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Dicas para parar de roer unha: você rói as suas unhas? Esse vídeo é para você! Aprenda alguns truques e dicas para superar esse vício. Espero que vocês gostem desse conteúdo!

No artigo de hoje nós vamos falar um pouco sobre o terrível hábito de roer as unhas.

Muitos pacientes, quando procuram um médico dermatologista, sentem vergonha de roer as unhas – às vezes, eles nem contam pra gente que esse é o caso, eles vêm com uma tentativa de melhorar o aspecto das unhas.

Mas só existe uma forma de melhorar esse aspecto, que é: parar de roer unha. Então, é muito legal você abrir o jogo com o seu médico porque o dermatologista que não sabe que você está roendo vai pensar, inclusive, em outro tipo de doença e pode acabar te dando um remédio que não vai adiantar pro seu problema.

Como a gente faz para parar de roer unha? Continue lendo e veja algumas dicas que separei para você.

Tudo é uma questão de decisão

Em primeiro lugar, a gente toma a decisão de não roer mais. Em segundo lugar, eu acho que é fundamental a gente ter alguns mecanismos que ajudem a gente nessa decisão.

Isso pode ser um psicólogo, pode ser um amigo, pode ser um post que você faz diariamente no Instagram e você tem o apoio de uma comunidade. Então, é legal você ter esse vínculo com esse seu objetivo tomado.

E aí a gente pode usar esmalte de pimenta, a gente pode usar alguma lembrança, mas o que eu acho mais bacana é que a gente procure deixar as unhas bonitas. Em geral, quando a unha está bonita, há menos risco da gente estragar.

Então, eu sempre recomendo que a pessoa faça as unhas e que quem faça as suas unhas não seja você. Esse hábito de roer as unhas pode piorar se você tiver o instrumento nas mãos. Então, você pode querer cutucar as suas unhas com o instrumento e aí vai ser mais grave ainda o trauma.

Por que parar de roer unha?

Eu poderia dar vários motivos pelos quais você precisa parar de roer unha o quanto antes, mas vou deixar os mais simples e mais urgentes. Confira:

-> Ferimentos nas cutículas e peles do dedo facilitam a entrada dos vírus, fungos, bactérias e, portanto, a infecções.

-> Alterações da oclusão dentária, da mordida e do formato dos dentes.

-> Aumento das chances de ter gastrites, gastroenterites e outros problemas gastrointestinais.

-> Deformar as unhas e a pele ao redor, causando constrangimentos por causa dos efeitos de estética.

-> Dificuldade na apreensão de objetos e de outras atividades importantes da rotina.

-> Maior possibilidade de adoecimento por contato com os microorganismos e entrada de micróbios no corpo e corrente sanguínea.

Dicas rápidas para parar de roer unha ainda na quarentena

Além de manter as unhas sempre bem feitas, existem outras ideias rápidas e simples para praticar ainda essa semana e parar de roer unha logo. Confira:

01. Esmalte especial: se você não quer usar pimenta, pode usar um esmalte especial, que tem gostinho amargo. É incolor e serve para mulheres, homens e crianças maiores de 4 anos. Além disso, é fácil de comprar; várias marcas têm esse tipo de esmalte.

02. Bola anti-estresse: substituir um hábito ruim por um positivo pode ser uma ótima ideia de descobrir na prática como parar de roer unha. Um dos motivos que leva alguém a esse hábito é o estresse. Por isso, investir em uma bola anti-estresse pode ser ótimo para destruir esse comportamento ruim. Meditação mindfulness também pode ajudar bastante nesse sentido.

03. Invista em um novo hobby: ainda falando sobre hábitos, outra boa ideia é investir em um novo hobby, como conversar com um amigo, fazer atividade física, como yoga, tocar um instrumento etc. Isso pode diminuir manias e vícios e um deles é roer unha.

04. Acerte o tamanho: tenha calma. Essa é uma das principais dicas para quem quer parar de roer unha sem frustrações. A sua unha começou a crescer? Não tenha pressa de deixá-la gigante; primeiro deixe a unha no comprimento ideal e mantenha um formato arredondado – isso vai evitar que ela quebre e você volte ao ciclo de roer as unhas.

05. Tenha sempre uma lixa por perto: essa é uma das principais ferramentas para se carregar na sua bolsa. Já teve aquela unha que deu uma leve lascada e logo você colocou na boca? Nesse momento, o seu hábito ruim volta. Então, use a lixa nesses casos e evite a repetição do comportamento ruim.

Por fim, reconstitua a saúde das suas unhas

E, finalmente, depois que a gente consegue parar de roer unha, reconstituir a saúde das unhas. E, com isso, a gente pode usar produtos para melhorar a fragilidade que sobrou da época que a gente roía.

Para isso, o dermatologista normalmente vai recomendar tanto medicamentos tópicos, quanto de uso oral. Porque a gente sabe que alguns produtos têm a capacidade de melhorar a produção da sua unha – tanto a constituição da unha, deixando-as mais fortes, quanto até acelerando o crescimento. Esse tipo de recomendação é individual, porque leva em conta uma série de características pessoais. Portanto, eu recomendo que você consulte um dermatologista se já chegou nessa fase. E a quarentena não é desculpa, pois muitos de nós estamos atendendo por telemedicina!

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado e, se vocês ficaram com mais dúvidas, podem me seguir nas redes sociais e lá eu vou esclarecer mais dúvidas para você! E para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

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Cabelos quebrados atormentam muitas mulheres e é comum ficar sem saber o que fazer para evitar essa situação. Por isso, listamos as principais dúvidas sobre o tema. Confira!

Às vezes, os cabelos caem e às vezes eles quebram. É aí que surge a primeira das nossas perguntas sobre quebra de cabelo. Confira!

1 – Como sabemos se o nosso problema é de queda capilar ou de cabelos quebrados?

É fácil saber a diferença entre cabelos quebrados e quando estão caindo. Quando o cabelo cai, por algum motivo específico, o fio sai com uma pontinha, que você percebe e reconhece como bulbo capilar.

Mas quando estamos diante de cabelos quebrados, notamos que os fios ficam em tamanhos diferentes e observamos uma ponta que parece cortada. Pode ser que ela esteja mais afinada, por exemplo, ela fica com um aspecto diferente.

