As coreanas são praticantes da yuri pibu, cuja tradução seria “pele de vidro” (glass skin), por meio do k-beauty (skincare coreano): uma extensa rotina de cuidados com a pele que compreende uma dupla limpeza e um método de hidratação em várias camadas.

O resultado é uma pele brilhante e radiante, que se tornou popular na internet e viralizou no Instagram no fim do ano de 2017 e que, cada vez mais, origina tutoriais com até 11 passos de cuidados com a pele.

No artigo de hoje, vamos discutir o que realmente funciona e o que fazer para simplificar essa rotina de cuidados com a pele!

 

Será que são necessários tantos passos?

A resposta é depende.

Existem vários produtos que acumulam funções e dispensam a necessidade das 7 camadas do tutorial original do k-beauty.

Além disso, como veremos a seguir, para obter tal resultado algumas pessoas irão necessitar de pequenas intervenções, como aplicação de lasers, peelings e tratamentos com toxina e preenchedores.

 

O que é importante para obter a glass skin?

A radiância é a propriedade física que permite que a pele absorva e reflita a luz. A qualidade da radiância é influenciada por fatores, tais como: arquitetura da pele, quantidade de pigmentos vermelhos e marrons, colágeno, hidratação, presença ou não de inflamação etc.

O envelhecimento da pele, por meio da flacidez, tem um impacto importante, alterando a regularidade da textura da pele e, portanto, levando a uma menor reflexão da luz. Isso faz com que a pele se torne opaca e sem brilho!

Portanto, a limpeza diária da pele, acompanhada de hidratação, são fundamentais para mantermos as características originais de glow que a pele jovem tem.

O médico dermatologista pode ajudar bastante, detectando inflamações, pigmentos e alterações no relevo cutâneo, manifestas como rugas e flacidez.

 

O que fazer então?

Lave o rosto diariamente duas vezes ao dia com um produto de limpeza adequado ao seu tipo de pele, um hidratante, use proteção contra a poluição e filtro solar de amplo espectro, que proteja não só da radiação ultravioleta (raios solares), mas também do infravermelho (calor) e da luz visível (precisa ter cor).

À noite, retire toda a maquiagem e poluição do rosto! Lave muito bem a pele depois de usar o demaquilante e hidrate com produtos adequados. Sempre visite um médico dermatologista que irá orientar essa rotina de forma mais personalizada, fará o exame preventivo anual para detectar o câncer de pele e poderá detectar e tratar doenças de pele!!!

 

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Muita gente até entende que a falta de sono pode comprometer a qualidade e a saúde da pele!

No entanto os cientistas estão convencidos de que o excesso também pode ser prejudicial e que 8 horas de sono seria o ponto ótimo dessa equação!!!

Muito bem.

Só que na correria do dia a dia, muitos sacrificam horas de sono para poderem dar conta de tudo o que precisam fazer.

Fora os óbvios prejuízos na atenção, concentração e memória, confira 3 problemas que podem surgir na sua pele quando você dorme menos do que precisa!

• Durante o sono, produzimos antioxidantes, nosso nível de cortisol (hormônio do estresse) cai e a pele se repara, produz colágeno, renova as células etc.

Portanto, não dormir direito leva a uma pele mais envelhecida.

• Tanto o excesso quanto a falta de sono podem levar à obesidade que, por sua vez, é um estado inflamatório que frequentemente se associa a doenças de pele, como a psoríase, por exemplo.

A obesidade também prejudica a absorção de nutrientes e pode atrapalhar a função das células que se dividem rapidamente, como cabelos e unhas.

Portanto você aumenta seu risco de piorar de doenças, como a psoríase e o vitiligo, e pode ter queda de cabelos e unhas frágeis.

• O aumento do estresse causado pela privação crônica de sono eleva o cortisol, que é responsável pela degradação do colágeno e redução da capacidade de defesa do organismo.

Ou seja, a sua pele tem maior risco de apresentar alterações, como dermatite seborreica ou caspa, herpes e acne.

E não para por aí!

Os malefícios causados por uma noite de sono mal dormida são muitos e se acumulam com o tempo.

Da próxima vez que usar o termo “sono da beleza”, lembre-se do quão verdadeira é essa expressão.

