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Você já ouviu que o autocuidado e a autoestima andam sempre juntos? Pois é, acontece que não há como preservar o segundo, sem praticar o primeiro.

Já vimos como o autocuidado é importante até no nosso relacionamento com os outros! O auto cuidado decorre de uma autoestima e por outro lado também a reforça! E porque precisamos disso?!

 

O autocuidado nos torna pessoas melhores para os outros

Por que a autoestima é fundamental para que confiemos nas nossas decisões, pois é a partir dela que construímos a avaliação que fazemos de nós mesmos!!!

E uma coisa muito importante de entendermos é que para compormos a autoestima, é necessário praticar o autoconhecimento.

O autoconhecimento é fundamental para entendermos por que agimos e reagimos de uma determinada forma e para reconhecermos nossas qualidades e pontos fracos.

Assim, quando sabemos no que devemos melhorar e quais são as nossas potências, fica mais fácil encarar os desafios do dia-dia e entender que, na verdade, somos sim capazes de lidar com as dificuldades diárias de uma forma muito melhor do que imaginamos.

Esse exercício de se conhecer, portanto, também compõe o autocuidado, pois lhe traz confiança e te permite expandir e superar crenças limitantes como “não sou capaz” ou “não sou merecedor”.

E hoje eu vim indicar formas para você mergulhar no autoconhecimento! Vc já ouviu dizer que nunca terminamos de conhecer uma pessoa! Temos muita coisa para aprender sobre nós mesmos, pode acreditar!

O cuidado começa em mim. Ofereço ao outro, ao mundo, aquilo que tenho. Se não estou munido de cuidado e amor, não tenho isso para oferecer. Para cuidar do outro preciso olhar primeiro pra mim. Se quero uma relação amorosa e passiva com os outros, preciso relacionar desta forma comigo. Como o comando dado pela aeromoça quando estamos prestes a fazer uma viagem de avião.

“Em caso de despressurização, máscaras cairão sobre suas cabeças, coloquem a sua primeiro, só depois ajude quem está ao seu lado!”
Bruna Perillo

Espero ter ajudado e deixe o seu comentário e eu vou te responder!

 

P.S.: Você pode me seguir também nas redes sociais, como Instagram e Facebook para ficar por dentro de outros conteúdos bacanas! <3

Postado por Dra Tatiana Gabbi

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A primeira vez que eu fugi para o meio do mato eu estava pensando no estresse e como ele estava impactando a minha saúde física: dores pelo corpo, sono entrecortado, dificuldade de concentração e até alguns lapsos de memória…

No processo, eu aprendi várias técnicas de relaxamento, adquiri diversos hábitos mais saudáveis e notei uma melhora no padrão do sono e na minha concentração. Minha memória ficou bem melhor e mais confiável!

Mas a surpresa mais agradável foi o impacto que isso tudo teve na minha pele e no meu semblante.

Tudo isso fica claro, quando entendemos que – até mais do que a genética – o impacto do ambiente sobre o envelhecimento da pele é bastante importante neste processo. A esse conjunto de influências ambientais chamamos EXPOSSOMA. E eu coloquei na imagem tudo que está relacionado ao envelhecimento da pele!

 

Percebam quantas coisas podemos alterar quando fazemos uma pausa na nossa programação normal!

Estamos falando de manejo do envelhecimento, uma vez que este é um processo natural pelo qual todos nós iremos passar. No entanto, o mesmo raciocínio é válido para todos aqueles que sofrem com doenças inflamatórias da pele.

Vamos deixar bem claro: não estou dizendo para abandonar o seu tratamento,ok? e sim que essas medidas, tomadas em conjunto com o seu tratamento, podem aumentar os benefícios dele, como:

1 – Você vai poder reconectar com o seu sono e dormir muito melhor;

2 – Contato com a natureza e fugir um pouco da poluição!

3 – Comida fresca, natural e plant-based!

4 – Manejo do estresse: técnicas de relaxamento, meditação, mindfulness, contato com a natureza , desconectar da loucura da cidade…

5 – Você sabia que muitas pessoas aproveitam esses momentos para largar o cigarro? Ou pelo menos reduzir…

6 – Uso do filtro solar, sem dar moleza para o sol!

 

Ainda tem dúvidas sobre o envelhecimento da nossa pele? Fale comigo na rede social ou pelo whatsapp e mande a sua pergunta! Me siga também no Instagram.

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A melanoníquia estriada (mancha escura na unha) ou sabia que poderia ser algo mais sério.

Todo mundo que tem manchas escuras nas unhas deve ser examinado por um dermatologista e fazer acompanhamento, quando indicado.

Optei em criar esse post, ultra específico, com os sinais de gravidade para que os casos mais suspeitos não fiquem soltos por aí, ok?

Volto a dizer que na maioria dos casos essas lesões são benignas! Então não há motivo para pânico! Mas há motivo para auto cuidado!

As avaliações desse tipo de quadro são melhor feitas de forma presencial!

