No dia 16/07, fiz uma live com a Dra. Bianca Lundberg, que é hebiatra (médica de adolescente), para falar sobre algumas alterações dermatológicas que encontramos nos adolescentes e quais são os significados de cada uma.

Antes disso, vamos falar um pouco do que é ser hebiatra. Esse é um ramo da pediatria que cuida de crianças dos 10 anos até jovens de 24 anos, acompanhando e atuando com:

  • Prevenção;
  • Tratamento de doenças;
  • Puberdade;
  • Outras características únicas dessa faixa etária.

Os hebiatras cuidam dessa parcela da população, que representa um grande número de pessoas e precisam de um acompanhamento mais de perto.

O tema da live foi: unhas e cabelos na adolescência e eu separei aqui as melhores questões sobre unhas para vocês. [Se quiser assistir na íntegra, pode clicar aqui]

Unhas, pele e cabelo na adolescência

Assim como a Dra. Bianca Lundberg ressaltou, por experiência própria com o público mais jovem, essa faixa etária reserva algumas complicações na pele, unha e cabelo.

É nesse momento que ocorrem muitas mudanças no corpo e, por isso, a parte dermatológica é tão importante, ajudando a passar por essas alterações com autoestima e evitando também os problemas no futuro.

É na pré-adolescência que a autoimagem começa a ser mais evidente e influenciada, já que o adolescente começa a reparar a diferença entre ele e outras pessoas da mesma idade e isso afeta a maneira como ele se enxerga.

Um dos maiores desafios de lidar com esse público, principalmente relacionado à pele, unhas e cabelos, é que os adolescentes costumam ser muito imediatistas. 

Então, fazer um tratamento e esperar os resultados, para eles, é ainda mais difícil, eles querem que as coisas aconteçam mais rapidamente.

Mas vamos então conversar sobre as unhas dos adolescentes aqui e os outros tópicos você pode conferir nesta live que fizemos. Confira!

Roer unhas prejudica o adolescente?

Essa é a principal causa de unhas fracas em crianças e adolescentes. A verdade é que uma criança ou adolescente não tem motivo para ter unhas fracas, mas isso pode acontecer ao roer as unhas.

Dica aos papais: quando observamos que a criança ou adolescente está com a unha muito fraca, tem que prestar atenção e ver se ele está roendo, porque isso fragiliza as unhas.

Muitos ignoram esse comportamento, mas a verdade é que a abordagem e tratamento do roer as unhas deve ser feito o quanto antes, assim que você perceber essa tendência no seu filho.

Pode ser que ele não tenha esse hábito muito cedo, mas desenvolva depois. Assim que perceber essa tendência, você precisa interferir.

O tratamento para a criança ou adolescente parar de roer as unhas é multidisciplinar, ou seja, envolve vários profissionais e pessoas que estão ao redor. 

Exemplo: É preciso ver se a criança ou adolescente, de repente, tem alguma ansiedade, porque normalmente tem e esse fato de roer a unha é apenas um termômetro indicando que tem algo por trás – e esse é o maior problema.

Passei mais informações importantes sobre o assunto, você pode conferir aqui nesta live.

A pessoa pode nascer com unhas mais fracas que o normal ou só acontece com o ato de roer?

Pode sim, mas isso é muito raro. Não vemos esse tipo de situação com tanta frequência, geralmente as unhas fracas são associadas a uma causa – o papel do profissional é tentar entender se essa é uma causa interna ou externa.

Existem sinais que podem ajudar os profissionais a decifrar esse caso e fazer uma abordagem de acordo com o problema.

Unha fraca, na verdade, é uma síndrome – um conjunto de sinais e sintomas que estão por trás do problema e que pode ter várias causas diferentes.

Esse é um dos motivos para não haver um tratamento específico para unha fraca. Ela precisa ser investigada, porque para cada pessoa pode existir uma causa diferente e nós, profissionais, vamos fazer o tratamento de acordo.

E a nutrição da unha fraca, por que acontece? É um déficit de vitamina, má alimentação? Dá para repor com uma nova rotina alimentar?

Dependendo da característica, se for necessário pesquisar a parte nutricional, os profissionais vão fazer um diário alimentar como primeiro recurso, para entender como tem sido a alimentação.

Isso porque o profissional precisa entender como o paciente tem se alimentado para descobrir quais nutrientes estão presentes e quais estão faltando.

Outro ponto fundamental para o profissional criar uma abordagem também é saber a rotina da pessoa. Ela faz exercício físico? Ela pratica esporte? Tudo isso é muito importante para entender como ocorre o gasto calórico.

Unhas e cabelos sofrem muito com falta de proteína e calorias. Falei também mais sobre isso na live e dei algumas dicas especiais.

E aí, gostaram do conteúdo? Assistiram a live? Deixem um comentário lá no vídeo para eu saber o que vocês acharam e se ficaram com alguma dúvida.

