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O frio já chegou, trazendo baixa umidade do ar e ventos mais gelados. Algumas das medidas que tomamos para nos esquentar e nos livrar do frio acabam criando problemas na nossa pele no inverno.

Nessa época, pode ser que você use uma quantidade maior de roupas, beba menos líquidos, transpire menos, tome banhos quentes, use os aquecedores com maior frequência, entre outras medidas para ficarmos mais quentinhos.

O problema é que essas atitudes fazem com que sua pele perca a capacidade para reter a água e também a sua oleosidade natural, o que pode desequilibrar a quantidade de óleo e água – que é conhecido também como manto lipídico.

A falta de cuidado com a pele no inverno pode causar, além daquela sensação de que está desidratado, uma pele que fica repuxando, ressecada, mais sensível, que comece a descamar e tenha a aparência opaca ou sem vitalidade.

Para evitar esses problemas, é essencial tomar alguns cuidados nas épocas mais frias. Hidratar a pele no inverno é primordial, seguindo os passos que vou falar aqui. Confira:

Passo 1: Limpeza, já! 

Tente não usar os sabões tão agressivos. Em vez disso, procure por aqueles que são limpadores sem sulfato (os syndets) ou que sejam em óleo.

 

Passo 2: A dose certa de prebióticos

As alterações constantes da temperatura podem comprometer a flora natural da pele! Alguns cremes têm a capacidade de restaurar essa flora, além de fortalecer a pele e deixá-la mais equilibrada. Alguns deles já são hidratantes e não há necessidade de utilizar mais um produto com essa função!

 

Passo 3: Antioxidante (o meu queridinho ainda é a vitamina C tópica)

Tanto para os olhos quanto para o rosto, temos produtos que combinam esse ativo com a vitamina E e substâncias como a carcinina, melatonina e o resveratrol, entre outros. Estou gostando muito da opção de óleos vegetais ricos em esqualano, compatível com a barreira natural da sua pele!

 

Passo 4: Hidratação pele no inverno

Para quem gosta de múltiplas camadas essa etapa pode ser separada. Os produtos multifuncionais dispensam a hidratação de forma separada! Eu acredito ser mais prático também!

 

Passo 5: Filtro solar pele no inverno

Ele é o último passo antes da maquiagem! Mas simmmm, temos produtos antioxidantes, hidratantes e com fps e cor para proteger a sua pele das manchas e do envelhecimento precoce, mesmo no inverno!

 

Gostaram? Comentem abaixo quantos desses passos vocês seguem e quantos estão deixando de seguir! Vou amar saber!

Se tiver alguma dúvida, sugestão ou quiser me acompanhar mais de perto, pode seguir omeu Instagram, também compartilho muita informação bacana por lá. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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No dia 16/07, fiz uma live com a Dra. Bianca Lundberg, que é hebiatra (médica de adolescente), para falar sobre algumas alterações dermatológicas que encontramos nos adolescentes e quais são os significados de cada uma.

Antes disso, vamos falar um pouco do que é ser hebiatra. Esse é um ramo da pediatria que cuida de crianças dos 10 anos até jovens de 24 anos, acompanhando e atuando com:

– Prevenção;

– Tratamento de doenças;

– Puberdade;

Outras características únicas dessa faixa etária.

Os hebiatras cuidam dessa parcela da população, que representa um grande número de pessoas e precisam de um acompanhamento mais de perto.

O tema da live foi: unhas e cabelos na adolescência e eu separei aqui as melhores questões sobre unhas para vocês. [Se quiser assistir na íntegra, pode clicar aqui]

 

Pele, unhas e cabelos na adolescência

Assim como a Dra. Bianca Lundberg ressaltou, por experiência própria com o público mais jovem, essa faixa etária reserva algumas complicações na pele, unha e cabelo.

É nesse momento que ocorrem muitas mudanças no corpo e, por isso, a parte dermatológica é tão importante, ajudando a passar por essas alterações com autoestima e evitando também os problemas no futuro.