 

Sinais de gravidade da mancha escura da unha adulta

1 – Mancha escura em uma unha só: principalmente em indivíduos brancos e acima dos 50 anos de idade

2 – Alargamento rápido: isso pode ser observado pelo paciente, através de fotos, ou a base da mancha é mais larga que a ponta

3 – Mancha a pele ao redor da unha: isso significa que a lesão localizada na fábrica da unha está crescendo

4 – Quebra da unha na ponta: as lesões que nos preocupam mais são as destrutivas

5 – Isso não se aplica a crianças: em crianças, tudo isso pode estar presente e não representar gravidade, portanto em crianças o tratamento deve ser individualizado

Espero ter ajudado! Consulte sempre um especialista! NÃO brinque com a sua saúde!

Não deixem de ler o artigo em que falamos sobre os sinais de gravidade.

Leia mais aqui e aqui também.

Caso tenha dúvidas, pode mandar aqui nos comentários ou pelo whatsapp!

 

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Cabelos quebrados atormentam muitas mulheres e é comum ficar sem saber o que fazer para evitar essa situação.

Às vezes, os cabelos caem e às vezes eles quebram. É aí que surge a primeira das nossas dúvidas sobre o assunto:

 

Como sabemos se o nosso problema é de queda capilar ou de cabelos quebrados?

É fácil saber a diferença entre cabelos quebrados e quando estão caindo.

Quando o cabelo cai, por algum motivo específico, o fio sai com uma pontinha, que você percebe e reconhece como bulbo capilar.

Mas quando estamos diante de cabelos quebrados, notamos que os fios ficam em tamanhos diferentes e observamos uma ponta que parece cortada. Pode ser que ela esteja mais afinada, por exemplo, ela fica com um aspecto diferente.

 

Então, em resumo, a ponta quebrada não tem o bulbo capilar, que é a raiz do cabelo. Isso só acontece quando o cabelo cai naturalmente.

E você? Tem problema com os seus cabelos? Queda ou quebra? Ou os dois?

 

Há algum tempo fiz uma live com a Dra Aline Blanco, dermatologista de Campo Grande, especializada em Tricologia e quero te convidar para assistir a live que fiz sobre cabelos quebrados! Só clicar aqui para ver o vídeo da live e conferir TUDO sobre esse assunto!

Acha que os fios estão em quebrados? Posso te ajudar. Clique aqui e marque uma conversa comigo!

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Como se preparar para a consulta de cabelos? Está indo ao dermatologista consultar por problemas nos cabelos?

Não se esqueça de se preparar para a consulta! Salve essas informações para não esquecer:

Lavagem: lavar o cabelo na noite anterior. Não vir com os cabelos molhados na consulta.

Tintura: pintar o cabelo 2 a 3 dias antes da consulta, caso tenha esse hábito

Não usar: leave-in, shampoo a seco, fibras ou maquiagem. Se possível retirar a extensão capilar

Trazer: nomes dos medicamentos em uso, exames recentes. Saber os nomes de tratamentos anteriores

 

Fiz esse conteúdo com muito carinho, espero que tenham gostado. Se você tirou algumas das suas dúvidas, compartilhe com outras pessoas que também precisam.

Se você é de São Paulo, pode clicar aqui para me mandar uma mensagem e marcar sua consulta.

 

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram; sempre posto informações bacanas sobre esses e outros assuntos por lá.

Até a próxima!

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar com  você sobre a queda de cabelo hormonal. Vamos lá?

Uma coisa que perguntam muito no inbox do Instagram é sobre a relação dos hormônios exógenos (seja pílula, reposição hormonal ou hormônios que o pessoal usa como recurso ergogênico estético) e a queda do cabelo.

Esse post não tem julgamento, então não vou opinar sobre o que penso a respeito de utilizar hormônios ou não com tais e tais objetivos e pediria que vocês entendessem esse ponto, que é fundamental para entender esse contexto.

A intenção aqui, na verdade, é falar sobre o impacto dos hormônios exógenos e de outros tipos na queda de cabelo. Principalmente porque, de acordo com a Harvard…

Cerca de um terço das mulheres experimentam queda de cabelo em algum momento de suas vidas; entre as mulheres na pós-menopausa, até dois terços sofrem queda de cabelo ou manchas calvas.

Além disso, a queda de cabelo nas mulheres costuma ter um impacto maior do que nos homens, porque é menos aceitável socialmente para elas. A alopecia pode afetar gravemente o bem-estar emocional e a qualidade de vida da mulher.

Vamos conversar sobre queda de cabelo hormonal então? Fica comigo até o final!

 

Impacto dos hormônios no seu cabelo

Os hormônios podem causar dois tipos de impacto nos fios:

1 – Pode haver uma alteração do ciclo capilar com aumento da queda (eflúvio) que, por si só não leva a doenças do cabelo, mas pode impactar no comprimento e volume dos fios – geralmente de forma transitória (mas que pode ou não se perpetuar).

