Doença da pele relativamente comum, crônica e não contagiosa.

É cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem periodicamente.  Sua causa é desconhecida, mas se sabe que pode estar relacionada ao sistema imunológico, às interações com o meio ambiente e à suscetibilidade genética.

Acredita-se que ela se desenvolve quando os linfócitos T (células responsáveis pela defesa do organismo) liberam substâncias inflamatórias e formadoras de vasos. Iniciam-se, então, respostas imunológicas que incluem dilatação dos vasos sanguíneos da pele e infiltração da pele com células de defesa chamadas neutrófilos, como as células da pele estão sendo atacadas, sua produção também aumenta, levando a uma rapidez do seu ciclo evolutivo, com consequente grande produção de escamas devido à imaturidade das células.

Esse ciclo faz com que ambas as células mortas não consigam ser eliminadas eficientemente, formando manchas espessas e escamosas na pele. Normalmente, essa cadeia só é quebrada com tratamento. É importante ressaltar: a doença não é contagiosa e o contato com pacientes não precisa ser evitado.

É frequente a associação de psoríase e artrite psoriática, doenças cardiometabólicas, doenças gastrointestinais, diversos tipos de cânceres e distúrbios do humor. A patogênese das comorbidades em pacientes com psoríase permanece desconhecida. Entretanto, há hipóteses de que vias inflamatórias comuns, mediadores celulares e susceptibilidade genética estão implicados.

Promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase, aberta oficialmente em outubro, visa combater o preconceito e melhorar a qualidade de vida das pessoas portadoras da doença. Para isso, desde 2016, a entidade elabora ações anuais de esclarecimento para mostrar que os pacientes podem conviver com a doença – considerada crônica sistêmica, autoimune e não contagiosa –, que afeta a pele de cerca de 3% da população mundial.

A entrevista concedida a Camila Barbieri para o programa Viver é Melhor sobre PSORÍASE. A dra Tatiana Gabbi explica sobre preconceito, fala sobre a doença, diagnósticos diferenciais, tratamento e acompanhamento.

 

Fonte: SBD | www.psoriasetemtratamento.com.br

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O XXIII Congresso Brasileiro de Nutrologia, promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Considerado o maior evento da América Latina na especialidade, a edição deste ano reuniu mais de 4 mil profissionais de saúde para debates intensos que serão realizados durante 70 simpósios com as mais recentes atualizações científicas de assuntos como obesidade e síndrome metabólica, nutrologia esportiva, nutrologia pediátrica e estética, nutrologia enteral e parenteral, sarcopenia e fragilidade, nutrologia da doença de Alzheimer, nutrologia e câncer, transtornos alimentares etc.

O cientista e presidente do Departamento de Ciências Nutricionais da Texas Tech University, Nikhil Dhurandhar, esteve entre os grandes nomes confirmados, como palestrante. Dhurandhar publicou detalhes sobre a associação do chamado “vírus da obesidade”, AD-36, com a doença. Apesar dessa teoria não ser nova, o estudo de Dhurandhar publicado na revista científica Obesity avança na perspectiva de compreender se o vírus causa a multiplicação das células de gordura do corpo.

Existem mais de 50 tipos de adenovírus que infectam humanos, incluindo os responsáveis por doenças respiratórios, diarreias e conjuntivite, mas o pesquisador ressalta que a obesidade é uma doença multifatorial.

“Temos o compromisso e a missão de trazer a cada ano um Congresso ainda mais rico e com as mais recentes atualizações científicas na área da Nutrologia para que o médico possa usar os conhecimentos adquiridos nos Simpósios tanto na anamnese quanto nos tratamentos e gerar benefícios para os seus pacientes”, afirma o médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho.

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Participei da reportagem da Record que foi ao ar no Domingo Espetacular – assista aqui) sobre a gravidade do melanoma e importância do diagnóstico precoce.

O câncer de pele não pode ser subestimado! Se diagnosticado e tratado precocemente, o melanoma não provoca metástases e tem enormes chances de cura!

O melanoma não é o tipo mais comum câncer da pele mas, sua alta capacidade de se espalhar para outros órgãos, determina casos graves e letais.

Os fatores de risco são pele clara, exposição exagerada ao sol, pintas que mudam de cor, forma e tamanho e outros casos da doença na família.

