Olá a todos! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e no post de hoje, quero tratar de um dos problemas mais recorrentes na prática de um dermatologista, que é o descolamento de unha.

O descolamento de unha é uma ocorrência frequente, podendo estar associada a traumas ou a outras causas, como algumas doenças e a micose.

Se você tem dúvidas sobre o que é o descolamento das unhas, como saber se é um descolamento simples ou uma micose, como se trata e o que não se deve fazer no caso de ter um descolamento, esse post irá responder às suas perguntas.

Continue lendo!

 

O que é o descolamento de unha?

Para entender o que é o descolamento de unha, primeiro é preciso entender um pouco sobre essa estrutura, que é a unha.

Como dermatologistas, chamamos de unha tudo o que acontece na ponta do dedo, enquanto o que o paciente vai chamar de unha, é na verdade a lâmina ungueal, a parte dura da estrutura.

Essa lâmina ungueal fica em cima de uma outra estrutura que recebe o nome de leito ungueal: tudo que está abaixo da lâmina se chama leito ungueal.

Esse leito, é uma estrutura que gruda na unha, ele é super grudado. Tanto que, quando a gente percebe que há um descolamento do leito com a lâmina, existe dor, às vezes até sangramento, devido a grande aderência entre eles.

Portanto, quando falamos sobre descolamento, nos referimos a essa perda de aderência entre a lâmina ungueal e o leito ungueal.

 

Quais são as causas do descolamento das unhas?

O descolamento simples acontece justamente quando a gente tem algum tipo de trauma.

Isso pode acontecer, por exemplo, quando se está com a unha comprida, ou quando a gente dá uma topada, colide com alguma coisa ou até o uso de sapatos inadequados, e então, acontece o descolamento. Ou seja, o leito ungueal vai soltar da placa da unha, vai entrar ar ali e vai ficar branquinho.

Isso faz com que haja uma maior chance de aparecer um fungo também.

Então, sempre que há um descolamento, precisamos sim, pensar na possibilidade de micose, e como dermatologistas, temos algumas técnicas para poder fazer o diagnóstico, como, por exemplo, podemos usar um aparelho chamado dermatoscópio para averiguar, ou, ainda, pedir um exame a para poder ver se há fungo ou não.

Além disso, ele pode decorrer de uma micose, uma doença como a psoríase ou até um tumor (benigno ou maligno) – por isso é muito importante que você sempre procure um médico dermatologista quando houver um descolamento de unha.

 

Descolamento e micose

Quando falamos de micose nas unhas, estamos falando sobre uma infecção causada por fungos, que têm um aspecto de descolamento da unha.

Geralmente, a unha está aumentada, espessada e embaixo da unha tem esse descolamento com um pouco de descamação.

A micose nas unhas é confundida com descolamentos simples e, até mesmo, com tumores benignos ou malignos, que merecem um cuidado e tratamento especial.

Por esse motivo, é tão importante fazer o diagnóstico correto.

 

O que o paciente deve fazer até procurar a ajuda de um médico dermatologista, no caso de descolamento?

São 2 regras que você TEM que seguir se notar descolamento nas unhas:

1. Não cutucar

2. Não limpar

O descolamento resulta na formação de uma massa branca, que é a cicatrização dessa estrutura, algo que os pacientes acham horrível, acham sujo, e querem limpar, cavando aquilo cada vez mais.

E aí, às vezes um descolamento que estava só na pontinha do dedo chega até a raiz da unha, próximo da cutícula, da matriz, da fábrica, porque a pessoa ficou limpando – e aquilo leva muito tempo para grudar novamente.

Não limpe essa massa branca. Ela é a casquinha da cicatrização.

 

É preciso arrancar a unha no caso de descolamento?

Isso vai depender da extensão do descolamento e se há presença de fungo associado.

Arrancar é a última possibilidade.

Podemos pegar um onicoabrasão e lixar aquela região que está descolada, se for suficiente, e podemos inclusive, arrancar a unha caso se faça necessário, já que existem algumas micoses, em que, realmente é melhor remover a unha, já que existe a questão do biofilme que se forma quando tem um fungo.

Quando o fungo se forma como se fosse uma colônia, se organiza, a gente precisa mexer nessa organização, para conseguir realizar o tratamento.

Mas, se for um descolamento simples, é só o tempo. Não existe arrancar a unha com um descolamento simples, não vale a pena.

É preciso também entender que às vezes você tem uma anatomia diferente do seu dedo, você pode ser aquela pessoa que gosta de usar tênis, sapato bico fino, e se você arrancar a unha e continuar com o mesmo hábito, a sua unha sempre vai ter a chance de descolar.

