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Se o trauma foi agudo e gerou sangramento importante, lacerações dos dedos ou hematomas dolorosos, o ideal é procurar um especialista.

O cirurgião plástico, o ortopedista especializado em mãos, o cirurgião geral e o médico dermatologista estão aptos a diagnosticar e tratar esse tipo de problema.

O tratamento nessa fase será feito com exame minucioso da extensão do trauma, que poderá incluir exames de imagem, como ressonância magnética, radiografia, ultrassonografia e/ou exploração cirúrgica.

Caso seja necessário, o paciente poderá ser submetido a um procedimento cirúrgico. Também pode ser indicado o uso de medicamentos para dor e para tratamento de infecções que podem se instalar devido ao trauma.

Depois dessa fase aguda, o tratamento consiste em aguardar o crescimento da unha, que nem sempre cai logo nos primeiros dias.

Dependendo do dedo e do tipo de lesão, pode demorar até 4 meses para a nova unha surgir.

Nesse meio tempo, a pele ao redor, caso não seja submetida à pressão que normalmente é exercida pela unha, pode crescer e levar ao encravamento quando a nova unha surgir.

Por esse motivo, sempre que possível, utilizamos a própria unha antiga como curativo biológico. O objetivo aqui é manter o leito “ocupado” e guiar o nascimento da nova unha.

Quando não temos mais a unha, podemos indicar o uso de uma unha postiça ou algum outro tipo de curativo que simule essa pressão exercida pela lâmina ungueal.

Além disso, o médico pode prescrever alguns medicamentos para acelerar o crescimento da unha, desde que não haja contraindicações para isso.

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Existe um produto na receita caseira de slime ou geleca que pode levar ao eczema das mãos!

O slime ou geleca virou uma febre entre a criançada! Há diversos tutoriais no youtube, com as mais diferentes receitas, ensinando a produzir esse brinquedo em casa. A maioria dos vídeos ensina uma composição à base de cola branca, água boricada e gel de barbear. Nessa mistura, adicionam corantes e até purpurina. Entre as diversas composições, algumas levam um produto chamado de bórax ou borato de sódio. Apesar de não ser tóxico, o bórax é uma substância alcalina, um irritante relativo.  É importante enfatizar que o uso de sabão líquido concentrado  na receita representa um problema semelhante, pois o raciocínio a ser feito é que da mesma forma que algumas pessoas desenvolvem lesões nas mãos por excesso de lavagens, isso poderia acontecer com algumas crianças ao brincar com slimes feitos com essa composição! Isso é especialmente relevante em crianças atópicas, que possuem inflamação crônica da pele: elas podem desenvolver irritações nas mãos ou na pele que entrar em contato com o brinquedo.

O nome médico que os dermatologistas dão a essa irritação é eczema. O eczema das mãos é mais frequente em adolescentes e adultos jovens, justamente porque nessa faixa etária há mais contato com irritantes e alérgenos através das mãos. Sabemos que pessoas que lavam muito as mãos podem desenvolver mãos secas, que coçam e descamam. Em algumas situações essas lesões podem ficar vermelhas, quentes e inchadas: é a fase aguda do eczema ou dermatite de contato.

A pele da criança ainda está em desenvolvimento e, portanto, é mais suscetível ao aparecimento de certas lesões inflamatórias e irritativas. Como dissemos acima, precisamos ficar mais atentos nas crianças que sofrem com atopia ou dermatite atópica. Nesses pacientes, a barreira cutânea é deficitária e a pele é mais sensível à perda de água. Com isso, surge o eczema, que se manifesta através de placas vermelhas e que coçam. Os lugares mais comuns são as dobras dos braços e das pernas, mas também podem surgir ao redor dos olhos, na face e couro cabeludo.

Dica da dermatologista

A dica da dermatologista é evitar slimes com essas composições, mas caso a criança já esteja envolvida com essa brincadeira, orientar a lavagem abundante com água  pura após o uso e a hidratação da pele das mãos, principalmente nas atópicas. Se a criança brinca com slimes caseiros e já estiver sofrendo com lesões de eczema atópico, o slime pode estar envolvido na manutenção do quadro, principalmente se ele for feito com bórax ou sabão líquido. A minha recomendação é para não utilizar slimes caseiros com essa composição!

