Olá! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje quero conversar com vocês sobre o sol: ele é seu amigo ou inimigo?

É inquestionável a necessidade de se usar filtro ao se expor ao sol por períodos prolongados, seja na praia ou durante exercícios ao ar livre.

A grande questão é o uso diário do filtro solar:

– É importante?

– Todos devem usar?

– E a vitamina D, como é que fica?

Para tirar essas dúvidas e entender a importância de se proteger do sol, continue lendo!

 

Importância de se proteger do sol

Para entender a importância de se proteger do sol e a necessidade de utilizar um filtro solar adequado, primeiro vou explicar sobre os Raios UV, que você provavelmente já ouviu falar!

Raios UV

A radiação ultravioleta afeta todas as camadas da pele (epiderme, derme e hipoderme). A primeira a sofrer alterações é a derme com posterior repercussão para epiderme.

Essa radiação altera a matriz extracelular da derme. Diminuindo a produção de proteínas, o que prejudica o remodelamento celular e gera radicais livres, os quais causam inflamação e dano do tecido cutâneo.

Os raios ultravioletas são divididos em:

UVA: Penetram a pele mais profundamente e são eles que alteram a pigmentação (manchas), provocam o fotoenvelhecimento e podem levar ao câncer de pele.

UVB: Penetram a pele superficialmente e causam eritema (vermelhidão), queimaduras e ardência.

Além disso, os RUV são capazes de provocar diversas doenças dermatológicas (fotodermatoses) ou agravar outras doenças (Dermatoses fotoagravadas).

Além da RUV, temos os Raios Infravermelhos e Luz Visível, que degradam a matriz extracelular da derme, modificam a composição lipídica da camada córnea (uma das camadas da epiderme) e alteram a pigmentação da pele.

A radiação ultravioleta pode atingir uma camada superficial da sua pele (a epiderme), mas a radiação infravermelha e a luz visível atingem sua derme.

Isso interfere no seu colágeno – proteína que dá firmeza para a sua pele – e faz com que você sofra com o envelhecimento antes da hora.

Um outro ponto é que a luz visível pode piorar ou até desencadear várias doenças na pele, como melasma (manchas), alergias e urticária.

 

O uso do filtro solar

A exposição diária ao sol gera alterações irreversíveis e cumulativas no DNA das nossas células da pele.

Com o tempo, como vimos, a produção de colágeno e da elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele, fica menos efetiva, além de surgirem manchas características que denunciam o passar dos anos.

Uma forma de prevenir tudo isso é o uso diário do filtro, sobretudo na pele do rosto e das mãos.

Nesse tópico, ainda temos os portadores de câncer de pele ou de doenças que pioram com o sol. Nesses casos, não há o que fazer: o filtro solar é necessário para evitar que mais dano solar se some ao que já aconteceu.

Quanto mais jovem o indivíduo estiver ao desenvolver o câncer de pele, mais importante é o seu uso diário.

 

E quanto à produção de Vitamina D?

A vitamina D é essencial para a nossa saúde, e é produzida na pele e com a exposição ao sol mais forte, das 10h às 16h.

Para fazer vitamina D, o colesterol da pele precisa ser quebrado pelo UVB do sol e então absorvido pelo organismo. Confira agora alguns fatos sobre como lidar com a produção de vitamina D e exposição ao sol.

7 fatos sobre vitamina D e exposição ao sol

1. Ainda não há filtros que garantam a produção de vitamina D, porém o uso típico dos atuais não parece bloquear a sua produção, segundo estudos.

2. A recomendação deve ser individualizada: quem já teve ou tem câncer de pele ou tem risco elevado para o seu desenvolvimento não deve se expor ao sol sem usar filtro solar e outras medidas fotoprotetoras.

3. Pessoas com doenças que pioram com a exposição ao sol tampouco devem se expor ao sol com o objetivo de produzir vitamina D. Tanto aqui como no caso anterior, pode ser adotada a suplementação sistemática.

4. Para produzir vitamina D, não é necessário ficar vermelho!

5. Cada um precisa de uma dose variável de sol, que é menor nos indivíduos de pele mais clara pq a melanina compete por energia.

6. Ficar bronzeado é uma péssima estratégia!

7. Em média, 10-20 min do sol do meio dia 3x por semana braços e pernas no nosso país dá conta do recado!

Sol, amigo ou inimigo?

Retomando a pergunta feita na introdução, a resposta é que o sol É AMIGO, mas pode ser nocivo se não soubermos lidar com ele!

Você ainda tem alguma dúvida sobre esse conteúdo? Deixe abaixo nos comentários!

PS: Para mais conteúdos sobre dermatologia e nutrologia, me siga no Instagram! Sempre posto diversos tipos de conteúdos interessantes por lá! É só clicar aqui!

Publicado por Dra. Tatina Gabbi

 

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Olá! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje estou aqui para falar do assunto pele e maquiagem!

Você sabia que não ter os devidos cuidados com a pele após a maquiagem pode ocasionar à quadros não desejados como a acne,  foliculite ou até problemas nos olhos?

Provavelmente, você já ouviu falar que é preciso remover a maquiagem antes de dormir – e isto está correto – mas alguns outros cuidados também são necessários.

E nesse post, eu vou te ensinar quais são os cuidados com a pele após a maquiagem que você deve ter em apenas 3 passos.

Simplifiquei bastante porque a gente muitas vezes até gosta de fazer várias coisas (e deve fazer sempre que possível), mas o que funciona é aquilo que fazemos sempre e de forma consistente – então, não adianta complicar muito, faça pelo menos o básico bem feito!

Esse resumo contém o básico e se você fizer isso sempre vai amar o resultado!

Ame a sua pele e continue lendo!

 

Porque é necessário cuidar da pele após a maquiagem?

Não há problemas em se usar maquiagem, no entanto, é preciso removê-la completamente após o uso.

Isso é necessário pois ela pode penetrar na sua pele e acabar levando a quadros indesejados, como a acne cosmética, que é uma inflamação que ocorre na pele.