Em pessoas que já possuem doenças como alopecia androgenética ou frontal fibrosante pode haver uma piora da doença de base…

2 – Os hormônios podem impactar diretamente naqueles indivíduos que já possuem alopecia androgenética. Se forem hormônios masculinos, isso vai piorar o quadro, mas algumas pílulas anticoncepcionais e outras substâncias semelhantes podem ajudar!

VEJA: Existe tratamento para a calvície e ela pode atingir homens e mulheres

 

O que é a perda de cabelo hormonal?

Uma forma de eflúvio telógeno, esse tipo de queda pode acontecer por um desequilíbrio hormonal médico (incluindo distúrbios relacionados à tireoide), por um evento traumático (como cirurgia ou perda dramática de peso) ou por hormônios exógenos.

Ambas as causas resultam em uma queda nos hormônios promotores do crescimento do cabelo, como estrogênio e progesterona, e um aumento nos hormônios promotores da perda de cabelo, como androgênio e testosterona.

Isso, por sua vez, aciona um interruptor, enviando fios de cabelo para a fase telógena de uma só vez. Isso pode durar até 7 meses, durante os quais você vai experimentar a falta de crescimento nas áreas afetadas.

Na maioria dos casos, o impacto visual é assim: cabelo mais fino por toda parte – a queda ocorre em todo o couro cabeludo, então você pode notar apenas um rabo de cavalo menor.

 

Por que problema hormonal causa queda de cabelo?

A alopecia androgênica – calvície de padrão masculino ou feminino – está enraizada em uma série de causas diferentes, incluindo hereditariedade, trauma e certos medicamentos.

Sim, já culpamos nossos hormônios por uma série de problemas – estresse, alterações de humor, fadiga, acne, ganho de peso, etc.

Mas desequilíbrios hormonais também podem ser a razão por trás de sua inesperada queda de cabelo, especialmente se você for mulher.

Na verdade, para as mulheres, os distúrbios hormonais são uma das causas mais comuns de queda de cabelo ou perda de mechas grandes.

Pode ser que você esteja se perguntando agora: “Mas a queda de cabelo hormonal é reversível?” Bom, na maioria dos casos, o tratamento da disfunção hormonal subjacente reverterá a queda de cabelo e permitirá que seu cabelo recupere o volume saudável.

VEJA: Cabelo caindo depois da COVID-19 – Como isso acontece?

 

É possível fazer tratamento para queda de cabelo hormonal em casa?

O ideal para quem está sofrendo com queda de cabelo hormonal, principalmente para quem toma hormônios exógenos, é não fazer o tratamento em casa sozinho, sem recomendação de um médico especialista na área.

Muitas vezes, notamos pessoas que simplesmente vão ao cabeleireiro para fazer tratamentos contra a queda, mas a verdade é que os motivos da queda só podem ser desvendados por um médico especialista em cabelos.

Principalmente se você toma hormônios exógenos, apenas um médico especialista vai saber te indicar o que, exatamente, você precisa fazer para diminuir essa queda e, até mesmo, reverter (se for o caso)

Sem a ajuda de um médico especialista em cabelos, é impossível descobrir a origem da queda e quais são os próximos passos para recuperar o volume e a saudabilidade do seu cabelo.

 

E aí, já aprendeu o suficiente sobre queda de cabelo hormonal?

Aqui, você aprendeu sobre a queda de cabelo hormonal, mas ainda há muito o que falar e discutir sobre o assunto.

Então como tudo isso é muito complexo, não tentem fazer nada sozinhos e muito menos checar esse tipo de informação APENAS na internet. Aprenda o que puder sobre o assunto e discuta com o médico de sua confiança para que ele te ajude na dúvida e se responsabilize por esse tratamento!

Espero ter ajudado! Se gostou curta e compartilhe com pessoas que vocês acham que irão gostar desse conteúdo.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa um comentário que eu te respondo!

P.S.: Se você ainda não tem um médico de confiança especialista em cabelos e quer marcar uma consulta, basta clicar aqui.

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, tudo bem? Sou a Dra. Tatiana Gabbi e estou aqui para falar de uma doença comum, mas que muitas pessoas ainda não conhecem: o cisto mucoso digital.

 

O cisto mucoso digital é algo bastante comum! Por uma degeneração na articulação, o líquido viscoso (que lubrifica essas estruturas) encontra um caminho até a pele, onde se acumula na forma de uma lesão elevada.

Essa lesão elevada pode inflamar, ficar vermelha, doer ou não causar nenhum tipo de sintoma (vamos falar mais sobre isso a seguir).

Quando essa pseudo cápsula do cisto é rompida, vemos o material gelatinoso saindo do seu interior. Ele lembra uma clara de ovo, uma geleia incolor (pode ser rosada) ou ácido hialurônico que está na moda nos preenchimentos!

No meu Instagram, fiz um vídeo mostrando a pseudocápsula sendo rompida. Depois de ver, continue por aqui que vou tirar algumas dúvidas comuns sobre cisto mucoso digital.

 

O que é um cisto mucoso digital?

