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Pode parecer bem estranho e até difícil de acreditar, mas alguns bebês já nascem com as unhas dos pés encravadas.

E a tendência é a de que essa inflamação se agrave conforme usam meias e macacões que vestem até os pés, os tip tops.

Felizmente há tratamento para esses pacientes, e mais da metade deles não irá precisar de tratamento cirúrgico!

Como a pele, nessa faixa etária, é muito fina, podemos fazer tratamento com pomadas, massagens e curativos, com excelentes respostas!

Apenas uma pequena parte desses pacientes vai continuar com os sintomas, levando à necessidade de cirurgia!

Se você tem um bebê com esse problema, não tente cortar a unha ou desencravar sozinho! Isso pode agravar o quadro e levar à infecção do dedo! Procure um médico dermatologista para iniciar o tratamento o quanto antes!

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O que são essas unhas novas crescendo por baixo das antigas nas mãos do meu bebê?

Hoje iremos falar sobre as linhas de Beau.

As linhas de Beau surgem ao mesmo tempo em todas as unhas: representam um fenômeno de parada temporária do crescimento da unha com posterior retomada!

Dependendo de quanto tempo a fábrica da unha ficar parada, tanto mais larga será essa faixa e pode dar a sensação de que a unha velha irá cair e que a nova está a empurrando para fora!

Ok, já entendemos o que aconteceu na unha, mas por que isso acontece? 

A unha não é algo fundamental para o funcionamento do nosso organismo. Portanto, diante de agressões, como febre, cirurgias, doenças graves, desnutrição importante e alguns medicamentos, o corpo pode decidir economizar energia e sinalizar para suspender tudo o que não seja necessário.

Em adultos, é assim que isso acontece. Em crianças, a coisa pode surgir em momentos normais, como a troca de dentes, acompanhada ou não de inflamação importante, quadros como infecção urinária e otites.

Sempre que notar alguma alteração significativa é importante investigar a causa, mas esse problema indica algo que já passou e a altura das linhas nas unhas pode ajudar a estimar há quanto tempo o problema ocorreu. Isso ajuda o médico e o paciente a descobrirem as causas envolvidas!

Tratamento

O tratamento, nesse caso, é aguardar o crescimento normal das unhas e mantê-las curtas para evitar acidentes, uma vez que elas estão mais fáceis de cair.

 

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Não.

Nem todos os risquinhos escuros nas unhas são perigosos!

Às vezes uma batida – da qual nem nos lembramos – promove um hematoma na unha, localizado inicialmente na região abaixo da pele que a cutícula protege.

Nesse momento, não visualizamos o sangramento porque ele está ocorrendo embaixo da pele!

Pois bem, quase um mês depois, quando a unha cresce, nem nos lembramos mais que tivemos aquele trauma!

Veja a imagem de uma unha um mês depois de uma batida, da qual a paciente nem se lembrava mais e, na sequência, a mesma unha 3 semanas depois.

Como podemos verificar, na segunda imagem, a unha já cresceu e descascou, revelando que era um hematoma apenas.

 

E quando a mancha não desaparece?

No entanto, quando temos riscos na unha que não estão desaparecendo ou que estão mais largos e mais escuros, você deve procurar o dermatologista para serem avaliados!

Nesse caso, que a mancha não desaparece com o crescimento da unha, podemos estar diante da melanoníquia estriada, uma condição que merece uma visita ao médico!

Principalmente se está presente numa única unha. Esse assunto já foi tratado em vários posts prévios. Veja aqui.

 

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Na sexta-feira da semana passada, palestrei para uma plateia bem diferente do que estou acostumada: fui convidada para participar do 2º workshop ITEHPEC de Pele! O tema que me coube foi nail care: uma tendência mundial.

Abordei o mercado de nail care no Brasil e no mundo, que movimenta bilhões.

Discutimos os procedimentos, produtos atuais e as tendências para o futuro.

Além disso, expliquei noções de cuidados com as unhas e como ter unhas bonitas sem comprometer a saúde delas!

O evento foi um sucesso e fiquei extremamente feliz de participar e poder contribuir!

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Por que uma unha dói?

Já tratamos sobre isso neste artigo, mas ainda há muita dúvida e perguntas a respeito das unhas doloridas. Hoje falaremos um pouco mais sobre isso.

Quando a unha dói? 

Tente notar se a dor possui um padrão, ou seja: se há situações em que ela aparece e como você consegue melhorá-la.