O mais comum é o aparecimento do melanoma em qualquer lugar da pele humana, incluindo unhas e couro cabeludo; mas esse tumor também pode surgir nas mucosas, olhos e sistema nervoso central.

Previna-se da exposição solar excessiva e procure um dermatologista anualmente, ou sempre que tiver necessidade, para diagnóstico precoce e tratamento.

 

Vc sabe dizer se aquele sinal que vc viu na sua pele pode ser algo mais grave? Como identificar um melanoma? Acompanhe nesse vídeo que explico um pouco mais!

Procure sempre um dermatologista!

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Via: R7 | Saúde

O câncer de unha, apesar de raro, manifesta-se de diversas formas e requer atenção para que o tratamento seja feito o mais rápido possível. Em estágio avançado, a doença pode resultar em amputação do dedo.

A médica dermatologista Tatiana Gabbi, assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), afirma que pessoas leigas podem confundir o câncer com uma micose, que é uma infecção causada por fungos.

“Tem muita gente que acredita que as únicas coisas que aparecem na unha são micose ou unha encravada. Na verdade, tem um monte de doença diferente. Um médico não vai fazer essa confusão. Às vezes, até faz, se não for uma pessoa especializada.”

A dermatologista explica que são dois os tipos mais comuns de tumores malignos que afetam as unhas: o carcinoma espinocelular e o melanoma.

“O carcinoma é mais frequente que o melanoma. Ele acontece no leito da unha, aparece como uma ferida e não cicatriza. É comum ter descolamento da unha e por isso ser confundido com uma micose. Mas na micose, a unha fica mais grossa, no carcinoma, não.”

Os melanomas se dividem em dois tipos, podem aparecer no leito da unha, ou seja, embaixo dela, ou na matriz, que é atrás da cutícula, onde ela cresce.

“O melanoma do leito é muito parecido com um carcinoma. Pode aparecer em qualquer faixa etária, mas é mais comum em adultos, principalmente depois dos 50 anos. O descolamento da unha também ocorre, mas existe sangramento”, acrescenta a dermatologista.

O tipo que afeta diretamente a unha é o melanoma da matriz, onde ela nasce.

“Como a matriz tem células que produzem pigmentos, melanócitos, ele se prolifera, escurece a matriz e ela começa a produzir uma unha que é escura também. Então, você vê uma faixa escura na unha que vai se alargando com o passar do tempo”, observa Tatiana.

“O melanoma tem vários tons, como marrom e castanho, e fica na unha mesmo. Se cortar, você vê que a unha é escura. Nem tudo que mancha a unha é melanoma, porque pode ter manchas, acrescenta.

A médica destaca que pode haver outras causas de pigmentação, como pintas, manchas raciais ou por trauma. A principal recomendação é que se procure um dermatologista após identificar alguma alteração na unha.

Será feita uma biópsia, que em nada afeta a estrutura da unha, e, em caso de tumor maligno, o médico vai decidir qual é a melhor forma de remover o câncer.

“Quando o câncer de unha é uma faixa escura na unha, é um tumor inicial. O mais avançado já destruiu toda a unha. Quando está discreto, é inicial, se consegue fazer um procedimento simples de remoção da unha. Ela não volta a nascer, mas tem mais de 90% de chance de cura.”

Em casos mais extremos, pode ser necessário amputar o dedo. “É um tumor maligno que pode espalhar pelo corpo, ressalta a médica.”

Tatiana Gabbi ressalta que o câncer de unha prevalece na população adulta, tendo maior incidência a partir dos 50 anos.

Outra recomendação da médica é que ao detectar uma anormalidade na unha não se faça qualquer tipo de intervenção como tentar arrancar ou procurar profissionais que não sejam médicos.

Ao contrário do que chegou a ser difundido na imprensa, a luz utilizada na aplicação de esmalte de gel não provoca câncer, segundo a dermatologista.

“A luz dessas câmaras é menos importante do que a luz do sol, por exemplo. A própria unha protege contra a radiação, que é baixa.”

 

Tumor benigno, mas dolorido

Mais comum dos que os tipos malignos, tumor glômico é benigno, mas provoca dor intensa em quem tem.

“Nós temos uma estrutura na ponta dos dedos que contrai os vasos no frio para que a circulação seja priorizada na parte central do corpo. O tumor glômico é uma proliferação dessas estruturas, dói muito com frio, quando bate, quando mexe”, afirma a médica.

