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Todos nós sabemos da importância de ingerir água e de nos mantermos hidratados. Porém todos concordamos que é difícil manter uma rotina de hidratação.

O post de hoje contém dicas específicas para nos ajudar nessa tarefa. Vamos conferir?

Dicas para se manter hidratado

Dica 1
Estabeleça ao menos 8 momentos para ingerir água.
Sugestão:
– Ao chegar no trabalho;
– Antes de sair de casa;
– Antes de dormir;
– Assim que chegar em casa;
– Durante as atividades físicas;
– No trânsito;
– Antes do almoço;
– Entre reuniões.

 

Dica 2
Se em cada uma dessas situações você tomar 1 copo de água de 200ml, já terá garantido uma boa hidratação diária!


Dica 3

Tenha sempre uma garrafinha de água por perto.


Dica 4

Esteja quente ou frio, o seu corpo precisa de água. Lembre-se dos chás e infusões!!!


Dica 5

Não espere sentir sede! A sede só acontece quando você já começou a se desidratar.


Dica 6

Sinais como boca seca, sonolência, sede e fraqueza muscular podem ser sinais de uma desidratação importante!


Dica 7

Apesar de “apenas” 64% da pele ser composta por água, a desidratação produz sinais cutâneos visíveis!
Isso acontece porque a maior parte do nosso organismo é composto de água e todas as reações químicas fundamentais para a vida ocorrem no meio aquoso. Para se ter uma ideia, o cérebro é composto de 73% de água, e os pulmões são ainda mais hidratados: 83% é água!
Portanto, beber água é fundamental para a boa saúde!

Dica 8
Aproveite que estamos no início do ano e adote esse hábito saudável o quanto antes!

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No sábado dia 22/12/18, eu concedi uma entrevista para o Fernando Andrade da rádio CBN acerca do tema Dezembro Laranja da SBD.

Pelo quinto ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, apoiada pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina, conduz a campanha do Dezembro Laranja, que alerta para os riscos do câncer de pele. O slogan da campanha esse ano “se exponha mas não se queime”, faz uma analogia com as redes sociais. A ideia é mostrar que é possível aproveitar o que o sol tem de bom e, ao mesmo tempo, evitar os seus efeitos nocivos.

A campanha

A ação teve início já no primeiro dia do mês quando 4 mil médicos dermatologistas e voluntários foram mobilizados para atender gratuitamente cerca de 30 mil brasileiros que procuraram os 132 postos de atendimento espalhados por vários estados do país. Já é o vigésimo ano que essa campanha preventiva busca sinais de câncer de pele na população e a orienta no sentido de evitar o problema. Já fizemos mais de 500 mil consultas gratuitas e orientações nessas ocasiões.

Câncer de pele

O câncer de pele não melanoma responde por 30% de todos os cânceres e estima-se que teremos 165.580 casos novos no ano de 2018. A mortalidade desse tipo de câncer felizmente é baixa. Em 2015 foram 1958 mortes. Já o melanoma, mais agressivo, é mais raro, respondendo por menos de 3% de todos os cânceres de pele. Para você ter uma ideia isso significa 6260 casos novos por ano e cerca de 1794 mortes no ano de 2015. É importante lembrar mais uma vez que o diagnóstico precoce leva a cura em mais de 90% dos casos.

Dezembro Laranja

Esses números justificam a campanha uma vez que o câncer de pele é prevenível e principalmente, curável, se detectado precocemente. É fundamental saber como e quando se expor ao sol, bem como reconhecer os sinais de que há algo de errado com a sua pele. Esse serão os temas de nossas próximas duas publicações. Fique atento para não perder essas informações super importantes!!!

Seguem fotos e link para o site da SBD onde você encontra mais informações sobre a campanha.

Ouça abaixo ou veja no youtube.

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O colágeno é a proteína mais abundante no ser humano.

Presente nos ossos, músculos, pele, cartilagens, vasos, 30% de toda a nossa proteína é constituída por ele!

Isso equivale a 6% do nosso peso!

A sua conformação e estrutura próprias dão tensão e elasticidade aos tecidos e, em especial, à pele.

Há vários tipos diferentes de colágeno, mas, na pele, os principais são os tipos I e III.


Tipos de colágenos

Esse mesmo colágeno que dá sustentação à pele e cuja produção cai com o passar dos anos, pode ser extraído dos tecidos animais em processos industriais, dando origem à gelatina.
A gelatina é o colágeno hidrolisado (extraído através da água) purificado, concentrado e saborizado.

O problema é que a gelatina não tem ação biológica, ou seja: ela não leva a ações no nosso organismo, entre outras coisas, porque a sua absorção é dificultada pelo grande tamanho de suas moléculas.

