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Em homenagem ao Dezembro Laranja, apesar do frio, nós vamos falar como aplicar o protetor solar, porque eu aposto que você não sabe.

Bom, se o filtro solar for em gel, tem que aplicar em um único sentido para não comprometer a cobertura e acabar esfarelando o produto com esses movimentos circulares.

No creme, você deve fazer esses movimentos e, se for aplicar aquele que é em spray (aerossol), não pode pôr a mão; tem que aplicar uma camada generosa o tempo todo, mas não pode pôr a mão para ajudar a espalhar.

É importante também que você aplique sem roupa e espere, pelo menos, 15 minutos antes da exposição.

Tem que esperar secar antes de colocar o maiô, o biquíni ou a roupa.

E qual é a quantidade ideal do Protetor Solar?

Bom, a quantidade é a colher de sobremesa ou uma colher de chá.

Veja a quantidade para cada parte do corpo:

– Para o rosto: 1 colher de chá;

– Para o braço: 1 colher de chá;

– Para a frente do tronco: 2 colheres de chá;

– Para as costas: 2 colheres de chá;

– Para as pernas: 2 colheres de chá.

E aí, o que tem que prestar atenção também? O Fator do Protetor Solar.

Tem um mito disseminado, que o fator de proteção solar deve ser o 15 e que nada além disso teria algum efeito.

Isso não é verdade, mas esse mito só apareceu porque as pessoas não usam todas essas colheres de chá no corpo, elas usam menos.

Se você usar o fator de proteção mais alto, vai ter uma cobertura melhor. Agora, o que significa ter esse fator de proteção solar?

Ele significa a quantidade de tempo que você consegue ficar, antes que a sua pele fique vermelha.

 

Vamos supor: você é bem branquinha; 1 minuto no sol você já fica vermelha. Com o fator de proteção 15, você consegue ficar 15 vezes mais tempo antes de ficar vermelha. E assim por diante…

Então, quando você usa um fator de proteção mais alto, ainda é preciso aplicar a cada 2 horas.

Isso porque você sua e o protetor solar também tem uma absorção que acaba sendo comprometida, principalmente nas exposições intensas. Mas assim você fica um pouco mais tranquila.

Então, os fatores de proteção alta são preferíveis quando você estiver em uma exposição intensa e sabe que, por exemplo, vai ficar o tempo todo na praia, à mercê de Sol, participar de esportes, às vezes entrar um pouquinho na água etc.

Todas as vezes que isso acontecer também é interessante fazer uma reaplicação. Agora, o correto é de 2 a 3 horas você reaplicar tudo.

O mais importante, que raramente é dito e é fundamental que vocês entendam: a aplicação do protetor solar é só uma das etapas de fotoproteção.

Na verdade, você não pode largar tudo, toda a atitude fotoprotetora, no filtro solar.

Precisa procurar sombra, se expor nos horários que são menos nocivos (antes das 10 da manhã e após às 3 e meia da tarde).

Tem que lembrar de ficar embaixo de guarda-sóis, utilizar os óculos, que vão proteger as córneas da catarata, lembrar de usar chapéus e bonés.

Lembrar também (para as pessoas que são calvas) de aplicar o filtro solar no couro cabeludo; quem tem o cabelo muito clarinho precisa usar chapéu, não tem jeito.

Outro ponto a considerar é: a sombra total é a única coisa que te protege mesmo, porque o Sol reflete na areia e a areia reflete na face e no corpo.

Importante lembrar também que, quanto mais fina e mais branquinha essa areia, maior é essa reflexão. Então, nas praias de areia fina e branca tem que tomar mais cuidado com a proteção solar.

E, além disso tudo, não adianta tomar todo esse cuidado e sair pra fazer aquela caminhada de 1h30 ao meio-dia. Tem que ser consciente mesmo dessa exposição.

 

Uma outra ideia é: existem roupas que protegem. 

