Você tem uma vida super corrida e quase não tem tempo nem para respirar, quem dirá comer? Então, esse post de mindful eating é uma leitura obrigatória para você!

Pode ser que você esteja pensando: “Eu quase não tenho tempo, mas conheço o mindful eating e estou praticando, estou comendo devagar…”

Desculpe, mas eu preciso te interromper agora, antes que seja tarde, porque: mindful eating não é comer devagar e mastigar por um ‘loooongo’ tempo.

Mindful eating, em tradução livre para o português, significa “alimentação consciente” – a maioria das pessoas nem sabe o que é isso.

A resposta rápida: alimentação consciente é comer com atenção, saborear os alimentos e dar importância à refeição.
Se você acha que isso é balela e que não faz diferença nenhuma, precisa ficar comigo aqui até o final e entender tudo o que você tem a ganhar se praticar mindful eating a partir da sua próxima refeição hoje. Vamos lá?

 

Mas por que eu estou falando de Mindful Eating?

Lembre-se: a nutrição é um processo ativo de assimilação dos elementos presentes nos alimentos!

E, pasme: isso faz parte do expossoma do envelhecimento cutâneo! Portanto, uma boa alimentação é base para uma pele bonita.

Isso porque prestar atenção ao que você está comendo é o primeiro passo para detectar hábitos poucos saudáveis cada vez que eles aparecem.

Se você pode identificar, você pode deter. Isso significa que, ao “comer com a consciência em vez da emoção” faz com que você tenha novos hábitos.

Além disso, os problemas de pele são consequências de uma nutrição incorreta, estresse e hormônios.


Acredite, o estresse é o maior ladrão de beleza de todos os tempos!

As cicatrizações das feridas ficam mais lentas, a inflamação dispara e as glândulas sebáceas ficam exageradas. Isso afeta sua pele de várias formas, como:

– Acne, pelo hormônio liberador de corticotropina (envolvido na resposta ao estresse);

– Aceleração dos sinais de envelhecimento, como rugas e linhas (muito cortisol diminui a reparação natural e a formação do colágeno para lidar com áreas danificadas);

– Piora de quadros de doenças de pele, como doenças inflamatórias que pioram com o estresse (psoríase, acne e eczema são algumas delas).

A boa notícia é que a atenção plena se tornou uma das principais formas de aumentar a felicidade e reduzir o estresse, principalmente quando falamos de alimentação.

Esse estudo provou que a atenção plena ajuda a melhorar a cicatrização das feridas logo nos primeiros dias.

 

Como funciona a alimentação consciente?

A alimentação consciente te ajuda a decidir o que deve comer e por quais motivos. O mindful eating te ajuda a estar ciente sobre isso, em vez de apenas comer qualquer coisa que vir pela frente.

Mindful eating se trata de comer com atenção plena e apreciar o momento, com consciência do próprio corpo, das sensações e pensamentos.

Assim, você consegue reconhecer e diferenciar se está com vontade de comer ou com fome mesmo.

Ah, e você pode não saber, mas existe a fome física e a fome psicológica ou emocional. No segundo caso, você come apenas para se confortar.

A prova disso é que, se você não pratica o mindful eating, provavelmente, vive com dificuldade de definir se está satisfeito realmente ou não; você não sabe a hora de parar.

 

Os níveis do Mindful Eating

Para simplificar o assunto, separei o prato em 4 partes que você precisa para praticar o mindful eating. Geralmente, é assim que eu faço e, como é bem simples, você já pode começar na sua próxima refeição:

1 – Observar: fique atenta ao seu corpo – estômago roncando, alto estresse, sensação de estar cheio ou vazio, satisfação e energia.
2 – Saborear: sinta o aroma da comida, o sabor, a textura e entenda quais sensações isso te causou.
3 – Interagir: esteja presente. Esqueça o celular, tv e outras distrações nesse momento; apenas coma, com atenção total no que está fazendo.
4 – Explorar: não se culpe e nem imponha regras rígidas de alimentação nesse primeiro momento; a opção racional é a melhor escolha (as emoções podem aumentar o estresse e distúrbios alimentares).

Depois de tudo isso, se atente aos sentimentos que cada um te causou e anote isso cerca de 30 minutos depois que comer.

 

E hoje trago dicas para o mindful eating!

