são encontrados em uma ampla gama de idades, desde adolescentes a idosos, mas são mais prováveis ​​de ocorrer durante a 7ª década de vida.

Eles são semelhantes em natureza aos cistos ganglionares ou sinoviais, que são frequentemente encontrados nos pulsos ou atrás dos joelhos.

 

O que causa um cisto mucoso digital?

O mecanismo de formação dos cistos mucosos digitais é desconhecido. Atualmente, acredita-se que os cistos sejam decorrentes da degeneração mucóide do tecido conjuntivo e que esse processo, na maioria das vezes, envolve comunicação com a articulação DIP (interfalangeana distal) adjacente e possível coexistência de osteoartrite.

As causas dos cistos mucosos digitais ainda não são claras.

Historicamente, uma variedade de etiologias, incluindo um processo tuberculoso, tem sido sugerida. Atualmente, acredita-se que a degeneração mucóide do tecido conjuntivo, associada a alterações osteoartríticas proximais seja responsável pela formação de cistos. O trauma também pode ser uma das causas em alguns pacientes.

 

Tipos de cisto mucoso digital

Atualmente, existem duas formas aceitas de cistos mucosos digitais. O primeiro tipo é uma extensão ou herniação do revestimento da articulação adjacente.

Esta forma contém um fluido que se encontra dentro da própria articulação e pode estar relacionado a trauma, artrite ou pode ocorrer espontaneamente.

O segundo tipo consiste em um depósito de uma substância gelatinosa chamada mucina e não está conectada ao espaço articular.
Quando essas lesões aparecem perto da base da unha ou na própria unha, podem causar ranhuras ou rachaduras na unha e, ocasionalmente, a perda total ou parcial da unha.

Quando rompidos, esses cistos drenam uma substância transparente, espessa e gelatinosa – assim como mostrei no vídeo do Instagram.

 

Quais os sintomas do cisto mucoso do dedo?

Um cisto mucoso digital aparece sozinho no dedo, ou menos comumente, no dedo do pé. Geralmente está próximo ao final do dedo, próximo à unha.
A maioria é indolor, mas alguns podem ser sensíveis ao toque. Eles também podem causar a deformação da unha. Quando a pele do cisto é rompida, o fluido é drenado como uma substância transparente e gelatinosa.

Cistos mucosos digitais geralmente:
– Aparecem sozinhos.
– São límpidos ou da cor da pele.
– Têm uma aparência brilhante.
– Têm cerca de 5 a 8 mm de largura (aproximadamente do tamanho de uma borracha de lápis).
São encontrados em mulheres com 60 anos ou mais, mas qualquer pessoa pode ter, no final das contas.
Se o cisto estiver relacionado à artrite, as articulações também podem estar rígidas, doloridas e, às vezes, deformadas.

 

Como se livrar de um cisto mucoso digital?

Existem diversos tipos de tratamento possíveis: injeção de corticoide, cirurgia com diversas técnicas, simples esvaziamento e curativo.
Os tratamentos que podem ser bem-sucedidos para o pseudo cisto mixóide digital (outro nome para o cisto mucoso digital) incluem:
– Pressionando repetidamente com firmeza o cisto;
– Mesmo espremendo o conteúdo com agulha esterilizada, não recomendamos fazer isso em casa devido ao risco de infecção profunda;
– Crioterapia (congelamento);
– Injeção de esteróide;
– Injeção de esclerosante;
– Remoção cirúrgica.
Infelizmente, os pseudocistos mixóides digitais frequentemente reaparecem, qualquer que seja o tratamento utilizado.

 

O cisto mucoso digital desaparece por conta própria?

Os cistos mucosos digitais podem se resolver por conta própria; no entanto, uma grande porcentagem exigirá avaliação e tratamento por um dermatologista.

O tratamento mais definitivo para cistos mucosos digitais é a excisão cirúrgica e fusão de qualquer comunicação com a articulação subjacente. Este procedimento apresenta uma taxa de cura superior a 90%, embora as recorrências não sejam incomuns.
Outras opções de tratamento incluem crioterapia, laser ablativo de CO2 e drenagens estéreis repetidas.

Todo o tratamento de cistos mucosos digitais deve ser realizado por um médico para evitar possíveis complicações, incluindo infecções nas articulações e danos permanentes nos dedos das mãos ou dos pés afetados.

Uma biópsia também pode ser realizada para descartar outras doenças raras que podem envolver certos riscos à saúde se não forem diagnosticadas.

 

Quando é hora de consultar um dermatologista?

Como você viu, o cisto mucoso digital é uma lesão sem maior gravidade e que pode recidivar (reaparecer mesmo após a cura).

Por isso, consulte o seu médico se desenvolver um cisto de qualquer tipo nas mãos ou pés. O seu médico pode verificar se é benigno e ajudá-lo a decidir como tratá-lo.

Consulte o seu médico imediatamente se um cisto ficar vermelho, quente e dolorido repentinamente, pois podem ser sinais de uma infecção.
Percebeu que está com isso? Agende uma consulta com um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia porque esse profissional vai poder te ajudar!

 

Você também pode gostar…

Se você gosta de assuntos relacionados a pele, separei alguns artigos aqui do blog interessantes para você conferir:

•Efeito do estresse na pele: o que causa e como evitar?•5 passos para cuidar da pele no inverno
•Desafios da hidratação da pele no inverno
•7 cuidados com a pele se você passa maquiagem
•Alimentação influencia nossa pele? Tire aqui todas as suas dúvidas

Espero que tenha sido útil. Marque as pessoas que você acha que vão gostar desse conteúdo e fique à vontade para compartilhar. Ah, não se esqueça de me seguir no Instagram.

Te espero no próximo artigo com mais informações sobre cabelos, unhas e pele!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar com você sobre o expossoma e compartilhar algumas informações interessantes (e necessárias) sobre o assunto. Independente de ser leigo no assunto ou um profissional da saúde, o que vou mostrar aqui serve para você. Quer saber mais? Continue comigo até o final!

 

Nossa saúde é uma combinação de genética e meio ambiente. Talvez os genes de alguém os tornem vulneráveis ​​à pressão alta, por exemplo, mas observando o que comem – na verdade, controlando o ambiente do corpo – eles podem manter seus números dentro dos níveis normais.