No entanto, e isso é fundamental para entendermos tudo isso, temos outro subproduto do colágeno hidrolisado: os peptídeos do colágeno.

Eles também são extraídos de forma semelhante, mas algumas proteínas especiais, chamadas enzimas, são adicionadas ao processo e quebram esse colágeno grande em inúmeros pedacinhos menores: os peptídeos.

Esses, em geral, são formados por dois ou três aminoácidos e possuem ação biológica, ou seja: ao serem consumidos, eles fazem com que o nosso organismo aumente a produção de diversas proteínas que compõem a matriz extracelular.

Entre elas o próprio colágeno, mas também o ácido hialurônico e a elastina.

É por essa razão que o nome correto dos suplementos de colágeno que têm essa peculiaridade é, na verdade, peptídeos bioativos do colágeno hidrolisado.

O uso frequente desses suplementos permite que a pele possa engrossar, levando a uma prevenção das rugas e aumentando a firmeza da pele!

Além disso, a presença de maior quantidade de ácido hialurônico confere um aumento sensível da hidratação a pele!

Alguns estudos científicos demonstram resultados promissores em animais e também em humanos.

É claro que os resultados variam entre as pessoas, mas os trabalhos demonstram, de forma sistemática e consistente, um benefício geral nos pacientes que usam esse tipo de produto.

Trata-se, portanto, de um suplemento nutricional interessante para usarmos em diversas situações clínicas, tais como: envelhecimento, flacidez, celulite, unhas fracas etc.

Todas essas possibilidades já foram testadas cientificamente e demonstraram resultados clínicos que puderam ser mensurados em pacientes reais, por meio de diversas técnicas!

Há evidências de que possa ter resultados mesmo se utilizado sozinho, porém não há dúvidas de que fica ainda melhor aliado aos tratamentos disponíveis no consultório, tais como: lasers, peelings, preenchimentos e bioestimuladores, devido à soma de seus efeitos.

 

OBS: Alguns colegas ainda não estão atualizados nesse tema, principalmente, porque existe uma grande confusão entre a gelatina e os peptídeos.

Por conta disso, alguns médicos bons desencorajam o uso desses suplementos.

Para aqueles que gostam, vou deixar uma pequena lista de artigos científicos que corroboram tudo o que foi dito neste post.

OBS2: Nem tudo que está no mercado tem o mesmo grau de evidências científicas.

Muitos suplementos que clamam serem “colágeno hidrolisado” não passam de gelatina.

Não gaste seu dinheiro à toa! Cosulte sempre um dermatologista e lembre-se: há vários tipos diferentes no mercado, com objetivos diferentes.

Colágeno NÃO É tudo igual!


Referências bibliográficas

Sato, K. (2017). The presence of food-derived collagen peptides in human body-structure and biological activity. Food & function, 8(12), 4325-4330.

Wu, R., Wu, C., Liu, D., Yang, X., Huang, J., Zhang, J., … & He, H. (2018). Antioxidant and anti-freezing peptides from salmon collagen hydrolysate prepared by bacterial extracellular protease. Food chemistry, 248, 346-352.

Shigemura, Y., Suzuki, A., Kurokawa, M., Sato, Y., & Sato, K. (2018). Changes in composition and content of food‐derived peptide in human blood after daily ingestion of collagen hydrolysate for 4 weeks. Journal of the Science of Food and Agriculture, 98(5), 1944-1950.

Yazaki, M., Ito, Y., Yamada, M., Goulas, S., Teramoto, S., Nakaya, M. A., … & Yamaguchi, K. (2017). Oral ingestion of collagen hydrolysate leads to the transportation of highly concentrated Gly-Pro-Hyp and its hydrolyzed form of Pro-Hyp into the bloodstream and skin. Journal of agricultural and food chemistry, 65(11), 2315-2322.

Matsumoto H, Ohara H, Ito K, Nakamura Y, Takahashi S. Clinical effect of fish type I collagen hydrolysate on skin properties. ITE Lett 2006;7:386–90.

Ohara H, Ito K, Iida H, Matsumoto H. Improvement in the moisture content of the stratum corneum following 4 weeks of collagen hydrolysate ingestion. Nippon Shokuhin Kagaku Kogaku Kaishi 2009;59:137–45.

Proksch E, Segger D, Degwert J, Schunck M, Zague V, Oesser S. Oral supplementation of specific collagen peptides has beneficial effects on human skin physiology: a doubleblind, placebo- controlled study. Skin Pharmacol Physiol 2014;27:47–55.