 

Então, o que deve ser feito no descolamento de unhas?

O que você deve fazer nesse caso é procurar um médico dermatologista, somente este poderá dizer a causa e qual é o melhor curso de tratamento.

Caso você precise de ajuda, clique aqui para entrar em contato comigo sobre suas dúvidas, ou marcar uma consulta!

Estou disponível para vídeo consultas enquanto durar a pandemia, e também atendo de forma presencial, no meu consultório no bairro Jardim Paulista, com horários espaçados e todos os cuidados necessários para garantir o bem estar dos pacientes nesse momento que estamos vivendo.

Um beijo, e até a próxima!

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Publicado pir Dra. Tatiana Gabbi

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Olá! Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje vamos falar de uma dúvida muito comum: unha com mancha branca – o que pode ser?

Manchas brancas nas unhas é uma queixa super comum tanto na minha prática quanto nos comentários que recebo nas minhas redes sociais.

“Unha com mancha branca pode ser alguma doença? Está ligado à falta de vitamina? Quais são as causas?”

Para você tirar suas dúvidas, ficar mais informado e tranquilo sobre essa ocorrência, fiz esse artigo para explicar mais sobre o assunto.

Então, se você tem uma unha com mancha branca, seja nos pés ou nas mãos, continue lendo para tirar as suas dúvidas!

Vamos lá?

 

O que causa uma unha com mancha branca?

As manchas brancas nas unhas tem várias causas.

Para que você fique mais tranquilo, a causa mais comum do aparecimento dessas manchas é devido a traumas.

Por trauma entendemos tudo aquilo que causa um impacto físico nas unhas: seja o uso de um sapato inadequado, manicure, um chute em uma bola de futebol ou até digitar e tocar instrumentos.

Vamos entender melhor:

 

Traumas nas unhas

Unha com manchas brancas bem pequenas geralmente acontecem por pequenos traumas, como por exemplo, empurrar as cutículas, cutucar as unhas, mordê-las, ou outras práticas como citei logo acima, que fazemos na fábrica da unha.

Quando esse trauma é mais leve, ele pega só a parte superficial da unha, e não a fábrica da unha, que é responsável pela produção das unhas, que chamamos de matriz, e fica dentro da cutícula.Manchas brancas unh

No entanto, quando esse trauma é mais pesado e atinge a fábrica da unha, podem ocorrer maiores alterações como deformidades e a perda da unha.

 

Traumas na fábrica da unha

Pense na fábrica da unha como se fosse uma forma de bolo. Uma forma de bolo tem um formato específico, e o bolo que você fizer nessa forma, sempre vai sair nesse mesmo formato – assim como a sua unha.

Mas se essa forma ”amassou”, como por exemplo, caiu algo em cima da unha que atingiu essa estrutura, esse “bolo” (ou seja, a sua unha) vai sair amassado.

Tudo que acontecer na fábrica da unha, vai se refletir na formação da unha.

A unha fica em um lugar onde tem “muita coisa acontecendo”. Tem osso, articulação, a ponta do dedo. É um lugar super sujeito a trauma, afinal, pegamos coisas, andamos pra cá e pra lá, chutamos coisas. Então, é muito fácil de ocorrer um trauma, um hematoma, uma lesão (como um tumor benigno ou maligno), ou algo a ver com essas estruturas ao redor das unhas que podem alterar a formação da unha.

Então, nessas situações, pode acontecer que essa unha passe a crescer diferente, com algum tipo de defeito ou deformidade.

E sim, temos essa preocupação depois de um trauma: como essa unha vai nascer, depois que a condição melhorar? É necessário acompanhar para saber.

Então, para reforçar o entendimento, se ocorrer um trauma mais leve, a parte mais protegida da fábrica ainda produz a unha e não a perdemos. Para perder a unha, é necessário um trauma mais pesado.

 

Outros motivos que causam unha com mancha branca

Geralmente, as manchas brancas nas unhas acontecem devido a traumas, como dito, mas  há sim outras causas.

Essas causas podem ser doenças associadas, como alterações nos rins, do fígado, coração, pulmão, que também podem levar a manchas brancas.

Podem ser causadas por um fungo, a micose superficial branca, mas esse tipo de micose é mais rara.

E temos também a mancha branca de quem deixa o esmalte por muito tempo. Isso geralmente é causado pela dissolução por causa do esmalte. Nesse tipo de mancha, você sente que está áspero quando coloca a mão.

Sabemos que os esmaltes são solventes e eles têm a capacidade de degradar a queratina – proteína que forma nossa unha. Com isso, você tem a formação das pérolas de queratina e a deposição das manchas brancas nas unhas, que vão sair conforme você fizer um lixamento superficial e usar produtos hidratantes.