Atualmente, sabemos muito sobre o lado da genética desta combinação, também temos informações sobre como nossos ambientes bacterianos internos – o microbioma – afetam nossa saúde.

Mas a parte ambiental do quebra-cabeça ainda é confusa. Não medimos todos os produtos químicos que encontramos todos os dias, desde os fungos microscópicos em uma caminhada até o escapamento do carro em uma rodovia, por exemplo.

Quer dizer, a maioria das pessoas não. Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, sim. E os resultados foram inacreditáveis! Já te falo sobre isso, mas antes, vamos entender…

 

O que é expossoma?

O expossoma humano é definido como a totalidade das exposições ambientais encontradas desde o nascimento até a morte e inclui uma mistura diversa de nutrientes dietéticos, medicamentos, agentes infecciosos e poluentes.

Simplificando: o expossoma se refere aos fatores sociais e ambientais aos quais uma pessoa está exposta desde o momento em que nasce até morrer. Isso inclui nutrição, poluição, radiação UV, vírus, bactérias e muito mais.

Todos esses fatores têm impacto na saúde de nossa pele. Quem vive em cidades com altos índices de poluição, por exemplo, pode ter uma pele mais seca e com mais erupções do que aqueles que vivem em áreas mais rurais.

Os cientistas também acreditam que esses fatores de expossoma podem acabar acelerando o processo de envelhecimento da pele.

 

Como o expossoma afeta a sua pele?

Sua pele atua como um escudo natural contra produtos químicos pro-oxidantes e poluentes físicos do ar aos quais estamos expostos na vida cotidiana.

Mas a exposição prolongada ou repetitiva a altos níveis desses poluentes pode ter efeitos profundamente negativos na pele, incluindo:

– Envelhecimento prematuro;
– Aumento na incidência de psoríase;
– Acne;
– Câncer de pele.
Além disso, essa exposição também pode piorar as condições alérgicas da pele, como
dermatite atópica e eczema.

Uma vez que a barreira protetora de nossa pele é comprometida por poluentes, os lipídios e colágeno (responsáveis ​​por dar à nossa pele hidratação e um brilho glorioso) começam a se quebrar e a superfície da pele começa a sofrer.

Isso causa um aumento das manchas secas, melanomas e uma falta geral de brilho.

+ Veja: Você sabe o que são fotoprotetores?

 

Qual a relação entre o expossoma e as doenças?

Fatores ambientais há muito tempo são apontados como os principais contribuintes para a carga global de doenças. Por exemplo, dados de várias fontes indicam que mais de 70% das mortes não violentas nos Estados Unidos podem ser atribuídas a:

– Tabagismo;
– Desequilíbrio alimentar;
– Poluição do ar;
– Reações adversas a medicamentos;
– Agentes infecciosos, agindo isoladamente ou em conjunto com outros fatores de
susceptibilidade do hospedeiro.

No entanto, a identificação de fatores específicos, suas interações e seus efeitos na saúde humana permanecem indefinidos.

Pesquisa de expossoma de Michael Snyder Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, fez uma pesquisa que mostra o quanto estamos expostos a fatores ambientais.

Nos últimos anos, Snyder tem usado um dispositivo que ele inventou que mede o ambiente ao seu redor. Isso faz parte de sua busca para aprender como o meio ambiente afeta nossa saúde, estudando o que ele chama de “exposomes” (expossomas) das pessoas, ou as várias partículas de ar, poluentes, vírus e muito mais com os quais entramos em contato todos os dias.

A primeira coisa que a pesquisa mostrou é que o expossoma é vasto.

Havia mais de 2.000 espécies de bactérias na cobaia de estimação, registradas durante os dois anos de criação de perfil. Até mesmo a pessoa que o usou por três meses para o estudo foi exposta a mais de 1.000 espécies.

Havia cerca de 3.000 características químicas detectadas em todo o estudo.

O segundo resultado do estudo mostrou que o expositor é dinâmico.Quanto da variação do expossoma depende da região ou da sazonalidade? Pela parte que o estudo descobriu, a localização é o fator número um, especialmente para os produtos
químicos. A época do ano foi outro fator importante.

Esta foi apenas uma pesquisa para ver de maneira geral a que estamos expostos, mas trouxe resultados importantes para a dermatologia.

Uma das surpresas foi que os agentes cancerígenos, como solvente dietilenoglicol, estavam em todas as amostras – ou seja, estamos muito expostos a eles.

 

Por que devemos estudar o expossoma?

Uma das promessas do projeto genoma humano era que ele poderia revolucionar nossa compreensão das causas subjacentes das doenças e ajudar no desenvolvimento de prevenções e curas para mais doenças.

Infelizmente, descobriu-se que a genética é responsável por apenas cerca de 10% das doenças, e as demais causas parecem ser ambientais.
Ou seja: para entender as causas e, eventualmente, a prevenção de doenças, as causas ambientais precisam ser estudadas.

Como você viu, o expossoma pode ser definido como a medida de todas as exposições de um indivíduo ao longo da vida e como essas exposições se relacionam com a saúde.

 

Expossoma da Psoríase

No meu Instagram, coloquei o expossoma da psoríase para você ter uma ideia de quais exposições ambientais corroboram para a doença. Veja aqui antes de continuar a leitura. Já viu? Então, esse é o expossoma da psoríase! Ele é bem complexo, mas mostra claramente como as doenças inflamatórias se interligam.

É extremamente importante médicos e pacientes se darem conta da importância da mudança do estilo de vida nesses pacientes em particular.

Há benefícios já divulgados em artigos anteriores na perda de peso, nos exercícios físicos regulares, alimentação mais saudável (tipo mediterrânea), na redução do estresse etc.

 

Agora você pode estar se perguntando…

Se essas coisas impactam na psoríase a ponto da doença melhorar quando controlamos esses agentes, o que será que esse controle pode fazer por alguém que não tem essa doença, não é mesmo?

Pois lembrem-se que a mesma inflamação crônica de baixo grau que está presente nas doenças inflamatórias, também contribui para o envelhecimento cutâneo e do corpo como um todo!

E nesse barco estamos todos! Ninguém está ficando mais novo.

Então, cuide-se muito e de forma global! Cuide do sono, da alimentação, mexa-se e sobretudo: cuidem do que você assiste, do que pensa e de como se relaciona com outras pessoas.

E então, gostou do conteúdo? Espero ter ajudado! Compartilhe com alguém que precisa e me siga no Instagram.