Veja a live aqui e aproveite para me seguir no Instagram, posto muito conteúdo legal por lá!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, eu sou a Doutora Tatiana Gabbi, médica dermatologista e hoje vamos falar um pouco sobre aquelas manchas brancas que aparecem nas unhas.

 

Temos vários tipos de manchas brancas nas unhas, mas a mais comum (que a nossa avó falava que era de mentiroso ou que a gente ia ganhar um presente) é aquela mancha meio solitária, que aparece, vai crescendo e depois vai sumindo conforme a unha cresce.

 

Esse tipo de mancha branca na unha, que passamos a mão e ela não está áspera ou com nenhum outro aspecto, é causado por um mecanismo muito complexo, mas vou tentar te explicar aqui.

 

A fábrica da unha, que fica embaixo da cutícula, tem 2 frentes de produção: a parte mais superficial, mais ‘pra fora’ da nossa unha, que produz mais pra baixo. E a parte mais profunda que produz a parte de cima.

 

A natureza é sábia. Se a gente sofrer um trauma, ainda preservamos a nossa unha. Mas muitas pessoas cutucam essa região, seja na hora de fazer a mão, ou com hábitos de morder, roer ou até só cutucando.

 

Quando fazemos isso, pegamos apenas a parte mais superficial da fábrica, que produz a unha profunda e, com isso, você vai ter uma descamação de células lá na profundidade, que vai ficar segura pela lâmina superficial que está sendo produzida na matriz profunda.

 

Um pouco confuso, mas o ponto é: quando você tem esse tipo de quadro, você tem uma descamação celular que é retida pela placa.

 

Temos também outros tipos de manchas brancas nas unhas, que são muito comuns, que é aquela que aparece principalmente nas unhas dos pés. Nela, você passa a mão e sente uma aspereza.

 

Esse tipo de mancha branca, geralmente, é causado pela dissolução por causa do esmalte. Sabemos que os esmaltes são solventes e eles têm a capacidade de degradar a queratina – proteína que forma nossa unha.

 

Com isso, você tem a formação das pérolas de queratina e a deposição das manchas brancas nas unhas, que vão sair conforme você fizer um lixamento superficial e usar produtos hidratantes.

 

Lembrando, também, que as micoses de unhas podem ser vistas, a princípio, como manchas brancas. Então, se você ficou na dúvida, e tem manchas brancas nas unhas que não estão melhorando, procure um médico dermatologista para ele fazer o diagnóstico mais adequado.

 

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvidas, podem me seguir nas redes sociais e lá eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês.

 

P.S.: Para marcar uma consulta e ter um atendimento personalizado, basta clicar aqui. É rápido e prático. Espero te ver em breve!

 

Postado Dra. Tatiana Gabbi

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Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Eu sou a Tatiana Gabbi, médica dermatologista e aqui eu vou falar um pouco para vocês sobre as diferenças entre os esmaltes e os géis fortalecedores.

Esmalte fortalecedor, a gente tem de 2 tipos: os que modificam a estrutura das unhas, que os mais conhecidos são aqueles com formol e aqueles que não modificam, mas reforçam as estruturas das unhas.

E os géis, que a gente tem no mercado é só aquele gel que vai melhorar a estrutura da unha, cedendo nutrientes para ela.

Bom, tanto um esmalte fortalecedor quanto o outro, têm solventes na fórmula. Então, quando a unha está muito fragilizada, às vezes não é adequado usar um esmalte, a gente vai preferir o gel – que, inclusive, penetra melhor na unha e só vai ceder os nutrientes.

A vantagem do esmalte fortalecedor com formol é somente para as pessoas que têm unhas moles. Se você não tem unhas moles, se as suas unhas estão frágeis e elas descamam, você tem falta de água na sua unha e não excesso de água, que seria a indicação precisa do formol.

Então, é melhor você não usar esse tipo de produto e é melhor você usar outro tipo, que é aquele que vai ceder nutrientes para as suas unhas, reforçando a estrutura delas.

Muitas vezes, quando a pessoa pensa no esmalte, ela acha que é melhor porque fica fixo na unha. Lembre-se que a gente precisa estar sem esmalte para usar esse tipo de produto.

O gel pode ser aplicado nas cutículas, que ele vai ser absorvido. E a gente prefere usar sempre à noite, quando você não vai mais mexer com água, nada disso.

 

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvida, vocês podem me seguir nas redes sociais e, por lá, eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

 

 

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Oi, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje eu trouxe um assunto muito pedido por vocês que é sobre o melhor tratamento para micose.

Afinal, qual é a melhor forma de tratar a micose: de forma local ou oral? A resposta é: a combinação das duas formas.

Na maior parte dos casos, nós combinamos os dois tipos de tratamento para micose. O tratamento oral é imprescindível e demora cerca de 6 meses a 1 ano.