Tem as roupas com fator de proteção e é interessante para crianças, porque às vezes elas não querem aplicar o filtro e é interessante para qualquer tipo de esporte na praia, como surf, por exemplo.

É bom também para quando você quiser caminhar ou mergulhar e ficar no barco o dia todo.

 

Esse é um artigo bem rápido, espero que vocês tenham gostado. Um beijo e até a próxima!

E aí, o que achou? Ainda tem dúvida sobre o fotoproteção para a sua pele? É só ir no meu instagram e deixar uma pergunta lá – vou ficar muito feliz em te responder. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

 

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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A fotoproteção é um dos melhores meios para superar danos moleculares que o Sol causa para a sua pele ou até mesmo preveni-los.
Você com certeza já ouviu falar que os bons hábitos são fixados na infância (e os maus também). Mas sabia que a Sociedade Brasileira de Dermatologia tem um projeto de educação em fotoproteção especialmente desenvolvido para crianças?

A campanha Sol Amigo da Infância é uma iniciativa inspiradora que teve início em 2012, na regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD-RESP), durante a gestão do Dr Paulo Criado.

A origem da ideia remonta à década de 90, e foi inspirada no SunSmart program, apresentado durante o congresso Mundial de Dermatologia de Sidney, na Austrália.

O objetivo da campanha, que também foi reproduzida na Flórida, é educar as crianças em idade pré-escolar e escolar sobre a exposição solar.

Como aconteceu a campanha? fotoproteção

Isso foi feito de forma bastante cuidadosa, desde o início do programa, através de pesquisa sobre didática com crianças, como:
• Palavras-chaves utilizadas;
• Linguagem apropriada;
• Recursos audiovisuais;
• Técnicas de aprendizado;
• Fixação do conhecimento.

O projeto já iniciou com uma proposta pioneira e parceria com os estúdios Mauricio de Souza e a produção de um gibi, que foi distribuído para os dermatologistas de São Paulo e para os serviços credenciados.

Na sequência, no ano de 2013, houve expansão do projeto para todo o país, com a entrada do apoio da Sociedade Brasileira de Dermatologia nacional.

Nessa fase, o envolvimento de diversos associados e membros da diretoria da regional São Paulo, em especial da cidade de Santos, permitiram a rápida expansão da campanha. O Rotary e o GBM entraram no projeto, assim como o SESI e a iniciativa foi tomando vulto e crescendo.

Desde então, desenvolveu-se uma estratégia educacional para formação de professores contemplando apostila, curso de educação à distância (Ead) e videoaula.

No primeiro treinamento, que foi voltado a educadores e ministrado para 64 orientadores educacionais dos municípios de Santos e São Vicente, houve benefício direto de cerca de 40 mil alunos.

Nos anos seguintes, esse número chegaria a quase 200 mil alunos contemplados com conhecimentos sobre fotoproteção em sala de aula.

As crianças produziram diversos desenhos sobre fotoproteção, peças de teatro, músicas e outros tipos de trabalhos artísticos e criativos sobre o tema da campanha.

Foram mais de 40.000 desenhos, doados pelas prefeituras a Regional SP da SBD, produzidos neste contexto.

A continuidade desse projeto é algo de grande importância para a gestão atual da SBD-RESP.

Foram criados livros digitais para pais, educadores e professores, em pdf, em versão impressa e animada, que podem ser baixados diretamente do site http://solamigodainfancia.com.br/.

Além disso, desenvolveu-se um jogo interativo sobre fotoproteção para crianças (Sol Amigo), que pode ser baixado na app store e Google play ou ser utilizado na versão para computador.

Quer mais informações como essas? Simples: continue me acompanhando aqui no blog. Nos vemos no próximo artigo!

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Em 11/12 eu fui convidada pela SBD-RJ a participar da última reunião mensal dos dermatologistas cariocas com a palestra: Nutracêuticos: o que vale a pena prescrever?