 

Como saber qual a causa das manchas brancas nas unhas?

Expliquei aqui o que pode causar manchas brancas nas unhas, mas apesar de geralmente elas se darem devido a traumas e manicure, se você está com esse tipo de alteração, é aconselhável consultar um médico dermatologista.

Estou disponível para vídeo consultas enquanto durar a pandemia, e também atendo de forma presencial, no meu consultório no bairro Jardim Paulista, com horários espaçados e todos os cuidados necessários para garantir o bem estar dos pacientes nesse momento que estamos vivendo.

Se você quiser marcar uma consulta, você pode clicar aqui para entrar em contato!

Ou, se você quiser tirar dúvidas rápidas sobre manchas brancas nas unhas ou outros assuntos dermatológicos, você pode comentar a sua dúvida aqui embaixo ou falar lá nas minhas redes sociais:

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Um beijo, e até a próxima!

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje quero falar sobre algumas coisas que talvez você não saiba antes de ir a uma consulta com dermatologista.

Fiz esse vídeo no Instagram com algumas dicas que também vou passar aqui para você antes de marcar com qualquer profissional.

O intuito aqui é te ajudar a ir a uma consulta preparado para ser atendido pelo profissional e facilitar o diagnóstico mais rápido.

Muitos pacientes chegam ao consultório para uma consulta com dermatologista sem essas dicas e acabam não conseguindo o que precisam ou têm que marcar outra consulta para conseguir fazer a consulta completa corretamente.

Vamos evitar isso? Vou te dar algumas dicas simples e bem práticas para você ir e aproveitar ao máximo a consulta com dermatologista.

 

Dicas rápidas para consulta com dermatologista

Aqui estão algumas informações úteis para quem vai ser atendido em consulta com dermatologista e tem queixas nos cabelos ou nas unhas:
– Retire o esmalte de todas as unhas antes da consulta, mesmo daquelas que você acha que estão sem problemas.

– Venha com os cabelos limpos, principalmente se a sua queixa for de caspa ou crostas no couro cabeludo.

Veja: O que a queda de cabelo tem a ver com a pandemia?

– Caso você tenha o hábito de tingir os cabelos, faça isso antes da consulta, pois facilita muito o nosso exame de couro cabeludo com o dermatoscópio!

 

Outras dicas antes de marcar sua consulta

1 – Faça uma lista

Antes da sua visita, faça uma lista das suas preocupações. Além de garantir uma consulta mais tranquila e econômica, também permite que seu médico faça um diagnóstico mais preciso.
Faça uma lista detalhada destacando sua história familiar, medicamentos que você toma e suas preocupações gerais com a pele. Fornecer informações sobre visitas anteriores ao dermatologista também pode ser extremamente útil.
Isso pode ajudar o seu novo dermatologista a entender quaisquer planos de tratamento que você possa ter tido no passado (caso você tenha feito algum).

 

2 – Leve fotos

Levar algumas fotos de um problema de pele esporádico quando ele se expande pode ser uma grande ajuda para ilustrar ao seu dermatologista o problema de pele que te preocupa.
As fotos também são um ótimo recurso para garantir uma consulta de procedimento cosmético mais produtiva. Fotos suas quando era mais jovem, por exemplo, podem ajudar a ilustrar exatamente o que você está procurando.

 

3 – Tenha expectativas realistas

Ser paciente e realista quanto ao seu plano de tratamento é um bom ponto de partida para marcar sua consulta com dermatologista.

Frequentemente, leva tempo para sua pele se aclimatar com novos medicamentos e tratamentos, então não espere resultados finais instantâneos ou noturnos.

Como eu sempre aviso por aqui, pode levar semanas para alguns novos medicamentos mostrarem sua eficácia total.

Aqui, nós fazemos tratamentos que realmente vão eliminar o problema a longo prazo, então não espere fórmulas mágicas, isso vai evitar frustrações e ajudar em um tratamento mais produtivo.

 

4 – Não use maquiagem

Você pode contar com um pouco de base e corretivo para passar o dia, mas quando for visitar o dermatologista, é uma boa ideia deixar a maquiagem de lado.

Seu médico definitivamente vai querer dar uma olhada mais de perto em sua pele, então ir sem maquiagem pode ajudar seu dermatologista a identificar melhor sua condição.

Sei que aquela base, um corretivo e outros produtinhos do dia a dia são bacanas para levantar a autoestima e nos sentirmos ainda mais lindas do que já somos, mas antes de ir à consulta com dermatologista, deixe sua pele bem limpinha e sem resíduos de maquiagens.