Por isso, é fundamental procurar o quanto antes o médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Porque quanto mais você espera para iniciar o tratamento, mais ele vai demorar e mais grave a micose vai ficar.

O medicamento não é tóxico, portanto, é essencial também que você limite a sua ingestão de álcool (caso você faça uso), porque isso pode prejudicar o seu tratamento. Quer saber mais? Continue a leitura!

 

O que é micose de unha?

A micose é uma infecção que é causada por fungos que podem atingir sua pele, unha e até cabelo. Esses fungos são mais frequentes em lugares com maior calor e umidade, já que essa condição é a ideal para que eles se desenvolvam.

Existem vários tipos de micose, como as tineas, candidíase e onicomicose. Essa última é a que acomete as unhas, descolando do leito e se tornando mais espessa.

A onicomicose pode tanto acometer as unhas dos pés quanto das mãos. Elas acontecem raramente na infância, mas é bem comum em pessoas com mais do que 55 anos.

Além do descolamento da unha, a onicomicose também pode fazer com que haja mudança na forma da unha e na coloração.

Geralmente, o tratamento para micose de unha é bem difícil e demora um tempo maior (como já vimos no começo do artigo), podendo ser feito com medicamento oral ou local.

 

Tratamento para micose: como prevenir a doença?

Uma das melhores maneiras de evitar esse tratamento para micose demorado, é tomando atitudes no dia a dia e melhorando os seus hábitos. Confira alguns a seguir:

– Usar apenas o próprio material ao ir à manicure;

– Secar muito bem o corpo após o banho, principalmente nas dobras (virilhas, axilas, dedos dos pés);

– Evitar um contato prolongado com a água e o sabão;

– Evitar também andar descalço nos locais que estão sempre úmidos (como vestiários e saunas, por exemplo);

– Não usar roupas molhadas por muito tempo;

– Não compartilhar roupas, bonés, escovas, toalhas, porque esses objetos pessoais podem transmitir doença;

– Não usar sapatos fechados por muito tempo, optando pelos mais ventilados e largos.
Apesar de falarmos hoje sobre o tratamento para micose de unha, essas práticas vão te ajudar a não pegar a doença de nenhuma maneira.

São hábitos simples, mas que podem prevenir a onicomicose e outras variações, já que essa doença é rápida para contrair, mas o tratamento para micose é mais difícil.

 

Outros tipos de onicomicose

É importante saber também que a onicomicose não causa apenas o descolamento da unha, mas existem outras manifestações da doença, como:

Leuconíquia: é quando ocorre uma descolocação esbranquiçada na superfície das suas unhas, que pode acontecer tanto no começo da micose como também no envelhecimento do esmalte na unha.

Paroníquia: é mais conhecida como “mão de lavadeira” e é causada pelo fungo chamado Candida, que também acontece em pacientes que têm corrimento vaginal. Esse fungo não é o principal responsável pela onicomicose, mas ajuda a piorar o quadro.

Destruição e deformidades: aqui, a unha começa a ficar quebradiça e frágil, podendo causar diversas deformidades e destruições.

 

Tratamento para micose de unha

Alguns tipos de tratamento para micose podem ser medicamentos de uso local, como: cremes, soluções e esmaltes.

Caso a unha seja acometida em mais de 30%, ou aconteça em várias unhas ao mesmo tempo, o tratamento oral também é necessário.

Como já falamos lá em cima, o tratamento varia de 6 meses a 1 ano. Vai depender muito do crescimento da unha, que geralmente é lento. Por isso, é necessário persistir para ter sucesso.

Não se esqueça de que, para fazer o tratamento para micose, é necessário contar com um dermatologista. Jamais se automedique, porque isso pode acabar mascarando os sintomas e piorando o quadro.

Além disso, não interrompa o tratamento para micose antes do tempo recomendado pelo dermatologista, mesmo que você ache que sua unha já está melhor, porque a infecção ainda pode estar na unha.

Por hoje, era isso que eu precisava falar com você sobre tratamento para micose. Espero que tenha gostado! Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! E para acompanhar mais conteúdos como esse, é só acompanhar e o meu Instagram.

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Dicas para parar de roer unha: você rói as suas unhas? Esse vídeo é para você! Aprenda alguns truques e dicas para superar esse vício. Espero que vocês gostem desse conteúdo!

No artigo de hoje nós vamos falar um pouco sobre o terrível hábito de roer as unhas.

Muitos pacientes, quando procuram um médico dermatologista, sentem vergonha de roer as unhas – às vezes, eles nem contam pra gente que esse é o caso, eles vêm com uma tentativa de melhorar o aspecto das unhas.

