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Ontem à noite eu participei ao vivo de uma sessão de perguntas e respostas sobre os problemas dos cabelos, na página do Facebook do Minha Vida.

O Minha Vida é um portal de saúde, e eu tenho uma coluna mensal em que discuto doenças dos cabelos e unhas. Se quiser conhecer é só clicar aqui.

A Live de segunda à noite foi bem dinâmica, durou cerca de 30 minutos e abordou uma série de dúvidas elaboradas pelos jornalistas que integram a equipe do site e também do público que prestigiou o evento.

Falamos sobre calvície, tratamentos, sinais de alerta no couro cabeludo e cabelos e abordamos, também, a saúde dos fios e o que precisa ser feito para termos cabelos mais bonitos.

Está imperdível e ainda à disposição neste link! Corra lá para ver e deixe seu like!

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A minha segunda participação na CILAD foi em um bloco de terapêutica dermatológica para os 100 primeiros inscritos nesse congresso. Na sala, foram discutidos diversos tratamentos comuns no consultório de dermatologia.

Tivemos apresentações sobre doenças, como rosácea, acne, pele sensível, verrugas, cicatrizes de acne, doenças ungueais e pessoas que já tiveram câncer de pele ou que são mais dispostas a desenvolver.

Eu falei sobre as alterações ungueais que deixam as unhas feias e que levam o paciente a procurar o consultório médico.

Falei bastante sobre a síndrome das unhas frágeis e seus tratamentos locais e com medicamentos orais, também sobre a unha em garra e a unha em telha.

Sobre as unhas fracas, eu já falei bastante aqui no blog. Se você quiser saber mais sobre isso, é só clicar aqui.

Em relação às unhas em telha, que ficam espessadas, deformadas e podem causar uma dor insuportável, eu já discuti brevemente, quando falei sobre unhas doloridas.

No entanto, eu nunca falei sobre a unha em garra ou onicogrifose por aqui! Vai ser tema para uma próxima postagem, com certeza! Aguardem!

Seguem fotos do evento:

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Hoje foi o primeiro dia do XXII Cilad – Congresso Ibero Latinoamericano de Dermatologia, em São Paulo.

Eu participei do módulo de unhas, apresentando casos difíceis e inusitados de psoríase ungueal para uma plateia internacional de dermatologistas.

A psoríase ungueal é uma doença relativamente comum e subdiagnosticada, que pode cursar com artrite, ou seja: inflamação das juntas.

Portanto, trata-se de uma oportunidade de fazermos diagnóstico de uma doença articular, por meio da observação do aspecto das unhas!

O tratamento, em geral, pode ser difícil, mas, uma vez que o diagnóstico foi feito da maneira adequada, sabemos exatamente como proceder e quanto tempo demoraremos até termos um resultado satisfatório.

Entre os tratamentos disponíveis, temos: medicamentos de uso local, como géis e pomadas, medicamentos injetáveis e outros de uso oral.

A gravidade da doença, o paciente, seus hábitos e o impacto das alterações em sua vida é que vão guiar o médico na escolha de uma ou outra modalidade de tratamento.

Espero que tenham gostado!

Seguem fotos:

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Sabemos que o meio ambiente causa diversos danos na pele, cabelos e unhas.

O termo intemperismo é emprestado da geologia e diz respeito ao conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas.

Transpondo isso para o contexto dos cabelos, o intemperismo capilar seria os fatores ambientais que estariam associados ao dano aos fios dos cabelos.

E quais seriam esses elementos?

• Radiação ultravioleta
Os raios ultravioletas degradam a melanina, que seria um protetor natural dos fios.

A exposição à luz solar e a essas radiações levam a alterações na composição dos fios e perda da integridade dos cabelos.

Esse efeito é pior ainda em cabelos brancos e loiros! Portanto, nesses casos, é fundamental proteger os fios sempre que for se expor ao sol.

Há produtos capilares como leave-ins com filtro solar. Recomendo, também, o uso de bonés e chapéus.

O envelhecimento dos fios piora com essas radiações e leva a cabelos mais quebradiços e ralos, com áreas de rarefação.

• Pentear os cabelos
O estímulo mecânico causado pelo ato de pentear os fios pode levar a quebras e traumas nos fios.