Além disso, se você utiliza bases de maior cobertura, que possuem base de óleo, pode ocorrer a oclusão dos poros do seu rosto, o que pode desencadear uma foliculite, que é a inflamação folículos pilosos, estrutura que lembra uma bolsa e é onde crescem os pelos do corpo.

Ainda, há algumas sombras e máscaras de cílios que podem causar irritação nos olhos e fazer com que eles lacrimejam durante a noite. Isso pode causar alterações oculares ou até uma ceratite, inflamação na córnea.

 

Qualquer tipo de pele tem que tomar esses cuidados?

Independente do seu tipo de pele, oleosa, seca ou mista, é preciso tomar os cuidados com a pele após a maquiagem.

O que o seu tipo de pele vai influenciar nesse quesito é na escolha de cada produto, que aí sim deve ser de acordo com a sua pele.

Os cuidados após a maquiagem e uma rotina skincare são fundamentais para todas as peles, e uma pele bonita indica saúde.

Nesse post vou falar somente de cuidados com a pele após a maquiagem, mas se você quiser saber mais sobre rotina skincare, é só clicar aqui. [inserir link artigo skincare]

Vamos agora ao guia básico de cuidados!

 

O guia de cuidados com a pele após a maquiagem em 3 passos simples

 

1- Nunca durma de maquiagem

Use água micelar e depois lave o rosto com uma loção de limpeza.

 

2- Limpe os cílios

Com um cotonete embebido em água micelar, remova os resquícios de produto dos cílios.

 

3- Hidrate a sua pele

Hidrate a pele do rosto após a limpeza ou use os produtos recomendados pelo seu médico dermatologista!

Pronto! Somente esses três passos já garantem que sua pele esteja bem cuidada e protegida após a maquiagem. Viu como é simples?

Vou dar algumas outras dicas, para que os seus cuidados fiquem ainda melhores, mas esses são os passos fundamentais e que você realmente precisa fazer toda vez que usar maquiagem!

Vamos lá?

 

Outras dicas sobre cuidados com a pele e maquiagem

 

Antes da maquiagem: hidratação e primer!

Antes de maquiar, hidrate a sua pele muito bem, e também use um primer.

Essa prática ajuda inclusive esteticamente, dando um aspecto acetinado e brilhante, e evitando o acabamento craquelado.

 

Limpe seus pincéis

É importante que você sempre higienize os pincéis e esponjas que utiliza para fazer sua maquiagem.

 

Para limpar a pele: água micelar

A água micelar é meu produto de escolha quando o assunto é limpar a pele.

Existem substâncias solúveis em água e outras em gordura. Como a água micelar contém os dois componentes, ela consegue remover qualquer resíduo sem agredir a barreira de proteção natural da pele.

Não existe limite para usá-la, no entanto, não há porque aplicar ela mais de duas vezes ao dia.

Minha indicação de uso é pela manhã, antes do filtro solar e maquiagem, e no período noturno, para remover não só a maquiagem, mas as impurezas presentes na atmosfera que impregnam a pele.

 

Dermocosméticos

Indico também, para todos os tipos de pele, utilizar dermocosméticos.

Isso porque, as maquiagens dermocosméticas tem a função de melhorar a pele a longo prazo.

Ou seja, os dermocosméticos atuam tanto no sentido estético, de embelezar a pele, como no tratamento da mesma, protegendo contra as irradiações solares, promovendo o controle da oleosidade e até prevenindo manchas na pele.

 

Você ainda tem alguma dúvida?

Me conte nos comentários, você já fez alguma dessas recomendações? Quais?

Seja qual for o seu nível de cuidado com a sua pele, você pode tirar dúvidas rápidas comigo por aqui, ou ainda, marcar uma consulta – ofereço atendimentos virtuais e presenciais, com todos os cuidados necessários!

E lembre-se sempre: Cuidar de si mesmo – da melhor forma possível – é uma grande prova de amor próprio!

E se você gosta de conteúdos como esse, me siga também no Instagram, onde sempre posto dicas interessantes!

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá pessoal! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e o assunto que quero discutir com vocês hoje é sobre dor nas unhas! Você sofre com esse problema? Conhece alguém que se queixa disso?

Além da unha encravada, onde é óbvio de se dizer que a unha está encravada, a gente tem uma entidade que faz com que o paciente procure o médico dermatologista, pois é bastante dolorosa: trata-se do tumor glômico.

Acalme-se! Não há motivo para pânico, pois trata-se de um tumor benigno e que pode ser removido sem problemas!

Para você ficar por dentro do assunto, fiz esse post que explica tudinho que você precisa saber!

Continue lendo e tire todas as suas dúvidas!

 

O que é o tumor glômico?

Tumor glômico é uma neoplasia ou tumor benigno (ou seja, não cancerígeno) de estruturas vasculares.

Em relação à aparência, tendem a possuir uma coloração azulada, arroxeada ou avermelhada na unha, com ou sem destruição da lâmina.

Isso significa que o tumor glômico sofre contração e expansão quando ocorre a mudança da temperatura, o que faz que a dor seja deflagrada no frio, podendo ser  extremamente doloroso, principalmente após a mudança de temperatura ou ao exercer pressão no local.

O tipo de dor causada pelo tumor glômico, classicamente, é uma dor que pinça, uma dor pulsátil, que o paciente se queixa bastante, é uma dor que arrepia a alma, então os pacientes sempre procuram ajuda.

 

Como é feito o diagnóstico do tumor glômico?

Primeiro é feita a observação clínica. O diagnóstico é sugerido por uma tríade de sintomas: sensibilidade local, dor associada ao ambiente frio e dor intensa após um pequeno trauma.

Na suspeita dessa neoplasia benigna, a primeira providência que precisa ser tomada observando esses tipos de alteração é solicitar exames para que possamos entender que tipo de lesão existe, o tamanho dela e a localização exata.

Deve-se então realizar exames de imagem, através da ultrassonografia ou da ressonância magnética.

 

Como é o tratamento do tumor glômico?

O único tratamento real para um tumor glômico é através da cirurgia. A excisão completa é crucial na prevenção da recorrência e resolução dos sintomas.

Mesmo se esse tumor for pequeno, o melhor é  removê-lo completamente. Caso contrário, o tumor continuará crescendo, mesmo que lentamente, e, à medida que ele for aumentando, mais problemas causará.

