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Alopecia senescente é um tipo de perda dos cabelos, definido por um afinamento difuso dos fios, que não tem relação com hormônios sexuais masculinos. Ela é vista em indivíduos acima dos 50 anos de idade e sem histórico familiar de calvície.

Essa doença envolve uma redução progressiva no número de folículos em crescimento e no diâmetro das hastes capilares. Atinge homens e mulheres com cabelos previamente saudáveis e pode se associar ou não à alopecia androgenética.

Há uma redução da duração do crescimento dos fios e diâmetro das hastes e um prolongamento do intervalo que separa a perda do fio telógeno e o nascimento de um novo anágeno.

Esse fenômeno é semelhante ao que é visto na alopecia androgenética, mas nesses pacientes o processo é menos acentuado.

Clinicamente, notamos uma redução dos fios por área e deterioração da qualidade.

 

Alopecia senescente: por que isso acontece?

O comprimento máximo dos cabelos diminui conforme envelhecemos e, paralelamente, os fios se tornam mais finos.

Além do quadro da alopecia senescente, temos o envelhecimento dos fios e do couro cabeludo, que são determinados por fatores intrínsecos e extrínsecos.

O uso frequente do shampoo, por exemplo, deixa os cabelos mais felpudos e cria a ilusão de que são mais grossos. Os cabelos se tornam secos, pois a cutícula torna-se danificada e porosa, expondo o córtex, que não é capaz de reter umidade.

Condicionadores desenvolvidos para fios secos e danificados contêm moléculas grandes que alinham a cutícula capilar, ajudando a preencher fraturas e fissuras da haste, com impacto direto no brilho, maciez e modelação dos fios.

Os pacientes com alopecia senescente merecem uma abordagem ampla e personalizada dos cuidados capilares, desde a regularização do ciclo (controle da saúde geral, hábitos de vida e redução do estresse oxidante, através de alimentação e suplementação) e controle da queda até a promoção da melhora da qualidade dos fios.

Quer saber mais sobre alopécia senescente e outros assuntos relacionados ao cabelo? Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! Fique atento ao meu Instagram e aqui no blog. Até a próxima!

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É óbvio que estamos lavando mais as mãos e abusando do álcool em gel, mas mesmo sem esses hábitos, sabemos que no inverno a pele tende a ressecar, especialmente a pele das mãos e do rosto.

O cuidado com a hidratação da pele, principalmente nessas áreas, deve estar presente o ano todo, justamente porque hidratar a pele contribui no retardo do envelhecimento cronológico.

No inverno, observamos os sinais da tendência à desidratação como: ressecamento da pele, opacidade e tendência à descamação. Algumas pessoas ficam com a pele esbranquiçada e até mesmo avermelhada, nos locais mais críticos.

 

Hidratação da pele: o que fazer?

O tratamento individualizado é o nosso mais poderoso aliado, pois permite com que os médicos possam avaliar cada caso particularmente e diagnosticar doenças de pele que se confundem com o ressecamento – como as micoses, a psoríase e a dermatite atópica, só para citar 3 exemplos.

Além disso, conhecendo os hábitos dos nossos pacientes, podemos indicar a combinação ideal de ativos para cada um deles.

Algumas recomendações, no entanto, são universais:

– Evitar banho quente e demorado;

– Usar hidratante com a pele ainda úmida e não esfregar a toalha na pele;

– Skin care diário com o uso de sabonetes suaves, hidratantes e fotoprotetores;

– Tomar bastante água (cerca de 2l ao dia);

– Se alimentar de gorduras boas, ricas em ômega 3 (peixes como o salmão e a sardinha);

– Cuidar da microbiota da pele e do intestino, através de uma boa alimentação e evitando o uso de tópicos que interfiram, como álcool e outros produtos agressivos para a pele;

– Para as mãos: antes de dormir, coloque bastante hidratante nas mãos, de preferência um que seja mais consistente, como as manteigas.

Quer ficar por dentro de outras dicas sobre hidratação da pele no inverno? Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! E continue me acompanhando por aqui e me siga no Instagram.

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Oi, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje eu trouxe um assunto muito pedido por vocês que é sobre o melhor tratamento para micose.

Afinal, qual é a melhor forma de tratar a micose: de forma local ou oral? A resposta é: a combinação das duas formas.

Na maior parte dos casos, nós combinamos os dois tipos de tratamento para micose. O tratamento oral é imprescindível e demora cerca de 6 meses a 1 ano.

Por isso, é fundamental procurar o quanto antes o médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Porque quanto mais você espera para iniciar o tratamento, mais ele vai demorar e mais grave a micose vai ficar.

O medicamento não é tóxico, portanto, é essencial também que você limite a sua ingestão de álcool (caso você faça uso), porque isso pode prejudicar o seu tratamento. Quer saber mais? Continue a leitura!

 

O que é micose de unha?

A micose é uma infecção que é causada por fungos que podem atingir sua pele, unha e até cabelo. Esses fungos são mais frequentes em lugares com maior calor e umidade, já que essa condição é a ideal para que eles se desenvolvam.

Existem vários tipos de micose, como as tineas, candidíase e onicomicose. Essa última é a que acomete as unhas, descolando do leito e se tornando mais espessa.

A onicomicose pode tanto acometer as unhas dos pés quanto das mãos. Elas acontecem raramente na infância, mas é bem comum em pessoas com mais do que 55 anos.