Então,em resumo, a ponta quebrada não tem o bulbo capilar, que é a raiz do cabelo.Isso só acontece quando o cabelo cai naturalmente.

 

2 – Precisa usar sabão ou podemos usar xampu para lavar os cabelos por conta do surto de COVID-19?

O correto é continuar usando o xampu, uma vez que ele já tem um pH eficiente para limpar os nossos cabelos. Então, não há necessidade de usar sabão (e nem devemos, pelo enorme risco de dano à haste e couro cabeludo, devido ao pH elevado dos sabões).

Uma dica muito importante nessa época é: prenda os cabelos. É melhor, porque diminui as chances do seu cabelo encostar em objetos e evita que você passe a mão no cabelo o tempo inteiro.

Outra dica bacana, principalmente para quem trabalha na área da saúde, é: não fique usando gel, pomada ou outras coisas que permitam com que partículas se grudem aos seus cabelos, porque essa maior capacidade de aderência, pode aumentar as suas chances de carregar o vírus para a sua casa.

Além disso, tome outras providências necessárias para evitar que os seus fios fiquem soltos; use touca e prenda o cabelo (não só com rabo de cavalo, mas também com coque) para diminuir a superfície de contato do seu cabelo com o ar, que já que ele pode estar contaminado com o vírus no ambiente de saúde, como UTIs, por exemplo.

Importante: Lembre-se de que a lavagem com sabão aumenta muito as chances de cabelos quebrados, pela diferença de pH entre os cabelos e este produto

 

3 – Qual a diferença entre reconstrução, nutrição e hidratação?

As influencers geralmente tratam bastante o assunto dos cabelos quebrados e falam sobre esses termos; por isso, muitos pacientes chegam aos consultórios querendo entender sobre eles. Então, qual é a diferença?

O cronograma capilar é um sistema de revezamento de entrega de nutrientes para os fios. Então, esses três procedimentos foram criados, de forma a serem utilizados de forma alternada, em um sistema de revezamento, para fornecer diferentes nutrientes e produtos para os fios.

Por exemplo: quando temos a necessidade de uma hidratação mais intensa, ou de reconstrução, o cronograma oferece coisas diferentes.

Quando falamos de reconstrução, temos que pensar no seguinte: o que precisa entrar para reconstruir é uma carga proteica maior.

Quando falamos de hidratação, pensamos na cutícula, na estrutura externa do fio. Isso tudo com o objetivo de melhorar a qualidade do brilho e toda a parte estrutural da cutícula.

Essas são as diferenças básicas entre todos esses processos e o cronograma pode ser uma excelente opção e funcionar muito bem quando nos submetemos às químicas capilares: alisamentos, descolorações e tinturas, por exemplo.

 

Mesmo quem não tem química, pode se beneficiar de um cronograma capilar…

Isso porque o próprio xampu faz com que a gente perca proteína capilar, por conta das alterações do PH no momento da lavagem. Isso sem mencionar o uso de fontes de calor, como secadores e chapinhas, que fazem com que os nossos cabelos percam água e fiquem desidratados e, portanto, sujeitos à quebra.

Gostou desse conteúdo? Então quero te convidar para assistir a live que fiz com a Dra Aline Blanco, dermatologista de Campo Grande, especializada em Tricologia, sobre cabelos quebrados! Só clicar aqui para ver o vídeo da live e conferir TUDO sobre esse assunto!

 

Cabelos quebrados: índice com essas e outras perguntas respondidas na Live

01:25 – Por que, às vezes, o cabelo cai e às vezes eles quebram?

02:34 – Com o COVID-19, o certo é lavar os fios com sabão?

05:18 – O jeito correto de lavar os fios para evitar a quebra de cabelo

10:33 – É certo diluir o shampoo com um pouquinho de água?

11:36 – Usar shampoo 2 em 1 atrapalha (considerando que cada um tem uma função)?

12:10 – Qual é a hora certa de passar a máscara? É depois do condicionador?

14:06 – E quando o cabelo quebra por causa do calor? O que fazer?

16:00 – Produtos de alisamento e os efeitos no cabelo

18:08 – Qual a diferença entre reconstrução, nutrição e hidratação?

20:25 – Qual é a frequência ideal para lavar os cabelos?

21:44 – E sobre os produtos veganos: eles têm um efeito melhor nos cabelos?

23:39 – Hidratar os cabelos quebrados é suficiente ou o medicamento também ajuda?

25:16 – O excesso de produtos de hidratação faz mal aos fios?

26:31 – O sulfato danifica mais o cabelo já danificado?

28:19 – Mas e os cabelos quebrados?

28:38 – Faz ou não suplemento para quem fez gastroplastia?

29:56 – E para quem está na linha de frente e precisa lavar os cabelos todos os dias. Qual o melhor shampoo?

32:21 – O shampoo anti resíduo retira as queratinizações?

34:36 – E a queda ou quebra de cabelo depois da dengue: como voltar ao normal?

36:53 – E quando os cabelos quebrados acontecem por corte químico? O que fazer?

40:13 – Por que o cabelo branco é duro e poroso?

43:44 – O que mais é necessário saber sobre cabelos quebrados e crescimento dos fios?

 

 

E então, gostou das informações sobre quebra de cabelo?

Não se esqueça de clicar aqui para assistir a live e ver o papo maravilhoso que tivemos, para te ajudar ao máximo com o seu problema de cabelos quebrados!!

É isso, gente! Hoje, ficamos por aqui. Se tiver alguma dúvida ou sugestão, não se esqueça: entre em contato comigo e eu te ajudo.

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Além desse blog e das páginas do Facebook e YouTube, eu também tenho perfis no Instagram e no Linkedin.

Por falar nisso, estou fazendo uma série de lives no meu perfil do Instagram @dratatianagabbi falando sobre os principais cuidados que precisamos ter com os nossos cabelos, unhas e pele durante a quarentena (e também depois dela).

Já falamos sobre:
– Cuidados com as unhas fracas;
– Queda de cabelos;
– Dermatite das mãos;
– Atendimento à distância.

A nossa próxima está marcada para o dia 1/5 às 15hs. Falaremos sobre “Quebra capilar ou corte químico: o que fazer para evitar?”