Quanto antes você fizer a remoção completa desse tipo de tumor, melhor será para a sua recuperação.

Sabendo disso, o procedimento se torna muito mais simples, porque é possível retirar apenas a parte que ficou proliferada, preservando a matriz e o leito, com resultados estéticos muito bons!

 

Muitas vezes, o próprio tumor glômico já pode ter causado uma destruição permanente na fábrica da unha. Nesses casos, o resultado estético não será tão bom, mas a cirurgia é muito bem vinda porque resolve a dor, que pode ser incapacitante.

 

A cirurgia não costuma deixar sequelas quando é feita por um profissional experiente e desde que o tumor não tenha lesionado a matriz (fábrica) da unha.

No entanto, não se preocupe, pois esse procedimento cirúrgico é simples em mãos hábeis.

Os pacientes podem ficar tranquilos, porque os cirurgiões que estão habilitados a fazer esse tipo de procedimento em geral fazem ele sem muita dificuldade.

Alguns pacientes têm muita aflição de mexer na unha, até porque ela já está doendo bastante. Nesses casos, eu recomendo que o procedimento seja feito no centro cirúrgico sob sedação com um anestesista.

 

Então é isso!

Se você sente dor nas unhas, principalmente em temperaturas frias ou ao exercer pressão sobre o local, e suspeita ter um tumor glômico, você deve procurar um médico e então precisa fazer um exame de imagem para comprovar.

Caso você comprove que realmente se trata de um tumor glômico, você precisa ser submetido a uma cirurgia simples da unha que vai remover esse tumor.

Espero que tenham gostado desse conteúdo, e caso reste alguma dúvida ou você precise de ajuda, você pode entrar em contato comigo e agendar uma consulta!

Comente o que achou nos comentários que eu também te respondo!

P.S.: Não esqueça de me seguir no Instagram. Compartilho muitas informações bacanas, de forma descomplicada, por lá! Te vejo no próximo post!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

 

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Você já ouviu que o autocuidado e a autoestima andam sempre juntos? Pois é, acontece que não há como preservar o segundo, sem praticar o primeiro.

Já vimos como o autocuidado é importante até no nosso relacionamento com os outros! O auto cuidado decorre de uma autoestima e por outro lado também a reforça! E porque precisamos disso?!

 

O autocuidado nos torna pessoas melhores para os outros

Por que a autoestima é fundamental para que confiemos nas nossas decisões, pois é a partir dela que construímos a avaliação que fazemos de nós mesmos!!!

E uma coisa muito importante de entendermos é que para compormos a autoestima, é necessário praticar o autoconhecimento.

O autoconhecimento é fundamental para entendermos por que agimos e reagimos de uma determinada forma e para reconhecermos nossas qualidades e pontos fracos.

Assim, quando sabemos no que devemos melhorar e quais são as nossas potências, fica mais fácil encarar os desafios do dia-dia e entender que, na verdade, somos sim capazes de lidar com as dificuldades diárias de uma forma muito melhor do que imaginamos.

Esse exercício de se conhecer, portanto, também compõe o autocuidado, pois lhe traz confiança e te permite expandir e superar crenças limitantes como “não sou capaz” ou “não sou merecedor”.

E hoje eu vim indicar formas para você mergulhar no autoconhecimento! Vc já ouviu dizer que nunca terminamos de conhecer uma pessoa! Temos muita coisa para aprender sobre nós mesmos, pode acreditar!

O cuidado começa em mim. Ofereço ao outro, ao mundo, aquilo que tenho. Se não estou munido de cuidado e amor, não tenho isso para oferecer. Para cuidar do outro preciso olhar primeiro pra mim. Se quero uma relação amorosa e passiva com os outros, preciso relacionar desta forma comigo. Como o comando dado pela aeromoça quando estamos prestes a fazer uma viagem de avião.

“Em caso de despressurização, máscaras cairão sobre suas cabeças, coloquem a sua primeiro, só depois ajude quem está ao seu lado!”
Bruna Perillo

Espero ter ajudado e deixe o seu comentário e eu vou te responder!

 

P.S.: Você pode me seguir também nas redes sociais, como Instagram e Facebook para ficar por dentro de outros conteúdos bacanas! <3

Postado por Dra Tatiana Gabbi

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A primeira vez que eu fugi para o meio do mato eu estava pensando no estresse e como ele estava impactando a minha saúde física: dores pelo corpo, sono entrecortado, dificuldade de concentração e até alguns lapsos de memória…

No processo, eu aprendi várias técnicas de relaxamento, adquiri diversos hábitos mais saudáveis e notei uma melhora no padrão do sono e na minha concentração. Minha memória ficou bem melhor e mais confiável!

Mas a surpresa mais agradável foi o impacto que isso tudo teve na minha pele e no meu semblante.

Tudo isso fica claro, quando entendemos que – até mais do que a genética – o impacto do ambiente sobre o envelhecimento da pele é bastante importante neste processo. A esse conjunto de influências ambientais chamamos EXPOSSOMA. E eu coloquei na imagem tudo que está relacionado ao envelhecimento da pele!

 

Percebam quantas coisas podemos alterar quando fazemos uma pausa na nossa programação normal!

Estamos falando de manejo do envelhecimento, uma vez que este é um processo natural pelo qual todos nós iremos passar. No entanto, o mesmo raciocínio é válido para todos aqueles que sofrem com doenças inflamatórias da pele.

Vamos deixar bem claro: não estou dizendo para abandonar o seu tratamento,ok? e sim que essas medidas, tomadas em conjunto com o seu tratamento, podem aumentar os benefícios dele, como:

1 – Você vai poder reconectar com o seu sono e dormir muito melhor;

2 – Contato com a natureza e fugir um pouco da poluição!

3 – Comida fresca, natural e plant-based!

4 – Manejo do estresse: técnicas de relaxamento, meditação, mindfulness, contato com a natureza , desconectar da loucura da cidade…

5 – Você sabia que muitas pessoas aproveitam esses momentos para largar o cigarro? Ou pelo menos reduzir…

6 – Uso do filtro solar, sem dar moleza para o sol!