Além do descolamento da unha, a onicomicose também pode fazer com que haja mudança na forma da unha e na coloração.

Geralmente, o tratamento para micose de unha é bem difícil e demora um tempo maior (como já vimos no começo do artigo), podendo ser feito com medicamento oral ou local.

 

Tratamento para micose: como prevenir a doença?

Uma das melhores maneiras de evitar esse tratamento para micose demorado, é tomando atitudes no dia a dia e melhorando os seus hábitos. Confira alguns a seguir:

– Usar apenas o próprio material ao ir à manicure;

– Secar muito bem o corpo após o banho, principalmente nas dobras (virilhas, axilas, dedos dos pés);

– Evitar um contato prolongado com a água e o sabão;

– Evitar também andar descalço nos locais que estão sempre úmidos (como vestiários e saunas, por exemplo);

– Não usar roupas molhadas por muito tempo;

– Não compartilhar roupas, bonés, escovas, toalhas, porque esses objetos pessoais podem transmitir doença;

– Não usar sapatos fechados por muito tempo, optando pelos mais ventilados e largos.
Apesar de falarmos hoje sobre o tratamento para micose de unha, essas práticas vão te ajudar a não pegar a doença de nenhuma maneira.

São hábitos simples, mas que podem prevenir a onicomicose e outras variações, já que essa doença é rápida para contrair, mas o tratamento para micose é mais difícil.

 

Outros tipos de onicomicose

É importante saber também que a onicomicose não causa apenas o descolamento da unha, mas existem outras manifestações da doença, como:

Leuconíquia: é quando ocorre uma descolocação esbranquiçada na superfície das suas unhas, que pode acontecer tanto no começo da micose como também no envelhecimento do esmalte na unha.

Paroníquia: é mais conhecida como “mão de lavadeira” e é causada pelo fungo chamado Candida, que também acontece em pacientes que têm corrimento vaginal. Esse fungo não é o principal responsável pela onicomicose, mas ajuda a piorar o quadro.

Destruição e deformidades: aqui, a unha começa a ficar quebradiça e frágil, podendo causar diversas deformidades e destruições.

 

Tratamento para micose de unha

Alguns tipos de tratamento para micose podem ser medicamentos de uso local, como: cremes, soluções e esmaltes.

Caso a unha seja acometida em mais de 30%, ou aconteça em várias unhas ao mesmo tempo, o tratamento oral também é necessário.

Como já falamos lá em cima, o tratamento varia de 6 meses a 1 ano. Vai depender muito do crescimento da unha, que geralmente é lento. Por isso, é necessário persistir para ter sucesso.

Não se esqueça de que, para fazer o tratamento para micose, é necessário contar com um dermatologista. Jamais se automedique, porque isso pode acabar mascarando os sintomas e piorando o quadro.

Além disso, não interrompa o tratamento para micose antes do tempo recomendado pelo dermatologista, mesmo que você ache que sua unha já está melhor, porque a infecção ainda pode estar na unha.

Por hoje, era isso que eu precisava falar com você sobre tratamento para micose. Espero que tenha gostado! Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! E para acompanhar mais conteúdos como esse, é só acompanhar e o meu Instagram.

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Dicas para parar de roer unha: você rói as suas unhas? Esse vídeo é para você! Aprenda alguns truques e dicas para superar esse vício. Espero que vocês gostem desse conteúdo!

No artigo de hoje nós vamos falar um pouco sobre o terrível hábito de roer as unhas.

Muitos pacientes, quando procuram um médico dermatologista, sentem vergonha de roer as unhas – às vezes, eles nem contam pra gente que esse é o caso, eles vêm com uma tentativa de melhorar o aspecto das unhas.

Mas só existe uma forma de melhorar esse aspecto, que é: parar de roer unha. Então, é muito legal você abrir o jogo com o seu médico porque o dermatologista que não sabe que você está roendo vai pensar, inclusive, em outro tipo de doença e pode acabar te dando um remédio que não vai adiantar pro seu problema.

Como a gente faz para parar de roer unha? Continue lendo e veja algumas dicas que separei para você.

Tudo é uma questão de decisão

Em primeiro lugar, a gente toma a decisão de não roer mais. Em segundo lugar, eu acho que é fundamental a gente ter alguns mecanismos que ajudem a gente nessa decisão.

Isso pode ser um psicólogo, pode ser um amigo, pode ser um post que você faz diariamente no Instagram e você tem o apoio de uma comunidade. Então, é legal você ter esse vínculo com esse seu objetivo tomado.

E aí a gente pode usar esmalte de pimenta, a gente pode usar alguma lembrança, mas o que eu acho mais bacana é que a gente procure deixar as unhas bonitas. Em geral, quando a unha está bonita, há menos risco da gente estragar.

Então, eu sempre recomendo que a pessoa faça as unhas e que quem faça as suas unhas não seja você. Esse hábito de roer as unhas pode piorar se você tiver o instrumento nas mãos. Então, você pode querer cutucar as suas unhas com o instrumento e aí vai ser mais grave ainda o trauma.

Por que parar de roer unha?

Eu poderia dar vários motivos pelos quais você precisa parar de roer unha o quanto antes, mas vou deixar os mais simples e mais urgentes. Confira:

-> Ferimentos nas cutículas e peles do dedo facilitam a entrada dos vírus, fungos, bactérias e, portanto, a infecções.

