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O XXIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Considerado o maior evento da América Latina na especialidade, a edição deste ano reuniu mais de 4 mil profissionais de saúde para debates intensos que serão realizados durante 70 simpósios com as mais recentes atualizações científicas de assuntos como obesidade e síndrome metabólica, nutrologia esportiva, nutrologia pediátrica e estética, nutrologia enteral e parenteral, sarcopenia e fragilidade, nutrologia da doença de Alzheimer, nutrologia e câncer, transtornos alimentares etc.

O cientista e presidente do Departamento de Ciências Nutricionais da Texas Tech University, Nikhil Dhurandhar, esteve entre os grandes nomes confirmados, como palestrante. Dhurandhar publicou detalhes sobre a associação do chamado “vírus da obesidade”, AD-36, com a doença. Apesar dessa teoria não ser nova, o estudo de Dhurandhar publicado na revista científica Obesity avança na perspectiva de compreender se o vírus causa a multiplicação das células de gordura do corpo.

Existem mais de 50 tipos de adenovírus que infectam humanos, incluindo os responsáveis por doenças respiratórios, diarreias e conjuntivite, mas o pesquisador ressalta que a obesidade é uma doença multifatorial.

“Temos o compromisso e a missão de trazer a cada ano um Congresso ainda mais rico e com as mais recentes atualizações científicas na área da Nutrologia para que o médico possa usar os conhecimentos adquiridos nos Simpósios tanto na anamnese quanto nos tratamentos e gerar benefícios para os seus pacientes”, afirma o médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho.

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A Série Manual do Médico-Residente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP tem por objetivo difundir os conhecimentos da prática e assistência médica, altamente qualificadas, ora desenvolvidas no complexo HCFMUSP, por sinal, o maior da América Latina. O complexo HCFMUSP dispõe de um centro médico hospitalar amplo, bem estruturado e moderno, com os melhores recursos diagnósticos e terapêuticos para o treinamento adequado dos residentes.

Assinala-se os residentes contarem permanentemente com médicos preceptores exclusivos, médicos-assistentes e docentes altamente capacitados para o ensino da Medicina em seu viés prático – a base da residência médica.

A Série Manual do Médico-Residente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina Da Universidade de São Paulo – HCFMUSP será útil não apenas para os residentes do próprio HC, como será também validada e seguida por outros centros acadêmicos e de formação profissional de Medicina nas diversas regiões do Brasil.

Atualmente, os programas de residência médica dessa instituição abrangem quase todas as especialidades e áreas de atuação médica. Totalizam cerca de 1.600 médicos em treinamento.

No volume Dermatologia – aborda a semiologia dermatológica, classifica as inúmeras dermatoses de acordo com a etiologia e topografia, e serve como guia prático para o diagnóstico e as condutas das aqui referidas dermatoses. Seu texto é de didática e dinâmica, marcado por exposição linear e inteligente, além de ser ricamente ilustrado em cores.

Dra. Tatiana Gabbi escreveu sobre as doenças das unhas que são muito frequentes na prática diária do médico dermatologista. Apesar de serem estruturas relativamente pequenas, alterações ungueais estão associadas a dor e a inflamação persistentes. O capítulo aborda doenças relativamente comuns do aparelho ungueal, as quais todo dermatologista deve saber reconhecer a fim de orientar o tratamento.

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Participei da reportagem da Record que foi ao ar no Domingo Espetacular – assista aqui) sobre a gravidade do melanoma e importância do diagnóstico precoce.

O câncer de pele não pode ser subestimado! Se diagnosticado e tratado precocemente, o melanoma não provoca metástases e tem enormes chances de cura!

O melanoma não é o tipo mais comum câncer da pele mas, sua alta capacidade de se espalhar para outros órgãos, determina casos graves e letais.

Os fatores de risco são pele clara, exposição exagerada ao sol, pintas que mudam de cor, forma e tamanho e outros casos da doença na família.

O mais comum é o aparecimento do melanoma em qualquer lugar da pele humana, incluindo unhas e couro cabeludo; mas esse tumor também pode surgir nas mucosas, olhos e sistema nervoso central.

Previna-se da exposição solar excessiva e procure um dermatologista anualmente, ou sempre que tiver necessidade, para diagnóstico precoce e tratamento.