A unha em telha, por exemplo, é bastante frequente e apresenta uma alteração do seu formato. Nesse caso, a dor surge sempre que encostamos na região.

É bastante frequente nas mulheres após a menopausa e dificulta bastante o uso de determinados calçados.

Já a dor do tumor glômico vem de repente, como se fosse uma fisgada ou choque, e não altera muito o formato da unha, apesar de que pode levar a uma mancha avermelhada ou roxa no local.

Unha encravada 

Mas, sem dúvida, a unha encravada, já bastante discutida nos nosso dois últimos artigos (veja aqui e aqui), é a principal causa de unhas doloridas. Muitas vezes a dor aparece antes mesmo da inflamação surgir.

O que fazer? 

Se você não costuma machucar as unhas, não se submeteu recentemente a nenhum tipo de procedimento, como unhas em gel ou em porcelana ou esmaltação em gel, é muito importante procurar o dermatologista caso tenha unhas doloridas.

Há diversos diferenciais e o diagnóstico correto pode exigir exames complementares, como ultrassom, radiografia ou ressonância magnética.

Outros casos podem somente melhorar com cirurgia. Portanto é fundamental que você seja avaliado por um especialista!

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Após a manicure, as unhas podem ficar inflamadas: qualquer um de nós está sujeito a isso, mesmo que nunca tenha acontecido antes! Sem querer, ela machuca o cantinho da pele ao redor da unha na hora de retirar a cutícula, e você fica com as unhas inflamadas.

E o pior é que muitas pessoas pioram as unhas inflamadas voltando na manicure ou fazendo o mesmo procedimento, tentando cutucar ou liberar os cantinhos com alicate ou outros instrumentos utilizados no cuidado das unhas.

Isso está errado!

Neste texto eu vou explicar o que fazer para que isso não aconteça e ensinar o que fazer se isso tiver acontecido com você.

Cuidados com as unhas dos pés

A pele ao redor das unhas dos pés está sujeita a uma série de traumas, como o impacto com o calçado, com o piso, com os outros dedos etc.

Por esse motivo, toda a vez que mexemos nessa pele delicada, corremos o risco de ficar com as unhas inflamadas.

A recomendação é que não se retire as cutículas dessa região nem se cutuque a pele ao redor das unhas dos pés.

Em algumas situações, o podólogo realiza essa remoção, mas com a técnica adequada e não simplesmente com o objetivo de retirar as cutículas.

As minhas unhas estão inflamadas após manicure. E agora?

Bem, agora você deve evitar a todo custo manipular a região machucada. Indico banhos de água morna com sal para reduzir a inflamação e o edema e massagem no sentido de liberar a pele inflamada do canto da unha.

Caso isso não melhore o quadro em 2 a 3 dias, é hora de consultar o médico dermatologista, que irá prescrever antibiótico. A medicação atuará para evitar que essa região infeccione ou leve ao encravamento verdadeiro dessa unha.

Unha encravada

Se você não cuidar das unhas inflamadas, elas podem evoluir para unhas encravadas. Caso isso aconteça, a resolução poderá ser cirúrgica.

Quanto mais cedo você procurar o especialista, mais cedo ele irá intervir e receitar medicamentos e tratamentos que levarão ao controle do quadro, sem necessidade de cirurgias mais complexas.

Lembre-se que há vários graus de unhas encravadas e vários tratamentos para elas, como tratamos neste post.

Espero que este artigo tenha ajudado você! Se gostou compartilhe nas redes sociais e conte nos comentários abaixo se isso já aconteceu com você!!!

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A unha encravada é uma condição que acontece toda a vez que há uma inflamação na pele que envolve a unha.

Isso ocorre por uma briga por espaço. Em geral, há algum deflagrante: um sapato apertado, manicure que machucou o cantinho, corte errado das unhas etc.

Há vários tipos e vários graus de gravidade da unha encravada. Tem unhas que ficam só doloridas, outras com pus no canto da unha, outras ainda apresentam uma pele, que é popularmente denominada de “carne esponjosa” e trata-se de uma pele que sangra com facilidade e fica inchada, ajudando a encravar ainda mais a unha.

Dependendo do tipo de problema, iremos indicar um tipo de cirurgia. As unhas encravadas mais leves, mais recentes e que ficamos na dúvida se realmente estão ou não encravadas podem ser tratadas de forma conservadora, ou seja: sem cirurgia.

