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Você já parou para se perguntar como a unha encrava?

Neste artigo vamos explicar os mecanismos que estão por trás disso e você vai finalmente entender como e por que isso acontece.

Talvez assim você consiga evitar esse problema!

Observe a ponta dos seus dedos. Aquilo que chamamos de unha é, na verdade, um sistema complexo: o aparelho ungueal.

Ele é composto da placa ou lâmina, que corresponde à unha propriamente dita, e da pele que fica em volta.

Essa pele não é igual em toda a volta da unha. A pele da ponta normalmente é solta em relação à lâmina enquanto que a pele debaixo é muito aderida e forma a cutícula e as laterais fazem verdadeiras dobras onde a unha se encaixa.

Muito bem! Toda a vez que há uma briga por espaço entre essa pele (que forma a moldura da unha) e a unha, o encravamento acontece.

Motivos:

1. O motivo número 1 é o corte errado das unhas. Ao arredondar os cantos da lâmina, você permite que a pele em volta cresça para cima da unha.
Evite! Evite! Evite!

2. Calçados apertados empurram a pele das dobras laterais para cima da unha. Isso gera um impacto, um trauma, que pode ferir a pele ao redor e favorecer o encravamento.

3. Remover as cutículas. A cutícula é uma pele delicada que forma uma letra “U”, abraçando a unha desde a lateral, passando pela parte onde ela é mais visível e terminando na outra lateral. Ao removê-la, você pode machucar essa área e isso pode culminar em uma inflamação. A inflamação também encrava a unha!

4. Suor excessivo nos pés. Pouca gente sabe disso, mas os pés sempre úmidos favorecem o encravamento das unhas porque a umidade aumenta o atrito e pode machucar os cantos, levando à inflamação e ao encravamento.

5. Manicure ou podologia com remoção de áreas extensas de pele ou partes da unha. Sabemos que, em um primeiro momento, isso alivia bastante a dor, mas pode levar a encravamentos maiores futuros, portanto saiba o momento de procurar o médico para que o procedimento cirúrgico seja o mais simples possível.

6. Unhas fracas: a quebra de partes laterais da unha pode levar à formação de espículas. Espículas são pedaços muito pequenos e pontudos de unhas que adentram a pele lateral e podem se tornar extremamente dolorosos.

7. Traumas agudos. Queda de objetos, freadas bruscas em esportes, como tênis e futebol, podem levar a quebras que atuam da mesma forma que a descrita no item acima.

8. Alterações ortopédicas: algumas pessoas têm uma pisada diferente que leva ao trauma e pode contribuir com a formação da unha encravada. Também há casos em que as pessoas herdam geneticamente pés que possuem dedos encavalados ou que possuem desvios ósseos. Esses fatores também podem levar ao encravamento das unhas dos pés.

Você está com as unhas encravadas? Leia também os demais artigos sobre esse assunto. Procure um médico especialista para te ajudar no tratamento!

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Hoje estive no Panorama da TV Cultura juntamente com a Dra. Juliana, do Hospital AC Camargo, discutindo questões referentes aos cuidados com a pele no verão.

Foi uma experiência incrível nos estúdios da TV Cultura e fiquei extremamente feliz por ter participado.

Achei o programa bastante esclarecedor, pois falamos sobre uma série de mitos que envolvem o tema, como o uso do filtro solar e a questão da vitamina D, por exemplo.

O resultado você confere neste link.

Seguem fotos do programa.


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Uma dúvida muito frequente entre pacientes e estudantes de Medicina diz respeito ao filtro solar.

Muitos não entendem como o filtro funciona e o que é aquele número FPS 15 ou 30.

Para responder a essa e outras dúvidas, gravei um vídeo com o pessoal do VivaBem, do UOL, que está disponível neste link.

Além disso, falamos também sobre a queimadura solar e por que a pele da gente descasca depois que isso acontece!

Não deixem de conferir!

Um abraço e até a próxima!