1 – Antes de iniciar a refeição, agradeça pelo alimento que está diante de você. Eu acho que não tem uma forma melhor de se conectar com o mindful eating.
2 – Evite distrações na hora da refeição: afaste celulares, televisão, telas, livros. Concentre-se no momento presente e no que você está fazendo. Tem quem goste de colocar uma música suave para acompanhar.
3 – Comece pela salada: veja os elementos presentes no prato, a beleza dos ingredientes e das proporções. Em seguida, selecione uma parte e mastigue cuidadosamente, prestando atenção plena às texturas e aos sabores.
4 – Deixe os talheres encostados enquanto faz isso: essa é uma forma de reduzir a velocidade do processo.
5 – Só então passe ao prato principal, repetindo exatamente o mesmo movimento.
6 – Deixe que seu corpo alcance o cérebro: desacelere, coma e pare quando o seu corpo te avisa que está cheio.
7 – Seu corpo tem sinais pessoais de fome; aprenda a reconhecê-los e entenda se a alimentação é uma resposta ao desejo emocional ou às necessidades do corpo?
8 – Em vez de apenas comer sozinha, em horários aleatórios, coma com outras pessoas em horários e locais determinados.
9 – Mas lembre-se: tudo começa pela sua lista de compras. Veja o que satisfaz a sua necessidade nutricional e prefira esses alimentos em vez dos que têm apenas ‘valor emocional’.

 

Você já está praticando o mindful eating se…

-> Reconhece que não há jeito errado ou certo de comer, mas existem sim vários níveis de consciência na experiência da comida.
-> Aceita que suas experiências alimentares são apenas suas.
-> Dirige sua atenção no momento da refeição por escolha própria.
-> Se conscientiza sobre cada alimento e como ele pode favorecer sua saúde e bem-estar.
-> Está ciente que a alimentação influencia diretamente TODO o seu corpo e quer cuidar bem de você.


Mindful eating vale a pena e esses são apenas alguns dos benefícios…

– Reduz a ansiedade

– Combate o estresse

– Melhora a saciedade

– Alimentação com propósito

– Controle da sua própria vida e sentimentos

– Reconhece os gatilhos emocionais que te impulsionam

– Aprende a gerenciar suas emoções com maior facilidade

– Começa a ouvir os pensamentos e decide obedecê-los ou não

– Evita a compulsão por alimentos hipercalóricos no fim da refeição.

 

Gostou? Comente se você já utiliza alguma dessas dicas de mindful eating no seu dia a dia ou se tem alguma outra aqui nos comentários!
P.S.: Aproveita para me seguir no Instagram; faço vários conteúdos legais por lá!

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Você já ouviu falar em ritmo circadiano? Sabia que é ele o responsável por regular todo o funcionamento do seu corpo? Veja mais neste artigo!

Todas as nossas células que compõem o nosso organismo são reguladas por um sistema inteligentíssimo. Temos um relógio biológico que, de forma natural, se ajusta e se ativa com base em sinais externos associados à luz e à escuridão.

Além disso, possuímos relógios periféricos que se ajustam principalmente com a alimentação, entre outros estímulos.

Quer saber mais sobre como funciona o ritmo circadiano e o que ele tem a ver com todo o seu dia? Continue a leitura!

O que é ritmo circadiano mesmo?

O ritmo circadiano, controlado por esses relógios biológicos, compõe o ciclo vital que controla o organismo diariamente para cumprir funções fundamentais, tais como:
– Regular a temperatura corporal;

– Equilibrar os níveis de açúcar e de hormônios;

– Além de orquestrar o sistema de regeneração e reparação celular.

Esse ritmo circadiano ou ciclo circadiano se refere ao período de 24h que o ciclo biológico que baseia praticamente todos os seres vivos.

Algumas das fortes influências no ritmo circadiano são:

– Luz

– Temperatura

– Movimento de maré

– Vento

– Dia

– Noite

Ou seja, seu corpo tem um metabolismo, que é controlado por um relógio biológico. Este, por sua vez, determina os períodos de menor ou maior energia, que têm relação direta com o ciclo escuro e claro da luz solar.

Os ciclos do ritmo circadiano são mentais, físicos e comportamentais.

Mas para que serve o ritmo circadiano?

Para regular essa atividade física, fisiológica, química e psicológica do seu organismo, que pode influenciar no estado de vigília, no sono, na temperatura corporal, na regulação das células e até na digestão.
De forma mais clara, o ritmo circadiano pode influenciar em coisas como:

– Horário de dormir

– Temperatura corporal

– Níveis de hormônio

– Estado de alerta

– Apetite

– Pressão sanguínea

– Metabolismo

Alguns dos fatores externos que influenciam no seu ritmo circadiano podem ser: exposição à luz de aparelhos eletrônicos (a famosa luz azul) em horários inapropriados, cafeína e drogas.

Ritmo circadiano dia e noite

Durante o dia, os ritmos circadianos estimulam o despertar da nossa pele, aumentando o seu potencial de autoproteção e otimizando a biotransformação de vitamina D.
Por esta razão, recomenda-se utilizar produtos cuja principal propriedade seja a ação antioxidante, pois eles exercem proteção contra as agressões de agentes externos.