-> Alterações da oclusão dentária, da mordida e do formato dos dentes.

-> Aumento das chances de ter gastrites, gastroenterites e outros problemas gastrointestinais.

-> Deformar as unhas e a pele ao redor, causando constrangimentos por causa dos efeitos de estética.

-> Dificuldade na apreensão de objetos e de outras atividades importantes da rotina.

-> Maior possibilidade de adoecimento por contato com os microorganismos e entrada de micróbios no corpo e corrente sanguínea.

Dicas rápidas para parar de roer unha ainda na quarentena

Além de manter as unhas sempre bem feitas, existem outras ideias rápidas e simples para praticar ainda essa semana e parar de roer unha logo. Confira:

01. Esmalte especial: se você não quer usar pimenta, pode usar um esmalte especial, que tem gostinho amargo. É incolor e serve para mulheres, homens e crianças maiores de 4 anos. Além disso, é fácil de comprar; várias marcas têm esse tipo de esmalte.

02. Bola anti-estresse: substituir um hábito ruim por um positivo pode ser uma ótima ideia de descobrir na prática como parar de roer unha. Um dos motivos que leva alguém a esse hábito é o estresse. Por isso, investir em uma bola anti-estresse pode ser ótimo para destruir esse comportamento ruim. Meditação mindfulness também pode ajudar bastante nesse sentido.

03. Invista em um novo hobby: ainda falando sobre hábitos, outra boa ideia é investir em um novo hobby, como conversar com um amigo, fazer atividade física, como yoga, tocar um instrumento etc. Isso pode diminuir manias e vícios e um deles é roer unha.

04. Acerte o tamanho: tenha calma. Essa é uma das principais dicas para quem quer parar de roer unha sem frustrações. A sua unha começou a crescer? Não tenha pressa de deixá-la gigante; primeiro deixe a unha no comprimento ideal e mantenha um formato arredondado – isso vai evitar que ela quebre e você volte ao ciclo de roer as unhas.

05. Tenha sempre uma lixa por perto: essa é uma das principais ferramentas para se carregar na sua bolsa. Já teve aquela unha que deu uma leve lascada e logo você colocou na boca? Nesse momento, o seu hábito ruim volta. Então, use a lixa nesses casos e evite a repetição do comportamento ruim.

Por fim, reconstitua a saúde das suas unhas

E, finalmente, depois que a gente consegue parar de roer unha, reconstituir a saúde das unhas. E, com isso, a gente pode usar produtos para melhorar a fragilidade que sobrou da época que a gente roía.

Para isso, o dermatologista normalmente vai recomendar tanto medicamentos tópicos, quanto de uso oral. Porque a gente sabe que alguns produtos têm a capacidade de melhorar a produção da sua unha – tanto a constituição da unha, deixando-as mais fortes, quanto até acelerando o crescimento. Esse tipo de recomendação é individual, porque leva em conta uma série de características pessoais. Portanto, eu recomendo que você consulte um dermatologista se já chegou nessa fase. E a quarentena não é desculpa, pois muitos de nós estamos atendendo por telemedicina!

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado e, se vocês ficaram com mais dúvidas, podem me seguir nas redes sociais e lá eu vou esclarecer mais dúvidas para você! E para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

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Cabelos quebrados atormentam muitas mulheres e é comum ficar sem saber o que fazer para evitar essa situação. Por isso, listamos as principais dúvidas sobre o tema. Confira!

Às vezes, os cabelos caem e às vezes eles quebram. É aí que surge a primeira das nossas perguntas sobre quebra de cabelo. Confira!

1 – Como sabemos se o nosso problema é de queda capilar ou de cabelos quebrados?

É fácil saber a diferença entre cabelos quebrados e quando estão caindo. Quando o cabelo cai, por algum motivo específico, o fio sai com uma pontinha, que você percebe e reconhece como bulbo capilar.

Mas quando estamos diante de cabelos quebrados, notamos que os fios ficam em tamanhos diferentes e observamos uma ponta que parece cortada. Pode ser que ela esteja mais afinada, por exemplo, ela fica com um aspecto diferente.

Então,em resumo, a ponta quebrada não tem o bulbo capilar, que é a raiz do cabelo.Isso só acontece quando o cabelo cai naturalmente.

 

2 – Precisa usar sabão ou podemos usar xampu para lavar os cabelos por conta do surto de COVID-19?

O correto é continuar usando o xampu, uma vez que ele já tem um pH eficiente para limpar os nossos cabelos. Então, não há necessidade de usar sabão (e nem devemos, pelo enorme risco de dano à haste e couro cabeludo, devido ao pH elevado dos sabões).

Uma dica muito importante nessa época é: prenda os cabelos. É melhor, porque diminui as chances do seu cabelo encostar em objetos e evita que você passe a mão no cabelo o tempo inteiro.

Outra dica bacana, principalmente para quem trabalha na área da saúde, é: não fique usando gel, pomada ou outras coisas que permitam com que partículas se grudem aos seus cabelos, porque essa maior capacidade de aderência, pode aumentar as suas chances de carregar o vírus para a sua casa.

Além disso, tome outras providências necessárias para evitar que os seus fios fiquem soltos; use touca e prenda o cabelo (não só com rabo de cavalo, mas também com coque) para diminuir a superfície de contato do seu cabelo com o ar, que já que ele pode estar contaminado com o vírus no ambiente de saúde, como UTIs, por exemplo.