Veja: efeito do estresse na pele: o que causa e como evitar?

 

5 – Remova o esmalte

Sei que já dei essa dica lá em cima, nas dicas rápidas antes de marcar a consulta com dermatologista e no Instagram, mas preciso explicar aqui porque você não pode estar com esmalte nas unhas…

Os dermatologistas tratam uma ampla variedade de doenças da pele e prestam muita atenção à saúde das unhas, especialmente porque alguns cânceres de pele tendem a se formar no leito ungueal.

Por isso, é aconselhável remover o esmalte para se preparar para a consulta com dermatologista. O fungo nas unhas, às vezes, podem ser a causa de erupções no corpo. Além disso, manchas podem se desenvolver sob as unhas, e essas manchas tendem a ser mais agressivas.

 

6 – Nunca reserve tratamentos no mesmo dia de um evento

Alguns procedimentos como peelings, tratamentos a laser e injetáveis ​​podem deixar sua pele com uma aparência inflamada e irritada.

Marque a sua consulta com uma semana de antecedência de qualquer evento programado que possa ter (festa, data, apresentação de trabalho, etc.) para garantir que a sua pele está no seu melhor.

Com o tempo de recuperação adequado, você terá uma ótima aparência e não precisará se preocupar com possíveis hematomas ou irritações na pele.

 

7 – Agende visitas de acompanhamento

Como já expliquei aqui, não existe fórmula mágica; os resultados aparecem quando o paciente e o médico trabalham juntos e são realistas.

Ou seja: não basta ir a apenas uma consulta com dermatologista e achar que já está pronto para fazer tudo sozinho. É preciso agendar visitas de acompanhamento para saber a eficácia do tratamento e ver como sua pele, unhas e cabelos estão reagindo.

Por mais que tudo pareça bem para você, uma consulta com dermatologista vai te mostrar se essa é uma falsa impressão ou se realmente está indo tudo certo.

Do contrário, você pode gastar tempo, dinheiro e muita energia esperando resultados que não terá.

 

Agora está na hora de marcar sua consulta com dermatologista

Depois dessas lições rápidas sobre a consulta com dermatologista, finalmente você está preparado para marcar a sua e começar seu tratamento. O que fazer então?

 

Agende com um médico dermatologista da sua confiança e que realmente tenha toda a formação e especialização na área que você quer ajuda.

 

Se você é de São Paulo, pode clicar aqui para me mandar uma mensagem e marcar sua consulta.

 

Espero ter ajudado! Compartilhe esse conteúdo e me siga no Instagram para mais dicas sobre cabelos, unhas e pele. Até a próxima!

 

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar sobre a micose nas unhas. Se você me acompanha por aqui, sabe que já falei sobre esse assunto algumas outras vezes, mas quero passar algumas outras informações que você ainda não tenha visto.

No meu Instagram, postei um vídeo sobre micose nas unhas com menos de 2 minutos para falar algumas coisas importantes sobre o assunto, como:

-> Um dos principais motivos que levam os pacientes aos dermatologistas é a micose nas unhas.

-> Quando falamos de micose nas unhas, estamos falando sobre uma infecção causada por fungos, que têm um aspecto de descolamento da unha.

-> Geralmente, a unha está aumentada, espessada e embaixo da unha tem esse descolamento com um pouco de descamação.

Quer saber mais sobre o assunto? Separei outros pontos importantes para falar com você aqui. Continue a leitura!

 

Como é feito o exame de micose nas unhas?

O exame de cultura e micológico direto são os mais usados e mais importantes para pesquisar as características e a presença do agente infectante.
Isso porque é preciso primeiro identificar o agente infeccioso para, então, conseguir diferenciar de outras doenças dermatológicas, como líquen plano, melanoma subungueal, psoríase, tumores e outras doenças dermatológicas.

O diagnóstico é relativamente fácil de fazer por um dermatologista. O problema aqui é que, para quem não é especialista, a micose nas unhas pode ser confundida com uma série de outras alterações.

A micose nas unhas é confundida com descolamentos simples e, até mesmo, com tumores benignos ou malignos, que merecem um cuidado e tratamento especial.

Por esse motivo, é tão importante fazer o diagnóstico correto. Em um outro artigo aqui do blog, falei sobre a importância de fazer o diagnóstico antes de tratar a micose nas unhas.

P.S.: Se você ainda não sabe o que é micose e por que o dermatologista é o mais indicado para fazer o exame, aconselho que vá neste outro post antes de continuar.

