A fotoproteção é um dos melhores meios para superar danos moleculares que o Sol causa para a sua pele ou até mesmo preveni-los.
Você com certeza já ouviu falar que os bons hábitos são fixados na infância (e os maus também). Mas sabia que a Sociedade Brasileira de Dermatologia tem um projeto de educação em fotoproteção especialmente desenvolvido para crianças?

A campanha Sol Amigo da Infância é uma iniciativa inspiradora que teve início em 2012, na regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD-RESP), durante a gestão do Dr Paulo Criado.

A origem da ideia remonta à década de 90, e foi inspirada no SunSmart program, apresentado durante o congresso Mundial de Dermatologia de Sidney, na Austrália.

O objetivo da campanha, que também foi reproduzida na Flórida, é educar as crianças em idade pré-escolar e escolar sobre a exposição solar.

Como aconteceu a campanha? fotoproteção

Isso foi feito de forma bastante cuidadosa, desde o início do programa, através de pesquisa sobre didática com crianças, como:
• Palavras-chaves utilizadas;
• Linguagem apropriada;
• Recursos audiovisuais;
• Técnicas de aprendizado;
• Fixação do conhecimento.

O projeto já iniciou com uma proposta pioneira e parceria com os estúdios Mauricio de Souza e a produção de um gibi, que foi distribuído para os dermatologistas de São Paulo e para os serviços credenciados.

Na sequência, no ano de 2013, houve expansão do projeto para todo o país, com a entrada do apoio da Sociedade Brasileira de Dermatologia nacional.

Nessa fase, o envolvimento de diversos associados e membros da diretoria da regional São Paulo, em especial da cidade de Santos, permitiram a rápida expansão da campanha. O Rotary e o GBM entraram no projeto, assim como o SESI e a iniciativa foi tomando vulto e crescendo.

Desde então, desenvolveu-se uma estratégia educacional para formação de professores contemplando apostila, curso de educação à distância (Ead) e videoaula.

No primeiro treinamento, que foi voltado a educadores e ministrado para 64 orientadores educacionais dos municípios de Santos e São Vicente, houve benefício direto de cerca de 40 mil alunos.

Nos anos seguintes, esse número chegaria a quase 200 mil alunos contemplados com conhecimentos sobre fotoproteção em sala de aula.

As crianças produziram diversos desenhos sobre fotoproteção, peças de teatro, músicas e outros tipos de trabalhos artísticos e criativos sobre o tema da campanha.

Foram mais de 40.000 desenhos, doados pelas prefeituras a Regional SP da SBD, produzidos neste contexto.

A continuidade desse projeto é algo de grande importância para a gestão atual da SBD-RESP.

Foram criados livros digitais para pais, educadores e professores, em pdf, em versão impressa e animada, que podem ser baixados diretamente do site http://solamigodainfancia.com.br/.

Além disso, desenvolveu-se um jogo interativo sobre fotoproteção para crianças (Sol Amigo), que pode ser baixado na app store e Google play ou ser utilizado na versão para computador.

Quer mais informações como essas? Simples: continue me acompanhando aqui no blog. Nos vemos no próximo artigo!

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Foi um prazer falar sobre Anatomia da Unha na pós graduação de cirurgia oncológica para dermatologistas do Hospital Albert Einstein hoje pela manhã! Foi um prazer contribuir! Amei palestrar! Obrigada pelo convite!

Sobre a anatomia da Unha:

O nome técnico da unha é aparelho ungueal. Ele é formado por:
– Lâmina ungueal (a unha propriamente dita);
– Leito ungueal, pele que fica logo abaixo da lâmina;
– Matriz ou fábrica da unha;
– Tecidos periungueais.

Localiza-se na ponta dos dedos das mãos e dos pés e sua principal função é proteger a região de traumas e choques. Também tem a missão de defesa e serve para apreender objetos, tem importância ornamental e o seu aspecto pode até mesmo revelar doenças sistêmicas.

A cutícula é uma estrutura de pele mais grossa que margeia toda a parte aderida da lâmina ungueal. Ela forma uma espécie de selo e não deve ser removida. Sua função principal é justamente a de impedir a entrada de substâncias e micro-organismos que possam penetrar e atingir a matriz ungueal.

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Via: R7 | Saúde

O câncer de unha, apesar de raro, manifesta-se de diversas formas e requer atenção para que o tratamento seja feito o mais rápido possível. Em estágio avançado, a doença pode resultar em amputação do dedo.

A médica dermatologista Tatiana Gabbi, assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), afirma que pessoas leigas podem confundir o câncer com uma micose, que é uma infecção causada por fungos.

“Tem muita gente que acredita que as únicas coisas que aparecem na unha são micose ou unha encravada. Na verdade, tem um monte de doença diferente. Um médico não vai fazer essa confusão. Às vezes, até faz, se não for uma pessoa especializada.”

A dermatologista explica que são dois os tipos mais comuns de tumores malignos que afetam as unhas: o carcinoma espinocelular e o melanoma.

“O carcinoma é mais frequente que o melanoma. Ele acontece no leito da unha, aparece como uma ferida e não cicatriza. É comum ter descolamento da unha e por isso ser confundido com uma micose. Mas na micose, a unha fica mais grossa, no carcinoma, não.”

Os melanomas se dividem em dois tipos, podem aparecer no leito da unha, ou seja, embaixo dela, ou na matriz, que é atrás da cutícula, onde ela cresce.

“O melanoma do leito é muito parecido com um carcinoma. Pode aparecer em qualquer faixa etária, mas é mais comum em adultos, principalmente depois dos 50 anos. O descolamento da unha também ocorre, mas existe sangramento”, acrescenta a dermatologista.