Esse tipo de tumor, semelhante a um sagu, pode apresentar uma lesão azulada na unha ou uma faixa vermelha e requer remoção cirúrgica.

Fonte: R7 | noticias.r7.com/saude

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Hoje, no Fique por Dentro, Fábio Zamana e Paula Ferreira conversaram sobre o assunto com a médica dermatologista Tatiana Gabbi. Ela é assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Pode não parecer, mas as nossas unhas têm muitas funções importantes a desempenhar. Elas protegem tecidos, são imprescindíveis para coçar e também agem como janelas para o nosso bem-estar geral. As unhas podem nos dizer muito sobre a nossa saúde, mostrando sinais de desnutrição, infecções e até doenças graves.

Nesse link, você confere na íntegra o Programa Fique por Dentro, da Rádio Transmundial.

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Teraderm teve sua 11ª edição realizada nos dias 5 e 6 de julho, em São Paulo. Sob a coordenação dos médicos dermatologistas Clarisse Zaitz, Jayme de Oliveira Filho, John Verrinder Veasey e Ricardo Shiratsu, o evento voltou à capital paulista reunindo mais de 2.200 pessoas no Centro de Convenções Frei Caneca.

Em seu discurso de abertura, o presidente da SBD, Sérgio Palma, deu boas-vindas aos participantes e pontuou alguns trabalhos realizados durante os 180 dias de gestão, como o aperfeiçoamento dos fluxos administrativos; investimento em educação e capacitação médicas; defesa do Ato Médico no âmbito do Judiciário; reforço estratégico na comunicação institucional; defesa da dermatologia no Congresso Nacional; e reconhecimento de outras entidades. Em seguida, os coordenadores do encontro também agradeceram a participação maciça dos dermatologistas e reforçaram o quanto o evento é marcante pela organização, formato e conteúdo científico.

Muito bem recebida pelos congressistas, a programação dividida em 30 blocos, contemplou temas como, toxina botulínica, fotoprotetores, alopecia areata, balanopostites, nevo de Spitz, teledermatologia e inteligência artificial, antifúngicos, indicações de laser, melasma, entre outros.

“Essa edição, especialmente, foi muito interessante porque mostrou a pluralidade da dermatologia e como a atuação do dermatologista é ampla, num programa que englobou desde os casos cirúrgicos a cosmiátricos, além de doenças”, avalia o coordenador John Verrinder Veasey.

Segundo o coordenador Ricardo Shiratsu, o formato interativo de debate com opiniões dos experts foi projetado para promover um diálogo significativo sobre temas atuais e que possam ter aplicabilidade imediata no consultório.

“Sem dúvida, essa é uma das marcas do evento. A excelente aceitação do público demonstra o prestígio que alcançamos ao longo desses últimos anos”, comenta.

A dermatologista Taciana Dini corrobora: “O encontro me surpreendeu pelo ritmo dinâmico das apresentações e discussões. Os assuntos abordados foram muito atuais e de utilidade prática para o dermatologista no dia a dia do consultório, tanto para as condições clínicas quanto de cosmiatria e cirurgia dermatológica”. A médica participou do bloco sobre luz intensa pulsada (LIP), que abordou a evolução da tecnologia no tratamento do fotorrejuvenescimento e outras condições inestéticas. “Foram comparados os resultados da LIP com outros equipamentos de lasers e tecnologias. Também foi discutido sobre as associações de tratamentos com a LIP e as vantagens desta tecnologia tão versátil”, explica.

No ano que vem, o Teraderm também ocorrerá em São Paulo: “Vamos manter o local e reforçamos aos especialistas que se programem e se inscrevam com antecedência para garantir suas vagas com tranquilidade. Inclusive, já temos a definição das datas: dias 3 e 4 de julho de 2020”, adiantou o presidente Sérgio Palma.

Fonte: SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia | www.sbd.org.br

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Nos dias 21 e 22 de junho aconteceu em Belo Horizonte, o TEF: Terapêutica em Foco, um dos mais importantes eventos científicos da SBD-MG – GESTÃO 2019/2020.
Os participantes tiveram oportunidade de adquirir conhecimentos de coordenadores e experts de todo país.

O TEF vai focar terapêutica dermatológica, ou seja: tratamentos para doenças de pele.