Um cisto mucoso digital é uma lesão benigna comum que se apresenta como um nódulo firme nos dedos das mãos ou dos pés.

As lesões geralmente não são dolorosas e são encontradas perto das articulações distais. Elas geralmente aparecem lisas ou brilhantes, com uma aparência quase translúcida.

Os cistos mucosos digitais são encontrados em uma ampla gama de idades, desde adolescentes a idosos, mas são mais prováveis ​​de ocorrer durante a 7ª década de vida.

Eles são semelhantes em natureza aos cistos ganglionares ou sinoviais, que são frequentemente encontrados nos pulsos ou atrás dos joelhos.

 

O que causa um cisto mucoso digital?

O mecanismo de formação dos cistos mucosos digitais é desconhecido. Atualmente, acredita-se que os cistos sejam decorrentes da degeneração mucóide do tecido conjuntivo e que esse processo, na maioria das vezes, envolve comunicação com a articulação DIP (interfalangeana distal) adjacente e possível coexistência de osteoartrite.

As causas dos cistos mucosos digitais ainda não são claras.

Historicamente, uma variedade de etiologias, incluindo um processo tuberculoso, tem sido sugerida. Atualmente, acredita-se que a degeneração mucóide do tecido conjuntivo, associada a alterações osteoartríticas proximais seja responsável pela formação de cistos. O trauma também pode ser uma das causas em alguns pacientes.

 

Tipos de cisto mucoso digital

Atualmente, existem duas formas aceitas de cistos mucosos digitais. O primeiro tipo é uma extensão ou herniação do revestimento da articulação adjacente.

Esta forma contém um fluido que se encontra dentro da própria articulação e pode estar relacionado a trauma, artrite ou pode ocorrer espontaneamente.

O segundo tipo consiste em um depósito de uma substância gelatinosa chamada mucina e não está conectada ao espaço articular.
Quando essas lesões aparecem perto da base da unha ou na própria unha, podem causar ranhuras ou rachaduras na unha e, ocasionalmente, a perda total ou parcial da unha.

Quando rompidos, esses cistos drenam uma substância transparente, espessa e gelatinosa – assim como mostrei no vídeo do Instagram.

 

Quais os sintomas do cisto mucoso do dedo?

Um cisto mucoso digital aparece sozinho no dedo, ou menos comumente, no dedo do pé. Geralmente está próximo ao final do dedo, próximo à unha.
A maioria é indolor, mas alguns podem ser sensíveis ao toque. Eles também podem causar a deformação da unha. Quando a pele do cisto é rompida, o fluido é drenado como uma substância transparente e gelatinosa.

Cistos mucosos digitais geralmente:
– Aparecem sozinhos.
– São límpidos ou da cor da pele.
– Têm uma aparência brilhante.
– Têm cerca de 5 a 8 mm de largura (aproximadamente do tamanho de uma borracha de lápis).
São encontrados em mulheres com 60 anos ou mais, mas qualquer pessoa pode ter, no final das contas.
Se o cisto estiver relacionado à artrite, as articulações também podem estar rígidas, doloridas e, às vezes, deformadas.

 

Como se livrar de um cisto mucoso digital?

Existem diversos tipos de tratamento possíveis: injeção de corticoide, cirurgia com diversas técnicas, simples esvaziamento e curativo.
Os tratamentos que podem ser bem-sucedidos para o pseudo cisto mixóide digital (outro nome para o cisto mucoso digital) incluem:
– Pressionando repetidamente com firmeza o cisto;
– Mesmo espremendo o conteúdo com agulha esterilizada, não recomendamos fazer isso em casa devido ao risco de infecção profunda;
– Crioterapia (congelamento);
– Injeção de esteróide;
– Injeção de esclerosante;
– Remoção cirúrgica.
Infelizmente, os pseudocistos mixóides digitais frequentemente reaparecem, qualquer que seja o tratamento utilizado.

 

O cisto mucoso digital desaparece por conta própria?

Os cistos mucosos digitais podem se resolver por conta própria; no entanto, uma grande porcentagem exigirá avaliação e tratamento por um dermatologista.

O tratamento mais definitivo para cistos mucosos digitais é a excisão cirúrgica e fusão de qualquer comunicação com a articulação subjacente. Este procedimento apresenta uma taxa de cura superior a 90%, embora as recorrências não sejam incomuns.
Outras opções de tratamento incluem crioterapia, laser ablativo de CO2 e drenagens estéreis repetidas.

Todo o tratamento de cistos mucosos digitais deve ser realizado por um médico para evitar possíveis complicações, incluindo infecções nas articulações e danos permanentes nos dedos das mãos ou dos pés afetados.

Uma biópsia também pode ser realizada para descartar outras doenças raras que podem envolver certos riscos à saúde se não forem diagnosticadas.

 

Quando é hora de consultar um dermatologista?

Como você viu, o cisto mucoso digital é uma lesão sem maior gravidade e que pode recidivar (reaparecer mesmo após a cura).