Importante: Lembre-se de que a lavagem com sabão aumenta muito as chances de cabelos quebrados, pela diferença de pH entre os cabelos e este produto

 

3 – Qual a diferença entre reconstrução, nutrição e hidratação?

As influencers geralmente tratam bastante o assunto dos cabelos quebrados e falam sobre esses termos; por isso, muitos pacientes chegam aos consultórios querendo entender sobre eles. Então, qual é a diferença?

O cronograma capilar é um sistema de revezamento de entrega de nutrientes para os fios. Então, esses três procedimentos foram criados, de forma a serem utilizados de forma alternada, em um sistema de revezamento, para fornecer diferentes nutrientes e produtos para os fios.

Por exemplo: quando temos a necessidade de uma hidratação mais intensa, ou de reconstrução, o cronograma oferece coisas diferentes.

Quando falamos de reconstrução, temos que pensar no seguinte: o que precisa entrar para reconstruir é uma carga proteica maior.

Quando falamos de hidratação, pensamos na cutícula, na estrutura externa do fio. Isso tudo com o objetivo de melhorar a qualidade do brilho e toda a parte estrutural da cutícula.

Essas são as diferenças básicas entre todos esses processos e o cronograma pode ser uma excelente opção e funcionar muito bem quando nos submetemos às químicas capilares: alisamentos, descolorações e tinturas, por exemplo.

 

Mesmo quem não tem química, pode se beneficiar de um cronograma capilar…

Isso porque o próprio xampu faz com que a gente perca proteína capilar, por conta das alterações do PH no momento da lavagem. Isso sem mencionar o uso de fontes de calor, como secadores e chapinhas, que fazem com que os nossos cabelos percam água e fiquem desidratados e, portanto, sujeitos à quebra.

Gostou desse conteúdo? Então quero te convidar para assistir a live que fiz com a Dra Aline Blanco, dermatologista de Campo Grande, especializada em Tricologia, sobre cabelos quebrados! Só clicar aqui para ver o vídeo da live e conferir TUDO sobre esse assunto!

 

Cabelos quebrados: índice com essas e outras perguntas respondidas na Live

01:25 – Por que, às vezes, o cabelo cai e às vezes eles quebram?

02:34 – Com o COVID-19, o certo é lavar os fios com sabão?

05:18 – O jeito correto de lavar os fios para evitar a quebra de cabelo

10:33 – É certo diluir o shampoo com um pouquinho de água?

11:36 – Usar shampoo 2 em 1 atrapalha (considerando que cada um tem uma função)?

12:10 – Qual é a hora certa de passar a máscara? É depois do condicionador?

14:06 – E quando o cabelo quebra por causa do calor? O que fazer?

16:00 – Produtos de alisamento e os efeitos no cabelo

18:08 – Qual a diferença entre reconstrução, nutrição e hidratação?

20:25 – Qual é a frequência ideal para lavar os cabelos?

21:44 – E sobre os produtos veganos: eles têm um efeito melhor nos cabelos?

23:39 – Hidratar os cabelos quebrados é suficiente ou o medicamento também ajuda?

25:16 – O excesso de produtos de hidratação faz mal aos fios?

26:31 – O sulfato danifica mais o cabelo já danificado?

28:19 – Mas e os cabelos quebrados?

28:38 – Faz ou não suplemento para quem fez gastroplastia?

29:56 – E para quem está na linha de frente e precisa lavar os cabelos todos os dias. Qual o melhor shampoo?

32:21 – O shampoo anti resíduo retira as queratinizações?

34:36 – E a queda ou quebra de cabelo depois da dengue: como voltar ao normal?

36:53 – E quando os cabelos quebrados acontecem por corte químico? O que fazer?

40:13 – Por que o cabelo branco é duro e poroso?

43:44 – O que mais é necessário saber sobre cabelos quebrados e crescimento dos fios?

 

 

E então, gostou das informações sobre quebra de cabelo?

Não se esqueça de clicar aqui para assistir a live e ver o papo maravilhoso que tivemos, para te ajudar ao máximo com o seu problema de cabelos quebrados!!

É isso, gente! Hoje, ficamos por aqui. Se tiver alguma dúvida ou sugestão, não se esqueça: entre em contato comigo e eu te ajudo.

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Além desse blog e das páginas do Facebook e YouTube, eu também tenho perfis no Instagram e no Linkedin.

Por falar nisso, estou fazendo uma série de lives no meu perfil do Instagram @dratatianagabbi falando sobre os principais cuidados que precisamos ter com os nossos cabelos, unhas e pele durante a quarentena (e também depois dela).

Já falamos sobre:
– Cuidados com as unhas fracas;
– Queda de cabelos;
– Dermatite das mãos;
– Atendimento à distância.

A nossa próxima está marcada para o dia 1/5 às 15hs. Falaremos sobre “Quebra capilar ou corte químico: o que fazer para evitar?”

A live será com a Dra. Aline Blanco (já tivemos uma live incrível com ela no dia 21/04). Então, se você quiser aprender um pouco mais sobre como se cuidar e ter uma boa saúde é só me seguir por lá!

Também é possível interagir com as postagens com sugestões sobre temas que vocês achem interessante ou sobre os quais tenham curiosidade!