Não se esqueça: me siga no Instagram e fique de olho nos vídeos do IGTV e no stories.

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Esse é um assunto que venho estudando há alguns anos e me levou a fazer uma pós-graduação em nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) no ano de 2017.

Também foi tema de duas das minhas palestras mais recentes.

Uma no fim de março, no Rio de Janeiro, durante o 2º Simpósio de Envelhecimento da SBD, e outra, no início de abril, em São Paulo, durante o III Simpósio de Cabelos e Unhas da SBD- Regional São Paulo.

Vários suplementos podem nos ajudar, seja no envelhecimento da pele, seja no tratamento de alterações de cabelos e unhas.

No entanto, nenhum desses compostos tem a capacidade de resolver milagrosamente todos os problemas de forma definitiva e, na realidade, faz parte de uma estratégia de tratamento.

Essa estratégia precisa (entenda isso) ser individualizada porque ninguém é igual ao outro, nem geneticamente, nem em termos de exposição ambiental.

Cabe ao médico, juntamente com o paciente, estabelecer quais suplementos farão parte dessa estratégia (e, talvez, para que ela seja bem-sucedida, o paciente deva incluir algumas mudanças de estilo de vida, como incorporação de hábitos e abandono de alguns vícios).

E é por isso que não tenho como responder às perguntas: “Que creme é bom para não envelhecer?” ou “O que preciso tomar para o meu cabelo parar de cair?”.

Tudo isso depende de quem pergunta e de uma conduta que será elaborada a partir de uma avaliação ou consulta médica, feita no lugar apropriado para isso, que é o consultório.

Seguem fotos dos eventos que participei e espero que eu tenha esclarecido algumas das dúvidas de vocês sobre esse tema.

No meu Instagram @dratatianagabbi eu falo bastante sobre esse assunto e tenho alguns vídeos esclarecedores sobre o assunto. Me segue lá!

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No fim desta semana eu embarco para o Rio de Janeiro, pois irei participar do 12º Simpósio de Cosmiatria e Laser e 2º Simpósio de Envelhecimento da SBD na Barra da Tijuca.

Fui convidada pela coordenação do evento para palestrar sobre os Nutracêuticos em Dermatologia.

Os nutracêuticos são suplementos orais derivados de alimentos que trazem benefícios para a saúde, seja no tratamento, seja na prevenção de doenças.

No entanto, mais importante do que suplementar a nossa dieta é garantir que a nossa alimentação seja a melhor possível.

Devemos preferir alimentos frescos e feitos em casa a alimentos processados, enlatados ou industrializados.

Outra dica importante é aumentarmos a ingestão de verduras, legumes e frutas e reduzir o consumo de frituras e doces.

Dessa forma, garantimos um aporte de nutrientes ao nosso organismo, que ajudam a prevenir uma série de problemas para a nossa saúde e, ainda por cima, melhoram a qualidade da nossa pele.

O envelhecimento da pele acontece por meio de uma série de reações que são conhecidas como estresse oxidativo.

É como se “enferrujássemos” com o passar dos anos… Para a nossa sorte, o consumo de produtos antioxidantes (presentes nos vegetais, verduras e frutas) ajuda a prevenir e reverter esses processos.

E não para por aí!

Alguns estudos demonstraram que a ingestão de menos calorias também retarda o envelhecimento cutâneo!

Portanto, pense duas vezes antes de repetir aquele prato! Coma devagar e mastigue bem os alimentos para que você coma somente o que é necessário para nutrir seu organismo!

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Hoje estive no Panorama da TV Cultura juntamente com a Dra. Juliana, do Hospital AC Camargo, discutindo questões referentes aos cuidados com a pele no verão.

Foi uma experiência incrível nos estúdios da TV Cultura e fiquei extremamente feliz por ter participado.

Achei o programa bastante esclarecedor, pois falamos sobre uma série de mitos que envolvem o tema, como o uso do filtro solar e a questão da vitamina D, por exemplo.

O resultado você confere neste link.

Seguem fotos do programa.


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Uma dúvida muito frequente entre pacientes e estudantes de Medicina diz respeito ao filtro solar.