Indica-se o uso de produtos específicos para evitar essa quebra, como cremes para pentear e leave-ons.

• Lavar os cabelos
Todas as vezes que lavamos, há perda de gorduras e de proteínas dos fios e, portanto, é importante reduzir ao máximo esse trauma.

O uso de xampus adequados, com pH balanceado, é uma dica, mas deve-se evitar grande quantidade de produto ou fazer muita espuma.

Além disso, não se deve aplicar esse produto no comprimento dos fios.

• Descolorações e tinturas
Ambas as técnicas rompem as pontes de enxofre e abrem a cutícula do fio, mas, no caso da descoloração, há o malefício de se remover a cor do fio, por meio de um processo oxidativo.

Isso torna o cabelo mais frágil, além de muito ressecado.

• Alisamentos e permanentes
Ambos os procedimentos visam romper as pontes de dissulfeto. Algumas técnicas utilizam substâncias com pH muito diferente do fio e/ou calor.

O resultado disso é um fio com perda de estrutura, fragilizado e quebradiço.

O quadro pode ficar ainda mais dramático quando há associação de técnicas, ou seja, quando fazemos, por exemplo, alisamento e descoloração.

O resultado desse tipo de procedimento é o aumento do risco de quebra dos fios.

Se mesmo assim se optar pela combinação dessas técnicas, aconselha-se a fazer primeiro o alisamento e depois descoloração. Até porque o alisamento pode alterar a cor dos fios.

• Calor
Por fim vamos falar sobre o uso de secadores e chapinhas.

Todos sabemos que o calor em excesso prejudica a saúde dos fios. Portanto, alguns cuidados devem ser observados.

Evitar escova em cabelos molhados, porque isso pode levar à formação de bolhas dentro dos fios, que vão fragilizá-los!

Recomenda-se secá-los antes e usar o secador sempre a 15cm do cabelo. Isso evita a quebra dos fios e o surgimento de pontas duplas.

Para cuidar bem dos seus cabelos evite fazer muitos procedimentos, hidrate os fios de forma regular com máscaras e leave-ins e siga essas dicas!

Caso não veja melhora, procure um médico especialista. O dermatologista pode ajudar você!

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Participei como coordenadora do curso pré-congresso de Cosmiatria de Cabelos e Unhas e palestrei sobre suplementação oral para unhas.

Dessa vez o congresso aconteceu em Brasília e as aulas foram muito interessantes e proveitosas, com excelente didática dos palestrantes.

No meu tema, falei principalmente da biotina e do silício, mas também abordei o uso dos peptídeos do colágeno e do ômega 3.

Na parte das unhas, discutimos a síndrome das unhas fracas, os esmaltes e os procedimentos de alongamento das unhas e seus efeitos adversos e a possibilidade de melhora estética de doenças ungueais crônicas ou que sofreram traumas.

Já na parte dos cabelos, falou-se sobre o intemperismo capilar e cosméticos capilares, além das próteses capilares e a perda de cabelos por tração.

O intemperismo capilar é um assunto fascinante e será tema do nosso próximo post, mas aqui vai um spoiler: trata-se de tudo que está no ambiente e pode danificar o fio.

Os grandes vilões são: o sol, o ato de pentear e tracionar os fios, a limpeza excessiva, as tintas e descolorações, os alisamentos e o calor.

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Este nome – dermatite – significa inflamação na pele e diz respeito a diversas doenças diferentes que podem inflamar a nossa pele.

Hoje, nós vamos falar de um tipo especial de dermatite! Continue lendo para saber mais sobre a atopia!

Quando usada solta, a palavra dermatite, em geral, se refere à dermatite atópica. Esse problema é mais comum em crianças, mas pode surgir em adolescentes e adultos.

Classicamente a pele coça muito e surgem lesões nas dobras dos braços e atrás dos joelhos. A pele é seca e pode descamar.

Como saber se o que eu tenho é dermatite atópica?

Às vezes a palavra alergia é usada de forma errada para descrever a atopia.

A alergia é um quadro mais agudo, que só acontece quando temos contato com alguns produtos e substâncias.