A live será com a Dra. Aline Blanco (já tivemos uma live incrível com ela no dia 21/04). Então, se você quiser aprender um pouco mais sobre como se cuidar e ter uma boa saúde é só me seguir por lá!

Também é possível interagir com as postagens com sugestões sobre temas que vocês achem interessante ou sobre os quais tenham curiosidade!

Eu só peço cuidado ao escrever as mensagens no inbox porque tenho uma equipe trabalhando comigo e não sou só eu que leio, portanto não é um ambiente sigiloso e não estou autorizada a trocar informações médicas por lá.

Caso deseje uma opinião sobre algum aspecto da sua saúde, solicito agendar uma consulta a distância e, para isso, basta enviar mensagem clicando neste link.

Se conecte comigo e tire suas dúvidas:

Instagram – corre que a live está perto.
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Obrigada e até a próxima!

 

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Olá, pessoal, nesse post vamos falar um pouco sobre as unhas fracas. A verdade é que muita gente tem dúvida sobre o assunto, mas não sabe aonde achar a informação correta.

Ah, e se a sua dúvida sobre unhas fracas não estiver respondida aqui, pode mandar uma mensagem no Facebook com a sua pergunta que a gente responde em uma próxima oportunidade. Vamos lá!

 

1 – O que pode causar as unhas fracas?

O que é mais comumente leva às unhas fracas é o hábito que temos de fazer a mão. Saiba que retirar as cutículas, usar esmalte, e depois usar acetona para retirar esse esmalte: tudo
Quando cozinhamos ou mexemos com produtos de limpeza, ficamos em contato com diversas substâncias e ficamos com as mãos úmidas a maior parte do tempo. Nessas situações ocorre a contração da unha e depois a expansão da placa da unha. Essa “dança” da unha expandir com a água e depois contrair com a secagem pode levar a quebras estruturais que vão promover um enfraquecimento da estrutura da unha. São as unhas fracas!

As unhas fracas se caracterizam por descamação e desfolhamento. Nos casos mais graves temos unhas quebradiças e ressecadas. Nessa época de pandemia mundial pelo COVID-19 estamos constantemente lavando as mãos e aplicando álcool gel. Com certeza isso contribui para o agravamento das unhas fracas! Saiba mais sobre isso aqui.

Mas isso não é tudo! Outras situações do nosso dia a dia podem contribuir com unhas fracas. É o caso de tocar instrumentos musicais, teclar, deixar as unhas compridas etc. A vibração transmitida em todas essas situações enfraquece as ligações celulares que mantêm a placa ungueal unida.

Algumas doenças também podem ser importantes para o surgimento do quadro de unhas fracas. Acontece muito com as doenças da tireoide e várias doenças de pele que também podem comprometer as unhas (psoríase, líquen plano, micoses), por exemplo.

Uma outra situação possível é quando a pessoa tem um distúrbio nutricional e apresenta déficits de proteínas, calorias, minerais ou vitaminas.

 

2 – Como cuidar das unhas fracas através da alimentação?

É possível cuidar das unhas com orientação nutricional, ao identificarmos que o indivíduo está consumindo menos do que precisaria para poder manter-se com saúde.

Quando atendemos o paciente, pedimos para que ele faça um diário alimentar, conversamos a respeito do que está sendo consumido, quais são as calorias envolvidas etc.

Também temos que saber quem é esse indivíduo, quais atividades diárias desse indivíduo, quanto ele gasta de calorias, para entender se tem um déficit nutricional importante.

Cabelos e unhas não são necessários para o organismo, então se houver um déficit de calorias ou um déficit de qualquer outro nutriente (proteínas, minerais e vitaminas), o corpo vai priorizar isso para os órgãos que são nobres e cabelo e unhas e cabelos irão sofrer. Então, teremos queda de cabelos e unhas fracas.

Através da conversa com o paciente conseguimos entender quem é esse indivíduo e o que ele está consumindo – e, muitas vezes, vamos direcionar exames complementares para investigar e confirmar essa hipótese

 

3 – Doenças que podem causar unhas fracas

Essas doenças que eu citei anteriormente são as mais comuns. Geralmente, tanto a psoríase quanto o líquen plano, vão acometer a maioria das unhas e são doenças inflamatórias. De uma hora para a outra, aquele indivíduo, que sempre teve as unhas normais, vai desenvolver uma inflamação e um acometimento das 20 unhas ou pelo menos da maioria delas.

Isso vai levar a uma fragilidade muito grande das unhas e de forma abrupta. Isso sempre faz com que o indivíduo opte por procurar o médico.

Já na nos casos de doença da tireoide, o quadro nas unhas é de instalação mais lenta, mas conseguimos perceber através de outros sinais e sintomas, como, por exemplo: fraqueza, astenia, fala lentificada, muito sono e aumento de peso. Nesses casos, nós confirmamos através de exames de sangue. Na maioria dos casos, o paciente já sabe que tem alteração da tireoide e já está em tratamento.

 

4 – Ficar sem esmalte ajuda no tratamento das unhas fracas

A orientação é de remover os esmaltes sempre que eles começarem a craquelar. Sempre que o esmalte começar a ficar feio, em vez de deixar ou ficar arrancando com as unhas o que restou, o ideal é remover tudo com um removedor sem acetona (porque é melhor para as unhas).

E, nesse período, até visitar novamente a manicure e fazer uma nova hidratação, aproveite para hidratar, porque é ótimo para fazer a recuperação da sua unha.

Você pode usar qualquer hidratante corporal, mas há alguns que são específicos para unhas e cutículas; é possível passar em cima das unhas também, já que a placa ungueal absorve muito bem os hidratantes e geis.

O momento atual, de recolhimento, é uma excelente oportunidade para fazer essa pausa no uso do esmalte e caprichar na hidratação noturna.

 

5 – Há alguma restrição à colagem de unhas artificiais e com gel?

Essas técnicas novas da unha em gel, ou até mesmo do esmalte em gel, têm a vantagem de deixar a unha em ordem mesmo em pessoas que não têm unhas tão fortes.