Muitos não entendem como o filtro funciona e o que é aquele número FPS 15 ou 30.

Para responder a essa e outras dúvidas, gravei um vídeo com o pessoal do VivaBem, do UOL, que está disponível neste link.

Além disso, falamos também sobre a queimadura solar e por que a pele da gente descasca depois que isso acontece!

Não deixem de conferir!

Um abraço e até a próxima!

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A convite do UOL, fui à praia Riviera de São Lourenço, em Bertioga, fazer uma palestra ao vivo no Espaço Viva Bem sobre fotoproteção, na sexta-feira passada.

Você pode conferir o vídeo neste link.

Iniciei a palestra falando sobre as características das lesões malignas e sobre a necessidade de proteger a nossa pele quando nos expomos ao sol.

Afinal, um dos fatores de risco mais importantes para o surgimento do câncer de pele é justamente a radiação ultravioleta!

Na sequência expliquei um pouco sobre o Verão Laranja, campanha da Sociedade Brasileira de Dermatologia que visa esclarecer a população sobre os mitos e verdades da exposição solar, além de orientar e incentivar o diagnóstico precoce do câncer de pele.

Falamos, também, sobre a vitamina D e como fica essa situação quando usamos filtro solar.

Segundo um estudo conduzido pela SBD, os níveis de vitamina D não sofrem com a exposição solar protegida, apenas ficam baixos quando o paciente realmente evita o sol.

Fechei a palestra esclarecendo algumas dúvidas comuns de consultório sobre pele e cabelos.

Falei sobre queimaduras solares e o cabelo verde que pode aparecer após banhos de piscina.

Foi muito legal ter participado e espero que vocês gostem do vídeo. Seguem fotos do evento.

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No sábado dia 22/12/18, eu concedi uma entrevista para o Fernando Andrade da rádio CBN acerca do tema Dezembro Laranja da SBD.

Pelo quinto ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, apoiada pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina, conduz a campanha do Dezembro Laranja, que alerta para os riscos do câncer de pele. O slogan da campanha esse ano “se exponha mas não se queime”, faz uma analogia com as redes sociais. A ideia é mostrar que é possível aproveitar o que o sol tem de bom e, ao mesmo tempo, evitar os seus efeitos nocivos.

A campanha

A ação teve início já no primeiro dia do mês quando 4 mil médicos dermatologistas e voluntários foram mobilizados para atender gratuitamente cerca de 30 mil brasileiros que procuraram os 132 postos de atendimento espalhados por vários estados do país. Já é o vigésimo ano que essa campanha preventiva busca sinais de câncer de pele na população e a orienta no sentido de evitar o problema. Já fizemos mais de 500 mil consultas gratuitas e orientações nessas ocasiões.

Câncer de pele

O câncer de pele não melanoma responde por 30% de todos os cânceres e estima-se que teremos 165.580 casos novos no ano de 2018. A mortalidade desse tipo de câncer felizmente é baixa. Em 2015 foram 1958 mortes. Já o melanoma, mais agressivo, é mais raro, respondendo por menos de 3% de todos os cânceres de pele. Para você ter uma ideia isso significa 6260 casos novos por ano e cerca de 1794 mortes no ano de 2015. É importante lembrar mais uma vez que o diagnóstico precoce leva a cura em mais de 90% dos casos.

Dezembro Laranja

Esses números justificam a campanha uma vez que o câncer de pele é prevenível e principalmente, curável, se detectado precocemente. É fundamental saber como e quando se expor ao sol, bem como reconhecer os sinais de que há algo de errado com a sua pele. Esse serão os temas de nossas próximas duas publicações. Fique atento para não perder essas informações super importantes!!!

Seguem fotos e link para o site da SBD onde você encontra mais informações sobre a campanha.

Ouça abaixo ou veja no youtube.

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O colágeno é a proteína mais abundante no ser humano.

Presente nos ossos, músculos, pele, cartilagens, vasos, 30% de toda a nossa proteína é constituída por ele!

Isso equivale a 6% do nosso peso!

A sua conformação e estrutura próprias dão tensão e elasticidade aos tecidos e, em especial, à pele.

Há vários tipos diferentes de colágeno, mas, na pele, os principais são os tipos I e III.