Por isso, consulte o seu médico se desenvolver um cisto de qualquer tipo nas mãos ou pés. O seu médico pode verificar se é benigno e ajudá-lo a decidir como tratá-lo.

Consulte o seu médico imediatamente se um cisto ficar vermelho, quente e dolorido repentinamente, pois podem ser sinais de uma infecção.
Percebeu que está com isso? Agende uma consulta com um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia porque esse profissional vai poder te ajudar!

 

Você também pode gostar…

Se você gosta de assuntos relacionados a pele, separei alguns artigos aqui do blog interessantes para você conferir:

•Efeito do estresse na pele: o que causa e como evitar?•5 passos para cuidar da pele no inverno
•Desafios da hidratação da pele no inverno
•7 cuidados com a pele se você passa maquiagem
•Alimentação influencia nossa pele? Tire aqui todas as suas dúvidas

Espero que tenha sido útil. Marque as pessoas que você acha que vão gostar desse conteúdo e fique à vontade para compartilhar. Ah, não se esqueça de me seguir no Instagram.

Te espero no próximo artigo com mais informações sobre cabelos, unhas e pele!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar com você sobre o expossoma e compartilhar algumas informações interessantes (e necessárias) sobre o assunto. Independente de ser leigo no assunto ou um profissional da saúde, o que vou mostrar aqui serve para você. Quer saber mais? Continue comigo até o final!

 

Nossa saúde é uma combinação de genética e meio ambiente. Talvez os genes de alguém os tornem vulneráveis ​​à pressão alta, por exemplo, mas observando o que comem – na verdade, controlando o ambiente do corpo – eles podem manter seus números dentro dos níveis normais.

Atualmente, sabemos muito sobre o lado da genética desta combinação, também temos informações sobre como nossos ambientes bacterianos internos – o microbioma – afetam nossa saúde.

Mas a parte ambiental do quebra-cabeça ainda é confusa. Não medimos todos os produtos químicos que encontramos todos os dias, desde os fungos microscópicos em uma caminhada até o escapamento do carro em uma rodovia, por exemplo.

Quer dizer, a maioria das pessoas não. Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, sim. E os resultados foram inacreditáveis! Já te falo sobre isso, mas antes, vamos entender…

 

O que é expossoma?

O expossoma humano é definido como a totalidade das exposições ambientais encontradas desde o nascimento até a morte e inclui uma mistura diversa de nutrientes dietéticos, medicamentos, agentes infecciosos e poluentes.

Simplificando: o expossoma se refere aos fatores sociais e ambientais aos quais uma pessoa está exposta desde o momento em que nasce até morrer. Isso inclui nutrição, poluição, radiação UV, vírus, bactérias e muito mais.

Todos esses fatores têm impacto na saúde de nossa pele. Quem vive em cidades com altos índices de poluição, por exemplo, pode ter uma pele mais seca e com mais erupções do que aqueles que vivem em áreas mais rurais.

Os cientistas também acreditam que esses fatores de expossoma podem acabar acelerando o processo de envelhecimento da pele.

 

Como o expossoma afeta a sua pele?

Sua pele atua como um escudo natural contra produtos químicos pro-oxidantes e poluentes físicos do ar aos quais estamos expostos na vida cotidiana.

Mas a exposição prolongada ou repetitiva a altos níveis desses poluentes pode ter efeitos profundamente negativos na pele, incluindo:

– Envelhecimento prematuro;
– Aumento na incidência de psoríase;
– Acne;
– Câncer de pele.
Além disso, essa exposição também pode piorar as condições alérgicas da pele, como
dermatite atópica e eczema.

Uma vez que a barreira protetora de nossa pele é comprometida por poluentes, os lipídios e colágeno (responsáveis ​​por dar à nossa pele hidratação e um brilho glorioso) começam a se quebrar e a superfície da pele começa a sofrer.

Isso causa um aumento das manchas secas, melanomas e uma falta geral de brilho.

+ Veja: Você sabe o que são fotoprotetores?

 

Qual a relação entre o expossoma e as doenças?

Fatores ambientais há muito tempo são apontados como os principais contribuintes para a carga global de doenças. Por exemplo, dados de várias fontes indicam que mais de 70% das mortes não violentas nos Estados Unidos podem ser atribuídas a:

– Tabagismo;
– Desequilíbrio alimentar;
– Poluição do ar;
– Reações adversas a medicamentos;
– Agentes infecciosos, agindo isoladamente ou em conjunto com outros fatores de
susceptibilidade do hospedeiro.

No entanto, a identificação de fatores específicos, suas interações e seus efeitos na saúde humana permanecem indefinidos.

Pesquisa de expossoma de Michael Snyder Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, fez uma pesquisa que mostra o quanto estamos expostos a fatores ambientais.

Nos últimos anos, Snyder tem usado um dispositivo que ele inventou que mede o ambiente ao seu redor. Isso faz parte de sua busca para aprender como o meio ambiente afeta nossa saúde, estudando o que ele chama de “exposomes” (expossomas) das pessoas, ou as várias partículas de ar, poluentes, vírus e muito mais com os quais entramos em contato todos os dias.