 

Ainda tem dúvidas sobre o envelhecimento da nossa pele? Fale comigo na rede social ou pelo whatsapp e mande a sua pergunta! Me siga também no Instagram.

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Olá, tudo bem? Sou a Dra. Tatiana Gabbi e estou aqui para falar de uma doença comum, mas que muitas pessoas ainda não conhecem: o cisto mucoso digital.

 

O cisto mucoso digital é algo bastante comum! Por uma degeneração na articulação, o líquido viscoso (que lubrifica essas estruturas) encontra um caminho até a pele, onde se acumula na forma de uma lesão elevada.

Essa lesão elevada pode inflamar, ficar vermelha, doer ou não causar nenhum tipo de sintoma (vamos falar mais sobre isso a seguir).

Quando essa pseudo cápsula do cisto é rompida, vemos o material gelatinoso saindo do seu interior. Ele lembra uma clara de ovo, uma geleia incolor (pode ser rosada) ou ácido hialurônico que está na moda nos preenchimentos!

No meu Instagram, fiz um vídeo mostrando a pseudocápsula sendo rompida. Depois de ver, continue por aqui que vou tirar algumas dúvidas comuns sobre cisto mucoso digital.

 

O que é um cisto mucoso digital?

Um cisto mucoso digital é uma lesão benigna comum que se apresenta como um nódulo firme nos dedos das mãos ou dos pés.

As lesões geralmente não são dolorosas e são encontradas perto das articulações distais. Elas geralmente aparecem lisas ou brilhantes, com uma aparência quase translúcida.

Os cistos mucosos digitais são encontrados em uma ampla gama de idades, desde adolescentes a idosos, mas são mais prováveis ​​de ocorrer durante a 7ª década de vida.

Eles são semelhantes em natureza aos cistos ganglionares ou sinoviais, que são frequentemente encontrados nos pulsos ou atrás dos joelhos.

 

O que causa um cisto mucoso digital?

O mecanismo de formação dos cistos mucosos digitais é desconhecido. Atualmente, acredita-se que os cistos sejam decorrentes da degeneração mucóide do tecido conjuntivo e que esse processo, na maioria das vezes, envolve comunicação com a articulação DIP (interfalangeana distal) adjacente e possível coexistência de osteoartrite.

As causas dos cistos mucosos digitais ainda não são claras.

Historicamente, uma variedade de etiologias, incluindo um processo tuberculoso, tem sido sugerida. Atualmente, acredita-se que a degeneração mucóide do tecido conjuntivo, associada a alterações osteoartríticas proximais seja responsável pela formação de cistos. O trauma também pode ser uma das causas em alguns pacientes.

 

Tipos de cisto mucoso digital

Atualmente, existem duas formas aceitas de cistos mucosos digitais. O primeiro tipo é uma extensão ou herniação do revestimento da articulação adjacente.

Esta forma contém um fluido que se encontra dentro da própria articulação e pode estar relacionado a trauma, artrite ou pode ocorrer espontaneamente.

O segundo tipo consiste em um depósito de uma substância gelatinosa chamada mucina e não está conectada ao espaço articular.
Quando essas lesões aparecem perto da base da unha ou na própria unha, podem causar ranhuras ou rachaduras na unha e, ocasionalmente, a perda total ou parcial da unha.

Quando rompidos, esses cistos drenam uma substância transparente, espessa e gelatinosa – assim como mostrei no vídeo do Instagram.

 

Quais os sintomas do cisto mucoso do dedo?

Um cisto mucoso digital aparece sozinho no dedo, ou menos comumente, no dedo do pé. Geralmente está próximo ao final do dedo, próximo à unha.
A maioria é indolor, mas alguns podem ser sensíveis ao toque. Eles também podem causar a deformação da unha. Quando a pele do cisto é rompida, o fluido é drenado como uma substância transparente e gelatinosa.

Cistos mucosos digitais geralmente:
– Aparecem sozinhos.
– São límpidos ou da cor da pele.
– Têm uma aparência brilhante.
– Têm cerca de 5 a 8 mm de largura (aproximadamente do tamanho de uma borracha de lápis).
São encontrados em mulheres com 60 anos ou mais, mas qualquer pessoa pode ter, no final das contas.
Se o cisto estiver relacionado à artrite, as articulações também podem estar rígidas, doloridas e, às vezes, deformadas.

 

Como se livrar de um cisto mucoso digital?

Existem diversos tipos de tratamento possíveis: injeção de corticoide, cirurgia com diversas técnicas, simples esvaziamento e curativo.
Os tratamentos que podem ser bem-sucedidos para o pseudo cisto mixóide digital (outro nome para o cisto mucoso digital) incluem:
– Pressionando repetidamente com firmeza o cisto;
– Mesmo espremendo o conteúdo com agulha esterilizada, não recomendamos fazer isso em casa devido ao risco de infecção profunda;
– Crioterapia (congelamento);
– Injeção de esteróide;
– Injeção de esclerosante;
– Remoção cirúrgica.
Infelizmente, os pseudocistos mixóides digitais frequentemente reaparecem, qualquer que seja o tratamento utilizado.

 

O cisto mucoso digital desaparece por conta própria?

Os cistos mucosos digitais podem se resolver por conta própria; no entanto, uma grande porcentagem exigirá avaliação e tratamento por um dermatologista.

O tratamento mais definitivo para cistos mucosos digitais é a excisão cirúrgica e fusão de qualquer comunicação com a articulação subjacente. Este procedimento apresenta uma taxa de cura superior a 90%, embora as recorrências não sejam incomuns.
Outras opções de tratamento incluem crioterapia, laser ablativo de CO2 e drenagens estéreis repetidas.

Todo o tratamento de cistos mucosos digitais deve ser realizado por um médico para evitar possíveis complicações, incluindo infecções nas articulações e danos permanentes nos dedos das mãos ou dos pés afetados.

Uma biópsia também pode ser realizada para descartar outras doenças raras que podem envolver certos riscos à saúde se não forem diagnosticadas.

 

Quando é hora de consultar um dermatologista?

Como você viu, o cisto mucoso digital é uma lesão sem maior gravidade e que pode recidivar (reaparecer mesmo após a cura).