 

Fatores de risco e fatores das micoses nas unhas

A micose nas unhas e pele podem ser transmitidas por contato direto (por mais que não seja tão frequente), mas a forma de contágio mais comum é o contágio por usar objetos pessoais de outra pessoa que estão contaminados.
Como a micose existe nas unhas, pele e no couro cabeludo, alguns dos itens compartilhados que transmitem a doença são:

– Escova de cabelo

– Pente

– Lixa

– Cortador de unha

– Tesoura

– Alicate de unha

– Toalha de banho

– Roupa de cama

– Roupas comuns

Existe também o caso em que a própria pessoa passa o fungo de um local para o outro, como quando coça uma área infectada, por exemplo, e, logo após, passa a mão em outra área de fácil proliferação.

 

Como surgem os fungos da micose nas unhas e pele?

Esses fungos relacionados à micose nas unhas estão associados também às plantas, solo e, até mesmo, animais de estimação.
Em uma entrevista [você pode conferir aqui], falei sobre a preferência dos fungos e como prevenir, mas quero lembrar aqui um fator importante: os fungos preferem ambientes escuros, úmidos e quentes.

Esses locais, tanto se tratando do nosso próprio corpo quanto se tratando de ambientes que frequentamos, são os que mais facilitam essa proliferação.

Por isso que, no nosso corpo, por exemplo, um dos locais mais comuns para micose é nas unhas dos pés (levando em consideração que a maioria de nós tem o costume de usar sapatos fechados).

Já em ambientes físicos, os mais comuns e que precisamos tomar mais cuidado são: chuveiros, vestiários, banheiros e piscinas de clube. Se você tem o hábito de andar descalço em lugares assim, evite, porque são áreas de risco para infecções micóticas.

 

Como curar micose nas unhas rapidamente?

A melhor maneira é fazendo o diagnóstico precoce, identificando qual é o fungo infectante e em qual estágio está a lesão. Assim, o tratamento da micose nas unhas acaba sendo “mais rápido”.
Coloquei entre aspas ali, porque existem muitos mitos relacionados às micoses nas unhas, mas os dois principais (e que são opostos) são:

– Micose nas unhas não tem cura – MITO
– O tratamento para micose é rápido – MITO

Micose nas unhas tem cura sim e pode ser bem mais fácil e sem preocupações desnecessárias com a ajuda de um médico dermatologista, com o diagnóstico e tratamento corretos.

Fazer todo o tratamento caseiro, sem nenhuma prescrição médica, não é o ideal. É preciso contar com ajuda de um especialista para identificar se realmente é uma micose (até porque já falamos aqui que o câncer de unha pode ser confundido com micose) e qual o melhor tratamento.

Se engana também quem pensa que tratamento para micose nas unhas é rápido; isso depende muito do estágio em que está a lesão, mas o tempo de tratamento, geralmente, varia de 6 meses a 1 ano.

Outra coisa: micose nas unhas não se cura sozinha e, dependendo do estágio da lesão, é preciso ter tratamento local e oral.

 

Ainda com dúvida sobre micose nas unhas?

Separei 5 posts interessantes sobre micose nas unhas para você entender mais do assunto e entender quais atitudes deve ter daqui pra frente. Confira:
– Micose na unha: o que é e como identificar se é o seu caso?

– Sintomas da micose e características: parte 2 do seu guia completo

– 10 coisas que você precisa saber sobre micose de unha

– 5 dicas para evitar micose de unha

– Criança pode ter micose na unha?

Fiz esse conteúdo com muito carinho, espero que tenham gostado. Se você tirou algumas das suas dúvidas, compartilhe com outras pessoas que também precisam.

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram; sempre posto informações bacanas sobre esses e outros assuntos por lá.

 

Um beijo e até a próxima!

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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A fenolização da matriz após o corte longitudinal da lâmina, é uma técnica de cirurgia da unha encravada que tem alta taxa de resolutividade e pouca ou nenhuma dor no pós-operatório.

O fenol é um produto cáustico que promove a destruição da fábrica da unha, evitando que ela se forme novamente após o contato por tempo adequado.

Antes de aplicar o cotonete no local, nós costumamos retirar o excesso de fenol para reduzir o processo inflamatório do pós operatório. No entanto, é perfeitamente normal que isso aconteça em maior ou menor grau.

Alguns pacientes podem, em algumas situações, apresentar reações exuberantes à aplicação deste produto! Por esse motivo, o seguimento no tempo pós operatório é fundamental.

Na maior parte dos casos, a cirurgia é resolutiva, mas podemos ter que reoperar em algumas situações.

De qualquer forma, essa é a técnica preferida para a maioria dos casos. Quando as dobras estão muito exuberantes, precisamos utilizar técnicas combinadas ou a cirurgia do super U, que já foi explicada neste post anterior!