Fiquem atentos! Participei dessa reportagem como entrevistada e dei algumas informações técnicas! Espero que gostem!!!

 

 

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Alguns pacientes vêm ao consultório com queixa de bolhas nos pés! Lá vão 7 informações importante sobre este assunto:

  1. Na maioria das vezes as bolhas nos pés se formam devido ao atrito com os calçados, meias e/ou com o piso.
  2. O atrito leva à perda da integridade das camadas mais profundas da epiderme, com manutenção da camada de queratina, que é grossa.
  3. Com isso, o líquido que vem da derme fica aprisionado pela camada de queratina e vemos a formação da bolha.
  4.  Além desse mecanismo, temos, também, causas mais raras, como doenças autoimunes e reações a alguns remédios.
  5. Em geral, nesses casos, as bolhas são mais dolorosas e se formam de repente, sem que haja atrito prévio.
  6. Algumas micoses também podem aparecer com pequeninas pústulas, que podem ser confundidas com “bolhinhas” pelos pacientes.
  7. Por esse motivo, é importante consultar o médico dermatologista caso as bolhas surjam sem um motivo aparente, ou seja: sem que a pessoa tenha andado muito ou usado um sapato apertado ou desconfortável.

Como tratar e prevenir esse problema?

O tratamento é feito com curativos, uso de cremes hidratantes à base de glicerina e antibióticos de uso local, quando necessário.

Não se deve remover a pele que recobre a bolha, porque isso facilita a infecção e retarda o processo de cicatrização.

A principal recomendação que podemos fazer é no sentido de prevenir a sua formação:

• Evite fazer caminhadas, viagens, corridas e passeios com sapatos novos!

• Aposte em calçados confortáveis, como tênis com sistema de amortecimento para absorção do impacto.

• Os talcos e silicones ajudam a reduzir o atrito dos pés com o calçado e podem ser úteis na prevenção desse tipo de lesão.

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Nos dias 9 e 10 de março de 2018, a Fecomercio de São Paulo recebeu um dos eventos mais aguardados do ano, um simpósio inteiro dedicado ao estudo das unhas e cabelos.

Os ingressos estavam esgotados 10 dias antes do início do evento e eu tive a honra de apresentar 4 palestras e coordenar uma sessão para cerca de 1200 dermatologistas inscritos.

Palestrei sobre uma técnica de biópsia ungueal utilizada em pacientes portadores de melanoníquia estriada suspeita que geralmente preserva a estrutura da unha e tira a dúvida se a lesão é ou não maligna.

Esse procedimento é realizado com o paciente acordado, com anestesia local (bloqueio do dedo) e boa recuperação após a cirurgia.

Dependendo do caso, as sequelas são mínimas e é possível prever o desfecho, por meio de um exame simples com dermatoscópio da borda livre da unha e de acordo com a largura da faixa presente na unha.

Além disso, falei sobre as cromoníquias, que são as alterações que mudam as cores das unhas, sobre a dermatoscopia ungueal e também sobre as paroníquias, alterações que deixam a pele ao redor das unhas inchadas.

O principal problema que destaquei foi a retroníquia, alteração que já foi motivo de postagem aqui no blog.

Seguem fotos do evento:

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Várias doenças podem surgir nas unhas e alterar a cor delas. O mais comum são as manchas brancas e as manchas escuras, que já discutimos em outras postagens.

No entanto, além dessas alterações mais frequentes, as unhas podem ficar com coloração amarelada, esverdeada, azulada, arroxeada, avermelhada ou alaranjada.

Vamos entender o que significa cada uma delas?

• Unhas amarelas

Refletem unhas que estão descoladas e/ou com crescimento lento. Pode significar desde uma micose até doenças mais graves, que necessitam de cirurgia.