Já a atopia se refere à capacidade aumentada de reagir com praticamente tudo!

A dermatite atópica é crônica, ou seja, as lesões vêm e vão, há surtos de melhora e piora e a pele do corpo costuma ser seca e coça bastante.

Os pacientes portadores de dermatite atópica podem ter quadros respiratórios alérgicos associados, tais como: rinites, bronquites e asma. Isso também pode estar presente apenas na família do paciente que tem o problema na pele!

Outra característica desses pacientes é que costumam reagir com vários produtos aplicados na pele.

Isso acontece porque eles têm um “defeitinho” na barreira cutânea: faltam algumas gorduras na superfície da pele; isso faz com que essa pele perca água com maior facilidade e se torne seca.

A pele seca, por sua vez coça muito, levando ao surgimento das lesões tais como conhecemos.

O que fazer? 

Os pacientes que sofrem com esse problema precisam de acompanhamento médico com o dermatologista.

Há uma série de intervenções que podemos fazer para corrigir esses problemas e evitar a progressão para formas mais graves da doença.

Como tudo na vida, quanto mais cedo iniciamos o tratamento, melhor!

Alguns cuidados fundamentais incluem: hidratação intensa da pele, evitar produtos irritantes e utilizar medicamentos para reduzir a coceira.

É importante parar de coçar porque a coçadura piora o quadro e aumenta a chance de infecção da pele.

Os banhos devem ser frios e rápidos e é recomendado usar loções de limpeza no lugar de sabões!

Espero que tenham gostado do texto!

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No dia 18 de outubro comemora-se o dia do médico.

E onde será que eu estava nesse dia que nem pude agradecer às inúmeras – e lindíssimas – mensagens de parabéns que recebi?

Na verdade, eu fiquei uma semana completamente desconectada, durante um tratamento com o programa de controle de estresse do excelente spa médico Lapinha.

E isso me trouxe duas reflexões que gostaria de compartilhar com vocês.

A primeira é óbvia: médicos estão em risco iminente de esgotamento, especialmente aqueles que trabalham em grandes centros urbanos, como é o caso da cidade de São Paulo.

Temos que nos cuidar!

É muito comum e, ao mesmo tempo, perigoso para aqueles que trabalham com saúde arriscar a nossa própria com o objetivo de promovê-la em outras pessoas.

No entanto, percebam que baita contrassenso!!!

É preciso impor limites, observar o tempo de descanso e lazer. Não somos super-humanos, infelizmente! Temos limitações e aceitá-las e respeitá-las é o melhor caminho!

A outra é mais sutil e muito profunda.

Os médicos têm um pouco de ciúmes da medicina. Qualquer iniciativa feita por não médicos desperta uma certa antipatia da classe.

E olha a ironia do destino: o spa Lapinha – o primeiro spa médico do Brasil – foi criado por uma senhora não médica que já tinha mais de 60 anos de idade: a dona Margarida Bornschein Langer.

Ela estava doente e foi curada pela medicina naturista após ter feito uma viagem com esse objetivo para a Suíça.

Atualmente é administrado pelo neto da dona Margarida, o senhor Dieter Brepohl, e é um centro de excelência, e que já existe há mais de 45 anos!

Conta com uma equipe de primeira de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, educadores físicos, nutricionistas, cozinheiras, massagistas etc.

O local fica a pouco mais de uma hora de Curitiba e é localizado em um verdadeiro paraíso de 550 hectares, na região rural do município da Lapa, Paraná.

A água é potável e alcalina, já o solo é livre de pesticidas e adubos químicos.
Tudo o que consumimos na Lapinha é orgânico e produzido ali. Além disso, há diversos tratamentos hidroterápicos e de fisioterapia. Tudo respeitando o biorritmo e aliado ao exercício físico.

Os celulares ficam desligados e as pessoas oram e agradecem a Deus antes do almoço e do jantar!!!!

Nesse ambiente incrível, pude me desconectar do mundo, desacelerar e encontrar novamente meu ritmo biológico natural.

Uma semana que me renovou completamente. E a minha única tristeza foi não ter ficado mais tempo! Voltarei, com certeza! Todo mundo merece – e precisa de – uma temporada de detox!