Tudo isso é discutido com o paciente na avaliação pré operatória. Para saber mais sobre como funciona a fenolização da unha ou agendar uma consulta, entre em contato por aqui. E Continue me seguindo nas redes sociais!

Postado por Dra. Tatiana Gabbi | Dra. Tatiana Gabbi

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Oi, tudo bem? Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje vamos fazer a continuação do último texto aqui no blog [veja a parte 1 aqui].

Para você que está chegando aqui agora, fizemos uma live no Instagram (eu e o Dr. Walter Loureiro, também dermatologista) e tivemos tantas informações bacanas que resolvi fazer 3 posts com dicas para você tirar várias dúvidas sobre suas unhas.

Hoje vamos falar sobre unhas doentes e como evitar, passando alguns tratamentos importantíssimos de seguir no dia a dia.

Espero que vocês gostem bastante. Continuem aqui comigo até o final!

1 – Unhas doentes: Líquen

Surgiram algumas perguntas durante a live sobre o Líquen Plano Ungueal e quais eram os melhores tratamentos. Então, vamos começar por ele hoje.

O Líquen Plano Ungueal é uma doença inflamatória. Em primeiro lugar, é muito importante fazer um diagnóstico diferencial, porque tem muitas coisas que parecem Líquen Plano e não são.

Exemplo: a Psoríase pode se apresentar como dúvida de Líquen Plano, pode dar um diagnóstico diferencial. Ou seja: apenas olhando, não é possível dizer o que é com exatidão. Nesses casos, é necessário fazer uma biópsia para firmar esse diagnóstico.

Inclusive, pode ser trauma, então é muito importante investigar da forma certa. Isso porque, na unha, tudo é muito parecido – a unha engrossa, descola, fica escura, fica amarelada ou tem outras alterações e por várias causas diferentes em cada uma delas.

Sempre procure um especialista

Então, se você notar alguma alteração de unhas, vá a algum dermatologista e, se possível, em algum que seja especializado em unhas, porque se demorar muito no diagnóstico pode acabar complicando.

Uma doença como o Líquen Plano não gera um problema tão grande para a saúde da pessoa em geral, mas é gravíssima para a saúde da unha, porque ela deixa cicatriz que pode fazer com que não nasça mais unha.

Sobre o Líquen Plano Ungueal: tem tratamento e pode ficar muito bom se pegarmos desde o início.

2 – Unhas doentes: Linhas listradas (Melanoma e trauma)

A 2ª pergunta sobre unhas doentes foi sobre como diferenciar a Melanoníquia Estriada de trauma ou quando é uma Melanoníquia Estriada de melanoma. Mas antes de diferenciar, vamos conversar sobre o que cada um significa…

A nossa unha tem a cor da nossa pele, não tem pigmentação. Mas, assim como no resto do corpo, temos células que dão pigmento e que fazem com que ela tenha cor – assim como temos a pinta, por exemplo.

Mas no artigo 1, explicamos que tem uma dobrinha, que é o lugar que nasce a unha e fica protegido das coisas do meio ambiente, inclusive do Sol. Como as células que dão cor não pegam Sol, elas ficam dormindo e não produzem pigmentos.

Seja por um machucado, por uma inflamação ou por uma micose, isso faz com que ela acorde e comece a produzir o pigmento. Esse pigmento forma uma listra escura na unha, chamada de “melanoníquia”.

Esse que falamos acima é um tipo de melanoníquia, que chamamos de ativação melanocítica. Aqui, você tem o número normal de células, nada de diferente está acontecendo; a diferença é que a área que estava dormindo acordou.

Temos também as melanoníquias pela hiperplasia, que é o aumento no número de células. Ou seja: não temos mais o número normal, mas várias outras células diferentes que começaram a produzir pigmentos.

Tipos de hiperplasia

1 – Hiperplasia benigna: é uma pinta, uma mancha, sardas e outros que também podem aparecer no dedo, mas não é câncer.

2 – Hiperplasia maligna: aqui, é um câncer que, normalmente, é um melanoma.

Existem casos de melanoníquias que podem ser câncer sem ser melanoma e que deixam uma mancha escura (geralmente, a mancha é avermelhada).

Mas a mancha preta, principalmente em dedo único e recente, temos sempre que olhar com mais cuidado por ter a possibilidade de ser um melanoma.

 

Unhas doentes: Hutchinson

Um dos seguidores perguntou sobre o sinal de Hutchinson: “Quando aparece Hutchinson, tenho sempre que fazer biópsia por existir risco de melanoma ou não?”

O Hutchinson é uma mancha que acontece em volta da unha. Se você é adulto, sempre faça a biópsia. Existem duas situações:

1 – Hutchinson: pigmento que espalha pela pele.