À noite, os ritmos circadianos aumentam a taxa de reparação e regeneração celular, uma vez que a pele não está submetida a agressões, como a radiação UV.

Além disso, produz-se um aumento da microcirculação, gerando uma maior desintoxicação e maior aporte de nutrientes para as nossas células.

Os produtos recomendados para aplicar à noite contêm ativos que estimulam os mecanismos de autorreparação e auto regeneração da pele para, assim, ajudar a reparar os danos produzidos durante o dia.

Além desses cuidados básicos, a tecnologia já nos trouxe inovações nesse setor!
Já temos cosmecêuticos (cosméticos + produtos farmacêuticos) inteligentes, baseados na cronobiologia, que atuam em função do momento em que são aplicados na pele.

Ou seja: o mesmo produto, com os mesmos princípios ativos, poderá ter propriedades distintas em função de ser aplicado durante o dia ou durante a noite.

O que a alteração no ritmo circadiano causa?

Deixar o seu ritmo circadiano desregular pode ter algumas consequências sérias, como:

– Sonolência durante o dia

– Desempenho menor no trabalho

– Propensão maior a acidentes

– Depressão

– Ansiedade

– Pouca agilidade mental

– Maiores riscos de obesidade e diabetes

Você pode até gostar de trabalhar à noite, por exemplo, mas o ritmo circadiano entende que esse é o horário de descansar.

De acordo com a biologia do seu corpo, o horário noturno é feito para dormir e é por isso que não temos a visão noturno, olfato e audição aguçados para esse horário como alguns animais possuem.

Não sou só eu que estou falando, são as estatísticas e os acontecimentos.

Os desastres mais problemáticos da história aconteceram no horário noturno, como o acidente na Three Mile Island e o Chernobyl.

Para ter ideia, essa pesquisa mostrou que 25% a 30% dos profissionais que trabalham com turnos alternados têm crises de insônia ou sonolência em excesso.

Algumas dicas para manter o seu ritmo circadiano

A primeira de todas é: durma cerca de 7-8hs por dia e de preferência antes das 22hs.
De uma forma geral, é preferível acordar cedo do que ir dormir tarde, em termos cronobiológicos.

A segunda dica é: faça a higiene do sono evitando telas e luzes artificiais próximo do horário de dormir.

A terceira dica é: evite substâncias que podem afetar seu sono após as 16h, como álcool, nicotina e cafeína.

A quarta dica é: consuma bebidas frias, como água ou chá gelado.

A quinta dica é: se exponha à luz natural solar (claro, com proteção e em horários adequados).

A sexta dica é: tire uma soneca de 15 minutos após o almoço, se puder.

Se você tem dúvidas sobre o seu ritmo circadiano e de como isso funciona na sua pele, precisa falar com um especialista. Esse é o seu caso? Então, clique aqui e agende o seu horário!

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Você já conhece os efeitos do estresse na pele? Sabia que ela mostra esses sinais? Continue por aqui e fique por dentro sobre o que causa o estresse e algumas dicas para evitar.

Hoje vamos falar sobre o efeito do estresse na pele, que foi o tema da minha rede social durante uma semana – tinha aproveitado a minha ida à Lapinha, spa médico pioneiro no tratamento do estresse no Brasil.

A pele é como uma via de comunicação com o mundo externo. Ela pode expressar tanto o bem estar assim como o adoecimento.

O estresse crônico promove o agravamento de doenças como dermatite atópica, psoríase e urticária.

Isso pode significar coceiras, ressecamentos e manchas roxas, vermelhas e brancas na sua pele; tudo isso causado pelo estresse.

Isso porque o seu corpo libera hormônios que alteram o sistema imunológico e, se o seu sistema imunológico cair, os sinais da epiderme aparecem.

Como funciona o efeito do estresse na pele?

Nem sempre o estresse é um problema; ele é uma defesa natural, um mecanismo fisiológico, que tem o seguinte objetivo: ajudar na sobrevivência.
Isso porque o estresse faz com que nosso corpo libere alguns mediadores químicos, nos fazendo reagir de forma mais rápida e eficiente em momentos de perigo. O problema mesmo é quando o estresse se torna crônico, causando muitos danos à saúde.

O estresse aumenta o risco de problemas cardiovasculares (como infarto e pressão alta) e também tem um grande efeito negativo na pele.

Isso acontece porque o cortisol em excesso (um dos hormônios relacionados ao estresse) afeta nosso sistema imunológico, provocando ou agravando doenças.

Efeito do estresse na pele: doenças mais comuns

Dermatite atópica
Podendo estar relacionada a outras doenças, como a rinite, asma e bronquite, a dermatite atópica é um processo inflamatório que causa algumas manchas / lesões na pele, coçando bastante e até descamando.
Alguns dos gatilhos da dermatite atópica são: tensão emocional, forte estresse, frio intenso, ambientes secos demais, tecidos de lã e calor.