A desvantagem é que a unha colada cria um mecanismo de alavanca, porque vai aumentar o tamanho e vai atrapalhar a função normal da unha (que é ajudar na apreensão dos objetos, ajudar no tato).
Sempre que você está com a unha grande, colada na sua própria unha, e você tem um trauma, esse trauma é transmitido de forma muito mais significativa para o leito e pode levar até a lacerações – chegamos a ver algumas vezes esse tipo de quadro no consultório.

É claro que isso é um acidente, uma coisa que não acontece todos os dias. A desvantagem real é que pequenos traumas ao longo de dias e meses levam à fragilização da unha que está por baixo. Além disso pode ocorrer infiltração de água – ou outros imprevistos – que facilitam a infecção das unhas por fungos e bactérias.

Nessa época de pandemia e reclusão eu não indico de nenhuma forma o uso desse tipo de unha colada por atrapalhar a correta lavagem das mãos.

 

6 – Unhas amareladas ou com manchas brancas podem indicar alguma doença?

As micoses podem cursar tanto com unhas amareladas quanto esbranquiçadas, mas a maior parte das unhas amareladas que vemos não é decorrente de micose e sim dos esmaltes que têm pigmentos vermelhos.

Se eles não forem usados com uma base adequada ou forem de má procedência podem acabar penetrando na placa e mudando a pigmentação para uma cor mais amarelada.

Lembrem-se de que a unha com micose fica espessada, além de estar amarelada! Mas se a unha estiver amarelada e fina, isso pode ser causado por um agente externo, que não tem maior gravidade.
Manchas brancas podem ser surgir quando a manicure cutuca a fábrica da unha, levando a uma descamação das células da unha, que ficam aprisionadas pela camada superficial.

O indicado para quem tem esse tipo de mancha, é pegar leve na hora de fazer as cutículas, tentar evitar de retirar totalmente, empurrar com violência etc. Lembrar que o ideal é não retirar as cutículas e sim hidrata-las. Isso inclusive fortalece as unhas fracas!

E então, ficou com alguma dúvida sobre as suas unhas? Fale comigo sobre os seus questionamentos. Me siga no Instagram!

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Uma das medidas adotadas para o enfrentamento do novo coronavírus no Brasil é implementar o uso da telemedicina. O método ganhou destaque nas falas no Ministério da Saúde (MS) que, diante da crise, reconheceu a prática para atendimento médico durante a pandemia.
A telemedicina foi regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2002 e, desde então, vem sendo objeto de discussão entre entidades de saúde para definição das regras do uso correto e ético na prática. No contexto da pandemia de Covid-19, o CFM reconheceu o uso da telemedicina no Brasil “em caráter de excepcionalidade”.
Dessa forma, é possível viabilizar a assistência médica à distância, diminuindo, assim, os riscos de contaminação com a Covid-19, seja no caminho dos pacientes ao consultório ou mesmo na relação médico-paciente.
Além disso, essa modalidade de atendimento facilita muito o acompanhamento dos pacientes que já estão em tratamento e possibilita atender urgências dermatológicas (que não são vistas em pronto atendimento).

 

Mas, afinal de contas, o que é telemedicina?

O professor da Faculdade de Medicina e chefe da disciplina de Telemedicina da USP, Chao Lung Wen, define o recurso como um método da profissão.
Ele explica que o que determina a prática é simplesmente o uso de tecnologias eletrônicas associado ao atendimento não presencial e destaca que manter a qualidade do serviço médico é o que completa o pacote.
“Todos os processos que determinam a qualidade de um ato médico estão totalmente vinculados à telemedicina. Envolve entrevista investigativa estruturada, prontuário digital, decisão de conduta após avaliação do que podemos fazer usando um meio tecnológico. O paciente pode estar à dez metros dentro de outra sala, ou a mil quilômetros de distância e, ainda assim, poderá ser avaliado por meio de tecnologias interativas que estão à nossa disposição para oferecer a extensão do cuidado médico”, explicou o especialista.

 

Qual a diferença entre telemonitoramento, teleorientação, teleconsulta e teleinterconsulta?

Seja qual for a expressão, uma coisa é fundamental para que o método funcione: videoconferência. Ligações telefônicas não bastam.
Entretanto, a videoconferência só é válida se ela acontecer dentro das regras da telemedicina, que envolvem questões desde o consentimento do paciente, em relação a valores e serviços oferecidos, até a segurança de dados.
É por isso que prezamos o atendimento em um ambiente seguro, disponibilizado através de link fornecido para o paciente mediante o pagamento do serviço.

1. Telemonitoramento

O telemonitoramento é quando o médico faz uso de uma televisita para acompanhar as condições clínicas de um paciente – é possível fazer uma avaliação visual e observar as condições da evolução da doença dermatológica que estamos tratando.

 

2. Teleorientação

Nesse sentido, a teleorientação não é muito diferente. O termo diz respeito ao que seria uma primeira avaliação com função de orientar o paciente quanto ao uso de medicamentos e tratamentos para a pele, cabelos e unhas que, em geral, não exigem receita médica controlada e hábitos que possam ajudar em sintomas de doenças cutâneas.
A teleorientação não costuma envolver grandes tomadas de decisão e serve para orientações básicas e iniciais. Utilizamos essa modalidade para retornos de consultas já agendados e para checar com o paciente se há dúvidas em relação ao que foi prescrito.

 

3. Teleconsulta

A teleconsulta, por outro lado, envolve diagnóstico, decisões médicas quanto ao tratamento a ser adotado e prescrição.
“À princípio, a primeira consulta deveria ser presencial, segundo o CFM, mas quando o governo decreta isolamento social e pede para que a população não vá ao hospital, essa é uma solução. Senão, estaríamos estimulando a automedicação e o autodiagnóstico”, explica dr Chao Wen, especialista em telemedicina.

 

4. Teleinterconsulta

A teleinterconsulta diz respeito à interação entre médicos, o que pode ajudar os profissionais em tomadas de decisão.
Em tempos de pandemia, uma das vantagens em todos esses casos é conseguir reduzir a possibilidade de contágio da população por evitar a locomoção desnecessária de pacientes com sintomas gripais ou no grupo de risco.
Além disso, o acompanhamento médico à distância permite o atendimento de doentes com outros problemas de saúde, diminuindo assim a circulação de pessoas em ambientes hospitalares.