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar sobre algumas coisas que talvez você não saiba antes de ir a uma consulta com dermatologista.

Fiz esse vídeo no Instagram com algumas dicas que também vou passar aqui para você antes de marcar com qualquer profissional.

O intuito aqui é te ajudar a ir a uma consulta preparado para ser atendido pelo profissional e facilitar o diagnóstico mais rápido.

Muitos pacientes chegam ao consultório para uma consulta com dermatologista sem essas dicas e acabam não conseguindo o que precisam ou têm que marcar outra consulta para conseguir fazer a consulta completa corretamente.

Vamos evitar isso? Vou te dar algumas dicas simples e bem práticas para você ir e aproveitar ao máximo a consulta com dermatologista.

 

Dicas rápidas para consulta com dermatologista

Aqui estão algumas informações úteis para quem vai ser atendido em consulta com dermatologista e tem queixas nos cabelos ou nas unhas:

– Retire o esmalte de todas as unhas antes da consulta, mesmo daquelas que você acha que estão sem problemas.

– Venha com os cabelos limpos, principalmente se a sua queixa for de caspa ou crostas no couro cabeludo.

– Caso você tenha o hábito de tingir os cabelos, faça isso antes da consulta, pois facilita muito o nosso exame de couro cabeludo com o dermatoscópio!

 

Outras dicas antes de marcar sua consulta

1 – Faça uma lista

Antes da sua visita, faça uma lista das suas preocupações. Além de garantir uma consulta mais tranquila e econômica, também permite que seu médico faça um diagnóstico mais preciso. 

Faça uma lista detalhada destacando sua história familiar, medicamentos que você toma e suas preocupações gerais com a pele. Fornecer informações sobre visitas anteriores ao dermatologista também pode ser extremamente útil. 

Isso pode ajudar o seu novo dermatologista a entender quaisquer planos de tratamento que você possa ter tido no passado (caso você tenha feito algum).

 

2 – Leve fotos

Levar algumas fotos de um problema de pele esporádico quando ele se expande pode ser uma grande ajuda para ilustrar ao seu dermatologista o problema de pele que te preocupa. 

As fotos também são um ótimo recurso para garantir uma consulta de procedimento cosmético mais produtiva. Fotos suas quando era mais jovem, por exemplo, podem ajudar a ilustrar exatamente o que você está procurando.

 

3 – Tenha expectativas realistas

Ser paciente e realista quanto ao seu plano de tratamento é um bom ponto de partida para marcar sua consulta com dermatologista.

Frequentemente, leva tempo para sua pele se aclimatar com novos medicamentos e tratamentos, então não espere resultados finais instantâneos ou noturnos. 

Como eu sempre aviso por aqui, pode levar semanas para alguns novos medicamentos mostrarem sua eficácia total. 

Aqui, nós fazemos tratamentos que realmente vão eliminar o problema a longo prazo, então não espere fórmulas mágicas, isso vai evitar frustrações e ajudar em um tratamento mais produtivo.

 

4 – Não use maquiagem

Você pode contar com um pouco de base e corretivo para passar o dia, mas quando for visitar o dermatologista, é uma boa ideia deixar a maquiagem de lado. 

Seu médico definitivamente vai querer dar uma olhada mais de perto em sua pele, então ir sem maquiagem pode ajudar seu dermatologista a identificar melhor sua condição.

Sei que aquela base, um corretivo e outros produtinhos do dia a dia são bacanas para levantar a autoestima e nos sentirmos ainda mais lindas do que já somos, mas antes de ir à consulta com dermatologista, deixe sua pele bem limpinha e sem resíduos de maquiagens.

 

5 – Remova o esmalte

Sei que já dei essa dica lá em cima, nas dicas rápidas antes de marcar a consulta com dermatologista e no Instagram, mas preciso explicar aqui porque você não pode estar com esmalte nas unhas…

Os dermatologistas tratam uma ampla variedade de doenças da pele e prestam muita atenção à saúde das unhas, especialmente porque alguns cânceres de pele tendem a se formar no leito ungueal. 

Por isso, é aconselhável remover o esmalte para se preparar para a consulta com dermatologista. O fungo nas unhas, às vezes, podem ser a causa de erupções no corpo. Além disso, manchas podem se desenvolver sob as unhas, e essas manchas tendem a ser mais agressivas.

 

6 – Nunca reserve tratamentos no mesmo dia de um evento

Alguns procedimentos como peelings, tratamentos a laser e injetáveis ​​podem deixar sua pele com uma aparência inflamada e irritada.

Marque a sua consulta com uma semana de antecedência de qualquer evento programado que possa ter (festa, data, apresentação de trabalho, etc.) para garantir que a sua pele está no seu melhor. 

Com o tempo de recuperação adequado, você terá uma ótima aparência e não precisará se preocupar com possíveis hematomas ou irritações na pele.

 

7 – Agende visitas de acompanhamento

Como já expliquei aqui, não existe fórmula mágica; os resultados aparecem quando o paciente e o médico trabalham juntos e são realistas.

Ou seja: não basta ir a apenas uma consulta com dermatologista e achar que já está pronto para fazer tudo sozinho. É preciso agendar visitas de acompanhamento para saber a eficácia do tratamento e ver como sua pele, unhas e cabelos estão reagindo.

Por mais que tudo pareça bem para você, uma consulta com dermatologista vai te mostrar se essa é uma falsa impressão ou se realmente está indo tudo certo.

Do contrário, você pode gastar tempo, dinheiro e muita energia esperando resultados que não terá.

 

Agora está na hora de marcar sua consulta com dermatologista

Depois dessas lições rápidas sobre a consulta com dermatologista, finalmente você está preparado para marcar a sua e começar seu tratamento. O que fazer então?

Agende com um médico dermatologista da sua confiança e que realmente tenha toda a formação e especialização na área que você quer ajuda.

Se você é de São Paulo, pode clicar aqui para me mandar uma mensagem e marcar sua consulta.

Espero ter ajudado! Compartilhe esse conteúdo e me siga no Instagram para mais dicas sobre cabelos, unhas e pele. Até a próxima!

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar sobre a micose nas unhas. Se você me acompanha por aqui, sabe que já falei sobre esse assunto algumas outras vezes, mas quero passar algumas outras informações que você ainda não tenha visto.