Mas só existe uma forma de melhorar esse aspecto, que é: parar de roer unha. Então, é muito legal você abrir o jogo com o seu médico porque o dermatologista que não sabe que você está roendo vai pensar, inclusive, em outro tipo de doença e pode acabar te dando um remédio que não vai adiantar pro seu problema.

Como a gente faz para parar de roer unha? Continue lendo e veja algumas dicas que separei para você.

Tudo é uma questão de decisão

Em primeiro lugar, a gente toma a decisão de não roer mais. Em segundo lugar, eu acho que é fundamental a gente ter alguns mecanismos que ajudem a gente nessa decisão.

Isso pode ser um psicólogo, pode ser um amigo, pode ser um post que você faz diariamente no Instagram e você tem o apoio de uma comunidade. Então, é legal você ter esse vínculo com esse seu objetivo tomado.

E aí a gente pode usar esmalte de pimenta, a gente pode usar alguma lembrança, mas o que eu acho mais bacana é que a gente procure deixar as unhas bonitas. Em geral, quando a unha está bonita, há menos risco da gente estragar.

Então, eu sempre recomendo que a pessoa faça as unhas e que quem faça as suas unhas não seja você. Esse hábito de roer as unhas pode piorar se você tiver o instrumento nas mãos. Então, você pode querer cutucar as suas unhas com o instrumento e aí vai ser mais grave ainda o trauma.

Por que parar de roer unha?

Eu poderia dar vários motivos pelos quais você precisa parar de roer unha o quanto antes, mas vou deixar os mais simples e mais urgentes. Confira:

-> Ferimentos nas cutículas e peles do dedo facilitam a entrada dos vírus, fungos, bactérias e, portanto, a infecções.

-> Alterações da oclusão dentária, da mordida e do formato dos dentes.

-> Aumento das chances de ter gastrites, gastroenterites e outros problemas gastrointestinais.

-> Deformar as unhas e a pele ao redor, causando constrangimentos por causa dos efeitos de estética.

-> Dificuldade na apreensão de objetos e de outras atividades importantes da rotina.

-> Maior possibilidade de adoecimento por contato com os microorganismos e entrada de micróbios no corpo e corrente sanguínea.

Dicas rápidas para parar de roer unha ainda na quarentena

Além de manter as unhas sempre bem feitas, existem outras ideias rápidas e simples para praticar ainda essa semana e parar de roer unha logo. Confira:

01. Esmalte especial: se você não quer usar pimenta, pode usar um esmalte especial, que tem gostinho amargo. É incolor e serve para mulheres, homens e crianças maiores de 4 anos. Além disso, é fácil de comprar; várias marcas têm esse tipo de esmalte.

02. Bola anti-estresse: substituir um hábito ruim por um positivo pode ser uma ótima ideia de descobrir na prática como parar de roer unha. Um dos motivos que leva alguém a esse hábito é o estresse. Por isso, investir em uma bola anti-estresse pode ser ótimo para destruir esse comportamento ruim. Meditação mindfulness também pode ajudar bastante nesse sentido.

03. Invista em um novo hobby: ainda falando sobre hábitos, outra boa ideia é investir em um novo hobby, como conversar com um amigo, fazer atividade física, como yoga, tocar um instrumento etc. Isso pode diminuir manias e vícios e um deles é roer unha.

04. Acerte o tamanho: tenha calma. Essa é uma das principais dicas para quem quer parar de roer unha sem frustrações. A sua unha começou a crescer? Não tenha pressa de deixá-la gigante; primeiro deixe a unha no comprimento ideal e mantenha um formato arredondado – isso vai evitar que ela quebre e você volte ao ciclo de roer as unhas.

05. Tenha sempre uma lixa por perto: essa é uma das principais ferramentas para se carregar na sua bolsa. Já teve aquela unha que deu uma leve lascada e logo você colocou na boca? Nesse momento, o seu hábito ruim volta. Então, use a lixa nesses casos e evite a repetição do comportamento ruim.

Por fim, reconstitua a saúde das suas unhas

E, finalmente, depois que a gente consegue parar de roer unha, reconstituir a saúde das unhas. E, com isso, a gente pode usar produtos para melhorar a fragilidade que sobrou da época que a gente roía.

Para isso, o dermatologista normalmente vai recomendar tanto medicamentos tópicos, quanto de uso oral. Porque a gente sabe que alguns produtos têm a capacidade de melhorar a produção da sua unha – tanto a constituição da unha, deixando-as mais fortes, quanto até acelerando o crescimento. Esse tipo de recomendação é individual, porque leva em conta uma série de características pessoais. Portanto, eu recomendo que você consulte um dermatologista se já chegou nessa fase. E a quarentena não é desculpa, pois muitos de nós estamos atendendo por telemedicina!

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado e, se vocês ficaram com mais dúvidas, podem me seguir nas redes sociais e lá eu vou esclarecer mais dúvidas para você! E para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp!