Eu só peço cuidado ao escrever as mensagens no inbox porque tenho uma equipe trabalhando comigo e não sou só eu que leio, portanto não é um ambiente sigiloso e não estou autorizada a trocar informações médicas por lá.

Caso deseje uma opinião sobre algum aspecto da sua saúde, solicito agendar uma consulta a distância e, para isso, basta enviar mensagem clicando neste link.

Se conecte comigo e tire suas dúvidas:

Instagram – corre que a live está perto.
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Obrigada e até a próxima!

 

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Olá, pessoal, nesse post vamos falar um pouco sobre as unhas fracas. A verdade é que muita gente tem dúvida sobre o assunto, mas não sabe aonde achar a informação correta.

Ah, e se a sua dúvida sobre unhas fracas não estiver respondida aqui, pode mandar uma mensagem no Facebook com a sua pergunta que a gente responde em uma próxima oportunidade. Vamos lá!

 

1 – O que pode causar as unhas fracas?

O que é mais comumente leva às unhas fracas é o hábito que temos de fazer a mão. Saiba que retirar as cutículas, usar esmalte, e depois usar acetona para retirar esse esmalte: tudo
Quando cozinhamos ou mexemos com produtos de limpeza, ficamos em contato com diversas substâncias e ficamos com as mãos úmidas a maior parte do tempo. Nessas situações ocorre a contração da unha e depois a expansão da placa da unha. Essa “dança” da unha expandir com a água e depois contrair com a secagem pode levar a quebras estruturais que vão promover um enfraquecimento da estrutura da unha. São as unhas fracas!

As unhas fracas se caracterizam por descamação e desfolhamento. Nos casos mais graves temos unhas quebradiças e ressecadas. Nessa época de pandemia mundial pelo COVID-19 estamos constantemente lavando as mãos e aplicando álcool gel. Com certeza isso contribui para o agravamento das unhas fracas! Saiba mais sobre isso aqui.

Mas isso não é tudo! Outras situações do nosso dia a dia podem contribuir com unhas fracas. É o caso de tocar instrumentos musicais, teclar, deixar as unhas compridas etc. A vibração transmitida em todas essas situações enfraquece as ligações celulares que mantêm a placa ungueal unida.

Algumas doenças também podem ser importantes para o surgimento do quadro de unhas fracas. Acontece muito com as doenças da tireoide e várias doenças de pele que também podem comprometer as unhas (psoríase, líquen plano, micoses), por exemplo.

Uma outra situação possível é quando a pessoa tem um distúrbio nutricional e apresenta déficits de proteínas, calorias, minerais ou vitaminas.

 

2 – Como cuidar das unhas fracas através da alimentação?

É possível cuidar das unhas com orientação nutricional, ao identificarmos que o indivíduo está consumindo menos do que precisaria para poder manter-se com saúde.

Quando atendemos o paciente, pedimos para que ele faça um diário alimentar, conversamos a respeito do que está sendo consumido, quais são as calorias envolvidas etc.

Também temos que saber quem é esse indivíduo, quais atividades diárias desse indivíduo, quanto ele gasta de calorias, para entender se tem um déficit nutricional importante.

Cabelos e unhas não são necessários para o organismo, então se houver um déficit de calorias ou um déficit de qualquer outro nutriente (proteínas, minerais e vitaminas), o corpo vai priorizar isso para os órgãos que são nobres e cabelo e unhas e cabelos irão sofrer. Então, teremos queda de cabelos e unhas fracas.

Através da conversa com o paciente conseguimos entender quem é esse indivíduo e o que ele está consumindo – e, muitas vezes, vamos direcionar exames complementares para investigar e confirmar essa hipótese

 

3 – Doenças que podem causar unhas fracas

Essas doenças que eu citei anteriormente são as mais comuns. Geralmente, tanto a psoríase quanto o líquen plano, vão acometer a maioria das unhas e são doenças inflamatórias. De uma hora para a outra, aquele indivíduo, que sempre teve as unhas normais, vai desenvolver uma inflamação e um acometimento das 20 unhas ou pelo menos da maioria delas.

Isso vai levar a uma fragilidade muito grande das unhas e de forma abrupta. Isso sempre faz com que o indivíduo opte por procurar o médico.

Já na nos casos de doença da tireoide, o quadro nas unhas é de instalação mais lenta, mas conseguimos perceber através de outros sinais e sintomas, como, por exemplo: fraqueza, astenia, fala lentificada, muito sono e aumento de peso. Nesses casos, nós confirmamos através de exames de sangue. Na maioria dos casos, o paciente já sabe que tem alteração da tireoide e já está em tratamento.

 

4 – Ficar sem esmalte ajuda no tratamento das unhas fracas

A orientação é de remover os esmaltes sempre que eles começarem a craquelar. Sempre que o esmalte começar a ficar feio, em vez de deixar ou ficar arrancando com as unhas o que restou, o ideal é remover tudo com um removedor sem acetona (porque é melhor para as unhas).

E, nesse período, até visitar novamente a manicure e fazer uma nova hidratação, aproveite para hidratar, porque é ótimo para fazer a recuperação da sua unha.

Você pode usar qualquer hidratante corporal, mas há alguns que são específicos para unhas e cutículas; é possível passar em cima das unhas também, já que a placa ungueal absorve muito bem os hidratantes e geis.