No meu Instagram, postei um vídeo sobre micose nas unhas com menos de 2 minutos para falar algumas coisas importantes sobre o assunto, como:

-> Um dos principais motivos que levam os pacientes aos dermatologistas é a micose nas unhas.

-> Quando falamos de micose nas unhas, estamos falando sobre uma infecção causada por fungos, que têm um aspecto de descolamento da unha.

-> Geralmente, a unha está aumentada, espessada e embaixo da unha tem esse descolamento com um pouco de descamação.

Quer saber mais sobre o assunto? Separei outros pontos importantes para falar com você aqui. Continue a leitura!

 

Como é feito o exame de micose nas unhas?

O exame de cultura e micológico direto são os mais usados e mais importantes para pesquisar as características e a presença do agente infectante.

Isso porque é preciso primeiro identificar o agente infeccioso para, então, conseguir diferenciar de outras doenças dermatológicas, como líquen plano, melanoma subungueal, psoríase, tumores e outras doenças dermatológicas.

O diagnóstico é relativamente fácil de fazer por um dermatologista. O problema aqui é que, para quem não é especialista, a micose nas unhas pode ser confundida com uma série de outras alterações.

A micose nas unhas é confundida com descolamentos simples e, até mesmo, com tumores benignos ou malignos, que merecem um cuidado e tratamento especial.

Por esse motivo, é tão importante fazer o diagnóstico correto. Em um outro artigo aqui do blog, falei sobre a importância de fazer o diagnóstico antes de tratar a micose nas unhas.

 

P.S.: Se você ainda não sabe o que é micose e por que o dermatologista é o mais indicado para fazer o exame, aconselho que vá neste outro post antes de continuar.

 

Fatores de risco e fatores das micoses nas unhas

A micose nas unhas e pele podem ser transmitidas por contato direto (por mais que não seja tão frequente), mas a forma de contágio mais comum é o contágio por usar objetos pessoais de outra pessoa que estão contaminados.

Como a micose existe nas unhas, pele e no couro cabeludo, alguns dos itens compartilhados que transmitem a doença são:

  • Escova de cabelo
  • Pente
  • Lixa
  • Cortador de unha
  • Tesoura
  • Alicate de unha
  • Toalha de banho
  • Roupa de cama
  • Roupas comuns

Existe também o caso em que a própria pessoa passa o fungo de um local para o outro, como quando coça uma área infectada, por exemplo, e, logo após, passa a mão em outra área de fácil proliferação.

 

Como surgem os fungos da micose nas unhas e pele?

Esses fungos relacionados à micose nas unhas estão associados também às plantas, solo e, até mesmo, animais de estimação.

Em uma entrevista [você pode conferir aqui], falei sobre a preferência dos fungos e como prevenir, mas quero lembrar aqui um fator importante: os fungos preferem ambientes escuros, úmidos e quentes.

Esses locais, tanto se tratando do nosso próprio corpo quanto se tratando de ambientes que frequentamos, são os que mais facilitam essa proliferação.

Por isso que, no nosso corpo, por exemplo, um dos locais mais comuns para micose é nas unhas dos pés (levando em consideração que a maioria de nós tem o costume de usar sapatos fechados).

Já em ambientes físicos, os mais comuns e que precisamos tomar mais cuidado são: chuveiros, vestiários, banheiros e piscinas de clube. Se você tem o hábito de andar descalço em lugares assim, evite, porque são áreas de risco para infecções micóticas.

 

Como curar micose nas unhas rapidamente?

A melhor maneira é fazendo o diagnóstico precoce, identificando qual é o fungo infectante e em qual estágio está a lesão. Assim, o tratamento da micose nas unhas acaba sendo “mais rápido”.

Coloquei entre aspas ali, porque existem muitos mitos relacionados às micoses nas unhas, mas os dois principais (e que são opostos) são:

  1. Micose nas unhas não tem cura – MITO
  2. O tratamento para micose é rápido – MITO

Micose nas unhas tem cura sim e pode ser bem mais fácil e sem preocupações desnecessárias com a ajuda de um médico dermatologista, com o diagnóstico e tratamento corretos.

Fazer todo o tratamento caseiro, sem nenhuma prescrição médica, não é o ideal. É preciso contar com ajuda de um especialista para identificar se realmente é uma micose (até porque já falamos aqui que o câncer de unha pode ser confundido com micose) e qual o melhor tratamento.

Se engana também quem pensa que tratamento para micose nas unhas é rápido; isso depende muito do estágio em que está a lesão, mas o tempo de tratamento, geralmente, varia de 6 meses a 1 ano.

Outra coisa: micose nas unhas não se cura sozinha e, dependendo do estágio da lesão, é preciso ter tratamento local e oral.

 

Ainda com dúvida sobre micose nas unhas?

Separei 5 posts interessantes sobre micose nas unhas para você entender mais do assunto e entender quais atitudes deve ter daqui pra frente. Confira:

Micose na unha: o que é e como identificar se é o seu caso?

Sintomas da micose e características: parte 2 do seu guia completo

10 coisas que você precisa saber sobre micose de unha

5 dicas para evitar micose de unha

Criança pode ter micose na unha?

Fiz esse conteúdo com muito carinho, espero que tenham gostado. Se você tirou algumas das suas dúvidas, compartilhe com outras pessoas que também precisam.

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram; sempre posto informações bacanas sobre esses e outros assuntos por lá.

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Olá, pessoal! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje resolvi trazer um assunto que todos me perguntam pelas redes sociais e até nas consultas: síndrome das unhas frágeis.

O primeiro ponto importante para o paciente entender é que síndrome é um conjunto de sinais e sintomas. Ou seja, não é uma doença; é um sinal, um sintoma ou um conjunto deles.

No caso da síndrome das unhas frágeis, os sinais são as unhas quebradiças e podem ser, inclusive, dolorosas. Geralmente, a síndrome das unhas frágeis envolve unhas quebradiças que descamam.

Quer saber mais sobre o assunto e tirar as suas dúvidas? É simples: fique juntinho comigo até o fim do artigo e vou te passar as principais informações sobre a síndrome das unhas frágeis.

 

O que é realmente a síndrome das unhas frágeis?

A síndrome das unhas frágeis é caracterizada por unhas secas e quebradiças e pode significar uma série de coisas diferentes.

Não há um tratamento único, pois pode se apresentar da mesma forma em duas pessoas diferentes e, para cada uma delas, representar um problema completamente diferente na origem.