Clinicamente semelhante à micose, são frequentes alterações decorrentes de trauma (sapatos, manicure, acidentes, esportes etc.).

Muitas vezes esses quadros podem se tornar persistentes e até irreversíveis, portanto é fundamental ser avaliado pelo especialista!

• Unhas verdes

Estão colonizadas ou infectadas por bactérias que produzem essa coloração verde, a pseudômonas.

Geralmente os pacientes possuem um descolamento inicial e, depois, sentem dor e verificam a alteração.

Às vezes pode aparecer em pessoas que usam unhas postiças ou alongamento de unhas. O tratamento é feito com antibióticos.

• Unhas azuladas

Geralmente uma coloração azulada em todas as unhas pode significar uma reação causada por medicamentos.

E isso é especialmente real em pacientes que estão fazendo quimioterapia ou em tratamento para doenças articulares.

• Unhas arroxeadas

A cor roxa geralmente surge nos hematomas crônicos (causados por sapatos apertados) ou agudos (pancadas, preensão de dedo em dobradiças de portas ou gavetas etc.) ou em doenças que combinam lesões avermelhadas e acastanhadas, como é o caso de algumas doenças inflamatórias, como a psoríase.

Outra doença que pode assumir esse aspecto é o tumor glômico, causado pelo crescimento anormal de estruturas que ficam presentes nas pontas dos dedos e são responsáveis pela regulação da temperatura.

• Unhas vermelhas

Várias doenças inflamatórias, bem como tumores benignos e malignos, podem cursar com esse aspecto.

No líquen plano, por exemplo, é comum vermos vários risquinhos avermelhados, associados à perda de espessura das unhas.

A psoríase pode apresentar manchas cor de salmão, causadas pela inflamação do leito.

O tumor glômico, a exostose subungueal, o carcinoma do dedo, o cisto mucoso digital e o melanoma amelanótico podem cursar com lesões vermelhas.

• Unhas alaranjadas

Representam as situações vistas nas unhas amarelas, associadas a certo grau de inflamação. É frequentemente vista nos casos de micose e psoríase.

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O Congresso da Academia Americana de Dermatologia aconteceu na linda cidade de San Diego, Estados Unidos, entre os dias 16 e 20 de fevereiro.

Foi um evento grandioso e abrangente que reuniu dermatologistas do mundo todo e de diferentes áreas da especialidade.

Tratou-se de uma oportunidade única de atualização e de contato com todos aqueles que fazem parte da elite científica dermatológica.

Na área de doenças ungueais, tivemos a participação de dermatologistas renomados, como o Dr. Baran e a Dra. Antonella Tosti, ambos os autores de diversos livros e artigos científicos sobre o assunto.

Foram discutidos temas já abordados aqui no blog, tais quais: melanoníquia estriada, unhas fracas e psoríase ungueal.

Em breve, falarei mais sobre tudo isso, dando ênfase ao que foi discutido na AAD 2018.

Seguem fotos do evento:

Vista aérea da região próxima ao evento

 

Vista aérea da região próxima ao evento

Acesso ao andar superior

A Sociedade Americana de Dermatologia completou 80 anos de existência

Aula com o renomado estudioso de doenças ungueais Dr. Robert Baran

Área de inscrição e retirada do certificado

A minha contribuição foi gravar um vídeo para os dermatologistas da Sociedade Brasileira com os principais highlights do evento

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Já falamos em vídeos e também em textos sobre as faixas escuras que surgem nas unhas. O nome científico delas é melanoníquia estriada. Esse nome complicado significa exatamente isto: listra escura na unha.

Mas o que isso significa?

A unha é fabricada em lugar protegido, que fica selado pela cutícula. Naquela pele, embaixo de onde a unha começa, está a matriz ou fábrica da unha. Se aparecer uma pinta ou uma mancha em uma parte da fábrica, toda a unha produzida por aquele pedaço ficará com uma listra escura! Sabemos que, mesmo na pele, as pintas podem ser benignas ou malignas, daí a preocupação com essas listrinhas!

Nem toda faixa escura é uma pinta!