 

A telemedicina é uma ótima opção em meio ao COVID-19

No momento, esse tipo de atendimento deveria ser oferecido para todos, independentemente do tipo de doença.
As pessoas continuam com problemas de pele, infecções cutâneas de origem viral ou bacteriana, doenças bolhosas e autoimunes, inflamatórias e medicamentosas. Elas não podem deixar de ser atendidas e precisam de especialistas que tenham experiência nesse tipo de atendimento.
Segundo o Dr Chao Wen: “Esse método deveria ser expandido para todo cuidado possível, pois o processo de serviço médico foi quebrado com essa pandemia!”. Nós concordamos e nos disponibilizamos a atender por essa modalidade durante essa crise.
Caso seja necessário, temos condições de converter a consulta para consulta presencial com todo o cuidado necessário para o paciente.

O que você precisa fazer para ser atendido por telemedicina? Basta entrar em contato por este link e falar com a nossa secretária, que dará maiores informações.

Espero que vocês tenham gostado! Até mais!

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No artigo de hoje vou contar um pouco a vocês sobre como a alimentação influencia nossa pele.

Quando definiram o genoma humano, acharam que tinham descoberto tudo e que isso ia ser a chave para a gente entender tudo o que acontece com o nosso corpo, saúde e doença.

Mas logo depois, viram que não era só isso! E que elementos do ambiente são peça fundamental no ligamento e desligamento dos genes (epigenética). Então, em 2005, definiram o termo expossoma, que significa tudo o que a gente entra em contato ao longo da nossa vida e que pode ter impacto na nossa saúde.

Em 2017, dois autores definiram o expossoma do envelhecimento cutâneo e a nutrição, ou seja, a alimentação é um desses fatores muito importantes.

E quando a gente pensa em alimentação, a gente pensa nos carboidratos, nas proteínas, nas calorias, nos minerais, nas vitaminas, mas a gente tem que lembrar da água também, que é muito importante.  Quando estamos hidratados, tudo funciona melhor, inclusive a nossa pele.

1 – Carboidratos

Tem gente, por exemplo, que gosta de consumir grandes quantidades de açúcar ou de carboidratos que vão acabar virando glicose no sangue.
A glicose tem uma propriedade diferente: quando está presente em grandes quantidades, pode reagir com as proteínas que formam os tecidos do nosso organismo, modificando essas proteínas, ela caramelizar essas proteínas.

Por exemplo: a nossa pele tem colágeno e elastina, que vão conferir a textura que a gente conhece normalmente. Quando a glicose carameliza o colágeno e a elastina, temos a flacidez, rugas, perda do contorno facial etc. Então, pense nisso da próxima vez que estiver com vontade de comer muito açúcar.

 

2 – Acne

Uma coisa que sempre me perguntam sobre o tema “alimentação influencia nossa pele” é acerca da acne. Já se sabe, por meio de estudos, que a acne pode ser modificada por conta da nossa alimentação.

Não podemos falar em alimentos que, de forma absoluta, irão causar ou melhorar a acne, para todos, porque cada indivíduo é único; então, para alguns isso vai acontecer de uma forma e para outros, de outra completamente diferente.

No entanto, o que sabemos é: toda vez que aumentamos o fator de crescimento relacionado à insulina, podemos ter sim uma maior chance de desenvolver a acne.

E quando aumentamos esse fator? Quando comemos uma dieta muito rica em calorias. Então, ao comer doces, gorduras saturadas ou tudo que tiver muitas calorias, devemos lembrar que isso pode levar a essa via metabólica, e, assim, aumentar a inflamação na nossa pele.

 

3 – Unhas e cabelos

Em relação a unhas e cabelos, o que sabemos? Que o nosso organismo prioriza tudo o que é mais importante – e unhas e cabelos são acessórios.

Chamamos isso de anexos cutâneos, então eles não são fundamentais para o funcionamento pleno do nosso organismo. Para termos unhas e cabelos saudáveis e bonitos, todo o nosso organismo precisa estar alinhado com a nossa alimentação.

Portanto, quando fazemos dieta e comemos uma quantidade reduzida de proteínas ou calorias, o cabelo e as unhas sofrem bastante esse impacto. Mas existem algumas proteínas, alguns aminoácidos, que ajudam na constituição de unhas e cabelos.

A cisteína é o principal aminoácido que forma a queratina, proteína mais abundante na nossa pele, cabelo e unhas. Alimentos ricos em cisteína, para uma pessoa que já está se alimentando da forma correta, com a quantidade suficiente de proteínas e calorias, poderia sim ter um impacto nas unhas e cabelos.

Quais são esses alimentos? Cebola, alho, couve de Bruxelas, nozes, amêndoas e alimentos de origem láctea. Todo eles têm uma grande quantidade de cisteína que vai ajudar a formar a queratina da nossa pele, cabelo e unha.

 

4 – Vitamina C

Uma coisa que precisamos entender é: temos processos oxidativos no nosso organismo. Respiramos e produzimos radicais livres e eles serão combatidos por um sistema que existe no nosso organismo: produção de substâncias antioxidantes.

Uma das coisas que funcionam nesse sentido é a Vitamina C. Então, quando ingerimos produtos ricos em Vitamina C, como frutas e verduras, temos o favorecimento desse mecanismo limpador no nosso organismo.

Porém, quando comparamos a Vitamina C que usamos de forma tópica na nossa pele e a Vitamina C que ingerimos, vemos que os resultados da aplicada na pele são superiores aos resultados que temos quando consumimos.

Isso porque, quando usamos na pele, isso vai contribuir para melhorar a oxidação que está acontecendo na pele. E, quando ingerimos, teremos um sistema mais amplo desse mecanismo, então não teremos tanto impacto na somente na pele.

Acompanhe esse vídeo e tire suas dúvidas!

https://youtu.be/tahT7zTy7Jc

 

Lembre-se sempre

Não podemos nos esquecer que a pele é o maior órgão do nosso organismo e é o nosso cartão de visitas. Para termos uma pele saudável, precisamos de um organismo saudável.
Precisamos lembrar que uma forma de conseguir isso é por meio da alimentação; então se não estamos bem alimentados, não estamos bem nutridos, e isso vai aparecer primeiro na nossa pele.
Se você gostou desse conteúdo, procure o seu dermatologista e discuta esses assuntos com ele.