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Olá, pessoal, nesse post vamos falar um pouco sobre as unhas fracas. A verdade é que muita gente tem dúvida sobre o assunto, mas não sabe aonde achar a informação correta.

Ah, e se a sua dúvida sobre unhas fracas não estiver respondida aqui, pode mandar uma mensagem no Facebook com a sua pergunta que a gente responde em uma próxima oportunidade. Vamos lá!

 

1 – O que pode causar as unhas fracas?

O que é mais comumente leva às unhas fracas é o hábito que temos de fazer a mão. Saiba que retirar as cutículas, usar esmalte, e depois usar acetona para retirar esse esmalte: tudo
Quando cozinhamos ou mexemos com produtos de limpeza, ficamos em contato com diversas substâncias e ficamos com as mãos úmidas a maior parte do tempo. Nessas situações ocorre a contração da unha e depois a expansão da placa da unha. Essa “dança” da unha expandir com a água e depois contrair com a secagem pode levar a quebras estruturais que vão promover um enfraquecimento da estrutura da unha. São as unhas fracas!

As unhas fracas se caracterizam por descamação e desfolhamento. Nos casos mais graves temos unhas quebradiças e ressecadas. Nessa época de pandemia mundial pelo COVID-19 estamos constantemente lavando as mãos e aplicando álcool gel. Com certeza isso contribui para o agravamento das unhas fracas! Saiba mais sobre isso aqui.

Mas isso não é tudo! Outras situações do nosso dia a dia podem contribuir com unhas fracas. É o caso de tocar instrumentos musicais, teclar, deixar as unhas compridas etc. A vibração transmitida em todas essas situações enfraquece as ligações celulares que mantêm a placa ungueal unida.

Algumas doenças também podem ser importantes para o surgimento do quadro de unhas fracas. Acontece muito com as doenças da tireoide e várias doenças de pele que também podem comprometer as unhas (psoríase, líquen plano, micoses), por exemplo.

Uma outra situação possível é quando a pessoa tem um distúrbio nutricional e apresenta déficits de proteínas, calorias, minerais ou vitaminas.

 

2 – Como cuidar das unhas fracas através da alimentação?

É possível cuidar das unhas com orientação nutricional, ao identificarmos que o indivíduo está consumindo menos do que precisaria para poder manter-se com saúde.

Quando atendemos o paciente, pedimos para que ele faça um diário alimentar, conversamos a respeito do que está sendo consumido, quais são as calorias envolvidas etc.

Também temos que saber quem é esse indivíduo, quais atividades diárias desse indivíduo, quanto ele gasta de calorias, para entender se tem um déficit nutricional importante.

Cabelos e unhas não são necessários para o organismo, então se houver um déficit de calorias ou um déficit de qualquer outro nutriente (proteínas, minerais e vitaminas), o corpo vai priorizar isso para os órgãos que são nobres e cabelo e unhas e cabelos irão sofrer. Então, teremos queda de cabelos e unhas fracas.

Através da conversa com o paciente conseguimos entender quem é esse indivíduo e o que ele está consumindo – e, muitas vezes, vamos direcionar exames complementares para investigar e confirmar essa hipótese

 

3 – Doenças que podem causar unhas fracas

Essas doenças que eu citei anteriormente são as mais comuns. Geralmente, tanto a psoríase quanto o líquen plano, vão acometer a maioria das unhas e são doenças inflamatórias. De uma hora para a outra, aquele indivíduo, que sempre teve as unhas normais, vai desenvolver uma inflamação e um acometimento das 20 unhas ou pelo menos da maioria delas.

Isso vai levar a uma fragilidade muito grande das unhas e de forma abrupta. Isso sempre faz com que o indivíduo opte por procurar o médico.

Já na nos casos de doença da tireoide, o quadro nas unhas é de instalação mais lenta, mas conseguimos perceber através de outros sinais e sintomas, como, por exemplo: fraqueza, astenia, fala lentificada, muito sono e aumento de peso. Nesses casos, nós confirmamos através de exames de sangue. Na maioria dos casos, o paciente já sabe que tem alteração da tireoide e já está em tratamento.

 

4 – Ficar sem esmalte ajuda no tratamento das unhas fracas

A orientação é de remover os esmaltes sempre que eles começarem a craquelar. Sempre que o esmalte começar a ficar feio, em vez de deixar ou ficar arrancando com as unhas o que restou, o ideal é remover tudo com um removedor sem acetona (porque é melhor para as unhas).

E, nesse período, até visitar novamente a manicure e fazer uma nova hidratação, aproveite para hidratar, porque é ótimo para fazer a recuperação da sua unha.

Você pode usar qualquer hidratante corporal, mas há alguns que são específicos para unhas e cutículas; é possível passar em cima das unhas também, já que a placa ungueal absorve muito bem os hidratantes e geis.