Psoríase
Os problemas de estresse na pele também podem causar psoríase, que é uma doença inflamatória crônica. Os principais sinais são as manchas secas e escamas que se formam, principalmente, nos joelhos, couro cabeludo e cotovelos.

Alguns dos fatores que agravam a psoríase são: estresse crônico, álcool e alta exposição ao frio.

Urticária
Um outro problema de estresse na pele é a urticária, que é uma irritação cutânea, podendo surgir “do nada” em qualquer região do seu corpo. Ela pode ser:

– Aguda: dura menos de 6 semanas e não deixa cicatriz

– Crônica: dura meses ou anos

O principal desencadeador da urticária não é o estresse, mas ele ajuda muito a piorar seus sintomas.

Vitiligo
Um outro problema comum que causa sinais visíveis do estresse na pele é o vitiligo. Ele é a redução da melanina ou falta dele (melanina é o pigmento que dá cor à nossa pele).

Isso pode acontecer em várias regiões do corpo, surgindo manchas brancas. O estresse é um fator em comum nos pacientes que têm vitiligo, podendo desencadear o início da doença se a pessoa já tiver alguma predisposição genética.

Então, como controlar o estresse na pele?

É normal se estressar e precisamos controlar isso no dia a dia. Algumas pessoas conseguem fazer isso melhor, outras sofrem com isso e sentem o estresse na pele. Mas como saber que está fazendo mal à sua saúde realmente? Simples:

– Seu comportamento padrão foge do habitual;

– Está sentindo dificuldade para dormir;

– Ou você dorme à noite inteira e acorda se sentindo cansado;

– Não sente energia para as tarefas do seu dia

– Se irrita com quase tudo e todos

Na maioria das vezes, ouça quem está perto de você; ele pode te mostrar que algo não vai bem e que está na hora de procurar um especialista.

Se você quer se livrar dos efeitos do estresse na pele e em outras partes do corpo, precisa, acima de tudo, identificar as causas do seu estresse.

Caso seja possível, se afaste da causa do estresse; mas se não for possível, é necessário encontrar uma maneira de lidar com a situação de outras maneiras.

Dicas para reduzir o efeito do estresse na pele

1 – Esteja em constante contato com a natureza: em contato próximo com a natureza é importante porque ela nos mostra diversos mecanismos naturais, como a questão do ciclo, da impermanência, do silêncio, etc.

2 – Pratique atividades físicas: faça o que mais gosta – ou o que menos odeia – mas mexa-se! O exercício e o lazer são excelentes protetores contra o estresse e a síndrome de burnout!

3 – Cultive relações saudáveis consigo mesmo e com o meio: cultivar as amizades e as relações humanas é essencial. Isso foi um aspecto fundamental em um longo estudo conduzido em Harvard sobre envelhecer bem!

4 – Faça a higiene do sono, respeitando o tempo e qualidade: durma bem, respeitando tempo e duração do sono e pratique a higiene do sono, que já foi explicada no meu Instagram.

5 – Regule o seu ciclo circadiano: cuide dos momentos de exposição a luz e escuridão (evite luz artificial e telas próximo ao horário de dormir) e observe o horário das refeições (mantenha mais ou menos fixos) para regular relógio central (luz/escuridão) com os periféricos (alimentação).

Outras dicas rápidas para reduzir o efeito do estresse na pele

– Medite

– Faça terapia

– Tenha momentos de lazer

– Pratique atividades físicas (mas não se cobre por desempenho profissional)

– Invista tempo em hobbies que não estejam ligados ao seu trabalho diário

Fez tudo isso e ainda sente o efeito do estresse na pele? Acha que não está funcionando? O único remédio deve ser procurar um especialista! Não tome remédios por conta própria, procure um médico perto de você que possa te ajudar.

Precisa de alguma ajuda e quer marcar uma consulta? Clique aqui e marque um horário comigo.

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Fotoenvelhecimeto, como a exposição solar inadequada prejudica a pele.

A exposição crônica ao sol é o principal fator do envelhecimento cutâneo.

A luz solar é composta por raios eletromagnéticos que penetram a pele em diversos níveis/camadas.

Basicamente existem 3 tipos de raios solares:
– Ultravioletas (UVB, UVA1e UVA2)
– Luz visível
– Infravermelho

Raios UV

A radiação ultravioleta afeta todas as camadas da pele (epiderme, derme e hipoderme).

A primeira a sofrer alterações e a derme com posterior repercussão para epiderme.

Essa radiação altera a matriz extracelular da derme. Diminuindo a produção de proteínas, o que prejudica o remodelamento celular e gera radicais livres, os quais causam inflamação e dano do tecido cutâneo.