Ainda tem dúvidas sobre como a alimentação influencia nossa pele? Fale comigo na rede social ou pelo whatsapp e mande a sua pergunta! Me siga também no Instagram.

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Nesse artigo nós vamos falar especificamente da melanoníquia estriada, que são aqueles riscos escuros nas unhas que aparecem de uma hora para a outra. O significado disso é que uma mancha (ou uma pinta) surgiu na fábrica da unha e, agora, a fábrica está produzindo uma unha escura naquele ponto, por isso vemos uma linha ou uma faixa de unha escura.

O resultado do tratamento podemos verificar na primeira foto, a unha completamente saudável.

Nos adultos, principalmente quando acima dos 50 anos de idade, presente em unha única e naqueles de pele clara, devemos lembrar que esse é um sinal que deve ser sempre examinado por um médico dermatologista, que tenha familiaridade com as doenças das unhas. Isso porque, em algumas situações, isso pode indicar a necessidade de fazer a biópsia no local. Geralmente, essa biópsia não deixa sequelas.

A biopsia é indicada em adultos, pois pode sinalizar coisas como: micose, reações medicamentosas, mas também o melanoma. Através da biopsia, podemos ter o diagnóstico preciso dessa lesão. Nesse vídeo eu mostro os principais sinais de gravidade em adultos.

 

 

 

E os riscos nas unhas das crianças?

No caso de crianças, os riscos nas unhas são um pouco diferentes: a maioria deles desaparece com o tempo de seguimento e só há gravidade quando a faixa começa a alargar com o passar do tempo. Sinais que são suspeitos em adultos, não são suspeitos em crianças.

Então, geralmente, o que é feito para crianças é o acompanhamento seriado, com fotografias. Nós vamos fotografando, com e sem dermatoscopia, e acompanhamos para ver se esses riscos nas unhas estão com a tendência de alargar ou com a tendência de esmaecer, desaparecer e ficar mais finos.

Se for o segundo caso, não faremos procedimentos cirúrgicos, vamos só acompanhar e é muito frequente que essa mancha tenda a desaparecer com o passar do tempo.
Caso os riscos nas unhas alarguem, aí sim nós iremos estudar a possibilidade de fazer uma biópsia para que os pais fiquem mais tranquilos.

 

Imagens dos riscos escuro nas unhas

Eu vou deixar aqui uma imagem para todos poderem entender como é essa mancha, que pode aparecer em crianças. E apresento também o seguimento clínico de um paciente meu de 8 anos de idade. A primeira e a segunda imagens foram feitas com o intervalo de um ano. E isso nos mostra que houve uma redução importante do calibre e da cor da lesão, que se tornou bem mais clara durante o acompanhamento.

Esse aspecto demonstra benignidade e, nesse tipo de caso, não há a necessidade de fazer procedimentos cirúrgicos ou biopsias, podemos só manter o acompanhamento clínico.

 

Caso tenha dúvidas, pode mandar aqui nos comentários ou pelo whatsapp!

 

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O nosso assunto de hoje são os cuidados com as unhas nessa fase de pandemia do COVID-19 e também da quarentena.

Nesse texto eu vou dar dicas pra você que tem unhas fracas e pra você que não tem unhas fracas, mas que também quer fazer uma assepsia correta das suas mãos e sabe que algumas coisas que você faz ou deixa de fazer podem impedir ou atrapalhar a limpeza adequada das mãos.

Devido à Pandemia do COVID-19, no dia 23 de Março, todos começamos uma quarentena, para evitar que o vírus se espalhe, principalmente para o grupo de risco que são os idosos e pessoas com doenças crônicas.

Mas e quem convive com idosos ou com quem tem doença crônica? O que fazer? Ter cuidados com as unhas e mãos é essencial. Confira algumas dicas agora!

 

Cuidados com as Unhas: como evitar que o vírus se espalhe

O primeiro ponto que eu queria discutir com vocês sobre os cuidados com as unhas é em relação a remoção de cutículas e esmaltação. Pessoal, não. Essa é uma fase para deixarmos as nossas unhas em paz, então evite fazer isso em casa.

Aproveite esse momento para deixar as cutículas crescerem, e também ficar sem esmaltação. Isso vai facilitar muito na limpeza; a gente sabe que o vírus tem alta aderência e que os esmaltes descascados facilitam essa aderência.

Então, é importante remover o esmalte com um removedor apropriado, não acetona, retirar todo o excesso e aproveitar para hidratar mãos e unhas antes de dormir, porque todos estamos usando bastante álcool gel e sabonete.

Sabemos que essa prática é fundamental para a nossa proteção, mas pode levar a ressecar e fragilizar as unhas, mesmo das pessoas que não têm unhas fracas. Então: não retire as cutículas, hidrate e mantenha as unhas curtas.
 

E os alongamentos de unhas?

Esse é um ponto muito importante, eu já falei em vários vídeos sobre como os alongamentos de unhas podem danificar a estrutura do leito ungueal por mecanismo de alavanca.

Quando você está com a unha muito comprida, e bate a ponta da unha, aquilo transmite uma força muito grande para o leito ungueal, o que pode facilitar o surgimento de:

Micose;
● Infecções bacterianas;
● Atrapalhar muito a limpeza correta;
● Dificultar a apreensão dos objetos etc.

Se você me acompanha no Instagram, já deve ter percebido que eu não sou fã das unhas compridas, pelos motivos expostos acima. E, além disso, existe um motivo extra! Você sabia que os médicos que fazem cirurgia no centro cirúrgico não devem ter unhas compridas? E porquê? Por que atrapalha muito na hora de fazer a desinfecção das unhas e das mãos!

Portanto, nesse momento, não devemos deixar as nossas unhas compridas.

Ter cuidados com as unhas é essencial! É claro que dá trabalho, mas você vai ter bastante tempo para cuidar das suas unhas, favorecendo a saúde como um todo!

Lembre-se de mantê-las aparadas, sem esmalte, não retirar as cutículas e hidratá-las antes de dormir.

Eu espero que vocês tenham gostado. Se vocês gostou, compartilhe com as pessoas que você ama e, se tiver dúvidas, deixe nos comentários ou para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! Até a próxima, um beijo!

