Neste último domingo, dia 06/05, participei de um curso exclusivo de alopecia frontal fibrosante, uma doença que está cada vez mais frequente nas mulheres de todas as faixas etárias e que leva à perda permanente dos cabelos.

O curso foi organizado pela Dra. Aline Donati, no auditório do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo.

O quadro clínico desse tipo de alopecia cursa com a perda dos fios mais finos e, consequente, aumento da região da testa.

O grande desafio dos dermatologistas está em fazer o diagnóstico precoce para que possamos, assim, intervir antes do desfecho, evitando o surgimento de áreas de cicatriz no couro cabeludo.

O primeiro sinal presente na maioria das pacientes é a perda dos fios das sobrancelhas, que se tornam falhadas e incompletas. Além disso, algumas notam que a testa está mais alta ou, ainda, que a área das costeletas está sumindo.

Esses sinais podem ou não ser acompanhados de sintomas inespecíficos, tais como ardor ou prurido no couro cabeludo e/ou queda dos cabelos.

E, quando notados, recomenda-se fortemente que a paciente procure um especialista, pois o quadro pode corresponder ao da alopecia fibrosante frontal.

Trata-se de uma doença relativamente nova, descrita pela primeira vez em 1994, ou seja, há pouco mais de 20 anos! Era pouco vista nos consultórios médicos no passado, mas está cada vez mais frequente no nosso meio e no mundo todo!

Não deixe de ver e de compartilhar o vídeo abaixo! Ajude a espalhar a consciência sobre esse tipo de problema!

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível para evitar a progressão e perda definitiva dos fios!

Até a próxima!

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