Genovese L, Corbo A, Sibilla S. An insight into the changes in skin texture and properties following dietary intervention with a Nutricosmeceutical containing a blend of collagen bioactive peptides and antioxidants. Skin Pharmacol Physiol 2016;3:146–58.

Kim, Do-Un, et al. “Oral intake of low-molecular-weight collagen peptide improves hydration, elasticity, and wrinkling in human skin: A randomized, double-blind, placebo-controlled study.” Nutrients 10.7 (2018): 826.

Ito, Naoki, Shinobu Seki, and Fumitaka Ueda. “Effects of Composite Supplement Containing Collagen Peptide and Ornithine on Skin Conditions and Plasma IGF-1 Levels—A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Trial.” Marine drugs 16.12 (2018): 482.

Fu, Y., Therkildsen, M., Aluko, R. E., & Lametsch, R. (2018). Exploration of collagen recovered from animal by-products as a precursor of bioactive peptides: Successes and challenges. Critical reviews in food science and nutrition, 1-17.

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Você sabia que: pele

• 96% da população de São Paulo vive em áreas urbanas (de acordo com o censo de 2010)?
• A Organização Mundial de Saúde estimou recentemente que mais de 90% da população urbana mundial vive com níveis de poluentes acima do que é considerado seguro?
• A exposição solar, reconhecido fator de risco para o envelhecimento da pele e do surgimento do câncer cutâneo, pode ter seus efeitos negativos exacerbados pela presença da poluição, tabagismo, estresse, falta de sono, temperatura e má nutrição?

Fatores ambientais podem contribuir para alterações na barreira cutânea, levando a uma exacerbação de certas condições da pele e ao envelhecimento precoce!

 

Mas o que é a barreira cutânea?

As glândulas sebáceas estão presentes na pele e produzem um óleo que, juntamente com a queratina (proteína que impermeabiliza a nossa pele), forma uma barreira contra a perda de água e a entrada de substâncias nocivas na pele.

Quando tomamos banho com água muito quente, bucha e sabões muito agressivos, nós removemos essa camada protetora!

É por isso que o dermatologista sempre aconselha banhos rápidos e com a temperatura mais baixa.

As alterações dessa barreira estão associadas com o surgimento de algumas doenças de pele e também com o envelhecimento cutâneo!

Vamos falar de cada um dos fatores ambientais e como eles podem influenciar no envelhecimento da pele.

Hoje discutiremos a poluição. pele

São vários os poluentes presentes na atmosfera dos grandes centros urbanos. Como exemplo podemos citar:

• Ozônio;
• Material particulado;
• Óxido de nitrogênio e de enxofre;
• Chumbo;
• Monóxido de carbono.

Todas essas substâncias atuam separadamente e em conjunto na pele lesada e sã.

O ozônio, por exemplo, ocorre quando a fumaça dos automóveis se transforma, pela presença dos raios do sol, em radicais livres que agridem as proteínas e as gorduras presentes nas membranas celulares e na barreira da pele!

Isso, combinado ao material particulado em suspensão no ar, leva a uma série de alterações na nossa pele, entre elas:

• Envelhecimento;
• Aumento da pigmentação;
• Perda da hidratação da pele;
• Inflamação.

 

Qual a solução? pele

• Limpeza adequada da pele;
• Uso de produtos que protejam a pele desses poluentes;
• Uso de antioxidantes para combater radicais livres que estão por aí.

Consulte sempre um dermatologista!

Espero que tenham gostado. Nos próximos posts falaremos de outros elementos ambientais que agridem a nossa pele!

 

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvida, vocês podem me seguir nas redes sociais e, por lá, eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

 

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Ontem à noite eu participei ao vivo de uma sessão de perguntas e respostas sobre os problemas dos cabelos, na página do Facebook do Minha Vida.

O Minha Vida é um portal de saúde, e eu tenho uma coluna mensal em que discuto doenças dos cabelos e unhas. Se quiser conhecer é só clicar aqui.

A Live de segunda à noite foi bem dinâmica, durou cerca de 30 minutos e abordou uma série de dúvidas elaboradas pelos jornalistas que integram a equipe do site e também do público que prestigiou o evento.

Falamos sobre calvície, tratamentos, sinais de alerta no couro cabeludo e cabelos e abordamos, também, a saúde dos fios e o que precisa ser feito para termos cabelos mais bonitos.

Está imperdível e ainda à disposição neste link! Corra lá para ver e deixe seu like!

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A minha segunda participação na CILAD foi em um bloco de terapêutica dermatológica para os 100 primeiros inscritos nesse congresso. Na sala, foram discutidos diversos tratamentos comuns no consultório de dermatologia.