 

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Se os seus cabelos estão cada vez mais ralos, provavelmente você está se perguntando se calvície tem tratamento. A resposta é: sim. Continue lendo que eu vou te ajudar com informações importantes sobre o assunto! 

A perda de cabelos tem impacto significativo na aparência, e pode ser fonte de preocupação para homens e mulheres. A alopecia androgenética, também conhecida como calvície, é um problema que pode levar à perda total ou parcial dos cabelos.

Embora seja mais comum no sexo masculino – estima-se que 80% dos homens com mais de 80 anos sofram do problema, de acordo com a SBD – ela também pode afetar as mulheres. Nos homens, a perda de cabelo tende a se concentrar no topo do couro cabeludo.

Nas mulheres, é mais difusa, com preservação da área de implantação dos fios. Isso quer dizer que, em geral, não vemos entradas nas mulheres, mas os fios ficam mais finos e espaçados e podemos até enxergar o couro cabeludo através deles.

A boa notícia é que, hoje em dia, há inúmeras opções de tratamento. Quer conhecer as alternativas? Continue comigo até o final!

 

Calvície tem tratamento, mas sempre consulte um dermatologista!

A proteção natural da nossa cabeça é o cabelo, que age como filtro solar e nos protege de problemas como frio e traumas. Uma curiosidade é que, geralmente, temos aproximadamente 150 mil fios de cabelo.
O cabelo cresce 0,35mm todos os dias (a cada 24 horas, mais especificamente) e ele é programado para trocar os fios no período de 3 – 5 anos, mas isso depende da pessoa também.

Para algumas pessoas, esse quadro não acontece da forma esperada e isso acaba sendo frustrante e afetando a autoestima. Vários fatores podem ser responsáveis por isso e nem toda perda de cabelos é igual! A alopecia androgenética é uma das doenças que leva a perda de cabelos e é por esse motivo que eu recomendo consultar um dermatologista! Ele fará uma investigação das características e das prováveis causas do problema.

 

Algumas opções de tratamento para calvície

1 – Medicamentos
Dentre as opções terapêuticas estão os medicamentos de uso local (como soluções de minoxidil e 17 alfa estradiol), orais (como a finasterida) e antiandrógenos sistêmicos (como a ciproterona e espironolactona e, mais recentemente, o minoxidil oral).

 

2 – Laser e microagulhamento
Existem também técnicas com aplicação de lasers e microagulhamento com e sem uso de medicamentos. Todas essas técnicas podem ser utilizadas para estimular o crescimento dos fios. Nos casos mais acentuados, o transplante capilar pode ser indicado com resultados cada vez mais naturais!

 

3 – Transplante capilar
O transplante capilar retira folículos capilares dos locais com maior quantidade de fios (que esteja saudável e sem indício de problema genético) e os realoca para a parte cabeça que sofreu com a queda capilar. Isso funciona bem no sexo masculino porque nos homens há uma diferença entre o tipo de cabelo que fica no topo da cabeça e na região próxima a nuca (área doadora).

Como saber se você tem calvície mesmo?
Geralmente, os sinais de calvície podem aparecer nas pessoas de 20 até 30 anos, mas também podem começar a se manifestar a partir dos 15 anos (já que a puberdade aumenta a quantidade de hormônios).

 

Listei 8 sinais da calvície para observar em casa (mas existem outros, por isso procure um especialista se observar algo de anormal na sua rotina capilar):

01. Os cabelos demoram mais a crescer e ficam mais finos.
02. A raiz do cabelo fica mais fraca e cai, não crescendo novos fios no lugar.
03. Para os homens, a queda do cabelo começa com aumento das “entradas” e logo depois vai para as partes central e superior.
04. Para as mulheres, a queda dos fios começa na parte central e segue para as laterais superiores.
05. Menor volume de fios. Para as mulheres com cabelos mais compridos, principalmente, caso haja uma diminuição no volume, é importante consultar um dermatologista.
06. Toda pessoa tem um limite comum de fios para perder, que varia entre 100 a 120 fios por dia. Caso você esteja perdendo um volume maior do que esse e sem reposição, procure ajuda de um especialista.
07. Verifique se na sua família existe o histórico de perda de cabelo, já que a calvície também pode ser hereditária.
08. O couro cabeludo aparente também pode ser uma forma de descobrir a calvície; então, se o seu cabelo estiver molhado e você perceber que algumas regiões do couro cabeludo aparecem, provavelmente está ficando calvo.

 

Causas da calvície

Você já sabe que calvície tem tratamento, mas mesmo assim é possível que esteja se perguntando qual o motivo da queda dos fios. E eu vou te mostrar agora algumas possibilidades.
1 – Hereditariedade
Uma das razões para a perda de cabelo, como já falei aqui, é a genética. Esse é um dos motivos mais comuns para a queda dos fios e, geralmente, é o tipo mais difícil de evitar.
Caso alguém da sua família tenha ficado calvo, é bem provável que você desenvolva a calvície também. Por ser mais complexo, é importante ficar de olho e procurar um especialista assim que começar os sintomas.

 

2 – Alimentação
Já falei várias vezes nos meus vídeos do Facebook que a alimentação influencia diretamente na pele e cabelo.
O pior é que, hoje em dia, muitas pessoas não cuidam da alimentação por não ter tempo; a maioria come produtos industrializados, que faltam nutrientes e proteínas, interferindo diretamente nos fios.
A alimentação não leva a alopecia androgenética ou a calvície, mas pode colaborar com a piora da doença, uma vez que gera queda de cabelos (eflúvio). A presença de eflúvio descontrolado em alguém com calvície pode piorar bastante o aspecto geral dos cabelos, fazendo a doença parecer pior.

 

3 – Inflamação crônica associada a caspa
Você pode estar pensando agora: “Mas eu sempre lavo os meus cabelos, me alimento bem e não tenho histórico familiar de calvície. Como estou perdendo os fios?”
Nem sempre a higiene incorreta é feita por causa de desleixo, mas pode ser por um enxágue superficial, acúmulo de restos de produtos, oleosidade etc.
Então, procure verificar se você tem oleosidade excessiva do couro cabeludo ou presença de caspa. Caso você tenha esse problema, é mais um dado que o dermatologista irá levar em conta na hora de começar um tratamento para você!