É na pré-adolescência que a autoimagem começa a ser mais evidente e influenciada, já que o adolescente começa a reparar a diferença entre ele e outras pessoas da mesma idade e isso afeta a maneira como ele se enxerga.

Um dos maiores desafios de lidar com esse público, principalmente relacionado à pele, unhas e cabelos, é que os adolescentes costumam ser muito imediatistas.

Então, fazer um tratamento e esperar os resultados, para eles, é ainda mais difícil, eles querem que as coisas aconteçam mais rapidamente.

Mas vamos então conversar sobre as unhas dos adolescentes aqui e os outros tópicos você pode conferir nesta liveque fizemos. Confira!

 

Roer unhas prejudica o adolescente?

Essa é a principal causa de unhas fracas em crianças e adolescentes. A verdade é que uma criança ou adolescente não tem motivo para ter unhas fracas, mas isso pode acontecer ao roer as unhas.

Dica aos pais: quando observamos que a criança ou adolescente está com a unha muito fraca, tem que prestar atenção e ver se ele está roendo, porque isso fragiliza as unhas

Muitos ignoram esse comportamento, mas a verdade é que a abordagem e tratamento do roer as unhas deve ser feito o quanto antes, assim que você perceber essa tendência no seu filho.

Pode ser que ele não tenha esse hábito muito cedo, mas desenvolva depois. Assim que perceber essa tendência, você precisa interferir.

O tratamento para a criança ou adolescente parar de roer as unhas é multidisciplinar, ou seja, envolve vários profissionais e pessoas que estão ao redor.

Exemplo: É preciso ver se a criança ou adolescente, de repente, tem alguma ansiedade, porque normalmente tem e esse fato de roer a unha é apenas um termômetro indicando que tem algo por trás – e esse é o maior problema.

Passei mais informações importantes sobre o assunto, você pode conferir aqui nesta live

 

A pessoa pode nascer com unhas mais fracas que o normal ou só acontece com o ato de roer?

Pode sim, mas isso é muito raro. Não vemos esse tipo de situação com tanta frequência, geralmente as unhas fracas são associadas a uma causa – o papel do profissional é tentar entender se essa é uma causa interna ou externa.

Existem sinais que podem ajudar os profissionais a decifrar esse caso e fazer uma abordagem de acordo com o problema.

Unha fraca, na verdade, é uma síndrome – um conjunto de sinais e sintomas que estão por trás do problema e que pode ter várias causas diferentes.

Esse é um dos motivos para não haver um tratamento específico para unha fraca. Ela precisa ser investigada, porque para cada pessoa pode existir uma causa diferente e nós, profissionais, vamos fazer o tratamento de acordo.

 

E a nutrição das unhas fracas, por que acontece? É um déficit de vitamina, má alimentação? Dá para repor com uma nova rotina alimentar?

Dependendo da característica, se for necessário pesquisar a parte nutricional, os profissionais vão fazer um diário alimentar como primeiro recurso, para entender como tem sido a alimentação.

Isso porque o profissional precisa entender como o paciente tem se alimentado para descobrir quais nutrientes estão presentes e quais estão faltando.

Outro ponto fundamental para o profissional criar uma abordagem também é saber a rotina da pessoa. Ela faz exercício físico? Ela pratica esporte? Tudo isso é muito importante para entender como ocorre o gasto calórico.

Unhas e cabelos sofrem muito com falta de proteína e calorias. Falei também mais sobre isso na live e dei algumas dicas especiais.

E aí, gostaram do conteúdo? Assistiram a live? Deixem um comentário lá no vídeo para eu saber o que vocês acharam e se ficaram com alguma dúvida.

Veja a live aqui e aproveite para me seguir no Instagram, posto muito conteúdo legal por lá! Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Doutora Tatiana Gabbi, médica dermatologista e hoje vamos falar um pouco sobre aquelas manchas brancas que aparecem nas unhas.