2 – Pseudo Hutchinson: parece que está espalhando pela pele, mas ele está debaixo da dobra da unha.

Geralmente, só conseguimos diferenciar as unhas doentes com o dermatoscópio. O Hutchinson está associado ao crescimento radial do melanoma, já que o melanoma tende a crescer mais para as laterais.

Por isso, normalmente em adultos, se você tiver o sinal de Hutchinson, principalmente se for na dobra proximal (mais perto da falange), é muito associado ao melanoma e um fator de risco se tiver um prognóstico ruim.

É possível ter um Hutchinson na ponta do dedo, próximo da extremidade livre, mas é muito raro em adultos, é mais comum em crianças. Nas crianças, nem sempre é sinal de malignidade, geralmente é associado com lesão benigna.

Já nos adultos, é preciso ainda mais cuidado caso o sinal de Hutchinson apareça na extremidade ou ponta da unha, porque é muito difícil que não seja um melanoma.

Alguns outros alertas de unhas doentes com Sinal de Hutchinson:

– Dedos da mão, principalmente o polegar, indicador ou o hálux (conhecido como “dedão do pé”).

– Pinta em um dedo só tem maior chance de ser maligno do que várias pintas em dedos diferentes.

– Se você está em uma faixa etária “no meio”, tirando os idosos e crianças, é mais provável que seja melanoma – principalmente em manchas recentes.

– Se a linha escura na unha é mais larga na base (perto da cutícula) do que na ponta.

– Se você tem a mancha e a ponta da sua unha está quebrada.

 

3 – Tratamentos para unha descolada

A 3ª pergunta sobre unhas doentes foi: “Quando a unha está descolada com trauma, nós esperamos ou fazemos alguma coisa?”

O primeiro e mais importante passo é saber por qual motivo essa unha está descolando. Descobrir a causa precisa ser a primeira atitude para saber como tratar as unhas doentes.

Vamos supor que você já tenha tomado todos os cuidados: viu que não é por trauma, pela vez que você foi à manicure e acabou machucando ao limpar, está protegendo da água e seguindo as dicas que sempre passamos aqui de hidratação…

O ideal é deixar a unha bem cortada e tentar raspar um pouco da parte grossa que está ali, por algum produto químico recomendado pelo dermatologista, até mesmo um hidratante muito forte com ácido em casa ou a curetagem.

Em alguns casos, é preferível fazer o ATA (Ácido Tricloroacético) que usamos no consultório e que pode ajudar a colar um pouco a unha de volta.

Mas para os casos mais avançados, quando nenhuma das alternativas resolveu, fazemos um corte na ponta do dedo, tirando um pouco da pele e esticando pra frente.

Outras soluções para unhas doentes e descoladas

O mais importante é procurar um dermatologista para fazer o procedimento. Consideramos hoje cortar e tirar o trauma da alavanca da unha, já que sem isso fica mais difícil partir para outras tentativas – isso porque o cutucar e o pau de laranjeira nas unhas são os piores problemas.

Parando com essas duas atitudes, pode ser que você resolva 90% do descolamento. Mas é importante entender que sua unha não vai crescer mais rápido por conta desse tratamento, ela vai continuar crescendo normalmente, que é devagar.

 

4 – Podólogos (tratamento)

A 4ª pergunta de hoje é: “Quando o podólogo ajuda ou atrapalha o tratamento do dermatologista?”

O podólogo é essencial para resolver vários problemas com as unhas doentes e, várias vezes, os pacientes nos pedem indicação de podólogos.

É importante, nessa hora, saber qual vai ser exatamente o trabalho do podólogo, porque um não substitui o outro. Achamos uma boa solução ouvir o dermatologista sobre o que o podólogo deve fazer, para que o tratamento se complemente.

Quando isso não acontece, é comum o paciente voltar com um problema até maior do que antes, já que não teve uma comunicação entre os profissionais.

Por isso, geralmente, gostamos de explicar como está a situação das unhas doentes e o que precisa ser feito em cada caso para que fique tudo alinhado.

Mas os podólogos são grandes aliados nos tratamentos para unhas doentes e devem ser vistos como parceiros dos dermatologistas e pacientes.

 

Você pode conferir…

Na live, você também pode conferir com mais profundidade essas informações que deixei aqui no artigo.

Não perca o próximo artigo, que vamos fazer a parte 3 desta live. Confira o vídeo completo clicando aqui.

Ah, não esqueça de me seguir no Instagram para mais conteúdos importantes sobre hidratação para unhas fracas, pele e cabelos.

 

Obrigado e até a próxima!