A primeira coisa que a pesquisa mostrou é que o expossoma é vasto.

Havia mais de 2.000 espécies de bactérias na cobaia de estimação, registradas durante os dois anos de criação de perfil. Até mesmo a pessoa que o usou por três meses para o estudo foi exposta a mais de 1.000 espécies.

Havia cerca de 3.000 características químicas detectadas em todo o estudo.

O segundo resultado do estudo mostrou que o expositor é dinâmico.Quanto da variação do expossoma depende da região ou da sazonalidade? Pela parte que o estudo descobriu, a localização é o fator número um, especialmente para os produtos
químicos. A época do ano foi outro fator importante.

Esta foi apenas uma pesquisa para ver de maneira geral a que estamos expostos, mas trouxe resultados importantes para a dermatologia.

Uma das surpresas foi que os agentes cancerígenos, como solvente dietilenoglicol, estavam em todas as amostras – ou seja, estamos muito expostos a eles.

 

Por que devemos estudar o expossoma?

Uma das promessas do projeto genoma humano era que ele poderia revolucionar nossa compreensão das causas subjacentes das doenças e ajudar no desenvolvimento de prevenções e curas para mais doenças.

Infelizmente, descobriu-se que a genética é responsável por apenas cerca de 10% das doenças, e as demais causas parecem ser ambientais.
Ou seja: para entender as causas e, eventualmente, a prevenção de doenças, as causas ambientais precisam ser estudadas.

Como você viu, o expossoma pode ser definido como a medida de todas as exposições de um indivíduo ao longo da vida e como essas exposições se relacionam com a saúde.

 

Expossoma da Psoríase

No meu Instagram, coloquei o expossoma da psoríase para você ter uma ideia de quais exposições ambientais corroboram para a doença. Veja aqui antes de continuar a leitura. Já viu? Então, esse é o expossoma da psoríase! Ele é bem complexo, mas mostra claramente como as doenças inflamatórias se interligam.

É extremamente importante médicos e pacientes se darem conta da importância da mudança do estilo de vida nesses pacientes em particular.

Há benefícios já divulgados em artigos anteriores na perda de peso, nos exercícios físicos regulares, alimentação mais saudável (tipo mediterrânea), na redução do estresse etc.

 

Agora você pode estar se perguntando…

Se essas coisas impactam na psoríase a ponto da doença melhorar quando controlamos esses agentes, o que será que esse controle pode fazer por alguém que não tem essa doença, não é mesmo?

Pois lembrem-se que a mesma inflamação crônica de baixo grau que está presente nas doenças inflamatórias, também contribui para o envelhecimento cutâneo e do corpo como um todo!

E nesse barco estamos todos! Ninguém está ficando mais novo.

Então, cuide-se muito e de forma global! Cuide do sono, da alimentação, mexa-se e sobretudo: cuidem do que você assiste, do que pensa e de como se relaciona com outras pessoas.

E então, gostou do conteúdo? Espero ter ajudado! Compartilhe com alguém que precisa e me siga no Instagram.

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar sobre algumas coisas que talvez você não saiba antes de ir a uma consulta com dermatologista.

Fiz esse vídeo no Instagram com algumas dicas que também vou passar aqui para você antes de marcar com qualquer profissional.

O intuito aqui é te ajudar a ir a uma consulta preparado para ser atendido pelo profissional e facilitar o diagnóstico mais rápido.

Muitos pacientes chegam ao consultório para uma consulta com dermatologista sem essas dicas e acabam não conseguindo o que precisam ou têm que marcar outra consulta para conseguir fazer a consulta completa corretamente.

Vamos evitar isso? Vou te dar algumas dicas simples e bem práticas para você ir e aproveitar ao máximo a consulta com dermatologista.

 

Dicas rápidas para consulta com dermatologista

Aqui estão algumas informações úteis para quem vai ser atendido em consulta com dermatologista e tem queixas nos cabelos ou nas unhas:
– Retire o esmalte de todas as unhas antes da consulta, mesmo daquelas que você acha que estão sem problemas.

– Venha com os cabelos limpos, principalmente se a sua queixa for de caspa ou crostas no couro cabeludo.

Veja: O que a queda de cabelo tem a ver com a pandemia?

– Caso você tenha o hábito de tingir os cabelos, faça isso antes da consulta, pois facilita muito o nosso exame de couro cabeludo com o dermatoscópio!

 

Outras dicas antes de marcar sua consulta

1 – Faça uma lista

Antes da sua visita, faça uma lista das suas preocupações. Além de garantir uma consulta mais tranquila e econômica, também permite que seu médico faça um diagnóstico mais preciso.
Faça uma lista detalhada destacando sua história familiar, medicamentos que você toma e suas preocupações gerais com a pele. Fornecer informações sobre visitas anteriores ao dermatologista também pode ser extremamente útil.
Isso pode ajudar o seu novo dermatologista a entender quaisquer planos de tratamento que você possa ter tido no passado (caso você tenha feito algum).