Tivemos apresentações sobre doenças, como rosácea, acne, pele sensível, verrugas, cicatrizes de acne, doenças ungueais e pessoas que já tiveram câncer de pele ou que são mais dispostas a desenvolver.

Eu falei sobre as alterações ungueais que deixam as unhas feias e que levam o paciente a procurar o consultório médico.

Falei bastante sobre a síndrome das unhas frágeis e seus tratamentos locais e com medicamentos orais, também sobre a unha em garra e a unha em telha.

Sobre as unhas fracas, eu já falei bastante aqui no blog. Se você quiser saber mais sobre isso, é só clicar aqui.

Em relação às unhas em telha, que ficam espessadas, deformadas e podem causar uma dor insuportável, eu já discuti brevemente, quando falei sobre unhas doloridas.

No entanto, eu nunca falei sobre a unha em garra ou onicogrifose por aqui! Vai ser tema para uma próxima postagem, com certeza! Aguardem!

Seguem fotos do evento:

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Hoje foi o primeiro dia do XXII Cilad – Congresso Ibero Latinoamericano de Dermatologia, em São Paulo.

Eu participei do módulo de unhas, apresentando casos difíceis e inusitados de psoríase ungueal para uma plateia internacional de dermatologistas.

A psoríase ungueal é uma doença relativamente comum e subdiagnosticada, que pode cursar com artrite, ou seja: inflamação das juntas.

Portanto, trata-se de uma oportunidade de fazermos diagnóstico de uma doença articular, por meio da observação do aspecto das unhas!

O tratamento, em geral, pode ser difícil, mas, uma vez que o diagnóstico foi feito da maneira adequada, sabemos exatamente como proceder e quanto tempo demoraremos até termos um resultado satisfatório.

Entre os tratamentos disponíveis, temos: medicamentos de uso local, como géis e pomadas, medicamentos injetáveis e outros de uso oral.

A gravidade da doença, o paciente, seus hábitos e o impacto das alterações em sua vida é que vão guiar o médico na escolha de uma ou outra modalidade de tratamento.

Espero que tenham gostado!

Seguem fotos:

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Sabemos que o meio ambiente causa diversos danos na pele, cabelos e unhas. O termo intemperismo é emprestado da geologia e diz respeito ao conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas.

Transpondo isso para o contexto dos cabelos, o intemperismo capilar seria os fatores ambientais que estariam associados ao dano aos fios dos cabelos.

E quais seriam esses elementos no Intemperismo capilar?

• Radiação ultravioleta
Os raios ultravioletas degradam a melanina, que seria um protetor natural dos fios.

A exposição à luz solar e a essas radiações levam a alterações na composição dos fios e perda da integridade dos cabelos.

Esse efeito é pior ainda em cabelos brancos e loiros! Portanto, nesses casos, é fundamental proteger os fios sempre que for se expor ao sol.

Há produtos capilares como leave-ins com filtro solar. Recomendo, também, o uso de bonés e chapéus.

O envelhecimento dos fios piora com essas radiações e leva a cabelos mais quebradiços e ralos, com áreas de rarefação.

 

• Pentear os cabelos
O estímulo mecânico causado pelo ato de pentear os fios pode levar a quebras e traumas nos fios.

Indica-se o uso de produtos específicos para evitar essa quebra, como cremes para pentear e leave-ons.

 

• Lavar os cabelos
Todas as vezes que lavamos, há perda de gorduras e de proteínas dos fios e, portanto, é importante reduzir ao máximo esse trauma.

O uso de xampus adequados, com pH balanceado, é uma dica, mas deve-se evitar grande quantidade de produto ou fazer muita espuma.

Além disso, não se deve aplicar esse produto no comprimento dos fios.

 

• Descolorações e tinturas
Ambas as técnicas rompem as pontes de enxofre e abrem a cutícula do fio, mas, no caso da descoloração, há o malefício de se remover a cor do fio, por meio de um processo oxidativo.

Isso torna o cabelo mais frágil, além de muito ressecado.

 

• Alisamentos e permanentes
Ambos os procedimentos visam romper as pontes de dissulfeto. Algumas técnicas utilizam substâncias com pH muito diferente do fio e/ou calor.

O resultado disso é um fio com perda de estrutura, fragilizado e quebradiço.

O quadro pode ficar ainda mais dramático quando há associação de técnicas, ou seja, quando fazemos, por exemplo, alisamento e descoloração.

O resultado desse tipo de procedimento é o aumento do risco de quebra dos fios.

Se mesmo assim se optar pela combinação dessas técnicas, aconselha-se a fazer primeiro o alisamento e depois descoloração. Até porque o alisamento pode alterar a cor dos fios.