O momento atual, de recolhimento, é uma excelente oportunidade para fazer essa pausa no uso do esmalte e caprichar na hidratação noturna.

 

5 – Há alguma restrição à colagem de unhas artificiais e com gel?

Essas técnicas novas da unha em gel, ou até mesmo do esmalte em gel, têm a vantagem de deixar a unha em ordem mesmo em pessoas que não têm unhas tão fortes.

A desvantagem é que a unha colada cria um mecanismo de alavanca, porque vai aumentar o tamanho e vai atrapalhar a função normal da unha (que é ajudar na apreensão dos objetos, ajudar no tato).
Sempre que você está com a unha grande, colada na sua própria unha, e você tem um trauma, esse trauma é transmitido de forma muito mais significativa para o leito e pode levar até a lacerações – chegamos a ver algumas vezes esse tipo de quadro no consultório.

É claro que isso é um acidente, uma coisa que não acontece todos os dias. A desvantagem real é que pequenos traumas ao longo de dias e meses levam à fragilização da unha que está por baixo. Além disso pode ocorrer infiltração de água – ou outros imprevistos – que facilitam a infecção das unhas por fungos e bactérias.

Nessa época de pandemia e reclusão eu não indico de nenhuma forma o uso desse tipo de unha colada por atrapalhar a correta lavagem das mãos.

 

6 – Unhas amareladas ou com manchas brancas podem indicar alguma doença?

As micoses podem cursar tanto com unhas amareladas quanto esbranquiçadas, mas a maior parte das unhas amareladas que vemos não é decorrente de micose e sim dos esmaltes que têm pigmentos vermelhos.

Se eles não forem usados com uma base adequada ou forem de má procedência podem acabar penetrando na placa e mudando a pigmentação para uma cor mais amarelada.

Lembrem-se de que a unha com micose fica espessada, além de estar amarelada! Mas se a unha estiver amarelada e fina, isso pode ser causado por um agente externo, que não tem maior gravidade.
Manchas brancas podem ser surgir quando a manicure cutuca a fábrica da unha, levando a uma descamação das células da unha, que ficam aprisionadas pela camada superficial.

O indicado para quem tem esse tipo de mancha, é pegar leve na hora de fazer as cutículas, tentar evitar de retirar totalmente, empurrar com violência etc. Lembrar que o ideal é não retirar as cutículas e sim hidrata-las. Isso inclusive fortalece as unhas fracas!

Assista aqui o meu vídeo onde explico melhor sobre as unhas fracas:

 

 

E então, ficou com alguma dúvida sobre as suas unhas? Fale comigo sobre os seus questionamentos. Me siga no Instagram!

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Uma das medidas adotadas para o enfrentamento do novo coronavírus no Brasil é implementar o uso da telemedicina. O método ganhou destaque nas falas no Ministério da Saúde (MS) que, diante da crise, reconheceu a prática para atendimento médico durante a pandemia.
A telemedicina foi regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2002 e, desde então, vem sendo objeto de discussão entre entidades de saúde para definição das regras do uso correto e ético na prática. No contexto da pandemia de Covid-19, o CFM reconheceu o uso da telemedicina no Brasil “em caráter de excepcionalidade”.
Dessa forma, é possível viabilizar a assistência médica à distância, diminuindo, assim, os riscos de contaminação com a Covid-19, seja no caminho dos pacientes ao consultório ou mesmo na relação médico-paciente.
Além disso, essa modalidade de atendimento facilita muito o acompanhamento dos pacientes que já estão em tratamento e possibilita atender urgências dermatológicas (que não são vistas em pronto atendimento).

 

Mas, afinal de contas, o que é telemedicina?

O professor da Faculdade de Medicina e chefe da disciplina de Telemedicina da USP, Chao Lung Wen, define o recurso como um método da profissão.
Ele explica que o que determina a prática é simplesmente o uso de tecnologias eletrônicas associado ao atendimento não presencial e destaca que manter a qualidade do serviço médico é o que completa o pacote.
“Todos os processos que determinam a qualidade de um ato médico estão totalmente vinculados à telemedicina. Envolve entrevista investigativa estruturada, prontuário digital, decisão de conduta após avaliação do que podemos fazer usando um meio tecnológico. O paciente pode estar à dez metros dentro de outra sala, ou a mil quilômetros de distância e, ainda assim, poderá ser avaliado por meio de tecnologias interativas que estão à nossa disposição para oferecer a extensão do cuidado médico”, explicou o especialista.

 

Qual a diferença entre telemonitoramento, teleorientação, teleconsulta e teleinterconsulta?

Seja qual for a expressão, uma coisa é fundamental para que o método funcione: videoconferência. Ligações telefônicas não bastam.
Entretanto, a videoconferência só é válida se ela acontecer dentro das regras da telemedicina, que envolvem questões desde o consentimento do paciente, em relação a valores e serviços oferecidos, até a segurança de dados.
É por isso que prezamos o atendimento em um ambiente seguro, disponibilizado através de link fornecido para o paciente mediante o pagamento do serviço.