Por isso, consulte o seu médico se desenvolver um cisto de qualquer tipo nas mãos ou pés. O seu médico pode verificar se é benigno e ajudá-lo a decidir como tratá-lo.

Consulte o seu médico imediatamente se um cisto ficar vermelho, quente e dolorido repentinamente, pois podem ser sinais de uma infecção.
Percebeu que está com isso? Agende uma consulta com um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia porque esse profissional vai poder te ajudar!

 

Você também pode gostar…

Se você gosta de assuntos relacionados a pele, separei alguns artigos aqui do blog interessantes para você conferir:

•Efeito do estresse na pele: o que causa e como evitar?•5 passos para cuidar da pele no inverno
•Desafios da hidratação da pele no inverno
•7 cuidados com a pele se você passa maquiagem
•Alimentação influencia nossa pele? Tire aqui todas as suas dúvidas

Espero que tenha sido útil. Marque as pessoas que você acha que vão gostar desse conteúdo e fique à vontade para compartilhar. Ah, não se esqueça de me seguir no Instagram.

Te espero no próximo artigo com mais informações sobre cabelos, unhas e pele!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar com você sobre o expossoma e compartilhar algumas informações interessantes (e necessárias) sobre o assunto. Independente de ser leigo no assunto ou um profissional da saúde, o que vou mostrar aqui serve para você. Quer saber mais? Continue comigo até o final!

 

Nossa saúde é uma combinação de genética e meio ambiente. Talvez os genes de alguém os tornem vulneráveis ​​à pressão alta, por exemplo, mas observando o que comem – na verdade, controlando o ambiente do corpo – eles podem manter seus números dentro dos níveis normais.

Atualmente, sabemos muito sobre o lado da genética desta combinação, também temos informações sobre como nossos ambientes bacterianos internos – o microbioma – afetam nossa saúde.

Mas a parte ambiental do quebra-cabeça ainda é confusa. Não medimos todos os produtos químicos que encontramos todos os dias, desde os fungos microscópicos em uma caminhada até o escapamento do carro em uma rodovia, por exemplo.

Quer dizer, a maioria das pessoas não. Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, sim. E os resultados foram inacreditáveis! Já te falo sobre isso, mas antes, vamos entender…

 

O que é expossoma?

O expossoma humano é definido como a totalidade das exposições ambientais encontradas desde o nascimento até a morte e inclui uma mistura diversa de nutrientes dietéticos, medicamentos, agentes infecciosos e poluentes.

Simplificando: o expossoma se refere aos fatores sociais e ambientais aos quais uma pessoa está exposta desde o momento em que nasce até morrer. Isso inclui nutrição, poluição, radiação UV, vírus, bactérias e muito mais.

Todos esses fatores têm impacto na saúde de nossa pele. Quem vive em cidades com altos índices de poluição, por exemplo, pode ter uma pele mais seca e com mais erupções do que aqueles que vivem em áreas mais rurais.

Os cientistas também acreditam que esses fatores de expossoma podem acabar acelerando o processo de envelhecimento da pele.

 

Como o expossoma afeta a sua pele?

Sua pele atua como um escudo natural contra produtos químicos pro-oxidantes e poluentes físicos do ar aos quais estamos expostos na vida cotidiana.

Mas a exposição prolongada ou repetitiva a altos níveis desses poluentes pode ter efeitos profundamente negativos na pele, incluindo:

– Envelhecimento prematuro;
– Aumento na incidência de psoríase;
– Acne;
– Câncer de pele.
Além disso, essa exposição também pode piorar as condições alérgicas da pele, como
dermatite atópica e eczema.

Uma vez que a barreira protetora de nossa pele é comprometida por poluentes, os lipídios e colágeno (responsáveis ​​por dar à nossa pele hidratação e um brilho glorioso) começam a se quebrar e a superfície da pele começa a sofrer.

Isso causa um aumento das manchas secas, melanomas e uma falta geral de brilho.

+ Veja: Você sabe o que são fotoprotetores?

 

Qual a relação entre o expossoma e as doenças?

Fatores ambientais há muito tempo são apontados como os principais contribuintes para a carga global de doenças. Por exemplo, dados de várias fontes indicam que mais de 70% das mortes não violentas nos Estados Unidos podem ser atribuídas a:

– Tabagismo;
– Desequilíbrio alimentar;
– Poluição do ar;
– Reações adversas a medicamentos;
– Agentes infecciosos, agindo isoladamente ou em conjunto com outros fatores de
susceptibilidade do hospedeiro.

No entanto, a identificação de fatores específicos, suas interações e seus efeitos na saúde humana permanecem indefinidos.

Pesquisa de expossoma de Michael Snyder Michael Snyder, biólogo de Stanford e pioneiro em genômica, fez uma pesquisa que mostra o quanto estamos expostos a fatores ambientais.

Nos últimos anos, Snyder tem usado um dispositivo que ele inventou que mede o ambiente ao seu redor. Isso faz parte de sua busca para aprender como o meio ambiente afeta nossa saúde, estudando o que ele chama de “exposomes” (expossomas) das pessoas, ou as várias partículas de ar, poluentes, vírus e muito mais com os quais entramos em contato todos os dias.

A primeira coisa que a pesquisa mostrou é que o expossoma é vasto.

Havia mais de 2.000 espécies de bactérias na cobaia de estimação, registradas durante os dois anos de criação de perfil. Até mesmo a pessoa que o usou por três meses para o estudo foi exposta a mais de 1.000 espécies.

Havia cerca de 3.000 características químicas detectadas em todo o estudo.

O segundo resultado do estudo mostrou que o expositor é dinâmico.Quanto da variação do expossoma depende da região ou da sazonalidade? Pela parte que o estudo descobriu, a localização é o fator número um, especialmente para os produtos
químicos. A época do ano foi outro fator importante.

Esta foi apenas uma pesquisa para ver de maneira geral a que estamos expostos, mas trouxe resultados importantes para a dermatologia.

Uma das surpresas foi que os agentes cancerígenos, como solvente dietilenoglicol, estavam em todas as amostras – ou seja, estamos muito expostos a eles.