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A convite do UOL, fui à praia Riviera de São Lourenço, em Bertioga, fazer uma palestra ao vivo no Espaço Viva Bem sobre fotoproteção, na sexta-feira passada.

Você pode conferir o vídeo neste link.

Iniciei a palestra falando sobre as características das lesões malignas e sobre a necessidade de proteger a nossa pele quando nos expomos ao sol.

Afinal, um dos fatores de risco mais importantes para o surgimento do câncer de pele é justamente a radiação ultravioleta!

Na sequência expliquei um pouco sobre o Verão Laranja, campanha da Sociedade Brasileira de Dermatologia que visa esclarecer a população sobre os mitos e verdades da exposição solar, além de orientar e incentivar o diagnóstico precoce do câncer de pele.

Falamos, também, sobre a vitamina D e como fica essa situação quando usamos filtro solar.

Segundo um estudo conduzido pela SBD, os níveis de vitamina D não sofrem com a exposição solar protegida, apenas ficam baixos quando o paciente realmente evita o sol.

Fechei a palestra esclarecendo algumas dúvidas comuns de consultório sobre pele e cabelos.

Falei sobre queimaduras solares e o cabelo verde que pode aparecer após banhos de piscina.

Foi muito legal ter participado e espero que vocês gostem do vídeo. Seguem fotos do evento.

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Todos nós sabemos da importância de ingerir água e de nos mantermos hidratados. Porém todos concordamos que é difícil manter uma rotina de hidratação.

O post de hoje contém dicas específicas para nos ajudar nessa tarefa. Vamos conferir?

Dicas para se manter hidratado

Dica 1
Estabeleça ao menos 8 momentos para ingerir água.
Sugestão:
– Ao chegar no trabalho;
– Antes de sair de casa;
– Antes de dormir;
– Assim que chegar em casa;
– Durante as atividades físicas;
– No trânsito;
– Antes do almoço;
– Entre reuniões.

Dica 2
Se em cada uma dessas situações você tomar 1 copo de água de 200ml, já terá garantido uma boa hidratação diária!


Dica 3

Tenha sempre uma garrafinha de água por perto.


Dica 4

Esteja quente ou frio, o seu corpo precisa de água. Lembre-se dos chás e infusões!!!


Dica 5

Não espere sentir sede! A sede só acontece quando você já começou a se desidratar.


Dica 6

Sinais como boca seca, sonolência, sede e fraqueza muscular podem ser sinais de uma desidratação importante!


Dica 7

Apesar de “apenas” 64% da pele ser composta por água, a desidratação produz sinais cutâneos visíveis!
Isso acontece porque a maior parte do nosso organismo é composto de água e todas as reações químicas fundamentais para a vida ocorrem no meio aquoso. Para se ter uma ideia, o cérebro é composto de 73% de água, e os pulmões são ainda mais hidratados: 83% é água!
Portanto, beber água é fundamental para a boa saúde!

Dica 8
Aproveite que estamos no início do ano e adote esse hábito saudável o quanto antes!

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No sábado dia 22/12/18, eu concedi uma entrevista para o Fernando Andrade da rádio CBN acerca do tema Dezembro Laranja da SBD.

Pelo quinto ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, apoiada pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina, conduz a campanha do Dezembro Laranja, que alerta para os riscos do câncer de pele. O slogan da campanha esse ano “se exponha mas não se queime”, faz uma analogia com as redes sociais. A ideia é mostrar que é possível aproveitar o que o sol tem de bom e, ao mesmo tempo, evitar os seus efeitos nocivos.

A campanha

A ação teve início já no primeiro dia do mês quando 4 mil médicos dermatologistas e voluntários foram mobilizados para atender gratuitamente cerca de 30 mil brasileiros que procuraram os 132 postos de atendimento espalhados por vários estados do país. Já é o vigésimo ano que essa campanha preventiva busca sinais de câncer de pele na população e a orienta no sentido de evitar o problema. Já fizemos mais de 500 mil consultas gratuitas e orientações nessas ocasiões.