O momento atual, de recolhimento, é uma excelente oportunidade para fazer essa pausa no uso do esmalte e caprichar na hidratação noturna.

 

5 – Há alguma restrição à colagem de unhas artificiais e com gel?

Essas técnicas novas da unha em gel, ou até mesmo do esmalte em gel, têm a vantagem de deixar a unha em ordem mesmo em pessoas que não têm unhas tão fortes.

A desvantagem é que a unha colada cria um mecanismo de alavanca, porque vai aumentar o tamanho e vai atrapalhar a função normal da unha (que é ajudar na apreensão dos objetos, ajudar no tato).
Sempre que você está com a unha grande, colada na sua própria unha, e você tem um trauma, esse trauma é transmitido de forma muito mais significativa para o leito e pode levar até a lacerações – chegamos a ver algumas vezes esse tipo de quadro no consultório.

É claro que isso é um acidente, uma coisa que não acontece todos os dias. A desvantagem real é que pequenos traumas ao longo de dias e meses levam à fragilização da unha que está por baixo. Além disso pode ocorrer infiltração de água – ou outros imprevistos – que facilitam a infecção das unhas por fungos e bactérias.

Nessa época de pandemia e reclusão eu não indico de nenhuma forma o uso desse tipo de unha colada por atrapalhar a correta lavagem das mãos.

 

6 – Unhas amareladas ou com manchas brancas podem indicar alguma doença?

As micoses podem cursar tanto com unhas amareladas quanto esbranquiçadas, mas a maior parte das unhas amareladas que vemos não é decorrente de micose e sim dos esmaltes que têm pigmentos vermelhos.

Se eles não forem usados com uma base adequada ou forem de má procedência podem acabar penetrando na placa e mudando a pigmentação para uma cor mais amarelada.

Lembrem-se de que a unha com micose fica espessada, além de estar amarelada! Mas se a unha estiver amarelada e fina, isso pode ser causado por um agente externo, que não tem maior gravidade.
Manchas brancas podem ser surgir quando a manicure cutuca a fábrica da unha, levando a uma descamação das células da unha, que ficam aprisionadas pela camada superficial.

O indicado para quem tem esse tipo de mancha, é pegar leve na hora de fazer as cutículas, tentar evitar de retirar totalmente, empurrar com violência etc. Lembrar que o ideal é não retirar as cutículas e sim hidrata-las. Isso inclusive fortalece as unhas fracas!

E então, ficou com alguma dúvida sobre as suas unhas? Fale comigo sobre os seus questionamentos. Me siga no Instagram!

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Uma das medidas adotadas para o enfrentamento do novo coronavírus no Brasil é implementar o uso da telemedicina. O método ganhou destaque nas falas no Ministério da Saúde (MS) que, diante da crise, reconheceu a prática para atendimento médico durante a pandemia.
A telemedicina foi regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2002 e, desde então, vem sendo objeto de discussão entre entidades de saúde para definição das regras do uso correto e ético na prática. No contexto da pandemia de Covid-19, o CFM reconheceu o uso da telemedicina no Brasil “em caráter de excepcionalidade”.
Dessa forma, é possível viabilizar a assistência médica à distância, diminuindo, assim, os riscos de contaminação com a Covid-19, seja no caminho dos pacientes ao consultório ou mesmo na relação médico-paciente.
Além disso, essa modalidade de atendimento facilita muito o acompanhamento dos pacientes que já estão em tratamento e possibilita atender urgências dermatológicas (que não são vistas em pronto atendimento).

 

Mas, afinal de contas, o que é telemedicina?

O professor da Faculdade de Medicina e chefe da disciplina de Telemedicina da USP, Chao Lung Wen, define o recurso como um método da profissão.
Ele explica que o que determina a prática é simplesmente o uso de tecnologias eletrônicas associado ao atendimento não presencial e destaca que manter a qualidade do serviço médico é o que completa o pacote.
“Todos os processos que determinam a qualidade de um ato médico estão totalmente vinculados à telemedicina. Envolve entrevista investigativa estruturada, prontuário digital, decisão de conduta após avaliação do que podemos fazer usando um meio tecnológico. O paciente pode estar à dez metros dentro de outra sala, ou a mil quilômetros de distância e, ainda assim, poderá ser avaliado por meio de tecnologias interativas que estão à nossa disposição para oferecer a extensão do cuidado médico”, explicou o especialista.

 

Qual a diferença entre telemonitoramento, teleorientação, teleconsulta e teleinterconsulta?

Seja qual for a expressão, uma coisa é fundamental para que o método funcione: videoconferência. Ligações telefônicas não bastam.
Entretanto, a videoconferência só é válida se ela acontecer dentro das regras da telemedicina, que envolvem questões desde o consentimento do paciente, em relação a valores e serviços oferecidos, até a segurança de dados.
É por isso que prezamos o atendimento em um ambiente seguro, disponibilizado através de link fornecido para o paciente mediante o pagamento do serviço.

1. Telemonitoramento

O telemonitoramento é quando o médico faz uso de uma televisita para acompanhar as condições clínicas de um paciente – é possível fazer uma avaliação visual e observar as condições da evolução da doença dermatológica que estamos tratando.