Por exemplo: uma pessoa pode ter unhas fracas pq iniciou uma dieta bastante restritiva há 6 meses; enquanto que uma outra pessoa pode estar com isso por alterações no intestino ou até mesmo por excesso de contato com produtos químicos sem o uso de luvas protetoras.

 

Causas da síndrome

Existem várias causas para a síndrome das unhas frágeis e, entre elas, existem:

– Distúrbios nutricionais
– Quando você tira muita cutícula
– Pode estar associado a algumas doenças que fragilizam as unhas
– Entre outros

Mas chamamos de síndrome das unhas frágeis quando excluímos as doenças. Então a causa não tem a ver com doenças dermatológicas que fragilizam as unhas.

Na síndrome das unhas frágeis, você tem um defeito na fábrica da unha, produzindo uma unha com dificuldade de reter água e deixando-a extremamente seca (por isso, ela descama).

 

Tratamento para a síndrome

Dentre os principais tratamentos que fazemos no consultório é pesquisar para entender por quais motivos isso está acontecendo em uma pessoa que nunca teve e agora está com os sintomas.

Pode ser que o paciente tenha mudado alguma coisa na alimentação ou surgiu algum problema na tireóide, por exemplo. Então, precisamos fazer uma investigação primeiro, dependendo do aspecto que essas unhas têm.

Não indicamos para esses pacientes, por exemplo, os esmaltes fortalecedores, porque eles vão deixar a placa mais grossa sim, só que vão fazer com que sua unha perca mais água. Ou seja, sua unha acaba se tornando mais frágil a médio e longo prazo.

Então, os esmaltes fortalecedores que endurecem as unhas não são os ideais para esse tipo de quadro. Eles são indicados para unhas moles, que são o contrário da síndrome: as unhas moles acumulam muita água.

Entenda: a unha frágil é falta de água; a unha mole é excesso de água. Então, usar esmaltes fortalecedores (que têm formol) não é indicado.
Nós indicamos outros esmaltes, caso o paciente queira usar, que não tenham esse composto e que não fragilize as unhas.
Aqui, vamos pedir para essa pessoa hidratar as unhas e tomar outras medidas antes de passar qualquer tratamento para a síndrome das unhas frágeis. Vamos falar sobre elas a seguir!

 

Medidas para evitar a síndrome das unhas frágeis

Além de descobrirmos o que está acontecendo para poder corrigir esse problema que levou ao quadro, podemos tomar as seguintes medidas que sempre ajudam:

1) Evitar remover as cutículas
2) Hidratar
3) Não arrancar as casquinhas do esmalte pq isso fragiliza ainda mais
4) Não usar endurecedor (agrava o problema)

Sei que já falei aqui para você hidratar, mas esse passo é realmente muito importante no caso da síndrome das unhas frágeis.

Então, hidrate sempre antes de dormir, mesmo que esteja com esmalte, porque alguma coisa é absorvida ao redor da unha.

Além disso, evite o grande vilão da fragilidade da unha: os produtos químicos. Caso seja necessário lidar com esses produtos, use luvas sempre.

Quando o paciente tem doenças na articulação, isso acaba prejudicando ainda mais a unha por conta da proximidade que ela tem com a unha.

Em casos como esse, o tratamento deve ser feito com um dermatologista e um reumatologista, tomando os cuidados não só com as unhas, mas com a articulação também, já que essa pode ser a causa das unhas frágeis.

E então, tem alguma dúvida sobre o assunto? Precisa de ajuda? Entre em contato comigo e agende uma consulta. Se você quiser tirar uma dúvida rápida, pode deixar um comentário que eu te respondo.

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Em uma entrevista para o programa ‘Viver é Melhor’, dei uma entrevista completa sobre o que é, quais são os sintomas da micose e como acabar com isso de vez. Aproveite a leitura!

Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje eu resolvi trazer a parte 2 do guia completo sobre o que é, quais os sintomas da micose e como descobrir se esse realmente é o seu caso.

Perdeu o primeiro conteúdo? Não tem problema, é só clicar aqui e conferir meu outro post com as informações iniciais sobre o que é e como acabar com a micose.

Claro, você pode ver o vídeo logo acima também com a minha entrevista completa para o programa Viver é Melhor.

Os sintomas da micose são parecidos com outras doenças. Algumas pessoas nem desconfiam que tem e acham apenas que são problemas normais da pele.

Outras pessoas acham que têm micose, quando na verdade o problema pode ser outro (em alguns casos, até mais grave).

Quer saber qual é o seu caso? Fique comigo até o fim e eu vou te responder suas principais dúvidas sobre os sintomas da micose e características dessa doença.

 

Sintomas da micose e características

Pergunta: Quais são as características de uma micose de unha?

Geralmente, a unha fica amarelada, que é uma característica das unhas que crescem devagar.

Embaixo da unha, tem um descolamento. Esse descolamento não é arredondado, é todo rajado (eu mostro isso aos 18 minutos do vídeo que coloquei no início desse artigo).

A maior causa de micose na unha é uma micose nos pés que não recebeu tratamento adequado.

 

Pergunta: Pode passar de uma unha para a outra? Ela é contagiosa?

Sim. Você pode pegar de outras pessoas e, até mesmo, contaminar suas próprias unhas. Inclusive, é isso que geralmente acontece: começa em uma unha e vai indo para as outras.

+ Veja: 10 coisas que você precisa saber sobre micose de unha

 

Pergunta: Se ficar de outra cor é micose?

Às vezes, surge uma bactéria chamada pseudomonas que esverdeia a unha e pode se associar à micose também.
Além disso, podem ter hematomas. Os hematomas podem estar presentes junto com a micose e até terem sido o início da micose, mesmo quando surgem depois que a micose já está presente.
Isso porque a micose descola a unha e isso facilita acidentes, já que a unha fica mais solta, enganchando em qualquer lugar e levando a lesões e sangramentos.

 

Pergunta: Quando o paciente chega ao consultório com todos esses sintomas da micose, você já dá o diagnóstico ou precisa fazer algum exame?

Às vezes, não temos certeza do diagnóstico. Isso porque, em alguns casos, a unha já está alterada e não conseguimos ter certeza se isso é uma micose pura, se tem alguma doença de base e aquilo se transformou em uma micose ou se é só a doença.