Tipos de colágenos

Esse mesmo colágeno que dá sustentação à pele e cuja produção cai com o passar dos anos, pode ser extraído dos tecidos animais em processos industriais, dando origem à gelatina.
A gelatina é o colágeno hidrolisado (extraído através da água) purificado, concentrado e saborizado.

O problema é que a gelatina não tem ação biológica, ou seja: ela não leva a ações no nosso organismo, entre outras coisas, porque a sua absorção é dificultada pelo grande tamanho de suas moléculas.

No entanto, e isso é fundamental para entendermos tudo isso, temos outro subproduto do colágeno hidrolisado: os peptídeos do colágeno.

Eles também são extraídos de forma semelhante, mas algumas proteínas especiais, chamadas enzimas, são adicionadas ao processo e quebram esse colágeno grande em inúmeros pedacinhos menores: os peptídeos.

Esses, em geral, são formados por dois ou três aminoácidos e possuem ação biológica, ou seja: ao serem consumidos, eles fazem com que o nosso organismo aumente a produção de diversas proteínas que compõem a matriz extracelular.

Entre elas o próprio colágeno, mas também o ácido hialurônico e a elastina.

É por essa razão que o nome correto dos suplementos de colágeno que têm essa peculiaridade é, na verdade, peptídeos bioativos do colágeno hidrolisado.

O uso frequente desses suplementos permite que a pele possa engrossar, levando a uma prevenção das rugas e aumentando a firmeza da pele!

Além disso, a presença de maior quantidade de ácido hialurônico confere um aumento sensível da hidratação a pele!

Alguns estudos científicos demonstram resultados promissores em animais e também em humanos.

É claro que os resultados variam entre as pessoas, mas os trabalhos demonstram, de forma sistemática e consistente, um benefício geral nos pacientes que usam esse tipo de produto.

Trata-se, portanto, de um suplemento nutricional interessante para usarmos em diversas situações clínicas, tais como: envelhecimento, flacidez, celulite, unhas fracas etc.

Todas essas possibilidades já foram testadas cientificamente e demonstraram resultados clínicos que puderam ser mensurados em pacientes reais, por meio de diversas técnicas!

Há evidências de que possa ter resultados mesmo se utilizado sozinho, porém não há dúvidas de que fica ainda melhor aliado aos tratamentos disponíveis no consultório, tais como: lasers, peelings, preenchimentos e bioestimuladores, devido à soma de seus efeitos.

 

OBS: Alguns colegas ainda não estão atualizados nesse tema, principalmente, porque existe uma grande confusão entre a gelatina e os peptídeos.

Por conta disso, alguns médicos bons desencorajam o uso desses suplementos.

Para aqueles que gostam, vou deixar uma pequena lista de artigos científicos que corroboram tudo o que foi dito neste post.

OBS2: Nem tudo que está no mercado tem o mesmo grau de evidências científicas.

Muitos suplementos que clamam serem “colágeno hidrolisado” não passam de gelatina.

Não gaste seu dinheiro à toa! Cosulte sempre um dermatologista e lembre-se: há vários tipos diferentes no mercado, com objetivos diferentes.

Colágeno NÃO É tudo igual!


Referências bibliográficas

Sato, K. (2017). The presence of food-derived collagen peptides in human body-structure and biological activity. Food & function, 8(12), 4325-4330.

Wu, R., Wu, C., Liu, D., Yang, X., Huang, J., Zhang, J., … & He, H. (2018). Antioxidant and anti-freezing peptides from salmon collagen hydrolysate prepared by bacterial extracellular protease. Food chemistry, 248, 346-352.

Shigemura, Y., Suzuki, A., Kurokawa, M., Sato, Y., & Sato, K. (2018). Changes in composition and content of food‐derived peptide in human blood after daily ingestion of collagen hydrolysate for 4 weeks. Journal of the Science of Food and Agriculture, 98(5), 1944-1950.

Yazaki, M., Ito, Y., Yamada, M., Goulas, S., Teramoto, S., Nakaya, M. A., … & Yamaguchi, K. (2017). Oral ingestion of collagen hydrolysate leads to the transportation of highly concentrated Gly-Pro-Hyp and its hydrolyzed form of Pro-Hyp into the bloodstream and skin. Journal of agricultural and food chemistry, 65(11), 2315-2322.