Temos vários tipos de manchas brancas nas unhas, mas a mais comum (que a nossa avó falava que era de mentiroso ou que a gente ia ganhar um presente) é aquela mancha meio solitária, que aparece, vai crescendo e depois vai sumindo conforme a unha cresce.

Esse tipo de mancha branca na unha, que passamos a mão e ela não está áspera ou com nenhum outro aspecto, é causado por um mecanismo muito complexo, mas vou tentar te explicar aqui.

A fábrica da unha, que fica embaixo da cutícula, tem 2 frentes de produção: a parte mais superficial, mais ‘pra fora’ da nossa unha, que produz mais pra baixo. E a parte mais profunda que produz a parte de cima.

A natureza é sábia. Se a gente sofrer um trauma, ainda preservamos a nossa unha. Mas muitas pessoas cutucam essa região, seja na hora de fazer a mão, ou com hábitos de morder, roer ou até só cutucando.

Quando fazemos isso, pegamos apenas a parte mais superficial da fábrica, que produz a unha profunda e, com isso, você vai ter uma descamação de células lá na profundidade, que vai ficar segura pela lâmina superficial que está sendo produzida na matriz profunda.

Um pouco confuso, mas o ponto é: quando você tem esse tipo de quadro, você tem uma descamação celular que é retida pela placa.

Temos também outros tipos de manchas brancas nas unhas, que são muito comuns, que é aquela que aparece principalmente nas unhas dos pés. Nela, você passa a mão e sente uma aspereza.

Esse tipo de mancha branca, geralmente, é causado pela dissolução por causa do esmalte. Sabemos que os esmaltes são solventes e eles têm a capacidade de degradar a queratina – proteína que forma nossa unha.

Com isso, você tem a formação das pérolas de queratina e a deposição das manchas brancas nas unhas, que vão sair conforme você fizer um lixamento superficial e usar produtos hidratantes.

Lembrando, também, que as micoses de unhas podem ser vistas, a princípio, como manchas brancas. Então, se você ficou na dúvida, e tem manchas brancas nas unhas que não estão melhorando, procure um médico dermatologista para ele fazer o diagnóstico mais adequado.

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvidas, podem me seguir nas redes sociais e lá eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês.

P.S.: Para marcar uma consulta e ter um atendimento personalizado, basta clicar aqui. É rápido e prático. Espero te ver em breve!

Postado Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Eu sou a Tatiana Gabbi, médica dermatologista e aqui eu vou falar um pouco para vocês sobre as diferenças entre os esmaltes e os géis fortalecedores.

Esmalte fortalecedor, a gente tem de 2 tipos: os que modificam a estrutura das unhas, que os mais conhecidos são aqueles com formol e aqueles que não modificam, mas reforçam as estruturas das unhas.

E os géis, que a gente tem no mercado é só aquele gel que vai melhorar a estrutura da unha, cedendo nutrientes para ela.

Bom, tanto um esmalte fortalecedor quanto o outro, têm solventes na fórmula. Então, quando a unha está muito fragilizada, às vezes não é adequado usar um esmalte, a gente vai preferir o gel – que, inclusive, penetra melhor na unha e só vai ceder os nutrientes.

A vantagem do esmalte fortalecedor com formol é somente para as pessoas que têm unhas moles. Se você não tem unhas moles, se as suas unhas estão frágeis e elas descamam, você tem falta de água na sua unha e não excesso de água, que seria a indicação precisa do formol.

Então, é melhor você não usar esse tipo de produto e é melhor você usar outro tipo, que é aquele que vai ceder nutrientes para as suas unhas, reforçando a estrutura delas.

Muitas vezes, quando a pessoa pensa no esmalte, ela acha que é melhor porque fica fixo na unha. Lembre-se que a gente precisa estar sem esmalte para usar esse tipo de produto.

O gel pode ser aplicado nas cutículas, que ele vai ser absorvido. E a gente prefere usar sempre à noite, quando você não vai mais mexer com água, nada disso.