Nesse caso, pedimos um exame, que chamamos de ‘exame micológico direto’ e a ‘cultura’, em que o médico dermatologista cultiva o material e examina no microscópio para ter certeza que é uma micose.

Como o tratamento para acabar com micose é muito prolongado, é interessante ter certeza de que é realmente a doença ou não, além de saber o tipo de fungo que está associado.

 

Tratamento para acabar com micose

Pergunta: A origem da micose é o fungo; há tipos diferentes e tratamentos diferentes. O remédio via oral é sempre necessário?

Nem sempre. Não precisamos de tratamento oral, por exemplo, em micoses do corpo; se for uma micose restrita, com poucas lesões, conseguimos usar pomadas para resolver.

Mas a micose dos pés, dos pelos (barba e couro cabeludo) e da unha, vão precisar de medicamentos orais geralmente.

+ Melhor tratamento para micose: oral ou local? Veja aqui!

 

Pergunta: Essas medicações orais para micose provocam problemas no fígado?

Esse é um grande mito. Na verdade, o que acontece é o seguinte: o álcool não deve ser consumido junto com os medicamentos para acabar com micose, porque o fígado é o lugar em que nós detoxificamos o álcool e também os medicamentos.

Então, existem pacientes que consomem bebidas alcoólicas e não querem deixar de consumir nem para fazer o tratamento. Nesses casos, o médico contraindica porque sabe que pode haver uma sobrecarga.

Mas o remédio em si é mais inócuo do que o álcool; perto do álcool, o remédio não faz nada no fígado. Claro, ele é uma substância sim, mas indicada pelo médico, só traz vantagens ao paciente.

Vale a pena fazer o tratamento e não indico que o paciente faça por conta própria, sem consultar um médico de confiança e que realmente o indique uma boa medicação.

+ 5 dicas para prevenir fungos nas unhas

 

Acabar com a micose está mais fácil agora?

Bom, pessoal, por hoje é só. Espero que vocês tenham tirado suas dúvidas sobre os sintomas da micose e como identificar se esse é o seu caso.

Ah, não se esqueçam que no vídeo do início do artigo, você vê minha entrevista e lá eu conto mais fatos interessantes sobre o assunto, além de passar informações sobre a transmissão da micose e prevenção.

Se depois de ler o artigo e ver o vídeo você ainda tiver dúvidas sobre os sintomas da micose, é só deixar um comentário que eu te respondo. Até a próxima!

P.S.: Se você ainda não leu o artigo anterior, basta clicar aqui e conferir o que é micose e como acabar de vez com ela.

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LEIA MAIS

Em uma entrevista para o programa ‘Viver é Melhor’, dei uma entrevista completa sobre o que é e como acabar com micose, trazendo informações completas sobre o assunto para quem ainda não entende como a doença funciona. Resolvi trazer esse conteúdo aqui para o blog também. Aproveite a leitura!

Você está com manchas vermelhas na pele, seus dedos estão descamando e as unhas descascando? Está sentindo coceira constante na cabeça e queda de cabelo?

Se você não sabe o que pode ser e está preocupado com tudo isso, saiba que esses são sintomas da micose.

De acordo com o Observatório Nacional de Onicomicose, um dos tipos mais prevalentes é a micose de unha.

Por isso, resolvi trazer informações sobre como acabar com micose e outras informações essenciais para entender o assunto de uma vez por todas. Curiosa? É só continuar a leitura!

 

O que é?

A micose é uma doença infecciosa, causada por fungos. Existem vários tipos de fungos e eles podem pegar na pele, em diferentes lugares.

É possível ter micose, por exemplo, no couro cabeludo, na unha, no corpo, na virilha, na barba etc. Cada um desses lugares vai ter uma denominação diferente e um tipo de tratamento um pouco diferente também.

 

Pergunta: Nessas regiões que podemos ter micose, percebemos algumas características em comum, como: lugares mais úmidos e mais escondidos. Essas são características da região onde mais podemos ter micose?

O fungo gosta de ambientes quentes e úmidos. Então, normalmente, é o lugar em que mais temos micose, mas podemos ter micose em qualquer parte da pele.

Existem fungos que são mais específicos dessas regiões quentes e úmidas, enquanto outros são mais específicos para outras áreas com características diferentes.

Há tipos diferentes de micose e também de fungos. A maior parte das micoses é causada por fungos especialistas em comer a queratina (proteína que forma a nossa pele, cabelo e unhas) de qualquer parte do corpo, chamados de dermatófitos.

 

Pergunta: Esse tipo de fungo tem alguma preferência por tipo de pele ou região?

Não, esse fungo pode ficar em qualquer lugar da pele, mas vai ter uma facilidade maior de penetrar seguindo algumas características próprias de cada local da pele.

Por exemplo: os pés são lugares em que os fungos mais gostam de infectar, por várias características (como o fato de calçarmos sapatos, não usar meias e repetir o mesmo sapato várias vezes seguidas).

Isso acaba deixando o ambiente quente e úmido, que são as características preferidas deles. Além disso, o próprio sapato tem restos de pele, então o fungo não morre; ele fica lá esperando para voltar e se alimentar.

 

Pergunta: Há tipos diferentes de micose?

Sim. Temos algumas micoses chamadas de micoses profundas. O dermatologista também trata essa doença, mas ela não é a micose comum do dia a dia.

Geralmente, quando falamos em micose, estamos falando das superficiais, que são as causadas principalmente pelos fungos dermatófitos, mas que também podem ser causadas por fungos presentes em animais de estimação e podem ser transmitidos para os humanos mais próximos.

Já as micoses profundas são mais raras, mais graves e dependem de contato com substâncias na natureza. Então, é mais difícil de pegar.

A mais comum dentre as raras é a esporotricose, que deve até uma epidemia no Rio de Janeiro em 2019, fica nos espinhos das rosas e também podem ser transmitidas pelos gatos. Mas essa é uma micose profunda e não é sobre ela que vamos falar hoje.

 

Pergunta: Quem faz esses diagnósticos e tratamentos para acabar com micose é sempre o dermatologista?

Sim, porque elas podem se assemelhar com outras doenças que não são infecciosas e não são micoses e que precisam de tratamentos totalmente diferentes.

Por isso, o dermatologista é o médico indicado nesse caso. Falei sobre isso, inclusive, nesse outro artigo sobre como acabar com micose.