A conclusão é que, muitas vezes, pessoas curam pessoas e atitudes geram uma corrente de mudanças que irão impactar diretamente a nossa saúde física, psíquica e mental!

Feliz Dia do médico, dona Margarida!!! Sou eternamente grata à senhora! Que Deus a tenha em bom lugar! E o meu muitíssimo obrigada ao senhor Dieter por manter e reinventar esse lugar fantástico! Que Deus os abençoe sempre!

Seguem fotos do paraíso.

PS: se forem para lá, digam que fui eu que indiquei!!

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A barba está na moda!

Já chamada de maquiagem do homem, a barba é capaz de adicionar personalidade à aparência deles e está fazendo cada vez mais sucesso.

No entanto, é preciso saber cuidar da barba. E é sobre isso que iremos conversar hoje.

Como alguns de vocês devem saber, essa é uma região sujeita ao surgimento da caspa, portanto é importante que aqueles que sofrem com esse problema usem um xampu anticaspa para lavar a barba diariamente.

A limpeza diária garante a higiene e evita o surgimento dessa doença, que pode impactar muito a aparência.

Outra dica é que os pelos sejam aparados periodicamente, para que todos fiquem do mesmo tamanho, garantindo um visual mais arrumado, independentemente do estilo da barba.

Pelos ásperos podem se beneficiar muito do uso de condicionadores específicos para a área.

Na falta deles, algumas linhas para a caspa contam com condicionadores para uso no couro cabeludo, que podem ser utilizados sem medo na área da barba, com a vantagem de que ainda hidratam a pele!

Querem saber mais? Confiram esta entrevista que concedi para o Jornal Zero Hora sobre esse tema.

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Roer as unhas é um hábito que pode causar problemas sérios no crescimento das unhas, como infecção do aparelho ungueal. Sabia mais aqui.

A maior parte dos pacientes que roem as unhas procuram o médico dermatologista querendo melhorar a aparência delas.

No entanto, não são todos que têm consciência de que é o hábito de roer unhas que está por trás disso!

Alguns até sabem que roer prejudica a aparência das unhas, mas custam a admitir para o médico que têm esse hábito, seja por vergonha, seja por acreditarem que exista uma forma de continuarem roendo e – mesmo assim – continuarem com unhas bonitas e saudáveis.

No entanto, isso não é possível!

Só conseguimos tratar as unhas se o paciente se comprometer a parar de roer e – desde que – ainda não tenha prejudicado a matriz ou o leito de forma definitiva.

O hábito de roer as unhas pode levar à infecção do aparelho ungueal, com surgimento de pus que, por sua vez, pode lesar algumas estruturas, danificando de vez a formação da unha!

Se você costuma roer as unhas e notou o aparecimento de calor, vermelhidão e dor na ponta dos dedos, é aconselhável procurar o especialista o quanto antes para iniciar o tratamento com antibióticos adequados, pois a manutenção desse quadro pode ser muito prejudicial, como já explicado!

Falei sobre esse assunto recentemente com a reportagem da Folha de S. Paulo, para a sessão Saúde Responde, e dei dicas sobre como parar de roer.

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Na noite dessa última quarta-feira, participei de um evento científico a distância para médicos dermatologistas e falei sobre a síndrome das unhas frágeis.

Trata-se de um problema muito comum no consultório dermatológico, sendo que, nos Estados Unidos e na Europa, ele acomete cerca de 20% da população.

Talvez no Brasil esse número seja ainda maior, afinal, nós somos o maior mercado consumidor de esmaltes do mundo! E o uso de esmaltes está associado ao problema!

O tratamento depende muito da orientação que fazemos às pacientes, porque vários hábitos ajudam a perpetuar o problema.

É fundamental, por exemplo, manter as unhas curtas e evitar retirar as cutículas.

A alimentação também é um ponto importante: é fundamental aumentar a quantidade de proteínas nas refeições! A unha é feita de proteínas e precisa de matéria-prima para pode ser fabricada.

Além disso, todas as células que estão se dividindo rapidamente também precisam de energia, e algumas vitaminas e minerais ajudam na geração dessa energia a partir do alimento, a saber: o complexo B, o ferro e a biotina!

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui.

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