 

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvida, vocês podem me seguir nas redes sociais e, por lá, eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

 

 

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Muito está sendo dito a respeito das mãos ressecadas por conta da pandemia de COVID. Mas hoje vamos falar de um problema muito comum e pouco falado: a rachadura nos pés e o ressecamento.

Os cuidados com os pés devem fazer parte da rotina de beleza. Ter ressecamentos e rachaduras nos pés (principalmente no calcanhar) causa bastante desconforto e incomoda esteticamente.

Se você sofre com isso, é provável que se sinta mal em usar sandálias ou saltos abertos, por exemplo. Mas é possível retomar a sua autoestima e se sentir livre novamente desse problema.

Algumas pessoas são mais suscetíveis aos calcanhares secos e rachados, mas existem cuidados diários que ajudam a evitar o problema e tratar esse ressecamento.

Tratar esses problemas de rachaduras nos pés não é tão difícil, mas requer rotina e recomenda-se que procure um dermatologista para que ele indique o melhor para o seu tipo de pele.

4 dicas para evitar os calcanhares secos e rachados

1 – Evite o uso de lixa e pedra, pois agridem a sola do pé e tornam a pele da região ainda mais espessa.

2 – Lave e esfolie suavemente os pés. Hidrate-os duas vezes ao dia. Coloque meias após aplicar o produto à noite, pois facilita a penetração dos ativos.

3 – Em peles muito espessas, podem ser usados hidratantes específicos à base de ureia e ácido salicílico.

4 – Procure um especialista para identificar a causa do ressecamento.

Quer saber mais sobre o assunto e precisa de um especialista em pele? Entre em contato e agende a sua consulta.

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Por mais que os sinais do envelhecimento dos cabelos já possam ser observados após os 40 anos, é possível notar que a cada década há perda de 20 a 30% da atividade dos melanócitos – as células que produzem pigmento.

Isso acontece, em geral, por volta dos 30 anos, mas pode ser mais precoce, em alguns casos.

A mudança da coloração do fios ocorre quando há perda da capacidade de pigmentação da haste pilosa e inúmeros mecanismos estão associados.

A atividade de pigmentação do fio gera uma porção de radicais livres e, para se defender deles, o melanócito aumenta algumas substâncias protetoras, como antioxidantes que sequestram os radicais livres formados.

No entanto, quando envelhecemos, esses mecanismos de defesa são reduzidos e, portanto, o estresse oxidativo que se impõe, que leva ao dano do DNA e redução da atividade das células que produzem o pigmento e até a sua destruição (morte celular programada).

A radiação ultravioleta também interfere, assim como a poluição e o tabagismo. Esses três aumentam o estresse oxidativo e impactam mais ainda nos mecanismos descritos acima.

Portanto, o cigarro tem um impacto direto no envelhecimento dos fios, sendo um grande causador dos cabelos brancos.

Dicas rápidas para reduzir os cabelos brancos

Alguns estudos apontam para a suplementação de alguns aminoácidos e antioxidantes, que poderiam ter um impacto, reduzindo o embranquecimento do cabelo.

Outras dicas que com certeza ajudam na diminuição dos cabelos brancos são:

– Reduzir o estresse;
– Aumentar o tempo de sono
– Caprichar na alimentação, evitando alimentos inflamatórios e priorizando vegetais, verduras e frutas, ricos em antioxidantes.

Quer saber mais sobre os cuidados com a sua pele e cabelos? É simples: me siga no Instagram e continue me acompanhando aqui no blog. E para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

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A pele sensível traz bastante impacto na qualidade de vida daqueles que sofrem com este problema. São indivíduos que sofrem de ansiedade e somatização e a queixa de pele sensível é cada vez mais frequente nos nossos consultórios, já que mais da metade das mulheres e até 40% dos homens se queixam dessa condição.

Na maior parte das vezes, a sensibilidade aumentada está associada ao uso frequente e prolongado de certos produtos de skincare, que contêm conservantes e fragrâncias com potencial alergênico.