 

2. Teleorientação

Nesse sentido, a teleorientação não é muito diferente. O termo diz respeito ao que seria uma primeira avaliação com função de orientar o paciente quanto ao uso de medicamentos e tratamentos para a pele, cabelos e unhas que, em geral, não exigem receita médica controlada e hábitos que possam ajudar em sintomas de doenças cutâneas.
A teleorientação não costuma envolver grandes tomadas de decisão e serve para orientações básicas e iniciais. Utilizamos essa modalidade para retornos de consultas já agendados e para checar com o paciente se há dúvidas em relação ao que foi prescrito.

 

3. Teleconsulta

A teleconsulta, por outro lado, envolve diagnóstico, decisões médicas quanto ao tratamento a ser adotado e prescrição.
“À princípio, a primeira consulta deveria ser presencial, segundo o CFM, mas quando o governo decreta isolamento social e pede para que a população não vá ao hospital, essa é uma solução. Senão, estaríamos estimulando a automedicação e o autodiagnóstico”, explica dr Chao Wen, especialista em telemedicina.

 

4. Teleinterconsulta

A teleinterconsulta diz respeito à interação entre médicos, o que pode ajudar os profissionais em tomadas de decisão.
Em tempos de pandemia, uma das vantagens em todos esses casos é conseguir reduzir a possibilidade de contágio da população por evitar a locomoção desnecessária de pacientes com sintomas gripais ou no grupo de risco.
Além disso, o acompanhamento médico à distância permite o atendimento de doentes com outros problemas de saúde, diminuindo assim a circulação de pessoas em ambientes hospitalares.

 

A telemedicina é uma ótima opção em meio ao COVID-19

No momento, esse tipo de atendimento deveria ser oferecido para todos, independentemente do tipo de doença.
As pessoas continuam com problemas de pele, infecções cutâneas de origem viral ou bacteriana, doenças bolhosas e autoimunes, inflamatórias e medicamentosas. Elas não podem deixar de ser atendidas e precisam de especialistas que tenham experiência nesse tipo de atendimento.
Segundo o Dr Chao Wen: “Esse método deveria ser expandido para todo cuidado possível, pois o processo de serviço médico foi quebrado com essa pandemia!”. Nós concordamos e nos disponibilizamos a atender por essa modalidade durante essa crise.
Caso seja necessário, temos condições de converter a consulta para consulta presencial com todo o cuidado necessário para o paciente.

O que você precisa fazer para ser atendido por telemedicina? Basta entrar em contato por este link e falar com a nossa secretária, que dará maiores informações.

Espero que vocês tenham gostado! Até mais!

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No artigo de hoje vou contar um pouco a vocês sobre como a alimentação influencia nossa pele.

Quando definiram o genoma humano, acharam que tinham descoberto tudo e que isso ia ser a chave para a gente entender tudo o que acontece com o nosso corpo, saúde e doença.

Mas logo depois, viram que não era só isso! E que elementos do ambiente são peça fundamental no ligamento e desligamento dos genes (epigenética). Então, em 2005, definiram o termo expossoma, que significa tudo o que a gente entra em contato ao longo da nossa vida e que pode ter impacto na nossa saúde.

Em 2017, dois autores definiram o expossoma do envelhecimento cutâneo e a nutrição, ou seja, a alimentação é um desses fatores muito importantes.

E quando a gente pensa em alimentação, a gente pensa nos carboidratos, nas proteínas, nas calorias, nos minerais, nas vitaminas, mas a gente tem que lembrar da água também, que é muito importante.  Quando estamos hidratados, tudo funciona melhor, inclusive a nossa pele.

1 – Carboidratos

Tem gente, por exemplo, que gosta de consumir grandes quantidades de açúcar ou de carboidratos que vão acabar virando glicose no sangue.
A glicose tem uma propriedade diferente: quando está presente em grandes quantidades, pode reagir com as proteínas que formam os tecidos do nosso organismo, modificando essas proteínas, ela caramelizar essas proteínas.

Por exemplo: a nossa pele tem colágeno e elastina, que vão conferir a textura que a gente conhece normalmente. Quando a glicose carameliza o colágeno e a elastina, temos a flacidez, rugas, perda do contorno facial etc. Então, pense nisso da próxima vez que estiver com vontade de comer muito açúcar.

 

2 – Acne

Uma coisa que sempre me perguntam sobre o tema “alimentação influencia nossa pele” é acerca da acne. Já se sabe, por meio de estudos, que a acne pode ser modificada por conta da nossa alimentação.

Não podemos falar em alimentos que, de forma absoluta, irão causar ou melhorar a acne, para todos, porque cada indivíduo é único; então, para alguns isso vai acontecer de uma forma e para outros, de outra completamente diferente.

No entanto, o que sabemos é: toda vez que aumentamos o fator de crescimento relacionado à insulina, podemos ter sim uma maior chance de desenvolver a acne.

E quando aumentamos esse fator? Quando comemos uma dieta muito rica em calorias. Então, ao comer doces, gorduras saturadas ou tudo que tiver muitas calorias, devemos lembrar que isso pode levar a essa via metabólica, e, assim, aumentar a inflamação na nossa pele.

 

3 – Unhas e cabelos

Em relação a unhas e cabelos, o que sabemos? Que o nosso organismo prioriza tudo o que é mais importante – e unhas e cabelos são acessórios.

Chamamos isso de anexos cutâneos, então eles não são fundamentais para o funcionamento pleno do nosso organismo. Para termos unhas e cabelos saudáveis e bonitos, todo o nosso organismo precisa estar alinhado com a nossa alimentação.