 

Por que devemos estudar o expossoma?

Uma das promessas do projeto genoma humano era que ele poderia revolucionar nossa compreensão das causas subjacentes das doenças e ajudar no desenvolvimento de prevenções e curas para mais doenças.

Infelizmente, descobriu-se que a genética é responsável por apenas cerca de 10% das doenças, e as demais causas parecem ser ambientais.
Ou seja: para entender as causas e, eventualmente, a prevenção de doenças, as causas ambientais precisam ser estudadas.

Como você viu, o expossoma pode ser definido como a medida de todas as exposições de um indivíduo ao longo da vida e como essas exposições se relacionam com a saúde.

 

Expossoma da Psoríase

No meu Instagram, coloquei o expossoma da psoríase para você ter uma ideia de quais exposições ambientais corroboram para a doença. Veja aqui antes de continuar a leitura. Já viu? Então, esse é o expossoma da psoríase! Ele é bem complexo, mas mostra claramente como as doenças inflamatórias se interligam.

É extremamente importante médicos e pacientes se darem conta da importância da mudança do estilo de vida nesses pacientes em particular.

Há benefícios já divulgados em artigos anteriores na perda de peso, nos exercícios físicos regulares, alimentação mais saudável (tipo mediterrânea), na redução do estresse etc.

 

Agora você pode estar se perguntando…

Se essas coisas impactam na psoríase a ponto da doença melhorar quando controlamos esses agentes, o que será que esse controle pode fazer por alguém que não tem essa doença, não é mesmo?

Pois lembrem-se que a mesma inflamação crônica de baixo grau que está presente nas doenças inflamatórias, também contribui para o envelhecimento cutâneo e do corpo como um todo!

E nesse barco estamos todos! Ninguém está ficando mais novo.

Então, cuide-se muito e de forma global! Cuide do sono, da alimentação, mexa-se e sobretudo: cuidem do que você assiste, do que pensa e de como se relaciona com outras pessoas.

E então, gostou do conteúdo? Espero ter ajudado! Compartilhe com alguém que precisa e me siga no Instagram.

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Se você ‘caiu de pára-quedas aqui, deve estar se perguntando por qual razão estou falando de mente positiva; afinal, o que isso tem a ver com saúde, pele, cabelo, unhas? Tudo, tem tudo a ver e já vou te explicar.

Em primeiro lugar, antes de aprender sobre mente positiva, você precisa saber disso: seu corpo e sua mente coexistem, eles fazem parte de um todo.

Engana-se quem acha que sentimentos são uma coisa e organismo é outra. A verdade é que ignorar qualquer aspecto emocional ou cognitivo te afasta das manifestações físicas da aparência.

Quer um exemplo muito simples entre mente positiva e saúde? Os remédios placebo.

Os placebos funcionam porque as pessoas esperam que isso aconteça quando não sabem que estão tomando uma pílula sem nada, por exemplo.

Isso porque a pessoa acredita que ele funciona, causando algumas mudanças no cérebro e gerando consequências positivas para todo o corpo.

Ou seja: a mente positiva, acreditando que algo dará certo, é muito mais poderosa do que imaginamos e tem o poder de alterar muitas coisas no nosso organismo. Quer saber mais? Me acompanhe!

Mente positiva e a teoria do desafio e resposta

Arnold Toynbee, historiador, criou a teoria do desafio e resposta da história. Ele estudou a ascensão de 20 civilizações mais importantes do mundo e suas quedas.

O resultado foi: todas elas começaram com 3 pessoas que sobreviveram a alguma destruição de sua comunidade.

Além disso, todas elas enfrentaram também alguns desafios externos (como uma tribo hostil, por exemplo). Para que pudessem sobreviver e prosperar, todos do grupo tinham que se organizar e lidar com tudo de forma construtiva e positiva.

Afinal, se esses desafios fossem vistos com bons olhos, como uma forma de alcançar o sucesso e não como um impedimento, a comunidade prosperaria e conquistaria ainda mais resultados até nos desafios mais complexos.

Esse é o poder da mente positiva. Em contrapartida, o declínio das civilizações aconteceu quando os líderes e cidadãos não tinham mais disposição ou capacidade para se levantar diante dos desafios inevitáveis.

Por isso, digo sem medo: o sucesso é fruto de uma mente sã e que enxerga oportunidades de crescer e não barreiras gigantes.

É possível pensar positivo ou é utopia?

Como tudo na vida, a mente positiva também se trata de hábitos. Para olhar os obstáculos como desafios em vez de empecilhos, você precisa se esforçar bastante.

Com um tempo, você vai perceber que sua postura será mais otimista perante os problemas e as conquistas serão mais fáceis.

No começo, pode ser complicado pensar de forma positiva; sabemos que, muitas vezes, não conseguimos controlar tão bem a nossa mente.

Mas, ao manter o hábito, tanto na vida pessoal quanto profissional, você consegue olhar de forma positiva até nas posições mais difíceis e usar qualquer novo desafio como uma motivação para conquistar.

Como a mente positiva te ajuda?

Na vida pessoal, você consegue treinar sua mente para usar obstáculos como motivação para realizar seus projetos, como: comprar um carro, fazer uma faculdade, casar etc.

Quem cultiva emoções positivas se sente mais confiante em situações mais complexas e tem uma chance maior de sucesso.

Já na vida profissional, a mente positiva ajuda no crescimento e precisa estar na rotina de quem quer crescer e se desenvolver.

É normal ter emoções ‘negativas’ ao receber desafios no trabalho, como quando você recebe uma meta muito alta para atingir, por exemplo.

O que faz a diferença entre um profissional de sucesso, que vai bater até as metas mais absurdas, e o fracassado é o tipo de mentalidade que cada um tem.

Dicas rápidas para ter uma Mente Positiva

1. Medite

2. Seja grato(a)

3. Use palavras construtivas

4. Coma saudável (mindfull eating)

5. Foco no presente

6. Companhias positivas

7. Seja prestativo à todos

8. Descanse

9. Ouça músicas que te animem

10. Faça exercícios

Essa lista da Entepreneur pode te ajudar a construir uma mente positiva…

Ao pensar negativamente sobre um problema, desafio, objetivo ou qualquer outra circunstância, é preciso refletir.