Os raios ultravioletas são divididos em:
UVA = Penetram a pele mais profundamente e são eles que alteram a pigmentação (manchas), provocam o fotoenvelhecimento e podem levar ao câncer de pele.
– UVB = Penetram a pele superficialmente e causam eritema (vermelhidão), queimaduras e ardência.

Além disso, os RUV são capazes de provocar diversas doenças dermatológicas (fotodermatoses) ou agravar outras doenças (Dermatoses fotoagravadas).

 

Raios Infravermelhos e Luz Visível

Os raios infravermelhos e a luz visível degradam a matriz extracelular da derme, modificam a composição lipídica da camada córnea (uma das camadas da epiderme) e alteram a pigmentação da pele.

 

Luz Azul-Roxa

A Luz Azul é aquela luz artificial emitida por telas de computadores e celulares. Ela causa alteração na pigmentação da pele por mecanismos diferentes do RUV, ou seja, não geram radicais livres, mas provocam o envelhecimento cutâneo.

 

E como prevenir o Fotoenvelhecimento? Protetores Solares!!

Próximo post…

Continua acompanhando o blog para ver mais conteúdos como esse ou nas minhas redes sociais. Até a próxima!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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De uma forma geral, independentemente do tom de pele de cada um de nós, a proteção solar (ou fotoproteção) é uma necessidade para todos.

Diferentes tipos de pele possuem também algumas diferenças estruturais e fisiológicas importantes, influenciando no fotoenvelhecimento, no envelhecimento intrínseco, na quantidade de filtração para os raios ultravioletas e até na hidratação.

A coloração da nossa pele é determinada, principalmente, pelo tipo e quantidade de pigmentos de melanina que são produzidos pelos melanócitos.

A quantidade de melanina que existe na epiderme, por exemplo, é maior entre pessoas negras, o que confere maior fator de proteção solar (FPS).

Já em pessoas caucasianas e asiáticas, cerca de 80% dos sinais de envelhecimento são causadas pela exposição dos raios ultravioleta.

Mas isso não significa que pessoas de pele negra podem viver sem a fotoproteção. Entenda mais a seguir!

 

Fotoproteção é necessária para todas as peles

Alguns cálculos mostraram que o limite de exposição diária aos raios ultravioletas seria de 2,54 minutos ao dia.

Isso porque os raios UV fazem parte dos responsáveis pelos sinais de fotoenvelhecimento antes do tempo (envelhecimento precoce), irregularidade na sua pigmentação, telangiectasias e elastose solar.

Em pessoas com o tom de pele mais escuro, vemos com frequência a despigmentação, a hiperpigmentação, além do envelhecimento e a presença do câncer de pele.

 

Fotoproteção Pele Étnica

Sempre me perguntam se quem tem a pele mais morena pode abrir mão da fotoproteção. E a resposta é não! Vamos entender?

Como você já viu, a melanina é uma proteína que confere uma proteção natural contra a exposição ao sol.

Quanto mais claro o tom de pele de uma pessoa, menor quantidade de melanina presente na pele.

Portanto, quem tem um tom de pele mais moreno, consequentemente, tem um envelhecimento mais lento e mais tardio do que quem tem a pele mais clara.

No entanto, quando vamos estudar a fundo (nível celular) os efeitos dos raios solares sobre as peles, observamos que as mesmas consequências vistas nas peles mais claras estão presentes nas morenas, ainda que em menor grau.

Por isso, o skin care da pele morena também deve contemplar o uso do filtro protetor solar e devemos orientar esses pacientes a evitar a exposição solar excessiva.

Dica: Uma boa fotoproteção inclui cuidados contra o UVA, UVB, infravermelho e luz azul.

E aí, o que achou? Ainda tem dúvida sobre o fotoproteção para a sua pele? É só ir no meu instagram e deixar uma pergunta lá – vou ficar muito feliz em te responder. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

 

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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O frio já chegou, trazendo baixa umidade do ar e ventos mais gelados. Algumas das medidas que tomamos para nos esquentar e nos livrar do frio acabam criando problemas na nossa pele no inverno.

Nessa época, pode ser que você use uma quantidade maior de roupas, beba menos líquidos, transpire menos, tome banhos quentes, use os aquecedores com maior frequência, entre outras medidas para ficarmos mais quentinhos.

O problema é que essas atitudes fazem com que sua pele perca a capacidade para reter a água e também a sua oleosidade natural, o que pode desequilibrar a quantidade de óleo e água – que é conhecido também como manto lipídico.

A falta de cuidado com a pele no inverno pode causar, além daquela sensação de que está desidratado, uma pele que fica repuxando, ressecada, mais sensível, que comece a descamar e tenha a aparência opaca ou sem vitalidade.