 

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EXPEN – Debate de Experts em Nutrologia tem o propósito de reunir profissionais com vasta experiência clínica para discutir conceitos e ideias relacionados à alimentação, exercício, suplementação, medicação, cirurgia e tudo o que envolve o dia a dia do médico e sua relação com o paciente.

Questões como “O que usar?”, “Como usar?” e “Quando prescrever” vão direcionar a troca de experiências e alinhar os diversos pontos de vista que compõem os guidelines da especialidade.

Coordenado pelos Dr. Paulo Giorelli, Dr. Guilherme Giorelli e Dr. Daniel A. Kopiler, o EXPEN aconteceu nos dias 7 e 8 de junho no Hotel Blue Tree Premium Morumbi, localizado em uma das melhores regiões de São Paulo.

Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista e assistente do departamento de dermatologia da FMUSP, abordou a nutrologia feminina, tema Colágeno na fisiologia da celulite e flacidez: evidências e prática clinica , que tem gerado uma grande evolução nas pesquisas científicas, dando enfoque sobre como o uso de colágeno hidrolisado e como ele atua na fisiologia da celulite e flacidez.

Vários estudos em mulheres que foram suplementadas com colágeno, mostraram ao final do estudo, uma melhora da hidratação da pele, aumento da quantidade de ácido hialurônico, aumento da densidade da pele, redução da fragmentação do colágeno e aumento da elasticidade da pele.

Ressaltou que o uso de colágeno não é uma estratégia única para o combate à celulite e flacidez, mas sim deve ser combinado com dieta e exercícios específicos, uso de tecnologia diversas, como lasers de diodo, radiofrequência e ultrassom micro e macrofocado, estimuladores da produção do colágeno, subscisão e microagulhamento e drug delivery.

Fonte: EXPEN – Debate de Experts em Nutrologia | www.expennutrologia.com.br

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As coreanas são praticantes da yuri pibu, cuja tradução seria “pele de vidro” (glass skin), por meio do k-beauty (skincare coreano): uma extensa rotina de cuidados com a pele que compreende uma dupla limpeza e um método de hidratação em várias camadas.

O resultado é uma pele brilhante e radiante, que se tornou popular na internet e viralizou no Instagram no fim do ano de 2017 e que, cada vez mais, origina tutoriais com até 11 passos de cuidados com a pele.

No artigo de hoje, vamos discutir o que realmente funciona e o que fazer para simplificar essa rotina de cuidados com a pele!

 

Será que são necessários tantos passos?

A resposta é depende.

Existem vários produtos que acumulam funções e dispensam a necessidade das 7 camadas do tutorial original do k-beauty.

Além disso, como veremos a seguir, para obter tal resultado algumas pessoas irão necessitar de pequenas intervenções, como aplicação de lasers, peelings e tratamentos com toxina e preenchedores.

 

O que é importante para obter a glass skin?

A radiância é a propriedade física que permite que a pele absorva e reflita a luz. A qualidade da radiância é influenciada por fatores, tais como: arquitetura da pele, quantidade de pigmentos vermelhos e marrons, colágeno, hidratação, presença ou não de inflamação etc.

O envelhecimento da pele, por meio da flacidez, tem um impacto importante, alterando a regularidade da textura da pele e, portanto, levando a uma menor reflexão da luz. Isso faz com que a pele se torne opaca e sem brilho!

Portanto, a limpeza diária da pele, acompanhada de hidratação, são fundamentais para mantermos as características originais de glow que a pele jovem tem.

O médico dermatologista pode ajudar bastante, detectando inflamações, pigmentos e alterações no relevo cutâneo, manifestas como rugas e flacidez.

 

O que fazer então?

Lave o rosto diariamente duas vezes ao dia com um produto de limpeza adequado ao seu tipo de pele, um hidratante, use proteção contra a poluição e filtro solar de amplo espectro, que proteja não só da radiação ultravioleta (raios solares), mas também do infravermelho (calor) e da luz visível (precisa ter cor).

À noite, retire toda a maquiagem e poluição do rosto! Lave muito bem a pele depois de usar o demaquilante e hidrate com produtos adequados. Sempre visite um médico dermatologista que irá orientar essa rotina de forma mais personalizada, fará o exame preventivo anual para detectar o câncer de pele e poderá detectar e tratar doenças de pele!!!

 

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