O surgimento da doença combina três mecanismos principais, mas ainda é pouco compreendido. Veja a seguir quais são os fatores que deixam a pele sensível e confira dicas para lidar com isso!

1 – Aumento da neurossensibilidade cutânea

Alterações nas terminações nervosas da pele fazem com que ela esteja mais sujeita aos estímulos ambientais. Isso torna a pele mais reativa, levando a uma inflamação e sensibilidade exacerbadas.

 

2 – Aumento da resposta imune

Reação acentuada aos irritantes levam ao aumento da resposta tipo antígeno-anticorpo.

Ou seja: existe uma maior propensão a alergias e doenças, como urticária de contato e dermatite de contato alérgica.

 

3 – Disfunção da barreira cutânea

A permeabilidade da barreira depende da integridade do estrato córneo da epiderme, das gorduras intercelulares (colesterol, ceramidas e ácidos graxos livres) e da organização celular.

Qualquer alteração nesse equilíbrio pode perturbar a função da barreira, permitindo que mais substâncias irritantes tenham contato com a parte imunológica da pele.

Isso faz com que os dois outros componentes desencadeiem uma reação inflamatória mais facilmente.

 

Pele sensível: quais lugares são mais afetados?

O local mais acometido é a face, especialmente próximo à região da boca, por ser uma área mais exposta a cosméticos, maior número de terminações nervosas e uma barreira cutânea mais frágil.

Outras áreas que também são afetadas com frequência são:

– Mãos

– Couro cabeludo

– Pés

– Pescoço

– Dorso

– Genitais

Logo após o uso dos cosméticos, ou até alguns dias depois do uso, o indivíduo nota ardor, desconforto, irritação, aspereza ou queimação na pele.

Outros sinais podem estar presentes, como: telangiectasias, ressecamento, descamação, pústulas, bolhinhas ou erosões.

 

Como cuidar da pele sensível?

O ideal é que você procure um médico dermatologista para te ajudar com a pele sensível, já que esse especialista vai te indicar o melhor tratamento.

Mas, até você procurar um médico dermatologista, vou deixar algumas dicas simples para te ajudar com a pele sensível:

1 – Use o menor número possível de cosméticos.

2 – Escolha produtos específicos para peles sensíveis.

3 – Escolha produtos sem fragrâncias, de preferência.

4 – Evite sabões ou sabonetes.

5 – Use água termal ou loções de limpeza.

6 – Seque suavemente, evite atrito com toalhas.

7 – Escolha hidratantes de textura leve.

8 – Evite máscaras e esfoliantes.

9 – Evite ácidos, a não ser quando prescritos pelo dermatologista. Inicie o uso em dias alternados.

10 – Proteja a pele de vento, calor e sol.

 

Pronto para superar a pele sensível e se sentir melhor?

Espero que tenham gostado. Existem diversos tratamentos que são indicados para esse tipo de pele.

Em geral, quando uma irritação ocorre, pedimos para que o paciente suspenda o uso de todos os produtos, fique um tempo sem utilizar nada e, depois, faça a reintrodução gradual, respeitando um intervalo de 7-15 dias entre cada um dos produtos, para que possamos entender qual deles é o responsável pelo quadro.

Muitas vezes, esses pacientes não conseguem utilizar produtos prontos e precisam de produtos manipulados de forma exclusiva. Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

Espero que tenham gostado desse artigo!

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Alopecia senescente é um tipo de perda dos cabelos, definido por um afinamento difuso dos fios, que não tem relação com hormônios sexuais masculinos. Ela é vista em indivíduos acima dos 50 anos de idade e sem histórico familiar de calvície.

Essa doença envolve uma redução progressiva no número de folículos em crescimento e no diâmetro das hastes capilares. Atinge homens e mulheres com cabelos previamente saudáveis e pode se associar ou não à alopecia androgenética.