Se esse tratamento falhar ou se elas estiverem um pouco mais inflamadas, talvez seja necessário um procedimento um pouco mais invasivo, mas bem tranquilo, que pode ser feito no consultório médico em menos de 1 hora.

Já as unhas encravadas que foram operadas previamente e voltaram a encravar ou que estão muito deformadas, muito alteradas ou com a pele ao redor muito inchada e endurecida, talvez necessitem de um procedimento mais avançado.

Nesses casos pode ser necessário remover a pele ao redor para que o resultado seja mais estético e também mais duradouro.

O pós-operatório é um pouco mais longo e talvez seja necessário operar em um hospital! Isso irá depender de cada situação, analisada individualmente.

De qualquer maneira, a dica é: se estiver com a unha encravada, procure um especialista!

Se a unha ficar muito inflamada ou deformada, a cirurgia na unha poderá ser mais elaborada. Ao procurar logo, você evita isso e pode resolver o problema com um procedimento muito mais simples!

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Recebi a seguinte dúvida por e-mail:

“Tenho uma mancha na unha há muito tempo e a minha mãe também. Nunca senti nada nessa unha e queria saber se por conta disso posso ficar despreocupado.”

E a resposta é:

Infelizmente, não!

É importante que tanto você quanto sua mãe sejam examinados e, de preferência, seguidos por um médico familiarizado com o problema.

Saiba que a maioria das manchas nas unhas é benigna, mas não temos como saber sem examinar e sem seguir quais são malignas e quais são benignas.

Outro dado relevante é que, quando pegamos o tumor no início, enquanto ainda está localizado, temos a chance de curar o paciente totalmente!!

Portanto não se justifica não ir ao médico nesses casos! Além disso, vemos alguns casos de melanoma em parentes, até porque a doença tem uma base genética.

Espero ter ajudado!

Não deixem de ler o artigo em que falamos sobre os sinais de gravidade.

Leia mais aqui e aqui também.

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Nos dias 18 e 19 de maio de 2018, participei da VII Jornada de Dermatologia de Ribeirão Preto, a Jaderp.

Fui convidada para ministrar 3 aulas para os dermatologistas do interior do Estado de São Paulo e fui surpreendida por um evento de altíssima categoria, frequentado por dermatologistas de todo o país.

Aprendi bastante durante esses dois dias incríveis e tenho muito a agradecer à comissão organizadora pela lembrança do meu nome! Contem comigo sempre!!!!

Nesses dois dias discutimos desde dermatologia clínica e cirúrgica, até cosmiatria e aspectos administrativos e práticos de gestão de consultórios! Também falamos sobre cabelos e tratamentos com laser e outras tecnologias.

Veja algumas fotos do evento:

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Neste último domingo, dia 06/05, participei de um curso exclusivo de alopecia frontal fibrosante, uma doença que está cada vez mais frequente nas mulheres de todas as faixas etárias e que leva à perda permanente dos cabelos.

O curso foi organizado pela Dra. Aline Donati, no auditório do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo.

O quadro clínico desse tipo de alopecia cursa com a perda dos fios mais finos e, consequente, aumento da região da testa.

O grande desafio dos dermatologistas está em fazer o diagnóstico precoce para que possamos, assim, intervir antes do desfecho, evitando o surgimento de áreas de cicatriz no couro cabeludo.

O primeiro sinal presente na maioria das pacientes é a perda dos fios das sobrancelhas, que se tornam falhadas e incompletas. Além disso, algumas notam que a testa está mais alta ou, ainda, que a área das costeletas está sumindo.

Esses sinais podem ou não ser acompanhados de sintomas inespecíficos, tais como ardor ou prurido no couro cabeludo e/ou queda dos cabelos.

E, quando notados, recomenda-se fortemente que a paciente procure um especialista, pois o quadro pode corresponder ao da alopecia fibrosante frontal.

Trata-se de uma doença relativamente nova, descrita pela primeira vez em 1994, ou seja, há pouco mais de 20 anos! Era pouco vista nos consultórios médicos no passado, mas está cada vez mais frequente no nosso meio e no mundo todo!

Não deixe de ver e de compartilhar o vídeo abaixo! Ajude a espalhar a consciência sobre esse tipo de problema!

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível para evitar a progressão e perda definitiva dos fios!

Até a próxima!

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