 

Pergunta: Quais são os tipos de agravamentos de uma micose se ela não for tratada?

Em um paciente diabético, por exemplo, ela pode ser o caminho de entrada para uma infecção bacteriana (como a erisipela, por exemplo).

Mesmo para pacientes que não têm esses e outros problemas de saúde, a micose pode ser uma porta de entrada para doenças mais graves.

Fora isso, é importantíssimo acabar com micose fazendo o tratamento certo e acompanhado pelo médico. Até porque essa doença interfere na qualidade de vida e causa desconforto.

Na micose dos pés, uma das mais comuns, os pacientes, muitas vezes, não sabem que têm, já que alguns possuem sintomas mais leves (como o pé seco e descamativo).

Independente de sintomas mais leves, é necessário tratar sempre, porque isso pode afetar as unhas e o impacto disso é muito grande (vamos falar disso mais à frente).

 

Pergunta: Quando falamos que é uma inflamação, como isso acontece? Entramos em contato com o fungo e o que ele começa a causar na nossa pele para a gente ter essa resposta inflamatória?

O fato de ter um microorganismo que não é normal (patogênico, que está te agredindo) na flora cutânea, no meio desses nossos outros microorganismos que convivem em harmonia, criamos uma resposta contra ele.

Essa resposta é uma inflamação do organismo para tentar se livrar do fungo. Não conseguimos, necessariamente, cumprir esse objetivo, mas temos dispêndio de energia, proteína e das partes nutricionais para tentar criar essa reação contra o fungo.

Além disso, não tratar e acabar com micose do jeito certo pode fazer com que esse processo se arraste por mais tempo e nosso sistema imunológico começa a cansar de lutar por tanto tempo.

Temos, por exemplo, a homeostase. Ela representa o nosso organismo funcionando perfeitamente e o fato de ter uma micose acaba perturbando a homeostase.

Não sabemos ainda quais seriam todas as consequências, mas isso perturba a ordem normal, a flora normal que temos no organismo e isso pode sim levar ao surgimento de outras doenças mais à frente.

 

O que falta para acabar com micose?

Se você ainda tem dúvidas sobre acabar com micose, precisa conferir alguns outros artigos que podem te ajudar.

Listei os top 5 posts sobre o assunto para você entender por completo a doença e saber qual atitude tomar. Confira:

Micose de unha: o que é e como identificar se é o seu caso
Melhor tratamento para micose: local ou oral? Veja aqui!
Câncer de unha pode ser confundido com micose: saiba a diferença
10 coisas que você precisa saber sobre micose de unha
5 dicas para evitar micose de unha

E então, ainda com dúvidas? É simples: deixe um comentário, que eu te respondo o mais rápido que puder. Espero que tenham gostado do conteúdo!

Na próxima semana, sai a parte 2 do guia sobre como acabar com micose. Para não perder, é só deixar seu e-mail ao fim dessa página e receber os avisos em primeira mão.

Até mais!

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Olá, pessoal! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje resolvi trazer um pouco de informações sobre a importância de tratar a micose da unha e o que você deve fazer nesses casos.

Mas você sabe o que é micose da unha? Vou contextualizar…

A micose da unha é causada por fungos, que produzem uma substância que consome a queratina da unha (que é a proteína presente na unha, no cabelo e na pele).

Com isso, acontece uma descamação embaixo da unha com separação em relação ao leito ungueal, deixando com uma estética ruim.

A grande questão aqui é que há muitos diagnósticos diferenciais, ou seja: muitas coisas que podem aparecer na unha e lembrar uma micose, mas que não são micoses de unha.

Algumas vezes, para ter ideia, o problema pode ser até mais sério, como tumores, por exemplo. Claro que essa é uma exceção, mas é só para que você já entenda a importância do diagnóstico correto antes de tratar a micose. Falando nisso…

 

Importância do diagnóstico antes de tratar micose de unha

Como você viu, nem tudo que descola a nossa unha é micose! Por isso, os médicos dermatologistas pedem exames para confirmar primeiro.

Afinal, para começarmos o tratamento da micose, é fundamental estabelecer o diagnóstico de forma correta.

Isso porque o tratamento é prolongado; é muito difícil propor o tratamento sem ter certeza do que é. Demoramos cerca de 6 meses a 1 ano para tratar a micose completamente, então precisamos ter muita certeza do diagnóstico.
Para você ter uma ideia, temos o diagnóstico diferencial com:

1. Psoríase (doença inflamatória)

2. Descolamento simples (causados por traumas)

3. Tumores (que também podem ser benignos)

Essas doenças também podem levar ao descolamento da unha e a um aspecto que lembre a micose.

 

5 formas usadas para descobrir se é micose ou não

1 – A primeira coisa que os médicos dermatologistas sugerem ao cliente é o exame micológico direto. Coletamos o material embaixo da unha e mandamos para o laboratório analisar e verificar no microscópio se existe a presença de hifas.

2 – Alguns dermatologistas também têm um microscópio no consultório. Nesse caso, é possível fazer essa análise durante a sua própria consulta, sem precisar mandar ao laboratório.

3 – Mesmo assim, às vezes pedimos a cultura. Esse é um exame que cultiva o material retirado para entender o tipo de fungo que está na sua unha.

4 – Temos também a dermatoscopia, aparelho que usamos no consultório com lente de aumento para ver padrões característicos, fazer o diagnóstico e começar a tratar a micose.

5 – Por fim, quando nada disso dá certo, ou no caso do médico dermatologista precisar descartar alguma hipótese, podemos coletar um pedacinho da ponta da unha e enviar para o exame como se fosse uma biópsia. Assim, o patologista consegue nos dizer se isso é ou não uma micose, nos autorizando a fazer um tratamento adequado.

Além disso, talvez seja necessário desgastar ou arrancar essa unha, dependendo de cada caso, podendo ser feito no consultório ou em casa.

 

Métodos para tratar a micose

Muitas vezes, tratar a micose exige medicamentos não apenas de aplicar, mas também do tipo oral, dependendo do tipo de micose que o paciente tem.

O tratamento pode ser feito por via oral e tópica e também com retirada ou desgaste da placa da unha.

Mas lembrando que cada caso de micose é diferente do outro, por mais que pareça a mesma coisa. Um bom médico dermatologista consegue entender isso e individualiza os tratamentos.