Para evitar esses problemas, é essencial tomar alguns cuidados nas épocas mais frias. Hidratar a pele no inverno é primordial, seguindo os passos que vou falar aqui. Confira:

Passo 1: Limpeza, já! 

Tente não usar os sabões tão agressivos. Em vez disso, procure por aqueles que são limpadores sem sulfato (os syndets) ou que sejam em óleo.

 

Passo 2: A dose certa de prebióticos

As alterações constantes da temperatura podem comprometer a flora natural da pele! Alguns cremes têm a capacidade de restaurar essa flora, além de fortalecer a pele e deixá-la mais equilibrada. Alguns deles já são hidratantes e não há necessidade de utilizar mais um produto com essa função!

 

Passo 3: Antioxidante (o meu queridinho ainda é a vitamina C tópica)

Tanto para os olhos quanto para o rosto, temos produtos que combinam esse ativo com a vitamina E e substâncias como a carcinina, melatonina e o resveratrol, entre outros. Estou gostando muito da opção de óleos vegetais ricos em esqualano, compatível com a barreira natural da sua pele!

 

Passo 4: Hidratação pele no inverno

Para quem gosta de múltiplas camadas essa etapa pode ser separada. Os produtos multifuncionais dispensam a hidratação de forma separada! Eu acredito ser mais prático também!

 

Passo 5: Filtro solar pele no inverno

Ele é o último passo antes da maquiagem! Mas simmmm, temos produtos antioxidantes, hidratantes e com fps e cor para proteger a sua pele das manchas e do envelhecimento precoce, mesmo no inverno!

 

Gostaram? Comentem abaixo quantos desses passos vocês seguem e quantos estão deixando de seguir! Vou amar saber!

Se tiver alguma dúvida, sugestão ou quiser me acompanhar mais de perto, pode seguir omeu Instagram, também compartilho muita informação bacana por lá. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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Muito está sendo dito a respeito das mãos ressecadas por conta da pandemia de COVID. Mas hoje vamos falar de um problema muito comum e pouco falado: a rachadura nos pés e o ressecamento.

Os cuidados com os pés devem fazer parte da rotina de beleza. Ter ressecamentos e rachaduras nos pés (principalmente no calcanhar) causa bastante desconforto e incomoda esteticamente.

Se você sofre com isso, é provável que se sinta mal em usar sandálias ou saltos abertos, por exemplo. Mas é possível retomar a sua autoestima e se sentir livre novamente desse problema.

Algumas pessoas são mais suscetíveis aos calcanhares secos e rachados, mas existem cuidados diários que ajudam a evitar o problema e tratar esse ressecamento.

Tratar esses problemas de rachaduras nos pés não é tão difícil, mas requer rotina e recomenda-se que procure um dermatologista para que ele indique o melhor para o seu tipo de pele.

4 dicas para evitar os calcanhares secos e rachados

1 – Evite o uso de lixa e pedra, pois agridem a sola do pé e tornam a pele da região ainda mais espessa.

2 – Lave e esfolie suavemente os pés. Hidrate-os duas vezes ao dia. Coloque meias após aplicar o produto à noite, pois facilita a penetração dos ativos.

3 – Em peles muito espessas, podem ser usados hidratantes específicos à base de ureia e ácido salicílico.

4 – Procure um especialista para identificar a causa do ressecamento.

Quer saber mais sobre o assunto e precisa de um especialista em pele? Entre em contato e agende a sua consulta.

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A pele sensível traz bastante impacto na qualidade de vida daqueles que sofrem com este problema. São indivíduos que sofrem de ansiedade e somatização e a queixa de pele sensível é cada vez mais frequente nos nossos consultórios, já que mais da metade das mulheres e até 40% dos homens se queixam dessa condição.

Na maior parte das vezes, a sensibilidade aumentada está associada ao uso frequente e prolongado de certos produtos de skincare, que contêm conservantes e fragrâncias com potencial alergênico.

O surgimento da doença combina três mecanismos principais, mas ainda é pouco compreendido. Veja a seguir quais são os fatores que deixam a pele sensível e confira dicas para lidar com isso!

1 – Aumento da neurossensibilidade cutânea

Alterações nas terminações nervosas da pele fazem com que ela esteja mais sujeita aos estímulos ambientais. Isso torna a pele mais reativa, levando a uma inflamação e sensibilidade exacerbadas.

 

2 – Aumento da resposta imune

Reação acentuada aos irritantes levam ao aumento da resposta tipo antígeno-anticorpo.

Ou seja: existe uma maior propensão a alergias e doenças, como urticária de contato e dermatite de contato alérgica.

 

3 – Disfunção da barreira cutânea

A permeabilidade da barreira depende da integridade do estrato córneo da epiderme, das gorduras intercelulares (colesterol, ceramidas e ácidos graxos livres) e da organização celular.