Às vezes, pessoas muito morenas ficam com manchinhas escuras na pele, depois de machucados. Isso é chamado de pigmentação pós-inflamatória ou residual. A mesma coisa pode acontecer na matriz da unha! Então nem toda unha listrada representa uma pinta ou uma lesão preocupante. Portanto, nem toda faixa precisa de biopsia ou de cirurgia!

Alguns sinais de gravidade

Toda a vez que temos algo diferente na pele, e isso inclui unhas, cabelos e mucosas, vale a pena fazer uma consulta com um médico dermatologista. Só um especialista vai poder diagnosticar e tratar esse tipo de problema da forma mais adequada. No entanto, aqui vão alguns sinais que indicam que você deve ir em busca desse profissional mais rapidamente:

1- A mancha está presente em uma única unha;
2- Pacientes de pele clara;
3 – Idade superior a 50 anos;
4 – A listra apareceu e está se alargando, manchou a pele ou a unha se quebrou.

Caso um ou mais dos sinais acima esteja presente, vale a pena consultar o médico dermatologista o quanto antes.

Espero que esse texto tenha ajudado! Veja também o vídeo abaixo:

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1.É verdade que remover as cutículas pode danificar as unhas?

Sim, a cutícula sela a passagem que dá acesso à fábrica da unha, portanto, ao removê-la, você expõe essa região delicada ao meio ambiente! Com isso, a unha fica suscetível a vários tipos de traumas e pode se tornar fragilizada. As pessoas que já sofrem com unhas quebradiças ou que descamam devem evitar a remoção das cutículas! A melhor opção é hidratar a região com cremes emolientes adequados a essa proposta e remover apenas o excesso!

2.O esmalte vermelho ajuda a fortalecer as unhas?

Não! Apenas alguns produtos muito específicos, quando usados de forma combinada, podem proporcionar esse tipo de resultado. O esmalte vermelho possui um pigmento que inibe o crescimento de fungos e atua como um filtro, protegendo a unha dos danos dos raios solares. Por conta dessa dupla ação, os dermatologistas costumam indicar o seu uso em algumas situações, mas isso não significa que ele irá fazer a unha ficar mais forte ou crescer mais rápido.

3.Usar base antes de aplicar o esmalte protege as unhas?

Depende. A base serve para igualar a superfície da unha e impedir, por exemplo, que o pigmento de um esmalte de cor mais forte entre em contato direto com a queratina, proteína que forma nossos cabelos, pele e unhas, e cause uma reação química. Isso pode ser visto nas unhas das pessoas que costumam usar esmaltes vermelhos sem a aplicação da base: as unhas podem ficar manchadas de amarelo!
Assim como os esmaltes, as bases também possuem solventes na sua formulação. E o correto é fazer uma pausa de 2 dias por semana. Aproveite para hidratar as unhas!

4.As unhas postiças estragam as unhas?

Sim. Mesmo as pessoas que não têm problemas de unhas fracas vão notar um enfraquecimento após utilizar unhas postiças. Isso ocorre por 3 motivos: a grande quantidade de acetona utilizada para remover as unhas postiças, a necessidade de lixar a superfície da placa antes de aplicar a cola e o trauma que representa o mecanismo de alavanca causado por um aumento no comprimento das unhas.

5.O que são aqueles risquinhos brancos que vemos nas unhas?

Quando fazemos a mão, a manicure utiliza uma espátula para empurrar a cutícula. O trauma causado é transmitido para a matriz da unha e ocorre um defeito na fábrica da unha.
Um defeito leve produz uma marquinha branca, um defeito mais grave produz um buraquinho ou uma ondulação.

Saiba mais sobre esse assunto:

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Todos sabemos da importância do filtro solar quando nos expomos ao sol por períodos prolongados, seja na praia, piscina ou durante atividades esportivas ao ar livre. Mas uma dúvida que muitos têm é em relação ao uso diário do filtro solar. É importante? Todos devem usar? E a vitamina D, como é que fica?