Portanto, quando fazemos dieta e comemos uma quantidade reduzida de proteínas ou calorias, o cabelo e as unhas sofrem bastante esse impacto. Mas existem algumas proteínas, alguns aminoácidos, que ajudam na constituição de unhas e cabelos.

A cisteína é o principal aminoácido que forma a queratina, proteína mais abundante na nossa pele, cabelo e unhas. Alimentos ricos em cisteína, para uma pessoa que já está se alimentando da forma correta, com a quantidade suficiente de proteínas e calorias, poderia sim ter um impacto nas unhas e cabelos.

Quais são esses alimentos? Cebola, alho, couve de Bruxelas, nozes, amêndoas e alimentos de origem láctea. Todo eles têm uma grande quantidade de cisteína que vai ajudar a formar a queratina da nossa pele, cabelo e unha.

 

4 – Vitamina C

Uma coisa que precisamos entender é: temos processos oxidativos no nosso organismo. Respiramos e produzimos radicais livres e eles serão combatidos por um sistema que existe no nosso organismo: produção de substâncias antioxidantes.

Uma das coisas que funcionam nesse sentido é a Vitamina C. Então, quando ingerimos produtos ricos em Vitamina C, como frutas e verduras, temos o favorecimento desse mecanismo limpador no nosso organismo.

Porém, quando comparamos a Vitamina C que usamos de forma tópica na nossa pele e a Vitamina C que ingerimos, vemos que os resultados da aplicada na pele são superiores aos resultados que temos quando consumimos.

Isso porque, quando usamos na pele, isso vai contribuir para melhorar a oxidação que está acontecendo na pele. E, quando ingerimos, teremos um sistema mais amplo desse mecanismo, então não teremos tanto impacto na somente na pele.

Acompanhe esse vídeo e tire suas dúvidas!

https://youtu.be/tahT7zTy7Jc

 

Lembre-se sempre

Não podemos nos esquecer que a pele é o maior órgão do nosso organismo e é o nosso cartão de visitas. Para termos uma pele saudável, precisamos de um organismo saudável.
Precisamos lembrar que uma forma de conseguir isso é por meio da alimentação; então se não estamos bem alimentados, não estamos bem nutridos, e isso vai aparecer primeiro na nossa pele.
Se você gostou desse conteúdo, procure o seu dermatologista e discuta esses assuntos com ele.

Ainda tem dúvidas sobre como a alimentação influencia nossa pele? Fale comigo na rede social ou pelo whatsapp e mande a sua pergunta! Me siga também no Instagram.

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Nesse artigo nós vamos falar especificamente da melanoníquia estriada, que são aqueles riscos escuros nas unhas que aparecem de uma hora para a outra. O significado disso é que uma mancha (ou uma pinta) surgiu na fábrica da unha e, agora, a fábrica está produzindo uma unha escura naquele ponto, por isso vemos uma linha ou uma faixa de unha escura.

O resultado do tratamento podemos verificar na primeira foto, a unha completamente saudável.

Nos adultos, principalmente quando acima dos 50 anos de idade, presente em unha única e naqueles de pele clara, devemos lembrar que esse é um sinal que deve ser sempre examinado por um médico dermatologista, que tenha familiaridade com as doenças das unhas. Isso porque, em algumas situações, isso pode indicar a necessidade de fazer a biópsia no local. Geralmente, essa biópsia não deixa sequelas.

A biopsia é indicada em adultos, pois pode sinalizar coisas como: micose, reações medicamentosas, mas também o melanoma. Através da biopsia, podemos ter o diagnóstico preciso dessa lesão. Nesse vídeo eu mostro os principais sinais de gravidade em adultos.

 

 

 

E os riscos nas unhas das crianças?

No caso de crianças, os riscos nas unhas são um pouco diferentes: a maioria deles desaparece com o tempo de seguimento e só há gravidade quando a faixa começa a alargar com o passar do tempo. Sinais que são suspeitos em adultos, não são suspeitos em crianças.

Então, geralmente, o que é feito para crianças é o acompanhamento seriado, com fotografias. Nós vamos fotografando, com e sem dermatoscopia, e acompanhamos para ver se esses riscos nas unhas estão com a tendência de alargar ou com a tendência de esmaecer, desaparecer e ficar mais finos.

Se for o segundo caso, não faremos procedimentos cirúrgicos, vamos só acompanhar e é muito frequente que essa mancha tenda a desaparecer com o passar do tempo.
Caso os riscos nas unhas alarguem, aí sim nós iremos estudar a possibilidade de fazer uma biópsia para que os pais fiquem mais tranquilos.

 

Imagens dos riscos escuro nas unhas

Eu vou deixar aqui uma imagem para todos poderem entender como é essa mancha, que pode aparecer em crianças. E apresento também o seguimento clínico de um paciente meu de 8 anos de idade. A primeira e a segunda imagens foram feitas com o intervalo de um ano. E isso nos mostra que houve uma redução importante do calibre e da cor da lesão, que se tornou bem mais clara durante o acompanhamento.

Esse aspecto demonstra benignidade e, nesse tipo de caso, não há a necessidade de fazer procedimentos cirúrgicos ou biopsias, podemos só manter o acompanhamento clínico.

 

Caso tenha dúvidas, pode mandar aqui nos comentários ou pelo whatsapp!

 

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