O tipo que afeta diretamente a unha é o melanoma da matriz, onde ela nasce.

“Como a matriz tem células que produzem pigmentos, melanócitos, ele se prolifera, escurece a matriz e ela começa a produzir uma unha que é escura também. Então, você vê uma faixa escura na unha que vai se alargando com o passar do tempo”, observa Tatiana.

“O melanoma tem vários tons, como marrom e castanho, e fica na unha mesmo. Se cortar, você vê que a unha é escura. Nem tudo que mancha a unha é melanoma, porque pode ter manchas, acrescenta.

A médica destaca que pode haver outras causas de pigmentação, como pintas, manchas raciais ou por trauma. A principal recomendação é que se procure um dermatologista após identificar alguma alteração na unha.

Será feita uma biópsia, que em nada afeta a estrutura da unha, e, em caso de tumor maligno, o médico vai decidir qual é a melhor forma de remover o câncer.

“Quando o câncer de unha é uma faixa escura na unha, é um tumor inicial. O mais avançado já destruiu toda a unha. Quando está discreto, é inicial, se consegue fazer um procedimento simples de remoção da unha. Ela não volta a nascer, mas tem mais de 90% de chance de cura.”

Em casos mais extremos, pode ser necessário amputar o dedo. “É um tumor maligno que pode espalhar pelo corpo, ressalta a médica.”

Tatiana Gabbi ressalta que o câncer de unha prevalece na população adulta, tendo maior incidência a partir dos 50 anos.

Outra recomendação da médica é que ao detectar uma anormalidade na unha não se faça qualquer tipo de intervenção como tentar arrancar ou procurar profissionais que não sejam médicos.

Ao contrário do que chegou a ser difundido na imprensa, a luz utilizada na aplicação de esmalte de gel não provoca câncer, segundo a dermatologista.

“A luz dessas câmaras é menos importante do que a luz do sol, por exemplo. A própria unha protege contra a radiação, que é baixa.”

 

Tumor benigno, mas dolorido

Mais comum dos que os tipos malignos, tumor glômico é benigno, mas provoca dor intensa em quem tem.

“Nós temos uma estrutura na ponta dos dedos que contrai os vasos no frio para que a circulação seja priorizada na parte central do corpo. O tumor glômico é uma proliferação dessas estruturas, dói muito com frio, quando bate, quando mexe”, afirma a médica.

Esse tipo de tumor, semelhante a um sagu, pode apresentar uma lesão azulada na unha ou uma faixa vermelha e requer remoção cirúrgica.

Fonte: R7 | noticias.r7.com/saude

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Sobre hematomas e melanomas. Nem tudo que é escuro e mancha as unhas é uma doença grave! As duas primeiras fotos são hematomas agudos e as três fotos seguintes são melanomas. Observe que são muito parecidos.

Mas como podemos saber a diferença?

1) O hematoma desaparece com o tempo. A unha nova cresce e não está mais manchada, o melanoma não. Continua sempre manchando a unha.

2) Geralmente, o hematoma aparece após um trauma agudo: caiu algo no dedo, você bateu o dedo em algum lugar, usou um sapato apertado, levou uma pisada no dedo etc. No melanoma também pode ter acontecido um trauma prévio, mas em geral a lesão muda e vai alargando com o passar do tempo.

3) Se você machucou o dedo, surgiu uma mancha escura e isso permanece inalterado após mais de 6 meses: procure o médico dermatologista. É necessário avaliar o seu caso e acompanhar de perto. Talvez seja indicado fazer a biopsia.

Espero ter ajudado!

Se você quer saber mais sobre esse assunto, aperte o play e confira o vídeo que eu fiz sobre esse tema 😉

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Hoje, 27 de julho, foi dia de falar sobre Nutracêuticos: o que vale a pena incluir no receituário, com essa turma maravilhosa de dermatologistas de São José dos Campos, na Dermatologia Terceiro Distrito da SBD regional SP.
Um prazer enorme dividir conhecimentos e poder contribuir com a formação de pessoas tão comprometidas com a Medicina e com a Dermatologia!

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Os médicos dermatologistas cuidam de pele, cabelos e unhas.

Alguns de nós gostam tanto de unhas que acabamos nos concentrando em fazer esses procedimentos, como o tratamento das unhas encravadas por exemplo, no hospital ou no consultório dermatológico.

Feita por um profissional bem treinado é uma cirurgia tranquila, com uma boa recuperação.

Algumas vezes – e são raras – é necessário repetir o procedimento, sobretudo quando as unhas estão bastante inflamadas.

Não existe um único tipo de procedimento: depende muito de como a unha está e de quantas vezes ela encravou e de como fizeram para desencravar.

Procure um médico dermatologista da SBD se tiver com esse tipo de problema!

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Nos dias 7 e 8 de julho de 2017, tive a honra de participar de uma reunião especial da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional Mato Grosso do Sul, cujo tema foi o estudo das doenças do cabelo e das unhas. Na sexta feira, ministrei juntamente com o Dr. Nilton Gioia di Chiacchio, um curso prático de cirurgia da unha ao vivo, para os médicos dermatologistas da região. No dia seguinte, apresentamos aulas teóricas das 8 as 19hs. Os temas apresentados por mim foram: Retroníquia (unha encravada na região da cutícula), Tumores Ungueais e tratamento cosmético e nutrológico das unhas e cabelos.

Fomos muito bem recepcionados pelo presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – MS, o Dr. Alexandre Moretti e também pela dermatologista preceptora do Ambulatório de Cabelos do Hospital Universitário UFMS,  a Dra. Aline Blanco. Só tenho a agradecer e me colocar a disposição para convites futuros. O professor só pode ensinar quando está disposto a aprender e posso dizer que saio muito enriquecida dessa experiência.

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