Agradeço a oportunidade de palestrar para vocês e de conhecer mais sobre o trabalho incrível que vcs fazem no Rio de Janeiro.

Estou encantada com essa gestão, com a excelência dos cursos e com a amabilidade, delicadeza e dedicação dos dermatologistas cariocas. A sala estava lotada e, apesar de eu ter me estendido na palestra e de termos começado com meia hora de atraso, todos ficaram até o final e fizeram perguntas e se mantiveram interessados!

Eu simplesmente amei cada discussão e cada interação que tivemos! Foi especial!

Agradeço em especial ao atual presidente da SBD-RJ, Thiago Jeunon que me recebeu tão bem.

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Olá, meninas! Tudo bom? Várias vezes ouvi a pergunta: “Tomar colágeno faz bem? Vale a pena? Vai me deixar mais jovem”, dentre muitas outras.

Fiz uma palestra na ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia) sobre esse assunto e resolvi deixar algumas informações importantes sobre o assunto aqui para vocês também!

O colágeno está presente em animais e seres humanos e é a proteína mais abundante, constituindo 30% das proteínas do corpo e 6% do peso.

Ele está presente nos ossos, nos vasos, na pele, no tecido subcutâneo… Mas para que ele serve e será que tomar colágeno faz bem?

Continue comigo que vamos conversar rapidamente sobre o assunto!

 

O que é colágeno e para que serve?

Como já falei agora pouco, o colágeno é produzido pelo seu próprio organismo e está presente em praticamente todo o corpo.

Ele ajuda na resistência e elasticidade da pele, cabelos e unhas, constituindo fibras para sustentar os tecidos do seu corpo.

O colágeno serve para fazer com que os movimentos do seu corpo seja feitos perfeitamente (com flexibilidade e resistência), evitando dores e desgastes.

Mas quem procura saber se tomar colágeno faz bem, geralmente, está querendo saber qual o efeito dele na estética.

Afinal, nessa área o colágeno pode deixar a sua pele com menos rugas, maior firmeza e mais bonita.

 

Por que o colágeno é tão importante?

É claro que você já viu ou sentiu os efeitos do envelhecimento; são ruguinhas, linhas de expressão e muitos outros sinais que incomodam muito.

Mas por que isso acontece? É simples: a quantidade de colágeno de uma pessoa com 25 anos é bem maior do que em alguém com 75 anos.

Ou seja: a cada dia que passa, a produção de colágeno no seu corpo diminui, fazendo com que a flacidez e linha de expressão apareça. Isso acontece, principalmente, a partir dos 30 anos.

 

Como o colágeno funciona?

O colágeno é quebrado industrialmente em pequenos pedacinhos, chamados peptídeos bioativos do colágeno, que funcionam como mensageiros e provocam o nosso organismo a produzir mais colágeno e substâncias que existem ao redor das células, dando suporte a elas. Uma dessas substâncias é o ácido hialurônico, aquele mesmo presente nos preenchedores injetáveis!

 

Benefícios do colágeno

-> Fortalecimento dos cabelos e unhas;

-> Melhor aspecto da sua pele, com hidratação e firmeza;

-> Uma ótima maneira de tratar a flacidez;

-> Prevenção do envelhecimento precoce da sua pele;

-> Protege e também evita que haja desgaste nas articulações;

-> Ajuda a tratar a osteoporose.

Tomar colágeno faz bem?

 

Sim! Tomar colágeno faz bem e pode te ajudar em várias situações, como você viu nos benefícios acima.

Bom, o colágeno é mais indicado para quem tem mais de 50 anos, ou a partir dos 30, mas isso não é regra. Tudo depende de como está a saúde dos seus tecidos.

Mas não tome essa decisão sozinha; consulte um especialista e entenda qual é o seu caso.

Ainda tem dúvidas se tomar colágeno faz bem? Veja o vídeo que fiz e, caso ainda queira saber algo, deixe um comentário no meu Facebook.

 

É isso, até a próxima!