Câncer de pele

O câncer de pele não melanoma responde por 30% de todos os cânceres e estima-se que teremos 165.580 casos novos no ano de 2018. A mortalidade desse tipo de câncer felizmente é baixa. Em 2015 foram 1958 mortes. Já o melanoma, mais agressivo, é mais raro, respondendo por menos de 3% de todos os cânceres de pele. Para você ter uma ideia isso significa 6260 casos novos por ano e cerca de 1794 mortes no ano de 2015. É importante lembrar mais uma vez que o diagnóstico precoce leva a cura em mais de 90% dos casos.

Dezembro Laranja

Esses números justificam a campanha uma vez que o câncer de pele é prevenível e principalmente, curável, se detectado precocemente. É fundamental saber como e quando se expor ao sol, bem como reconhecer os sinais de que há algo de errado com a sua pele. Esse serão os temas de nossas próximas duas publicações. Fique atento para não perder essas informações super importantes!!!

Seguem fotos e link para o site da SBD onde você encontra mais informações sobre a campanha.

Ouça abaixo ou veja no youtube.

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O colágeno é a proteína mais abundante no ser humano.

Presente nos ossos, músculos, pele, cartilagens, vasos, 30% de toda a nossa proteína é constituída por ele!

Isso equivale a 6% do nosso peso!

A sua conformação e estrutura próprias dão tensão e elasticidade aos tecidos e, em especial, à pele.

Há vários tipos diferentes de colágeno, mas, na pele, os principais são os tipos I e III.


Tipos de colágenos

Esse mesmo colágeno que dá sustentação à pele e cuja produção cai com o passar dos anos, pode ser extraído dos tecidos animais em processos industriais, dando origem à gelatina.
A gelatina é o colágeno hidrolisado (extraído através da água) purificado, concentrado e saborizado.

O problema é que a gelatina não tem ação biológica, ou seja: ela não leva a ações no nosso organismo, entre outras coisas, porque a sua absorção é dificultada pelo grande tamanho de suas moléculas.

No entanto, e isso é fundamental para entendermos tudo isso, temos outro subproduto do colágeno hidrolisado: os peptídeos do colágeno.

Eles também são extraídos de forma semelhante, mas algumas proteínas especiais, chamadas enzimas, são adicionadas ao processo e quebram esse colágeno grande em inúmeros pedacinhos menores: os peptídeos.

Esses, em geral, são formados por dois ou três aminoácidos e possuem ação biológica, ou seja: ao serem consumidos, eles fazem com que o nosso organismo aumente a produção de diversas proteínas que compõem a matriz extracelular.

Entre elas o próprio colágeno, mas também o ácido hialurônico e a elastina.

É por essa razão que o nome correto dos suplementos de colágeno que têm essa peculiaridade é, na verdade, peptídeos bioativos do colágeno hidrolisado.

O uso frequente desses suplementos permite que a pele possa engrossar, levando a uma prevenção das rugas e aumentando a firmeza da pele!

Além disso, a presença de maior quantidade de ácido hialurônico confere um aumento sensível da hidratação a pele!

Alguns estudos científicos demonstram resultados promissores em animais e também em humanos.

É claro que os resultados variam entre as pessoas, mas os trabalhos demonstram, de forma sistemática e consistente, um benefício geral nos pacientes que usam esse tipo de produto.

Trata-se, portanto, de um suplemento nutricional interessante para usarmos em diversas situações clínicas, tais como: envelhecimento, flacidez, celulite, unhas fracas etc.

Todas essas possibilidades já foram testadas cientificamente e demonstraram resultados clínicos que puderam ser mensurados em pacientes reais, por meio de diversas técnicas!

Há evidências de que possa ter resultados mesmo se utilizado sozinho, porém não há dúvidas de que fica ainda melhor aliado aos tratamentos disponíveis no consultório, tais como: lasers, peelings, preenchimentos e bioestimuladores, devido à soma de seus efeitos.

 

OBS: Alguns colegas ainda não estão atualizados nesse tema, principalmente, porque existe uma grande confusão entre a gelatina e os peptídeos.