 

• Calor
Por fim vamos falar sobre o uso de secadores e chapinhas.

Todos sabemos que o calor em excesso prejudica a saúde dos fios. Portanto, alguns cuidados devem ser observados.

Evitar escova em cabelos molhados, porque isso pode levar à formação de bolhas dentro dos fios, que vão fragilizá-los!

Recomenda-se secá-los antes e usar o secador sempre a 15cm do cabelo. Isso evita a quebra dos fios e o surgimento de pontas duplas.

Para cuidar bem dos seus cabelos evite fazer muitos procedimentos, hidrate os fios de forma regular com máscaras e leave-ins e siga essas dicas!

 

Caso não veja melhora, procure um médico especialista. O dermatologista pode ajudar você!

P.S.: Se você ainda não tem um médico de confiança especialista em cabelos e quer marcar uma consulta, basta clicar aqui.

PS2: Se esse é um tipo de conteúdo que te interessa, me segue lá no Instagram, onde posto muitas coisas legais!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Participei como coordenadora do curso pré-congresso de Cosmiatria de Cabelos e Unhas e palestrei sobre suplementação oral para unhas.

Dessa vez o congresso aconteceu em Brasília e as aulas foram muito interessantes e proveitosas, com excelente didática dos palestrantes.

No meu tema, falei principalmente da biotina e do silício, mas também abordei o uso dos peptídeos do colágeno e do ômega 3.

Na parte das unhas, discutimos a síndrome das unhas fracas, os esmaltes e os procedimentos de alongamento das unhas e seus efeitos adversos e a possibilidade de melhora estética de doenças ungueais crônicas ou que sofreram traumas.

Já na parte dos cabelos, falou-se sobre o intemperismo capilar e cosméticos capilares, além das próteses capilares e a perda de cabelos por tração.

O intemperismo capilar é um assunto fascinante e será tema do nosso próximo post, mas aqui vai um spoiler: trata-se de tudo que está no ambiente e pode danificar o fio.

Os grandes vilões são: o sol, o ato de pentear e tracionar os fios, a limpeza excessiva, as tintas e descolorações, os alisamentos e o calor.

É isso, gente! Hoje, ficamos por aqui. Se tiver alguma dúvida ou sugestão, não se esqueça: entre em contato comigo e eu te ajudo.

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Este nome – dermatite – significa inflamação na pele e diz respeito a diversas doenças diferentes que podem inflamar a nossa pele.

Hoje, nós vamos falar de um tipo especial de dermatite! Continue lendo para saber mais sobre a atopia!

Quando usada solta, a palavra dermatite, em geral, se refere à dermatite atópica. Esse problema é mais comum em crianças, mas pode surgir em adolescentes e adultos.

Classicamente a pele coça muito e surgem lesões nas dobras dos braços e atrás dos joelhos. A pele é seca e pode descamar.

Como saber se o que eu tenho é dermatite atópica?

Às vezes a palavra alergia é usada de forma errada para descrever a atopia.

A alergia é um quadro mais agudo, que só acontece quando temos contato com alguns produtos e substâncias.

Já a atopia se refere à capacidade aumentada de reagir com praticamente tudo!

A dermatite atópica é crônica, ou seja, as lesões vêm e vão, há surtos de melhora e piora e a pele do corpo costuma ser seca e coça bastante.

Os pacientes portadores de dermatite atópica podem ter quadros respiratórios alérgicos associados, tais como: rinites, bronquites e asma. Isso também pode estar presente apenas na família do paciente que tem o problema na pele!

Outra característica desses pacientes é que costumam reagir com vários produtos aplicados na pele.

Isso acontece porque eles têm um “defeitinho” na barreira cutânea: faltam algumas gorduras na superfície da pele; isso faz com que essa pele perca água com maior facilidade e se torne seca.

A pele seca, por sua vez coça muito, levando ao surgimento das lesões tais como conhecemos.

O que fazer? 

Os pacientes que sofrem com esse problema precisam de acompanhamento médico com o dermatologista.

Há uma série de intervenções que podemos fazer para corrigir esses problemas e evitar a progressão para formas mais graves da doença.

Como tudo na vida, quanto mais cedo iniciamos o tratamento, melhor!

Alguns cuidados fundamentais incluem: hidratação intensa da pele, evitar produtos irritantes e utilizar medicamentos para reduzir a coceira.

É importante parar de coçar porque a coçadura piora o quadro e aumenta a chance de infecção da pele.

Os banhos devem ser frios e rápidos e é recomendado usar loções de limpeza no lugar de sabões!

Espero que tenham gostado do texto!

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