Qualquer alteração nesse equilíbrio pode perturbar a função da barreira, permitindo que mais substâncias irritantes tenham contato com a parte imunológica da pele.

Isso faz com que os dois outros componentes desencadeiem uma reação inflamatória mais facilmente.

 

Pele sensível: quais lugares são mais afetados?

O local mais acometido é a face, especialmente próximo à região da boca, por ser uma área mais exposta a cosméticos, maior número de terminações nervosas e uma barreira cutânea mais frágil.

Outras áreas que também são afetadas com frequência são:

– Mãos

– Couro cabeludo

– Pés

– Pescoço

– Dorso

– Genitais

Logo após o uso dos cosméticos, ou até alguns dias depois do uso, o indivíduo nota ardor, desconforto, irritação, aspereza ou queimação na pele.

Outros sinais podem estar presentes, como: telangiectasias, ressecamento, descamação, pústulas, bolhinhas ou erosões.

 

Como cuidar da pele sensível?

O ideal é que você procure um médico dermatologista para te ajudar com a pele sensível, já que esse especialista vai te indicar o melhor tratamento.

Mas, até você procurar um médico dermatologista, vou deixar algumas dicas simples para te ajudar com a pele sensível:

1 – Use o menor número possível de cosméticos.

2 – Escolha produtos específicos para peles sensíveis.

3 – Escolha produtos sem fragrâncias, de preferência.

4 – Evite sabões ou sabonetes.

5 – Use água termal ou loções de limpeza.

6 – Seque suavemente, evite atrito com toalhas.

7 – Escolha hidratantes de textura leve.

8 – Evite máscaras e esfoliantes.

9 – Evite ácidos, a não ser quando prescritos pelo dermatologista. Inicie o uso em dias alternados.

10 – Proteja a pele de vento, calor e sol.

 

Pronto para superar a pele sensível e se sentir melhor?

Espero que tenham gostado. Existem diversos tratamentos que são indicados para esse tipo de pele.

Em geral, quando uma irritação ocorre, pedimos para que o paciente suspenda o uso de todos os produtos, fique um tempo sem utilizar nada e, depois, faça a reintrodução gradual, respeitando um intervalo de 7-15 dias entre cada um dos produtos, para que possamos entender qual deles é o responsável pelo quadro.

Muitas vezes, esses pacientes não conseguem utilizar produtos prontos e precisam de produtos manipulados de forma exclusiva. Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

Espero que tenham gostado desse artigo!

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É óbvio que estamos lavando mais as mãos e abusando do álcool em gel, mas mesmo sem esses hábitos, sabemos que no inverno a pele tende a ressecar, especialmente a pele das mãos e do rosto.

O cuidado com a hidratação da pele, principalmente nessas áreas, deve estar presente o ano todo, justamente porque hidratar a pele contribui no retardo do envelhecimento cronológico.

No inverno, observamos os sinais da tendência à desidratação como: ressecamento da pele, opacidade e tendência à descamação. Algumas pessoas ficam com a pele esbranquiçada e até mesmo avermelhada, nos locais mais críticos.

 

Hidratação da pele: o que fazer?

O tratamento individualizado é o nosso mais poderoso aliado, pois permite com que os médicos possam avaliar cada caso particularmente e diagnosticar doenças de pele que se confundem com o ressecamento – como as micoses, a psoríase e a dermatite atópica, só para citar 3 exemplos.

Além disso, conhecendo os hábitos dos nossos pacientes, podemos indicar a combinação ideal de ativos para cada um deles.

Algumas recomendações, no entanto, são universais:

– Evitar banho quente e demorado;

– Usar hidratante com a pele ainda úmida e não esfregar a toalha na pele;

– Skin care diário com o uso de sabonetes suaves, hidratantes e fotoprotetores;

– Tomar bastante água (cerca de 2l ao dia);

– Se alimentar de gorduras boas, ricas em ômega 3 (peixes como o salmão e a sardinha);

– Cuidar da microbiota da pele e do intestino, através de uma boa alimentação e evitando o uso de tópicos que interfiram, como álcool e outros produtos agressivos para a pele;

– Para as mãos: antes de dormir, coloque bastante hidratante nas mãos, de preferência um que seja mais consistente, como as manteigas.

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Uma das medidas adotadas para o enfrentamento do novo coronavírus no Brasil é implementar o uso da telemedicina. O método ganhou destaque nas falas no Ministério da Saúde (MS) que, diante da crise, reconheceu a prática para atendimento médico durante a pandemia.
A telemedicina foi regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2002 e, desde então, vem sendo objeto de discussão entre entidades de saúde para definição das regras do uso correto e ético na prática. No contexto da pandemia de Covid-19, o CFM reconheceu o uso da telemedicina no Brasil “em caráter de excepcionalidade”.
Dessa forma, é possível viabilizar a assistência médica à distância, diminuindo, assim, os riscos de contaminação com a Covid-19, seja no caminho dos pacientes ao consultório ou mesmo na relação médico-paciente.
Além disso, essa modalidade de atendimento facilita muito o acompanhamento dos pacientes que já estão em tratamento e possibilita atender urgências dermatológicas (que não são vistas em pronto atendimento).