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A unha encravada acontece quando a unha briga por um espaço nos cantinhos, trazendo inflamações, dores, possíveis infecções e pus.

Já a unha encravada traumática, é aquela que acontece por causa de algum “trauma”, como, por exemplo: você foi à manicure e ela machucou o cantinho da unha, fazendo com que ela ficasse inflamada.

A unha encravada pode ser aguda ou crônica, tudo depende de ter ou não infecção ou quadro inflamatório.

Quer saber mais sobre como tratar unha encravada por trauma e o que fazer nessa situação dolorosa? Fique aqui comigo até o final!

Causas para unha encravada

Existem vários motivos para a unha encravada por trauma, mas algumas delas são:

1 – Corte inadequado: ao cortar a unha muito curta, ela acaba ficando para dentro da dobra da pele do seu dedo, o que provoca uma lesão traumática, já que é empurrada para cima quando você anda ou apoia o peso).

2 – Sapatos apertados: quando você usa um sapato bem apertado com frequência, acaba espremendo os dedos e fazendo com que a pele fique em cima da unha.

3 – Corte arredondado: além de não cortar muito curta, é importante também não deixar as pontas das unhas arredondadas, já que isso facilita para que a unha fique embaixo da pele.

4 – Variações anatômicas: um exemplo é quem tem as unhas curvadas.

5 – Onicomicose: é uma infecção fúngica da unha, mais conhecida como micose.

6 – Lesões traumáticas: determinadas batidas nas unhas ou quedas podem causar um trauma e resultar na unha encravada.

 

E como tratar a unha encravada, afinal?

 

Não tratar unha encravada é uma péssima ideia, já que a ferida piora e ainda começa a apresentar pus e secreção – isso sem contar com a dor que vai sentir.

Se você tem diabetes, imunidade comprometida ou problema circulatório, deve se preocupar ainda mais com o assunto.

Quer saber quais atitudes tomar nesses casos? Confira o vídeo acima que eu fiz dando dicas incríveis para te ajudar!

Ainda tem dúvidas? Sem problemas! É só deixar um comentário lá no Facebook que eu te respondo.

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Já fiz um post aqui falando sobre dúvidas em cirurgia da unha. Mas, no post de hoje, eu quero discutir um pouco sobre quais cirurgias podem ser feitas e também por que é necessário!

A cirurgia da unha mais frequentemente realizada é sem dúvida a da unha encravada. E eu também já falei sobre isso aqui.

A onicocriptose (unha encravada) acontece quando uma das pontas da sua unha penetra na pele que está em volta. O encravamento acaba acarretando inflamação e vermelhidão na pele em volta das unhas e dor de intensidade variável.

A cirurgia não é o único tratamento possível e tem muita coisa que você pode fazer para não agravar a situação. Saiba mais aqui.

 

Outras cirurgias ungueais cirurgia das unhas

Algumas das cirurgias ungueais mais conhecidas são: matricectomia e cantoplastia. Essas e outras cirurgias das unhas são indicadas para:
● Aliviar a dor das unhas encravadas;
● Fazer biópsia para diagnosticar e tratar doenças na unha;
● Tratar hipertrofias de dobras laterais e anterior por causa dos processos inflamatórios de longa data;
● Remover tumores.

Dependendo do seu problema e de como ele se apresenta, existe um tratamento indicado. Mas lembre-se de que é importante sempre conversar com um profissional sobre o seu problema, já que ele é quem saberá te indicar o correto.

P.S.: Você pode se certificar de que ele é um profissional, procurando pelo registro na SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).

Mas para que você já conheça alguns dos procedimentos mais usados, resolvi passar uma explicação rápida por aqui. Confira!

 

Os procedimentos mais usados na cirurgia da unha

-> Fenolização: essa técnica pouco invasiva consiste em aplicar um ácido (fenol 88%) para destruir a porção encravada da unha e fazer a remodelação. Já falei sobre isso aqui.