1. Telemonitoramento

O telemonitoramento é quando o médico faz uso de uma televisita para acompanhar as condições clínicas de um paciente – é possível fazer uma avaliação visual e observar as condições da evolução da doença dermatológica que estamos tratando.

 

2. Teleorientação

Nesse sentido, a teleorientação não é muito diferente. O termo diz respeito ao que seria uma primeira avaliação com função de orientar o paciente quanto ao uso de medicamentos e tratamentos para a pele, cabelos e unhas que, em geral, não exigem receita médica controlada e hábitos que possam ajudar em sintomas de doenças cutâneas.
A teleorientação não costuma envolver grandes tomadas de decisão e serve para orientações básicas e iniciais. Utilizamos essa modalidade para retornos de consultas já agendados e para checar com o paciente se há dúvidas em relação ao que foi prescrito.

 

3. Teleconsulta

A teleconsulta, por outro lado, envolve diagnóstico, decisões médicas quanto ao tratamento a ser adotado e prescrição.
“À princípio, a primeira consulta deveria ser presencial, segundo o CFM, mas quando o governo decreta isolamento social e pede para que a população não vá ao hospital, essa é uma solução. Senão, estaríamos estimulando a automedicação e o autodiagnóstico”, explica dr Chao Wen, especialista em telemedicina.

 

4. Teleinterconsulta

A teleinterconsulta diz respeito à interação entre médicos, o que pode ajudar os profissionais em tomadas de decisão.
Em tempos de pandemia, uma das vantagens em todos esses casos é conseguir reduzir a possibilidade de contágio da população por evitar a locomoção desnecessária de pacientes com sintomas gripais ou no grupo de risco.
Além disso, o acompanhamento médico à distância permite o atendimento de doentes com outros problemas de saúde, diminuindo assim a circulação de pessoas em ambientes hospitalares.

 

A telemedicina é uma ótima opção em meio ao COVID-19

No momento, esse tipo de atendimento deveria ser oferecido para todos, independentemente do tipo de doença.
As pessoas continuam com problemas de pele, infecções cutâneas de origem viral ou bacteriana, doenças bolhosas e autoimunes, inflamatórias e medicamentosas. Elas não podem deixar de ser atendidas e precisam de especialistas que tenham experiência nesse tipo de atendimento.
Segundo o Dr Chao Wen: “Esse método deveria ser expandido para todo cuidado possível, pois o processo de serviço médico foi quebrado com essa pandemia!”. Nós concordamos e nos disponibilizamos a atender por essa modalidade durante essa crise.
Caso seja necessário, temos condições de converter a consulta para consulta presencial com todo o cuidado necessário para o paciente.

O que você precisa fazer para ser atendido por telemedicina? Basta entrar em contato por este link e falar com a nossa secretária, que dará maiores informações.

Espero que vocês tenham gostado! Até mais!

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Nesse artigo nós vamos falar especificamente da melanoníquia estriada, que são aqueles riscos escuros nas unhas que aparecem de uma hora para a outra. O significado disso é que uma mancha (ou uma pinta) surgiu na fábrica da unha e, agora, a fábrica está produzindo uma unha escura naquele ponto, por isso vemos uma linha ou uma faixa de unha escura.

O resultado do tratamento podemos verificar na primeira foto, a unha completamente saudável.

Nos adultos, principalmente quando acima dos 50 anos de idade, presente em unha única e naqueles de pele clara, devemos lembrar que esse é um sinal que deve ser sempre examinado por um médico dermatologista, que tenha familiaridade com as doenças das unhas. Isso porque, em algumas situações, isso pode indicar a necessidade de fazer a biópsia no local. Geralmente, essa biópsia não deixa sequelas.

A biopsia é indicada em adultos, pois pode sinalizar coisas como: micose, reações medicamentosas, mas também o melanoma. Através da biopsia, podemos ter o diagnóstico preciso dessa lesão. Nesse vídeo eu mostro os principais sinais de gravidade em adultos.

 

 

 

E os riscos nas unhas das crianças?

No caso de crianças, os riscos nas unhas são um pouco diferentes: a maioria deles desaparece com o tempo de seguimento e só há gravidade quando a faixa começa a alargar com o passar do tempo. Sinais que são suspeitos em adultos, não são suspeitos em crianças.

Então, geralmente, o que é feito para crianças é o acompanhamento seriado, com fotografias. Nós vamos fotografando, com e sem dermatoscopia, e acompanhamos para ver se esses riscos nas unhas estão com a tendência de alargar ou com a tendência de esmaecer, desaparecer e ficar mais finos.