Por conta disso, alguns médicos bons desencorajam o uso desses suplementos.

Para aqueles que gostam, vou deixar uma pequena lista de artigos científicos que corroboram tudo o que foi dito neste post.

OBS2: Nem tudo que está no mercado tem o mesmo grau de evidências científicas.

Muitos suplementos que clamam serem “colágeno hidrolisado” não passam de gelatina.

Não gaste seu dinheiro à toa! Cosulte sempre um dermatologista e lembre-se: há vários tipos diferentes no mercado, com objetivos diferentes.

Colágeno NÃO É tudo igual!


Referências bibliográficas

Sato, K. (2017). The presence of food-derived collagen peptides in human body-structure and biological activity. Food & function, 8(12), 4325-4330.

Wu, R., Wu, C., Liu, D., Yang, X., Huang, J., Zhang, J., … & He, H. (2018). Antioxidant and anti-freezing peptides from salmon collagen hydrolysate prepared by bacterial extracellular protease. Food chemistry, 248, 346-352.

Shigemura, Y., Suzuki, A., Kurokawa, M., Sato, Y., & Sato, K. (2018). Changes in composition and content of food‐derived peptide in human blood after daily ingestion of collagen hydrolysate for 4 weeks. Journal of the Science of Food and Agriculture, 98(5), 1944-1950.

Yazaki, M., Ito, Y., Yamada, M., Goulas, S., Teramoto, S., Nakaya, M. A., … & Yamaguchi, K. (2017). Oral ingestion of collagen hydrolysate leads to the transportation of highly concentrated Gly-Pro-Hyp and its hydrolyzed form of Pro-Hyp into the bloodstream and skin. Journal of agricultural and food chemistry, 65(11), 2315-2322.

Matsumoto H, Ohara H, Ito K, Nakamura Y, Takahashi S. Clinical effect of fish type I collagen hydrolysate on skin properties. ITE Lett 2006;7:386–90.

Ohara H, Ito K, Iida H, Matsumoto H. Improvement in the moisture content of the stratum corneum following 4 weeks of collagen hydrolysate ingestion. Nippon Shokuhin Kagaku Kogaku Kaishi 2009;59:137–45.

Proksch E, Segger D, Degwert J, Schunck M, Zague V, Oesser S. Oral supplementation of specific collagen peptides has beneficial effects on human skin physiology: a doubleblind, placebo- controlled study. Skin Pharmacol Physiol 2014;27:47–55.

Genovese L, Corbo A, Sibilla S. An insight into the changes in skin texture and properties following dietary intervention with a Nutricosmeceutical containing a blend of collagen bioactive peptides and antioxidants. Skin Pharmacol Physiol 2016;3:146–58.

Kim, Do-Un, et al. “Oral intake of low-molecular-weight collagen peptide improves hydration, elasticity, and wrinkling in human skin: A randomized, double-blind, placebo-controlled study.” Nutrients 10.7 (2018): 826.

Ito, Naoki, Shinobu Seki, and Fumitaka Ueda. “Effects of Composite Supplement Containing Collagen Peptide and Ornithine on Skin Conditions and Plasma IGF-1 Levels—A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Trial.” Marine drugs 16.12 (2018): 482.

Fu, Y., Therkildsen, M., Aluko, R. E., & Lametsch, R. (2018). Exploration of collagen recovered from animal by-products as a precursor of bioactive peptides: Successes and challenges. Critical reviews in food science and nutrition, 1-17.

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Você sabia que:

• 96% da população de São Paulo vive em áreas urbanas (de acordo com o censo de 2010)?
• A Organização Mundial de Saúde estimou recentemente que mais de 90% da população urbana mundial vive com níveis de poluentes acima do que é considerado seguro?
• A exposição solar, reconhecido fator de risco para o envelhecimento da pele e do surgimento do câncer cutâneo, pode ter seus efeitos negativos exacerbados pela presença da poluição, tabagismo, estresse, falta de sono, temperatura e má nutrição?