-> Cantoplastia: é quando se tira, cirurgicamente, a hiperplasia, que várias vezes acaba se dobrando sobre os cantos das unhas (causando inflamações e sangramentos).
Em geral, é uma cirurgia que recebe pontos e que tem um pós operatório mais doloroso. Eu prefiro evitar esse procedimento e, se for possível, fazer a fenolização porque a recuperação é mais lenta! Mas muitas vezes a dobra está muito aumentada e não temos escolha!

-> Matricectomia: retira-se uma parte da matriz (fábrica da unha), adequando a unha ao leito. É importante fazer no caso de tumores que nascem na matriz, como as melanoníquias estriadas e os onicomatricomas.

-> Onicoplastia: junta todas as técnicas anteriores e é a mais realizada, já que muitas pessoas só procuram tratamento quando já tem anos de inflamação e que já apresentam alterações da anatomia do dedo. É feito uma plástica ungueal, tentando recuperar função e aparência.

 

E então, tem alguma dúvida sobre o assunto? Fala comigo no Facebook ou Instagram e vamos conversar sobre tumor na unha. Te espero no próximo artigo!

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O tumor glômico é um tumor benigno que dói bastante. Eu já falei dele em uma entrevista que fiz para o R7 e repliquei aqui.

Nesse artigo, eu vou focar um pouco mais nesse tipo de lesão e explicar como é a cirurgia e porque precisamos fazer, já que se trata de um tumor benigno.

A aparência do tumor glômico é de uma lesão azulada, arroxeada ou avermelhada na unha com ou sem destruição da lâmina.

Tudo isso acontece porque uma estrutura que existe na ponta do dedo se prolifera e cresce. Essa estrutura regula a passagem do sangue nas extremidades do corpo e contrai no frio, para manter o sangue mais central.

É por esse motivo que esse tipo de lesão dói…

Essa contração ocorre de forma indolor, quando a estrutura está normal, mas quando ela se prolifera podemos sentir uma dor muito aguda. Se ela atingir a matriz ou fábrica da unha, teremos o comprometimento da unha que ficará quebrada.


O que fazer nesses casos?

A primeira providência que precisamos tomar ao suspeitar desse tipo de alteração é solicitar exames para que possamos entender que tipo de lesão existe, o tamanho dela e a localização exata.

Sabendo isso, o procedimento se torna muito mais simples, porque é possível retirar apenas a parte que ficou proliferada, preservando a matriz e o leito, com resultados estéticos muito bons!

Muitas vezes, o próprio tumor glômico já pode ter causado uma destruição permanente na fábrica da unha. Nesses casos, o resultado estético não será tão bom, mas a cirurgia é muito bem vinda porque resolve a dor, que pode ser incapacitante.

Procure um médico especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e que esteja familiarizado com esse tipo de procedimento!

Quer tirar alguma dúvida do assunto? Deixe um comentário e vou te auxiliar!

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A exostose subungueal é um tumor ósseo benigno. Um pedacinho de osso cresce com o passar do tempo e vai empurrando o leito da unha até aparecer embaixo da lâmina como uma massa dura que pode crescer e ulcerar.

Muita gente confunde com micose, verruga, trauma…

É comum as pessoas demorarem a procurar o médico. Alguns nunca chegam a procurar.

Mas essa é uma lesão dolorosa da unha porque o osso empurra e machuca, principalmente ao calçar os sapatos. Para o correto diagnóstico é muito importante fazer um exame de imagem, geralmente a radiografia ou raio-x. Na imagem, a gente consegue ver o osso crescendo e entender o que está acontecendo.

O tratamento é cirúrgico: precisamos remover esse osso que cresceu desde a base. A recuperação é rápida e a dor do período pós operatório é bastante suportável com o uso de analgésicos.

 

 

E aí, o que achou do post? Você já passou por isso ou conhece alguém que tem exostose subungueal? Comente aqui embaixo!

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