Se for o segundo caso, não faremos procedimentos cirúrgicos, vamos só acompanhar e é muito frequente que essa mancha tenda a desaparecer com o passar do tempo.
Caso os riscos nas unhas alarguem, aí sim nós iremos estudar a possibilidade de fazer uma biópsia para que os pais fiquem mais tranquilos.

 

Imagens dos riscos escuro nas unhas

Eu vou deixar aqui uma imagem para todos poderem entender como é essa mancha, que pode aparecer em crianças. E apresento também o seguimento clínico de um paciente meu de 8 anos de idade. A primeira e a segunda imagens foram feitas com o intervalo de um ano. E isso nos mostra que houve uma redução importante do calibre e da cor da lesão, que se tornou bem mais clara durante o acompanhamento.

Esse aspecto demonstra benignidade e, nesse tipo de caso, não há a necessidade de fazer procedimentos cirúrgicos ou biopsias, podemos só manter o acompanhamento clínico.

 

Caso tenha dúvidas, pode mandar aqui nos comentários ou pelo whatsapp!

 

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O nosso assunto de hoje são os cuidados com as unhas nessa fase de pandemia do COVID-19 e também da quarentena.

Nesse texto eu vou dar dicas pra você que tem unhas fracas e pra você que não tem unhas fracas, mas que também quer fazer uma assepsia correta das suas mãos e sabe que algumas coisas que você faz ou deixa de fazer podem impedir ou atrapalhar a limpeza adequada das mãos.

Devido à Pandemia do COVID-19, no dia 23 de Março, todos começamos uma quarentena, para evitar que o vírus se espalhe, principalmente para o grupo de risco que são os idosos e pessoas com doenças crônicas.

Mas e quem convive com idosos ou com quem tem doença crônica? O que fazer? Ter cuidados com as unhas e mãos é essencial. Confira algumas dicas agora!

 

Cuidados com as Unhas: como evitar que o vírus se espalhe

O primeiro ponto que eu queria discutir com vocês sobre os cuidados com as unhas é em relação a remoção de cutículas e esmaltação. Pessoal, não. Essa é uma fase para deixarmos as nossas unhas em paz, então evite fazer isso em casa.

Aproveite esse momento para deixar as cutículas crescerem, e também ficar sem esmaltação. Isso vai facilitar muito na limpeza; a gente sabe que o vírus tem alta aderência e que os esmaltes descascados facilitam essa aderência.

Então, é importante remover o esmalte com um removedor apropriado, não acetona, retirar todo o excesso e aproveitar para hidratar mãos e unhas antes de dormir, porque todos estamos usando bastante álcool gel e sabonete.

Sabemos que essa prática é fundamental para a nossa proteção, mas pode levar a ressecar e fragilizar as unhas, mesmo das pessoas que não têm unhas fracas. Então: não retire as cutículas, hidrate e mantenha as unhas curtas.
 

E os alongamentos de unhas?

Esse é um ponto muito importante, eu já falei em vários vídeos sobre como os alongamentos de unhas podem danificar a estrutura do leito ungueal por mecanismo de alavanca.

Quando você está com a unha muito comprida, e bate a ponta da unha, aquilo transmite uma força muito grande para o leito ungueal, o que pode facilitar o surgimento de:

Micose;
● Infecções bacterianas;
● Atrapalhar muito a limpeza correta;
● Dificultar a apreensão dos objetos etc.

Se você me acompanha no Instagram, já deve ter percebido que eu não sou fã das unhas compridas, pelos motivos expostos acima. E, além disso, existe um motivo extra! Você sabia que os médicos que fazem cirurgia no centro cirúrgico não devem ter unhas compridas? E porquê? Por que atrapalha muito na hora de fazer a desinfecção das unhas e das mãos!

Portanto, nesse momento, não devemos deixar as nossas unhas compridas.

Ter cuidados com as unhas é essencial! É claro que dá trabalho, mas você vai ter bastante tempo para cuidar das suas unhas, favorecendo a saúde como um todo!

Lembre-se de mantê-las aparadas, sem esmalte, não retirar as cutículas e hidratá-las antes de dormir.

Eu espero que vocês tenham gostado. Se vocês gostou, compartilhe com as pessoas que você ama e, se tiver dúvidas, deixe nos comentários ou para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! Até a próxima, um beijo!

 

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O tumor glômico é uma lesão ungueal extremamente dolorosa que pode ser visualizada como uma mancha vermelha, arroxeada ou azulada.

Nesse caso, observe a mancha azul junto à parte branca na base da unha a esquerda. Trata-se de um tumor benigno da região da ponta do dedo que, frequentemente, pode ficar embaixo da unha.

A cirurgia não costuma deixar sequelas quando é feita por um profissional experiente e desde que o tumor não tenha lesionado a matriz (fábrica) da unha.

Veja abaixo a unha depois do procedimento!

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