A Entepreneur fez uma lista que pode te ajudar a conquistar seus objetivos e olhar o ‘copo meio cheio’. Confira!

– Alguém já enfrentou o mesmo desafio que você e superou

– Nada é impossível, tecnicamente

– Sempre tem uma saída – tente olhar por outro ângulo ou se afastar um pouco para enxergar

– Não é errado pedir ajuda

– Se você controla a energia da sua mente, você controla seus resultados

Ah, e ao praticar a mente positiva, lembre-se: Jim Robin afirma que você é a soma de 5 pessoas com quem você anda.

Então, olhe ao redor e mantenha por perto apenas as pessoas que te agregam e te colocam pra cima! Evite relacionamentos tóxicos e torne a mente positiva um hábito.

E então, alguma dúvida sobre pensamentos positivos e saúde? Deixe o seu comentário e eu vou te responder.

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A resposta curta é: sim, o sono da beleza existe. Muita gente acha que é apenas uma expressão, mas a verdade é que o período de sono é um dos mais importantes para o organismo humano.

É durante o sono da beleza que o seu corpo exerce diversas funções e uma delas é o envelhecimento das células.
O impacto na saúde é tão grande que é possível notar quando alguém teve uma noite mal dormida apenas pela pele.
Uma das consequências de não tirar o sono da beleza é o aumento do hormônio do estresse, chamado cortisol, que provoca o envelhecimento da pele.
Funciona assim: quando o estresse se torna crônico, ele tem repercussões biológicas, deixando a pele com menos brilho, mais fina e com menos elasticidade, linhas finas, rugas, manchas de idade e flacidez.
Outro ponto é que a diminuição do débito do sono causa o aumento de citocinas pró-inflamatórias, causando também sonolência diurna excessiva e, consequentemente, queda no nosso desempenho.

Ou seja: o famoso sono da beleza é um grande aliado da saúde da nossa pele. Uma boa noite de sono, além de nos manter relaxados e mais dispostos, contribui ativamente para evitar o envelhecimento cutâneo!

Hábitos para seu sono da beleza

Se você está em dúvida sobre como ter um sono da beleza como nunca antes, separei alguns hábitos que podem e devem ser adotados para a “higiene do sono” – inclusive, também compartilhei um post sobre isso no meu instagram.

Aqui estão as dicas para a sua higiene do sono:

1 – Evite cafeína, tabaco e álcool

As bebidas com cafeína (refrigerantes de cola, cafés e chás) estimulam seu organismo e podem te manter acordado. O ideal é evitar esse tipo de bebida pelo menos 4 horas antes do seu horário de dormir.

 

2 – Crie uma rotina de sono

Além de definir um horário para se deitar todos os dias, defina também um horário fixo para se levantar (mesmo aos fins de semana, férias e feriados).
Esse hábito do sono da beleza permite que o seu organismo defina um relógio interno e só tente adormecer no horário certo, evitando as sonolências durante o dia.
Ah, é importante estabelecer horários regulares de despertar independentemente da duração do sono anterior.

 

3 – Não vá para a cama (a menos que esteja com sono)

Espere ter sono para depois deitar. Caso você se deite e, depois de 20 minutos, perceba que não está conseguindo dormir, não fique na cama…
Levante-se, leia um livro, escreva alguma coisa e se ocupe até se sentir sonolento o suficiente para tirar seu sono da beleza.

 

4 – Crie um ambiente que induza o sono da beleza

O hábito de dormir bem só é conquistado totalmente quando você tem um ambiente que te permita relaxar e ter um sono adequado.

Algumas dicas para isso são manter o quarto:

– Escuro

– Em silêncio

– Com uma temperatura agradável

– Roupa de cama confortável

Você pode usar ventiladores, tampões de ouvido ou, até mesmo, cortinas escuras para que seu organismo saiba que esse é o momento do sono da beleza.

 

5 – Faça exercícios físicos exposto à luz

A luz natural é uma poderosa aliada para o seu relógio biológico; é isso que avisa ao seu corpo que está no horário de despertar e começar a trabalhar.

Por isso, aproveite a luz natural para se exercitar e faça pequenas pausas também para se expor à ela.

Falando nisso, não deixe de fazer atividades físicas; isso é essencial para manter sua mente e seu corpo em alerta e te dar mais disposição para as outras atividades do cotidiano.

Em contrapartida, evite fazer exercícios pelo menos 3 horas antes de dormir e também não fique em ambientes muito iluminados perto da hora de adormecer.

 

6 – Reduza o tempo na cama

Isso vai fazer seu organismo combinar com o tempo real de sono. Quando você fica na cama por muito tempo e está acordado, o seu organismo pode confundir esse tempo e acabar com o seu sono da beleza.

Falando nisso, evite a cama durante o dia. O cérebro aprende o que ensinamos a ele e, se ficamos na cama por várias horas ao dia, fazendo diversas atividades (como acessar a internet, comer, assistir TV etc.), ele não vai associar seu quarto ao sono.

Por isso, ao se levantar no horário proposto, fuja do quarto e faça suas atividades em outros ambientes, principalmente se você está trabalhando Home Office.

E então, já está craque no sono da beleza? Todos esses tópicos são essenciais para o sono da beleza e para manter o ciclo circadiano regulado. Falei sobre isso neste outro artigo também, que você pode conferir aqui no blog.

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram; sempre posto informações bacanas sobre esses e outros assuntos por lá.

 

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Você tem uma vida super corrida e quase não tem tempo nem para respirar, quem dirá comer? Então, esse post de mindful eating é uma leitura obrigatória para você!

Pode ser que você esteja pensando: “Eu quase não tenho tempo, mas conheço o mindful eating e estou praticando, estou comendo devagar…”

Desculpe, mas eu preciso te interromper agora, antes que seja tarde, porque: mindful eating não é comer devagar e mastigar por um ‘loooongo’ tempo.

Mindful eating, em tradução livre para o português, significa “alimentação consciente” – a maioria das pessoas nem sabe o que é isso.