 

4 – Estresse
Ao descobrir uma doença, traição, acidente ou alguma outra situação que gere uma carga emocional muito alta, isso pode levar a aumento de hormônios do estresse e influenciar no ciclo capilar!
É claro que o estresse isolado não pode ser o único responsável pela queda dos fios, mas ele pode ser um deflagrante e, assim como a má alimentação, sob o efeito do estresse, é possível que o seu cabelo comece a cair.

 

5 – Hormônios
Alterações hormonais também causam queda de cabelo e isso acontece em várias fases da vida (principalmente na adolescência, como já falei aqui) e esse pode ser um fator para a perda dos fios. Muitas vezes, podemos até descobrir problemas mais sérios através dos cabelos!

 

6 – Uso demasiado de remédios
Alguns tipos de medicamentos têm efeitos colaterais e um deles pode ser queda de cabelos – como os anticoagulantes, antidepressivos ou remédios para pressão, por exemplo.
A calvície pode piorar os sintomas com o uso de algumas medicações. Nunca se esqueça de contar para o seu dermatologista todos os medicamentos em uso!

 

7 – Hipotireoidismo
Ao não ter um funcionamento correto da tireóide, é comum que alguns hormônios não sejam produzidos na quantidade ou na forma correta. Alguns deles são essenciais para o seu metabolismo e podem interferir no crescimento dos seus fios.

Então, se você suspeita que tem hipotireoidismo, procure um endocrinologista para confirmar esse diagnóstico e começar um tratamento correto, fazendo a suplementação com iodo.

 

Calvície tem tratamento, mas é importante se cuidar!

Tome as atitudes necessárias para evitar a queda dos fios, mas caso isso não seja possível e você esteja sofrendo com a perda de cabelo, tome uma atitude primordial:

Converse com um especialista em cabelos, confira o melhor tratamento para o seu caso e recupere sua autoestima e confiança.

Nesse vídeo eu explico um pouco melhor sobre a queda de cabelos ou eflúvio que, como dito no texto, pode piorar o aspecto da calvície! Assista e entenda melhor sobre os vários problemas diferentes que podem surgir nos cabelos!

 

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Nesse texto eu vou explicar como esses vegetais auxiliam a nossa saúde, então se você quiser entender melhor, é só continuar lendo!

Frutas e legumes são extremamente ativos na manutenção da saúde do intestino e também da nossa pele. Temos no nosso organismo algo que é conhecido como eixo intestino-cérebro-pele. Isso quer dizer que esses órgãos se comunicam de diversas formas e, muitas vezes, uma ação em um deles, pode levar a uma reação nos outros.

Sabemos que os alimentos podem influenciar na saúde do intestino e, portanto, também são capazes de influenciar a saúde da nossa pele e até mesmo o nosso humor e como a gente pensa, por exemplo!

Frutas e legumes, como um todo, são ricos em fibras e polifenóis. E por que isso é importante? Porque as fibras e polifenóis são substratos, ou seja, alimentos para as bactérias boas intestinais que vão produzir os ácidos graxos de cadeia curta.

Mas o que são esses ácidos graxos de cadeia curta? O grande exemplo que temos é o butirato que é conhecido daqueles que fazem academia! Talvez você mesmo já tenha ouvido falar desse tipo de suplementação, que a gente pode fazer!

Entre as vantagens dos ácidos graxos de cadeia curta tempos:

1. aumento das bactérias que são importantes para o intestino, por manter a sua saúde e funcionamento!

2. ação anti inflamatória no intestino e, em órgãos distantes, como a pele!

3. Melhora das doenças auto imunes e inflamação como um todo.
As frutas cítricas, que são ricas em flavononas, são importantes porque são metabolizadas pela microbiota, absorvidas no cólon (que é a parte mais distal do intestino grosso) e a fermentação vai proporcionar o surgimento das bactérias mais importantes para o intestino, que são os lactobacilos e também as bifidobactérias intestinais. Com isso temos a melhora da função de barreira do intestino e, por serem ricas em vitamina C, uma ação antioxidante no organismo como um todo, que se reflete também na nossa pele.

Os óleos vegetais, sobretudo o azeite de oliva e as azeitonas, possuem substâncias que interferem na proliferação das bactérias boas do intestino e reduzem o espaço entre as células do intestino, reduzindo a absorção de toxinas presentes nos alimentos e outras substâncias que não são interessantes para nós. Isso tudo se traduz para a pele como uma ação fotoprotetora, afinal essas substâncias possuem antioxidantes naturais, e uma redensificação da pele, que se torna mais firme!

Suco de uva, uva e vinho são ricos em resveratrol, outro suplemento bem conhecido por sua ação na longevidade celular, tanto na pele como em outros órgãos! Essa substância também tem uma ação antioxidante e anti-inflamatória.

 

O que são carotenoides? frutas e legumes

Precisamos mencionar também os alimentos ricos em carotenoides, substâncias que dão cor amarela, laranja ou vermelha a alguns legumes e frutas! O amarelo, por exemplo, é a cor da luteína que está presente no milho. O licopeno, presente no tomate, é responsável pela cor vermelha e assim por diante.

Todas essas substâncias vão ser convertidas em um tipo de vitamina A que ativa o mecanismo de transformação de células de defesa (linfócitos T) em um tipo específico, que é chamado de T regulador. Esses linfócitos T reguladores têm a capacidade de aumentar a nossa tolerância a substâncias exógenas. Com isso, as doenças autoimunes poderiam ser moduladas no sentido de um maior controle dessa tendência.

Então, entre outras, ao consumir esses vegetais você teria as seguintes vantagens: aumento da função de barreira do intestino, aumento da produção de linfócitos T reguladores e na pele, a tão desejada diminuição da degradação do colágeno. Além disso, o licopeno como alguns já devem saber possui um importante efeito fotoprotetor.

Pessoal, era isso! Comam sempre frutas e legumes! Não deixem de fazer isso todos os dias, e, de preferência, em todas as refeições. Um beijo e até a próxima!

Se tiver alguma dúvida, sugestão ou quiser me acompanhar mais de perto, pode seguir o meu Instagram, também compartilho muita informação bacana por lá. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

 

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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