 

Vc sabe dizer se aquele sinal que vc viu na sua pele pode ser algo mais grave? Como identificar um melanoma? Acompanhe nesse vídeo que explico um pouco mais!

Procure sempre um dermatologista!

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional Bahia (SBD-BA) realizou nos dias 30 e 31 de Agosto, o Simpósio: Cabelos e Unhas. A grade de cursos que compõe o simpósio foi dividida em duas etapas, sendo uma prática no dia 30 de agosto e uma teórica no dia seguinte.

A programação de sexta-feira (30), pela manhã, contempla assuntos voltados para as unhas, bem como cirurgia de onicocriptose, unha em telha e em pinça, biópsia ungueal, clipping ungueal, melanoniquia, entre outros.

No sábado (31), a programação teórica aconteceu das 8h às 17h, no Wish Hotel da Bahia. Foram apresentadas temáticas de assuntos como: efluvio telógeno, unhas fracas, alopecia fibrosante frontal, biopsia ungueal, intemperanças em tricologia, cosmiatria ungueal e capilar, onicomicoses entre outros temas.

Dra Tatiana Gabbi falou sobre a Síndrome das Unhas Frágeis, e normalmente a causa é desconhecida, que pode estar relacionada a esportes, hobbies e hábitos como lavagem frequente das mãos, manicure excessiva, e, algumas doenças como hipotireoidismo.  Podemos conferir mais sobre o assunto aqui.

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O encontro foi no dia 24 de agosto, em Recife na SBD – Regional Pernambuco. Cerca de 125 dermatologistas de Pernambuco participaram de palestras com temas atuais sobre cabelos e unhas.

Suplementação nutricional, cosméticos capilares, alopecia, manifestações ungueais e biópsias de unhas.

Dra Tatiana Gabbi palestrou sobre: Nutracêuticos para cabelos e unhas: o que realmente funciona e sobre: Dicas práticas em biópsias de unhas.

Recife é incrível! E #VaiSerMassa, o 32o Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica em 2020. Saiba mais -> www.recife2020.com.br

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Hoje, 28 de agosto, em Foz do Iguaçu falei sobre a Suplementação com Colágeno na mulher atleta para os participantes do curso Pré Congresso em Nutrologia do esporte no 31o Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e Esporte.

Com uma programação científica e elaborada cuidadosamente para que os principais temas relacionados às ciências do exercício e do esporte sejam abordadas.

Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista e assistente do departamento de dermatologia da FMUSP, abordou a nutrologia feminina, tema Colágeno na mulher Atleta: Pepdtídeos ou Hidrolisados – evidências e prática clinica , que tem gerado uma grande evolução nas pesquisas científicas, dando enfoque sobre como o uso de colágeno hidrolisado e como ele atua na fisiologia da celulite e flacidez.

Vários estudos em mulheres que foram suplementadas com colágeno, mostraram ao final do estudo, uma melhora da hidratação da pele, aumento da quantidade de ácido hialurônico, aumento da densidade da pele, redução da fragmentação do colágeno e aumento da elasticidade da pele.

 

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Via: R7 | Saúde

O câncer de unha, apesar de raro, manifesta-se de diversas formas e requer atenção para que o tratamento seja feito o mais rápido possível. Em estágio avançado, a doença pode resultar em amputação do dedo.

A médica dermatologista Tatiana Gabbi, assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), afirma que pessoas leigas podem confundir o câncer com uma micose, que é uma infecção causada por fungos.

“Tem muita gente que acredita que as únicas coisas que aparecem na unha são micose ou unha encravada. Na verdade, tem um monte de doença diferente. Um médico não vai fazer essa confusão. Às vezes, até faz, se não for uma pessoa especializada.”

A dermatologista explica que são dois os tipos mais comuns de tumores malignos que afetam as unhas: o carcinoma espinocelular e o melanoma.

“O carcinoma é mais frequente que o melanoma. Ele acontece no leito da unha, aparece como uma ferida e não cicatriza. É comum ter descolamento da unha e por isso ser confundido com uma micose. Mas na micose, a unha fica mais grossa, no carcinoma, não.”

Os melanomas se dividem em dois tipos, podem aparecer no leito da unha, ou seja, embaixo dela, ou na matriz, que é atrás da cutícula, onde ela cresce.