Há uma redução da duração do crescimento dos fios e diâmetro das hastes e um prolongamento do intervalo que separa a perda do fio telógeno e o nascimento de um novo anágeno.

Esse fenômeno é semelhante ao que é visto na alopecia androgenética, mas nesses pacientes o processo é menos acentuado.

Clinicamente, notamos uma redução dos fios por área e deterioração da qualidade.

 

Alopecia senescente: por que isso acontece?

O comprimento máximo dos cabelos diminui conforme envelhecemos e, paralelamente, os fios se tornam mais finos.

Além do quadro da alopecia senescente, temos o envelhecimento dos fios e do couro cabeludo, que são determinados por fatores intrínsecos e extrínsecos.

O uso frequente do shampoo, por exemplo, deixa os cabelos mais felpudos e cria a ilusão de que são mais grossos. Os cabelos se tornam secos, pois a cutícula torna-se danificada e porosa, expondo o córtex, que não é capaz de reter umidade.

Condicionadores desenvolvidos para fios secos e danificados contêm moléculas grandes que alinham a cutícula capilar, ajudando a preencher fraturas e fissuras da haste, com impacto direto no brilho, maciez e modelação dos fios.

Os pacientes com alopecia senescente merecem uma abordagem ampla e personalizada dos cuidados capilares, desde a regularização do ciclo (controle da saúde geral, hábitos de vida e redução do estresse oxidante, através de alimentação e suplementação) e controle da queda até a promoção da melhora da qualidade dos fios.

Quer saber mais sobre alopécia senescente e outros assuntos relacionados ao cabelo? Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! Fique atento ao meu Instagram e aqui no blog. Até a próxima!

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É óbvio que estamos lavando mais as mãos e abusando do álcool em gel, mas mesmo sem esses hábitos, sabemos que no inverno a pele tende a ressecar, especialmente a pele das mãos e do rosto.

O cuidado com a hidratação da pele, principalmente nessas áreas, deve estar presente o ano todo, justamente porque hidratar a pele contribui no retardo do envelhecimento cronológico.

No inverno, observamos os sinais da tendência à desidratação como: ressecamento da pele, opacidade e tendência à descamação. Algumas pessoas ficam com a pele esbranquiçada e até mesmo avermelhada, nos locais mais críticos.

 

Hidratação da pele: o que fazer?

O tratamento individualizado é o nosso mais poderoso aliado, pois permite com que os médicos possam avaliar cada caso particularmente e diagnosticar doenças de pele que se confundem com o ressecamento – como as micoses, a psoríase e a dermatite atópica, só para citar 3 exemplos.

Além disso, conhecendo os hábitos dos nossos pacientes, podemos indicar a combinação ideal de ativos para cada um deles.

Algumas recomendações, no entanto, são universais:

– Evitar banho quente e demorado;

– Usar hidratante com a pele ainda úmida e não esfregar a toalha na pele;

– Skin care diário com o uso de sabonetes suaves, hidratantes e fotoprotetores;

– Tomar bastante água (cerca de 2l ao dia);

– Se alimentar de gorduras boas, ricas em ômega 3 (peixes como o salmão e a sardinha);

– Cuidar da microbiota da pele e do intestino, através de uma boa alimentação e evitando o uso de tópicos que interfiram, como álcool e outros produtos agressivos para a pele;

– Para as mãos: antes de dormir, coloque bastante hidratante nas mãos, de preferência um que seja mais consistente, como as manteigas.

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Oi, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje eu trouxe um assunto muito pedido por vocês que é sobre o melhor tratamento para micose.

Afinal, qual é a melhor forma de tratar a micose: de forma local ou oral? A resposta é: a combinação das duas formas.

Na maior parte dos casos, nós combinamos os dois tipos de tratamento para micose. O tratamento oral é imprescindível e demora cerca de 6 meses a 1 ano.

Por isso, é fundamental procurar o quanto antes o médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Porque quanto mais você espera para iniciar o tratamento, mais ele vai demorar e mais grave a micose vai ficar.