A exposição à luz solar gera alterações irreversíveis e cumulativas no DNA das nossas células da pele. Com o tempo, a produção de colágeno e da elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele, fica menos efetiva. Além disso, surgem manchas características que denunciam o passar dos anos. Uma forma de retardar e prevenir tudo isso é com o uso diário do filtro solar, sobretudo na pele do rosto e das mãos.

Algumas pessoas desenvolvem câncer de pele ou doenças cutâneas que pioram com o sol. Nesses casos, não há o que fazer: o filtro solar é necessário para evitar que mais dano solar se some ao que já aconteceu. Quanto mais jovem o indivíduo quando desenvolveu o câncer de pele, mais importante é o uso do filtro solar diariamente.

Quanto à produção de vitamina D: realmente a vitamina D é produzida na pele e com a exposição ao sol mais forte, aquele das 10h às 16h. Isso porque a gordura presente na pele (colesterol) precisa ser quebrada pelo UVB do sol para ser absorvida pelo organismo. Sobre esse tema, temos 5 reflexões importantes:

1) Ainda não existem filtros solares que permitem a produção de vitamina D, mas eles estão em estudo e devem surgir futuramente!

2) Por enquanto a recomendação deve ser individualizada: pessoas que já tiveram câncer de pele, que têm câncer de pele ou com risco elevado para o desenvolvimento desse tipo de problema não devem se expor ao sol sem o uso do filtro solar e de outras medidas fotoprotetoras.

3) Pessoas com doenças que pioram com a exposição ao sol tampouco devem se expor ao sol com o objetivo de produzir vitamina D. Tanto aqui como no caso anterior, é necessário suplementar esses indivíduos, se porventura eles sejam deficientes. Em alguns países, adota-se a suplementação sistemática nesses casos.

4) Para produzir vitamina D, não é necessário ficar vermelho! Precisamos de uma dose que varia de pele para pele, sendo menor nos indivíduos de pele mais clara e maior naqueles de pele mais escura. Isso acontece porque a melanina atrapalha a produção de vitamina D, então ficar bronzeado não é uma boa estratégia para quem é deficiente da vitamina D.

5) Em média, no nosso país, necessitamos de 10-20 minutos de sol do meio-dia, 3 vezes por semana, com exposição de braços e pernas. A exposição excessiva ao sol consome a vitamina D produzida, uma vez que ela acaba sendo utilizada no reparo dos danos causados pele sol.

Para saber mais:

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No Brasil, temos predominantemente os climas tropical e subtropical, que nos propiciam sol, com uma taxa elevada de UVB o ano inteiro. Portanto, a nossa atenção de prevenção e de cuidado com a pele deve ser redobrada, especialmente nos períodos mais quentes do ano. O laranja é a cor do verão e do sol e foi escolhida como símbolo das ações de combate ao câncer da pele realizadas pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, da qual sou membro e porta-voz.

O objetivo da ação, cujo slogan é “Se exponha, mas não se queime” é justamente orientar a população geral sobre a importância das medidas fotoprotetoras, bem como a visita anual ao médico dermatologista, na prevenção do câncer da pele.

Dentre as medidas fotoprotetoras, destacamos:

  1. Evitar a exposição direta ao sol no período entre as 10 e as 16h, devido à maior incidência dos raios UVB, associados ao desenvolvimento de queimaduras solares e do câncer de pele;
  2. Filtro protetor solar acima do FPS 30, aplicado de forma uniforme em toda a pele, e reaplicado a cada 2 horas ou toda a vez que houver suor excessivo ou a pessoa se molhar;
  3. Chapéus, bonés e viseiras para aumentar a sombra sobre a face. Destacamos a importância de proteger o couro cabeludo, sobretudo aqueles que possuem cabelos ralos, finos ou muito claros;
  4. Óculos de sol para prevenção da catarata e do câncer de pele na região das pálpebras e canto interno dos olhos;
  5. Roupas (algumas possuem FPS explícito), especialmente para crianças com idade abaixo dos 2 anos de idade;
  6. Sombrinhas, guarda-sóis, tendas durante períodos de exposição prolongada.
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