 

2 – Leve fotos

Levar algumas fotos de um problema de pele esporádico quando ele se expande pode ser uma grande ajuda para ilustrar ao seu dermatologista o problema de pele que te preocupa.
As fotos também são um ótimo recurso para garantir uma consulta de procedimento cosmético mais produtiva. Fotos suas quando era mais jovem, por exemplo, podem ajudar a ilustrar exatamente o que você está procurando.

 

3 – Tenha expectativas realistas

Ser paciente e realista quanto ao seu plano de tratamento é um bom ponto de partida para marcar sua consulta com dermatologista.

Frequentemente, leva tempo para sua pele se aclimatar com novos medicamentos e tratamentos, então não espere resultados finais instantâneos ou noturnos.

Como eu sempre aviso por aqui, pode levar semanas para alguns novos medicamentos mostrarem sua eficácia total.

Aqui, nós fazemos tratamentos que realmente vão eliminar o problema a longo prazo, então não espere fórmulas mágicas, isso vai evitar frustrações e ajudar em um tratamento mais produtivo.

 

4 – Não use maquiagem

Você pode contar com um pouco de base e corretivo para passar o dia, mas quando for visitar o dermatologista, é uma boa ideia deixar a maquiagem de lado.

Seu médico definitivamente vai querer dar uma olhada mais de perto em sua pele, então ir sem maquiagem pode ajudar seu dermatologista a identificar melhor sua condição.

Sei que aquela base, um corretivo e outros produtinhos do dia a dia são bacanas para levantar a autoestima e nos sentirmos ainda mais lindas do que já somos, mas antes de ir à consulta com dermatologista, deixe sua pele bem limpinha e sem resíduos de maquiagens.

Veja: efeito do estresse na pele: o que causa e como evitar?

 

5 – Remova o esmalte

Sei que já dei essa dica lá em cima, nas dicas rápidas antes de marcar a consulta com dermatologista e no Instagram, mas preciso explicar aqui porque você não pode estar com esmalte nas unhas…

Os dermatologistas tratam uma ampla variedade de doenças da pele e prestam muita atenção à saúde das unhas, especialmente porque alguns cânceres de pele tendem a se formar no leito ungueal.

Por isso, é aconselhável remover o esmalte para se preparar para a consulta com dermatologista. O fungo nas unhas, às vezes, podem ser a causa de erupções no corpo. Além disso, manchas podem se desenvolver sob as unhas, e essas manchas tendem a ser mais agressivas.

 

6 – Nunca reserve tratamentos no mesmo dia de um evento

Alguns procedimentos como peelings, tratamentos a laser e injetáveis ​​podem deixar sua pele com uma aparência inflamada e irritada.

Marque a sua consulta com uma semana de antecedência de qualquer evento programado que possa ter (festa, data, apresentação de trabalho, etc.) para garantir que a sua pele está no seu melhor.

Com o tempo de recuperação adequado, você terá uma ótima aparência e não precisará se preocupar com possíveis hematomas ou irritações na pele.

 

7 – Agende visitas de acompanhamento

Como já expliquei aqui, não existe fórmula mágica; os resultados aparecem quando o paciente e o médico trabalham juntos e são realistas.

Ou seja: não basta ir a apenas uma consulta com dermatologista e achar que já está pronto para fazer tudo sozinho. É preciso agendar visitas de acompanhamento para saber a eficácia do tratamento e ver como sua pele, unhas e cabelos estão reagindo.

Por mais que tudo pareça bem para você, uma consulta com dermatologista vai te mostrar se essa é uma falsa impressão ou se realmente está indo tudo certo.

Do contrário, você pode gastar tempo, dinheiro e muita energia esperando resultados que não terá.

 

Agora está na hora de marcar sua consulta com dermatologista

Depois dessas lições rápidas sobre a consulta com dermatologista, finalmente você está preparado para marcar a sua e começar seu tratamento. O que fazer então?

 

Agende com um médico dermatologista da sua confiança e que realmente tenha toda a formação e especialização na área que você quer ajuda.

 

Se você é de São Paulo, pode clicar aqui para me mandar uma mensagem e marcar sua consulta.

 

Espero ter ajudado! Compartilhe esse conteúdo e me siga no Instagram para mais dicas sobre cabelos, unhas e pele. Até a próxima!

 

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar sobre a micose nas unhas. Se você me acompanha por aqui, sabe que já falei sobre esse assunto algumas outras vezes, mas quero passar algumas outras informações que você ainda não tenha visto.

No meu Instagram, postei um vídeo sobre micose nas unhas com menos de 2 minutos para falar algumas coisas importantes sobre o assunto, como:

-> Um dos principais motivos que levam os pacientes aos dermatologistas é a micose nas unhas.

-> Quando falamos de micose nas unhas, estamos falando sobre uma infecção causada por fungos, que têm um aspecto de descolamento da unha.