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Oi, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista, e hoje eu trouxe um assunto muito pedido por vocês que é sobre o melhor tratamento para micose.

Afinal, qual é a melhor forma de tratar a micose: de forma local ou oral? A resposta é: a combinação das duas formas.

Na maior parte dos casos, nós combinamos os dois tipos de tratamento para micose. O tratamento oral é imprescindível e demora cerca de 6 meses a 1 ano.

Por isso, é fundamental procurar o quanto antes o médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Porque quanto mais você espera para iniciar o tratamento, mais ele vai demorar e mais grave a micose vai ficar.

O medicamento não é tóxico, portanto, é essencial também que você limite a sua ingestão de álcool (caso você faça uso), porque isso pode prejudicar o seu tratamento. Quer saber mais? Continue a leitura!

 

O que é micose de unha?

A micose é uma infecção que é causada por fungos que podem atingir sua pele, unha e até cabelo. Esses fungos são mais frequentes em lugares com maior calor e umidade, já que essa condição é a ideal para que eles se desenvolvam.

Existem vários tipos de micose, como as tineas, candidíase e onicomicose. Essa última é a que acomete as unhas, descolando do leito e se tornando mais espessa.

A onicomicose pode tanto acometer as unhas dos pés quanto das mãos. Elas acontecem raramente na infância, mas é bem comum em pessoas com mais do que 55 anos.

Além do descolamento da unha, a onicomicose também pode fazer com que haja mudança na forma da unha e na coloração.

Geralmente, o tratamento para micose de unha é bem difícil e demora um tempo maior (como já vimos no começo do artigo), podendo ser feito com medicamento oral ou local.

 

Tratamento para micose: como prevenir a doença?

Uma das melhores maneiras de evitar esse tratamento para micose demorado, é tomando atitudes no dia a dia e melhorando os seus hábitos. Confira alguns a seguir:

– Usar apenas o próprio material ao ir à manicure;

– Secar muito bem o corpo após o banho, principalmente nas dobras (virilhas, axilas, dedos dos pés);

– Evitar um contato prolongado com a água e o sabão;

– Evitar também andar descalço nos locais que estão sempre úmidos (como vestiários e saunas, por exemplo);

– Não usar roupas molhadas por muito tempo;

– Não compartilhar roupas, bonés, escovas, toalhas, porque esses objetos pessoais podem transmitir doença;

– Não usar sapatos fechados por muito tempo, optando pelos mais ventilados e largos.
Apesar de falarmos hoje sobre o tratamento para micose de unha, essas práticas vão te ajudar a não pegar a doença de nenhuma maneira.

São hábitos simples, mas que podem prevenir a onicomicose e outras variações, já que essa doença é rápida para contrair, mas o tratamento para micose é mais difícil.

 

Outros tipos de onicomicose

É importante saber também que a onicomicose não causa apenas o descolamento da unha, mas existem outras manifestações da doença, como:

Leuconíquia: é quando ocorre uma descolocação esbranquiçada na superfície das suas unhas, que pode acontecer tanto no começo da micose como também no envelhecimento do esmalte na unha.

Paroníquia: é mais conhecida como “mão de lavadeira” e é causada pelo fungo chamado Candida, que também acontece em pacientes que têm corrimento vaginal. Esse fungo não é o principal responsável pela onicomicose, mas ajuda a piorar o quadro.

Destruição e deformidades: aqui, a unha começa a ficar quebradiça e frágil, podendo causar diversas deformidades e destruições.

 

Tratamento para micose de unha

Alguns tipos de tratamento para micose podem ser medicamentos de uso local, como: cremes, soluções e esmaltes.

Caso a unha seja acometida em mais de 30%, ou aconteça em várias unhas ao mesmo tempo, o tratamento oral também é necessário.

Como já falamos lá em cima, o tratamento varia de 6 meses a 1 ano. Vai depender muito do crescimento da unha, que geralmente é lento. Por isso, é necessário persistir para ter sucesso.

Não se esqueça de que, para fazer o tratamento para micose, é necessário contar com um dermatologista. Jamais se automedique, porque isso pode acabar mascarando os sintomas e piorando o quadro.

Além disso, não interrompa o tratamento para micose antes do tempo recomendado pelo dermatologista, mesmo que você ache que sua unha já está melhor, porque a infecção ainda pode estar na unha.

Por hoje, era isso que eu precisava falar com você sobre tratamento para micose. Espero que tenha gostado! Para ter um atendimento exclusivo sobre o assunto, mande uma mensagem aqui, para o nosso whatsapp! E para acompanhar mais conteúdos como esse, é só acompanhar e o meu Instagram.

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