 

Mas, afinal de contas, o que é telemedicina?

O professor da Faculdade de Medicina e chefe da disciplina de Telemedicina da USP, Chao Lung Wen, define o recurso como um método da profissão.
Ele explica que o que determina a prática é simplesmente o uso de tecnologias eletrônicas associado ao atendimento não presencial e destaca que manter a qualidade do serviço médico é o que completa o pacote.
“Todos os processos que determinam a qualidade de um ato médico estão totalmente vinculados à telemedicina. Envolve entrevista investigativa estruturada, prontuário digital, decisão de conduta após avaliação do que podemos fazer usando um meio tecnológico. O paciente pode estar à dez metros dentro de outra sala, ou a mil quilômetros de distância e, ainda assim, poderá ser avaliado por meio de tecnologias interativas que estão à nossa disposição para oferecer a extensão do cuidado médico”, explicou o especialista.

 

Qual a diferença entre telemonitoramento, teleorientação, teleconsulta e teleinterconsulta?

Seja qual for a expressão, uma coisa é fundamental para que o método funcione: videoconferência. Ligações telefônicas não bastam.
Entretanto, a videoconferência só é válida se ela acontecer dentro das regras da telemedicina, que envolvem questões desde o consentimento do paciente, em relação a valores e serviços oferecidos, até a segurança de dados.
É por isso que prezamos o atendimento em um ambiente seguro, disponibilizado através de link fornecido para o paciente mediante o pagamento do serviço.

1. Telemonitoramento

O telemonitoramento é quando o médico faz uso de uma televisita para acompanhar as condições clínicas de um paciente – é possível fazer uma avaliação visual e observar as condições da evolução da doença dermatológica que estamos tratando.

 

2. Teleorientação

Nesse sentido, a teleorientação não é muito diferente. O termo diz respeito ao que seria uma primeira avaliação com função de orientar o paciente quanto ao uso de medicamentos e tratamentos para a pele, cabelos e unhas que, em geral, não exigem receita médica controlada e hábitos que possam ajudar em sintomas de doenças cutâneas.
A teleorientação não costuma envolver grandes tomadas de decisão e serve para orientações básicas e iniciais. Utilizamos essa modalidade para retornos de consultas já agendados e para checar com o paciente se há dúvidas em relação ao que foi prescrito.

 

3. Teleconsulta

A teleconsulta, por outro lado, envolve diagnóstico, decisões médicas quanto ao tratamento a ser adotado e prescrição.
“À princípio, a primeira consulta deveria ser presencial, segundo o CFM, mas quando o governo decreta isolamento social e pede para que a população não vá ao hospital, essa é uma solução. Senão, estaríamos estimulando a automedicação e o autodiagnóstico”, explica dr Chao Wen, especialista em telemedicina.

 

4. Teleinterconsulta

A teleinterconsulta diz respeito à interação entre médicos, o que pode ajudar os profissionais em tomadas de decisão.
Em tempos de pandemia, uma das vantagens em todos esses casos é conseguir reduzir a possibilidade de contágio da população por evitar a locomoção desnecessária de pacientes com sintomas gripais ou no grupo de risco.
Além disso, o acompanhamento médico à distância permite o atendimento de doentes com outros problemas de saúde, diminuindo assim a circulação de pessoas em ambientes hospitalares.

 

A telemedicina é uma ótima opção em meio ao COVID-19

No momento, esse tipo de atendimento deveria ser oferecido para todos, independentemente do tipo de doença.
As pessoas continuam com problemas de pele, infecções cutâneas de origem viral ou bacteriana, doenças bolhosas e autoimunes, inflamatórias e medicamentosas. Elas não podem deixar de ser atendidas e precisam de especialistas que tenham experiência nesse tipo de atendimento.
Segundo o Dr Chao Wen: “Esse método deveria ser expandido para todo cuidado possível, pois o processo de serviço médico foi quebrado com essa pandemia!”. Nós concordamos e nos disponibilizamos a atender por essa modalidade durante essa crise.
Caso seja necessário, temos condições de converter a consulta para consulta presencial com todo o cuidado necessário para o paciente.

O que você precisa fazer para ser atendido por telemedicina? Basta entrar em contato por este link e falar com a nossa secretária, que dará maiores informações.

Espero que vocês tenham gostado! Até mais!

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