-> Geralmente, a unha está aumentada, espessada e embaixo da unha tem esse descolamento com um pouco de descamação.

Quer saber mais sobre o assunto? Separei outros pontos importantes para falar com você aqui. Continue a leitura!

 

Como é feito o exame de micose nas unhas?

O exame de cultura e micológico direto são os mais usados e mais importantes para pesquisar as características e a presença do agente infectante.
Isso porque é preciso primeiro identificar o agente infeccioso para, então, conseguir diferenciar de outras doenças dermatológicas, como líquen plano, melanoma subungueal, psoríase, tumores e outras doenças dermatológicas.

O diagnóstico é relativamente fácil de fazer por um dermatologista. O problema aqui é que, para quem não é especialista, a micose nas unhas pode ser confundida com uma série de outras alterações.

A micose nas unhas é confundida com descolamentos simples e, até mesmo, com tumores benignos ou malignos, que merecem um cuidado e tratamento especial.

Por esse motivo, é tão importante fazer o diagnóstico correto. Em um outro artigo aqui do blog, falei sobre a importância de fazer o diagnóstico antes de tratar a micose nas unhas.

P.S.: Se você ainda não sabe o que é micose e por que o dermatologista é o mais indicado para fazer o exame, aconselho que vá neste outro post antes de continuar.

 

Fatores de risco e fatores das micoses nas unhas

A micose nas unhas e pele podem ser transmitidas por contato direto (por mais que não seja tão frequente), mas a forma de contágio mais comum é o contágio por usar objetos pessoais de outra pessoa que estão contaminados.
Como a micose existe nas unhas, pele e no couro cabeludo, alguns dos itens compartilhados que transmitem a doença são:

– Escova de cabelo

– Pente

– Lixa

– Cortador de unha

– Tesoura

– Alicate de unha

– Toalha de banho

– Roupa de cama

– Roupas comuns

Existe também o caso em que a própria pessoa passa o fungo de um local para o outro, como quando coça uma área infectada, por exemplo, e, logo após, passa a mão em outra área de fácil proliferação.

 

Como surgem os fungos da micose nas unhas e pele?

Esses fungos relacionados à micose nas unhas estão associados também às plantas, solo e, até mesmo, animais de estimação.
Em uma entrevista [você pode conferir aqui], falei sobre a preferência dos fungos e como prevenir, mas quero lembrar aqui um fator importante: os fungos preferem ambientes escuros, úmidos e quentes.

Esses locais, tanto se tratando do nosso próprio corpo quanto se tratando de ambientes que frequentamos, são os que mais facilitam essa proliferação.

Por isso que, no nosso corpo, por exemplo, um dos locais mais comuns para micose é nas unhas dos pés (levando em consideração que a maioria de nós tem o costume de usar sapatos fechados).

Já em ambientes físicos, os mais comuns e que precisamos tomar mais cuidado são: chuveiros, vestiários, banheiros e piscinas de clube. Se você tem o hábito de andar descalço em lugares assim, evite, porque são áreas de risco para infecções micóticas.

 

Como curar micose nas unhas rapidamente?

A melhor maneira é fazendo o diagnóstico precoce, identificando qual é o fungo infectante e em qual estágio está a lesão. Assim, o tratamento da micose nas unhas acaba sendo “mais rápido”.
Coloquei entre aspas ali, porque existem muitos mitos relacionados às micoses nas unhas, mas os dois principais (e que são opostos) são:

– Micose nas unhas não tem cura – MITO
– O tratamento para micose é rápido – MITO

Micose nas unhas tem cura sim e pode ser bem mais fácil e sem preocupações desnecessárias com a ajuda de um médico dermatologista, com o diagnóstico e tratamento corretos.

Fazer todo o tratamento caseiro, sem nenhuma prescrição médica, não é o ideal. É preciso contar com ajuda de um especialista para identificar se realmente é uma micose (até porque já falamos aqui que o câncer de unha pode ser confundido com micose) e qual o melhor tratamento.

Se engana também quem pensa que tratamento para micose nas unhas é rápido; isso depende muito do estágio em que está a lesão, mas o tempo de tratamento, geralmente, varia de 6 meses a 1 ano.

Outra coisa: micose nas unhas não se cura sozinha e, dependendo do estágio da lesão, é preciso ter tratamento local e oral.

 

Ainda com dúvida sobre micose nas unhas?

Separei 5 posts interessantes sobre micose nas unhas para você entender mais do assunto e entender quais atitudes deve ter daqui pra frente. Confira:
– Micose na unha: o que é e como identificar se é o seu caso?

– Sintomas da micose e características: parte 2 do seu guia completo

– 10 coisas que você precisa saber sobre micose de unha

– 5 dicas para evitar micose de unha

– Criança pode ter micose na unha?

Fiz esse conteúdo com muito carinho, espero que tenham gostado. Se você tirou algumas das suas dúvidas, compartilhe com outras pessoas que também precisam.

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram; sempre posto informações bacanas sobre esses e outros assuntos por lá.

 

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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