Isso é ideal porque precisamos enxergar com transparência o leito ungueal. Ao fazer um exame completo do paciente, em busca de lesões que possam ser malignas, temos que também examinar as unhas.

Essa transparência que as unhas têm permite que o dermatologista avalie se tem alguma lesão ou alteração que exige um cuidado maior.

 

#DezembroLaranja

Lembrando que estamos no Dezembro Laranja e precisamos alertar e passar informações importantes sobre os riscos do câncer de pele por conta da exposição solar sem a proteção devida.

Aqui vai o meu alerta: é muito bom se expor ao Sol, mas é preciso ter cuidado e respeito com essa exposição para não aumentar o risco de desenvolver o câncer de pele.

Mas por que estamos falando disso? Simples: a unha faz parte da pele e desse contexto como um anexo cutâneo.

Para a unha, o problema maior não seria tanto a questão da exposição solar, mas do trauma.

E então, você quer saber mais sobre como tratar a micose? Já fez o seu exame? Deixa um comentário aqui embaixo ou clique aqui para agendar um horário comigo.

Por hoje é isso. Até a próxima!

P.S.: Me siga no Instagram e LinkedIn também, tenho vários conteúdos sobre o assunto por lá.
Dra Tatiana Gabbi
Crm 104415
Rqe 31137

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Se você ‘caiu de pára-quedas aqui, deve estar se perguntando por qual razão estou falando de mente positiva; afinal, o que isso tem a ver com saúde, pele, cabelo, unhas? Tudo, tem tudo a ver e já vou te explicar.

Em primeiro lugar, antes de aprender sobre mente positiva, você precisa saber disso: seu corpo e sua mente coexistem, eles fazem parte de um todo.

Engana-se quem acha que sentimentos são uma coisa e organismo é outra. A verdade é que ignorar qualquer aspecto emocional ou cognitivo te afasta das manifestações físicas da aparência.

Quer um exemplo muito simples entre mente positiva e saúde? Os remédios placebo.

Os placebos funcionam porque as pessoas esperam que isso aconteça quando não sabem que estão tomando uma pílula sem nada, por exemplo.

Isso porque a pessoa acredita que ele funciona, causando algumas mudanças no cérebro e gerando consequências positivas para todo o corpo.

Ou seja: a mente positiva, acreditando que algo dará certo, é muito mais poderosa do que imaginamos e tem o poder de alterar muitas coisas no nosso organismo. Quer saber mais? Me acompanhe!

Mente positiva e a teoria do desafio e resposta

Arnold Toynbee, historiador, criou a teoria do desafio e resposta da história. Ele estudou a ascensão de 20 civilizações mais importantes do mundo e suas quedas.

O resultado foi: todas elas começaram com 3 pessoas que sobreviveram a alguma destruição de sua comunidade.

Além disso, todas elas enfrentaram também alguns desafios externos (como uma tribo hostil, por exemplo). Para que pudessem sobreviver e prosperar, todos do grupo tinham que se organizar e lidar com tudo de forma construtiva e positiva.

Afinal, se esses desafios fossem vistos com bons olhos, como uma forma de alcançar o sucesso e não como um impedimento, a comunidade prosperaria e conquistaria ainda mais resultados até nos desafios mais complexos.

Esse é o poder da mente positiva. Em contrapartida, o declínio das civilizações aconteceu quando os líderes e cidadãos não tinham mais disposição ou capacidade para se levantar diante dos desafios inevitáveis.

Por isso, digo sem medo: o sucesso é fruto de uma mente sã e que enxerga oportunidades de crescer e não barreiras gigantes.

É possível pensar positivo ou é utopia?

Como tudo na vida, a mente positiva também se trata de hábitos. Para olhar os obstáculos como desafios em vez de empecilhos, você precisa se esforçar bastante.

Com um tempo, você vai perceber que sua postura será mais otimista perante os problemas e as conquistas serão mais fáceis.

No começo, pode ser complicado pensar de forma positiva; sabemos que, muitas vezes, não conseguimos controlar tão bem a nossa mente.

Mas, ao manter o hábito, tanto na vida pessoal quanto profissional, você consegue olhar de forma positiva até nas posições mais difíceis e usar qualquer novo desafio como uma motivação para conquistar.

Como a mente positiva te ajuda?

Na vida pessoal, você consegue treinar sua mente para usar obstáculos como motivação para realizar seus projetos, como: comprar um carro, fazer uma faculdade, casar etc.

Quem cultiva emoções positivas se sente mais confiante em situações mais complexas e tem uma chance maior de sucesso.

Já na vida profissional, a mente positiva ajuda no crescimento e precisa estar na rotina de quem quer crescer e se desenvolver.

É normal ter emoções ‘negativas’ ao receber desafios no trabalho, como quando você recebe uma meta muito alta para atingir, por exemplo.

O que faz a diferença entre um profissional de sucesso, que vai bater até as metas mais absurdas, e o fracassado é o tipo de mentalidade que cada um tem.

Dicas rápidas para ter uma Mente Positiva

  1. Medite
  2. Seja grato(a)
  3. Use palavras construtivas
  4. Coma saudável (mindfull eating)
  5. Foco no presente
  6. Companhias positivas
  7. Seja prestativo à todos
  8. Descanse
  9. Ouça músicas que te animem
  10. Faça exercícios

Essa lista da Entepreneur pode te ajudar a construir uma mente positiva…

Ao pensar negativamente sobre um problema, desafio, objetivo ou qualquer outra circunstância, é preciso refletir.

A Entepreneur fez uma lista que pode te ajudar a conquistar seus objetivos e olhar o ‘copo meio cheio’. Confira!

  1. Alguém já enfrentou o mesmo desafio que você e superou
  2. Nada é impossível, tecnicamente
  3. Sempre tem uma saída – tente olhar por outro ângulo ou se afastar um pouco para enxergar
  4. Não é errado pedir ajuda
  5. Se você controla a energia da sua mente, você controla seus resultados

Ah, e ao praticar a mente positiva, lembre-se: Jim Robin afirma que você é a soma de 5 pessoas com quem você anda.

Então, olhe ao redor e mantenha por perto apenas as pessoas que te agregam e te colocam pra cima! Evite relacionamentos tóxicos e torne a mente positiva um hábito.

E então, alguma dúvida sobre pensamentos positivos e saúde? Deixe o seu comentário e eu vou te responder.

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