A resposta rápida: alimentação consciente é comer com atenção, saborear os alimentos e dar importância à refeição.
Se você acha que isso é balela e que não faz diferença nenhuma, precisa ficar comigo aqui até o final e entender tudo o que você tem a ganhar se praticar mindful eating a partir da sua próxima refeição hoje. Vamos lá?

 

Mas por que eu estou falando de Mindful Eating?

Lembre-se: a nutrição é um processo ativo de assimilação dos elementos presentes nos alimentos!

E, pasme: isso faz parte do expossoma do envelhecimento cutâneo! Portanto, uma boa alimentação é base para uma pele bonita.

Isso porque prestar atenção ao que você está comendo é o primeiro passo para detectar hábitos poucos saudáveis cada vez que eles aparecem.

Se você pode identificar, você pode deter. Isso significa que, ao “comer com a consciência em vez da emoção” faz com que você tenha novos hábitos.

Além disso, os problemas de pele são consequências de uma nutrição incorreta, estresse e hormônios.


Acredite, o estresse é o maior ladrão de beleza de todos os tempos!

As cicatrizações das feridas ficam mais lentas, a inflamação dispara e as glândulas sebáceas ficam exageradas. Isso afeta sua pele de várias formas, como:

– Acne, pelo hormônio liberador de corticotropina (envolvido na resposta ao estresse);

– Aceleração dos sinais de envelhecimento, como rugas e linhas (muito cortisol diminui a reparação natural e a formação do colágeno para lidar com áreas danificadas);

– Piora de quadros de doenças de pele, como doenças inflamatórias que pioram com o estresse (psoríase, acne e eczema são algumas delas).

A boa notícia é que a atenção plena se tornou uma das principais formas de aumentar a felicidade e reduzir o estresse, principalmente quando falamos de alimentação.

Esse estudo provou que a atenção plena ajuda a melhorar a cicatrização das feridas logo nos primeiros dias.

 

Como funciona a alimentação consciente?

A alimentação consciente te ajuda a decidir o que deve comer e por quais motivos. O mindful eating te ajuda a estar ciente sobre isso, em vez de apenas comer qualquer coisa que vir pela frente.

Mindful eating se trata de comer com atenção plena e apreciar o momento, com consciência do próprio corpo, das sensações e pensamentos.

Assim, você consegue reconhecer e diferenciar se está com vontade de comer ou com fome mesmo.

Ah, e você pode não saber, mas existe a fome física e a fome psicológica ou emocional. No segundo caso, você come apenas para se confortar.

A prova disso é que, se você não pratica o mindful eating, provavelmente, vive com dificuldade de definir se está satisfeito realmente ou não; você não sabe a hora de parar.

 

Os níveis do Mindful Eating

Para simplificar o assunto, separei o prato em 4 partes que você precisa para praticar o mindful eating. Geralmente, é assim que eu faço e, como é bem simples, você já pode começar na sua próxima refeição:

1 – Observar: fique atenta ao seu corpo – estômago roncando, alto estresse, sensação de estar cheio ou vazio, satisfação e energia.
2 – Saborear: sinta o aroma da comida, o sabor, a textura e entenda quais sensações isso te causou.
3 – Interagir: esteja presente. Esqueça o celular, tv e outras distrações nesse momento; apenas coma, com atenção total no que está fazendo.
4 – Explorar: não se culpe e nem imponha regras rígidas de alimentação nesse primeiro momento; a opção racional é a melhor escolha (as emoções podem aumentar o estresse e distúrbios alimentares).

Depois de tudo isso, se atente aos sentimentos que cada um te causou e anote isso cerca de 30 minutos depois que comer.

 

E hoje trago dicas para o mindful eating!

1 – Antes de iniciar a refeição, agradeça pelo alimento que está diante de você. Eu acho que não tem uma forma melhor de se conectar com o mindful eating.
2 – Evite distrações na hora da refeição: afaste celulares, televisão, telas, livros. Concentre-se no momento presente e no que você está fazendo. Tem quem goste de colocar uma música suave para acompanhar.
3 – Comece pela salada: veja os elementos presentes no prato, a beleza dos ingredientes e das proporções. Em seguida, selecione uma parte e mastigue cuidadosamente, prestando atenção plena às texturas e aos sabores.
4 – Deixe os talheres encostados enquanto faz isso: essa é uma forma de reduzir a velocidade do processo.
5 – Só então passe ao prato principal, repetindo exatamente o mesmo movimento.
6 – Deixe que seu corpo alcance o cérebro: desacelere, coma e pare quando o seu corpo te avisa que está cheio.
7 – Seu corpo tem sinais pessoais de fome; aprenda a reconhecê-los e entenda se a alimentação é uma resposta ao desejo emocional ou às necessidades do corpo?
8 – Em vez de apenas comer sozinha, em horários aleatórios, coma com outras pessoas em horários e locais determinados.
9 – Mas lembre-se: tudo começa pela sua lista de compras. Veja o que satisfaz a sua necessidade nutricional e prefira esses alimentos em vez dos que têm apenas ‘valor emocional’.

 

Você já está praticando o mindful eating se…

-> Reconhece que não há jeito errado ou certo de comer, mas existem sim vários níveis de consciência na experiência da comida.
-> Aceita que suas experiências alimentares são apenas suas.
-> Dirige sua atenção no momento da refeição por escolha própria.
-> Se conscientiza sobre cada alimento e como ele pode favorecer sua saúde e bem-estar.
-> Está ciente que a alimentação influencia diretamente TODO o seu corpo e quer cuidar bem de você.


Mindful eating vale a pena e esses são apenas alguns dos benefícios…

– Reduz a ansiedade

– Combate o estresse

– Melhora a saciedade

– Alimentação com propósito

– Controle da sua própria vida e sentimentos

– Reconhece os gatilhos emocionais que te impulsionam

– Aprende a gerenciar suas emoções com maior facilidade

– Começa a ouvir os pensamentos e decide obedecê-los ou não

– Evita a compulsão por alimentos hipercalóricos no fim da refeição.

 

Gostou? Comente se você já utiliza alguma dessas dicas de mindful eating no seu dia a dia ou se tem alguma outra aqui nos comentários!
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