“O melanoma do leito é muito parecido com um carcinoma. Pode aparecer em qualquer faixa etária, mas é mais comum em adultos, principalmente depois dos 50 anos. O descolamento da unha também ocorre, mas existe sangramento”, acrescenta a dermatologista.

O tipo que afeta diretamente a unha é o melanoma da matriz, onde ela nasce.

“Como a matriz tem células que produzem pigmentos, melanócitos, ele se prolifera, escurece a matriz e ela começa a produzir uma unha que é escura também. Então, você vê uma faixa escura na unha que vai se alargando com o passar do tempo”, observa Tatiana.

“O melanoma tem vários tons, como marrom e castanho, e fica na unha mesmo. Se cortar, você vê que a unha é escura. Nem tudo que mancha a unha é melanoma, porque pode ter manchas, acrescenta.

A médica destaca que pode haver outras causas de pigmentação, como pintas, manchas raciais ou por trauma. A principal recomendação é que se procure um dermatologista após identificar alguma alteração na unha.

Será feita uma biópsia, que em nada afeta a estrutura da unha, e, em caso de tumor maligno, o médico vai decidir qual é a melhor forma de remover o câncer.

“Quando o câncer de unha é uma faixa escura na unha, é um tumor inicial. O mais avançado já destruiu toda a unha. Quando está discreto, é inicial, se consegue fazer um procedimento simples de remoção da unha. Ela não volta a nascer, mas tem mais de 90% de chance de cura.”

Em casos mais extremos, pode ser necessário amputar o dedo. “É um tumor maligno que pode espalhar pelo corpo, ressalta a médica.”

Tatiana Gabbi ressalta que o câncer de unha prevalece na população adulta, tendo maior incidência a partir dos 50 anos.

Outra recomendação da médica é que ao detectar uma anormalidade na unha não se faça qualquer tipo de intervenção como tentar arrancar ou procurar profissionais que não sejam médicos.

Ao contrário do que chegou a ser difundido na imprensa, a luz utilizada na aplicação de esmalte de gel não provoca câncer, segundo a dermatologista.

“A luz dessas câmaras é menos importante do que a luz do sol, por exemplo. A própria unha protege contra a radiação, que é baixa.”

 

Tumor benigno, mas dolorido

Mais comum dos que os tipos malignos, tumor glômico é benigno, mas provoca dor intensa em quem tem.

“Nós temos uma estrutura na ponta dos dedos que contrai os vasos no frio para que a circulação seja priorizada na parte central do corpo. O tumor glômico é uma proliferação dessas estruturas, dói muito com frio, quando bate, quando mexe”, afirma a médica.

Esse tipo de tumor, semelhante a um sagu, pode apresentar uma lesão azulada na unha ou uma faixa vermelha e requer remoção cirúrgica.

Fonte: R7 | noticias.r7.com/saude

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Sobre hematomas e melanomas. Nem tudo que é escuro e mancha as unhas é uma doença grave! As duas primeiras fotos são hematomas agudos e as três fotos seguintes são melanomas. Observe que são muito parecidos.

Mas como podemos saber a diferença?

1) O hematoma desaparece com o tempo. A unha nova cresce e não está mais manchada, o melanoma não. Continua sempre manchando a unha.

2) Geralmente, o hematoma aparece após um trauma agudo: caiu algo no dedo, você bateu o dedo em algum lugar, usou um sapato apertado, levou uma pisada no dedo etc. No melanoma também pode ter acontecido um trauma prévio, mas em geral a lesão muda e vai alargando com o passar do tempo.

3) Se você machucou o dedo, surgiu uma mancha escura e isso permanece inalterado após mais de 6 meses: procure o médico dermatologista. É necessário avaliar o seu caso e acompanhar de perto. Talvez seja indicado fazer a biopsia.

Espero ter ajudado!

Se você quer saber mais sobre esse assunto, aperte o play e confira o vídeo que eu fiz sobre esse tema 😉

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O onicopapiloma é uma lesão benigna que pode se infectar secundariamente com pseudomonas e ficar esverdeada.

Essa coloração verde escura pode confundir com preto ou marrom, deixando os pacientes muito estressados com a possibilidade de melanoniquia estriada.

De qualquer forma, o onicopapiloma é um diferencial para algumas outras lesões e pode ser necessário fazer uma biopsia para confirmar ou afastar esse diagnóstico!

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