O medicamento não é tóxico, portanto, é essencial também que você limite a sua ingestão de álcool (caso você faça uso), porque isso pode prejudicar o seu tratamento. Quer saber mais? Continue a leitura!

 

O que é micose de unha?

A micose é uma infecção que é causada por fungos que podem atingir sua pele, unha e até cabelo. Esses fungos são mais frequentes em lugares com maior calor e umidade, já que essa condição é a ideal para que eles se desenvolvam.

Existem vários tipos de micose, como as tineas, candidíase e onicomicose. Essa última é a que acomete as unhas, descolando do leito e se tornando mais espessa.

A onicomicose pode tanto acometer as unhas dos pés quanto das mãos. Elas acontecem raramente na infância, mas é bem comum em pessoas com mais do que 55 anos.

Além do descolamento da unha, a onicomicose também pode fazer com que haja mudança na forma da unha e na coloração.

Geralmente, o tratamento para micose de unha é bem difícil e demora um tempo maior (como já vimos no começo do artigo), podendo ser feito com medicamento oral ou local.

 

Tratamento para micose: como prevenir a doença?

Uma das melhores maneiras de evitar esse tratamento para micose demorado, é tomando atitudes no dia a dia e melhorando os seus hábitos. Confira alguns a seguir:

– Usar apenas o próprio material ao ir à manicure;

– Secar muito bem o corpo após o banho, principalmente nas dobras (virilhas, axilas, dedos dos pés);

– Evitar um contato prolongado com a água e o sabão;

– Evitar também andar descalço nos locais que estão sempre úmidos (como vestiários e saunas, por exemplo);

– Não usar roupas molhadas por muito tempo;

– Não compartilhar roupas, bonés, escovas, toalhas, porque esses objetos pessoais podem transmitir doença;

– Não usar sapatos fechados por muito tempo, optando pelos mais ventilados e largos.
Apesar de falarmos hoje sobre o tratamento para micose de unha, essas práticas vão te ajudar a não pegar a doença de nenhuma maneira.

São hábitos simples, mas que podem prevenir a onicomicose e outras variações, já que essa doença é rápida para contrair, mas o tratamento para micose é mais difícil.

 

Outros tipos de onicomicose

É importante saber também que a onicomicose não causa apenas o descolamento da unha, mas existem outras manifestações da doença, como:

Leuconíquia: é quando ocorre uma descolocação esbranquiçada na superfície das suas unhas, que pode acontecer tanto no começo da micose como também no envelhecimento do esmalte na unha.

Paroníquia: é mais conhecida como “mão de lavadeira” e é causada pelo fungo chamado Candida, que também acontece em pacientes que têm corrimento vaginal. Esse fungo não é o principal responsável pela onicomicose, mas ajuda a piorar o quadro.

Destruição e deformidades: aqui, a unha começa a ficar quebradiça e frágil, podendo causar diversas deformidades e destruições.

 

Tratamento para micose de unha

Alguns tipos de tratamento para micose podem ser medicamentos de uso local, como: cremes, soluções e esmaltes.

Caso a unha seja acometida em mais de 30%, ou aconteça em várias unhas ao mesmo tempo, o tratamento oral também é necessário.

Como já falamos lá em cima, o tratamento varia de 6 meses a 1 ano. Vai depender muito do crescimento da unha, que geralmente é lento. Por isso, é necessário persistir para ter sucesso.

Não se esqueça de que, para fazer o tratamento para micose, é necessário contar com um dermatologista. Jamais se automedique, porque isso pode acabar mascarando os sintomas e piorando o quadro.

Além disso, não interrompa o tratamento para micose antes do tempo recomendado pelo dermatologista, mesmo que você ache que sua unha já está melhor, porque a infecção ainda pode estar na unha.

Por hoje, era isso que eu precisava falar com você sobre tratamento para micose. Espero que tenha gostado! Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! E para acompanhar mais conteúdos como esse, é só acompanhar e o meu Instagram.

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