Fatores ambientais podem contribuir para alterações na barreira cutânea, levando a uma exacerbação de certas condições da pele e ao envelhecimento precoce!

Mas o que é a barreira cutânea?

As glândulas sebáceas estão presentes na pele e produzem um óleo que, juntamente com a queratina (proteína que impermeabiliza a nossa pele), forma uma barreira contra a perda de água e a entrada de substâncias nocivas na pele.

Quando tomamos banho com água muito quente, bucha e sabões muito agressivos, nós removemos essa camada protetora!

É por isso que o dermatologista sempre aconselha banhos rápidos e com a temperatura mais baixa.

As alterações dessa barreira estão associadas com o surgimento de algumas doenças de pele e também com o envelhecimento cutâneo!

Vamos falar de cada um dos fatores ambientais e como eles podem influenciar no envelhecimento da pele.

Hoje discutiremos a poluição.

São vários os poluentes presentes na atmosfera dos grandes centros urbanos. Como exemplo podemos citar:

• Ozônio;
• Material particulado;
• Óxido de nitrogênio e de enxofre;
• Chumbo;
• Monóxido de carbono.

Todas essas substâncias atuam separadamente e em conjunto na pele lesada e sã.

O ozônio, por exemplo, ocorre quando a fumaça dos automóveis se transforma, pela presença dos raios do sol, em radicais livres que agridem as proteínas e as gorduras presentes nas membranas celulares e na barreira da pele!

Isso, combinado ao material particulado em suspensão no ar, leva a uma série de alterações na nossa pele, entre elas:

• Envelhecimento;
• Aumento da pigmentação;
• Perda da hidratação da pele;
• Inflamação.

Qual a solução?

• Limpeza adequada da pele;
• Uso de produtos que protejam a pele desses poluentes;
• Uso de antioxidantes para combater radicais livres que estão por aí.

Consulte sempre um dermatologista!

Espero que tenham gostado. Nos próximos posts falaremos de outros elementos ambientais que agridem a nossa pele!

Fique ligado!

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Ontem à noite eu participei ao vivo de uma sessão de perguntas e respostas sobre os problemas dos cabelos, na página do Facebook do Minha Vida.

O Minha Vida é um portal de saúde, e eu tenho uma coluna mensal em que discuto doenças dos cabelos e unhas. Se quiser conhecer é só clicar aqui.

A Live de segunda à noite foi bem dinâmica, durou cerca de 30 minutos e abordou uma série de dúvidas elaboradas pelos jornalistas que integram a equipe do site e também do público que prestigiou o evento.

Falamos sobre calvície, tratamentos, sinais de alerta no couro cabeludo e cabelos e abordamos, também, a saúde dos fios e o que precisa ser feito para termos cabelos mais bonitos.

Está imperdível e ainda à disposição neste link! Corra lá para ver e deixe seu like!

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A minha segunda participação na CILAD foi em um bloco de terapêutica dermatológica para os 100 primeiros inscritos nesse congresso. Na sala, foram discutidos diversos tratamentos comuns no consultório de dermatologia.

Tivemos apresentações sobre doenças, como rosácea, acne, pele sensível, verrugas, cicatrizes de acne, doenças ungueais e pessoas que já tiveram câncer de pele ou que são mais dispostas a desenvolver.

Eu falei sobre as alterações ungueais que deixam as unhas feias e que levam o paciente a procurar o consultório médico.

Falei bastante sobre a síndrome das unhas frágeis e seus tratamentos locais e com medicamentos orais, também sobre a unha em garra e a unha em telha.

Sobre as unhas fracas, eu já falei bastante aqui no blog. Se você quiser saber mais sobre isso, é só clicar aqui.

Em relação às unhas em telha, que ficam espessadas, deformadas e podem causar uma dor insuportável, eu já discuti brevemente, quando falei sobre unhas doloridas.

No entanto, eu nunca falei sobre a unha em garra ou onicogrifose por aqui! Vai ser tema para uma próxima postagem, com certeza! Aguardem!

Seguem fotos do evento:

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