Matsumoto H, Ohara H, Ito K, Nakamura Y, Takahashi S. Clinical effect of fish type I collagen hydrolysate on skin properties. ITE Lett 2006;7:386–90.

Ohara H, Ito K, Iida H, Matsumoto H. Improvement in the moisture content of the stratum corneum following 4 weeks of collagen hydrolysate ingestion. Nippon Shokuhin Kagaku Kogaku Kaishi 2009;59:137–45.

Proksch E, Segger D, Degwert J, Schunck M, Zague V, Oesser S. Oral supplementation of specific collagen peptides has beneficial effects on human skin physiology: a doubleblind, placebo- controlled study. Skin Pharmacol Physiol 2014;27:47–55.

Genovese L, Corbo A, Sibilla S. An insight into the changes in skin texture and properties following dietary intervention with a Nutricosmeceutical containing a blend of collagen bioactive peptides and antioxidants. Skin Pharmacol Physiol 2016;3:146–58.

Kim, Do-Un, et al. “Oral intake of low-molecular-weight collagen peptide improves hydration, elasticity, and wrinkling in human skin: A randomized, double-blind, placebo-controlled study.” Nutrients 10.7 (2018): 826.

Ito, Naoki, Shinobu Seki, and Fumitaka Ueda. “Effects of Composite Supplement Containing Collagen Peptide and Ornithine on Skin Conditions and Plasma IGF-1 Levels—A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Trial.” Marine drugs 16.12 (2018): 482.

Fu, Y., Therkildsen, M., Aluko, R. E., & Lametsch, R. (2018). Exploration of collagen recovered from animal by-products as a precursor of bioactive peptides: Successes and challenges. Critical reviews in food science and nutrition, 1-17.

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Você conhece o termo positive ageing?

Positive ageing é um conceito bastante importante no meio dermatológico que poderia ser traduzido por “envelhecimento positivo”.

Para entender melhor, considere isto: há uma máxima que diz que o envelhecimento é inexorável, porém “tornar-se velho” é algo opcional. E o envelhecimento positivo vai bem de encontro a isso!

Hoje em dia, a medicina nos brinda com diversas técnicas e estratégias terapêuticas que nos permitem prevenir e contornar os efeitos negativos do passar dos anos.

O conjunto dessas atitudes e medidas também ganhou um termo técnico em inglês: prejuvenation.

Prejuvenation

Prejuvenation seria uma fusão de prevenção e rejuvenescimento e está associado ao conceito de que agir preventivamente pode nos ajudar – e muito – a envelhecer de forma positiva.

Isso implica em benefícios internos que irão refletir na saúde e beleza da pele, atuando de forma significativa, inclusive na melhoria dos próprios resultados dos procedimentos estéticos.

A prática de esportes, a meditação, a nutrição e a suplementação têm muito a acrescentar nesse sentido!

A busca por procedimentos estéticos menos invasivos e com efeitos mais naturais, como estimuladores de colágeno, preenchimentos, aplicações de ácidos, radiofrequência e laser, têm aumentado bastante!

Mas é preciso entender que eles todos fazem parte de um plano de tratamento! Cabe ao médico dermatologista, em conjunto com o paciente, traçar uma estratégia global, em busca do melhor resultado possível para aquela pessoa em particular!

E isso leva em conta diversos fatores, inclusive o econômico!

O resultado de tudo isso fica evidente quando olhamos mulheres maduras que conseguem manter o frescor da juventude de forma harmônica e natural, como é o caso de algumas atrizes e modelos famosas.

No entanto, mesmo nesse meio e apesar de dinheiro não ser o problema aqui, vemos também muitos exemplos catastróficos.

Como fazer para envelhecer bem?

É fundamental compreender o conceito de prejuvenation e positive ageing em vez de se entregar a diversos procedimentos estéticos sem planejamento e – muitas vezes – com profissionais diferentes, em busca de resultados imediatos ou preço mais barato. Lembre-se que a escolha de um especialista bem formado está na base do sucesso de qualquer tratamento!

E vamos envelhecer de forma positiva!

 

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