Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi e hoje estou aqui para falar com  você sobre a queda de cabelo hormonal. Vamos lá?

Uma coisa que perguntam muito no inbox do Instagram é sobre a relação dos hormônios exógenos (seja pílula, reposição hormonal ou hormônios que o pessoal usa como recurso ergogênico estético) e a queda do cabelo.

Esse post não tem julgamento, então não vou opinar sobre o que penso a respeito de utilizar hormônios ou não com tais e tais objetivos e pediria que vocês entendessem esse ponto, que é fundamental para entender esse contexto.

A intenção aqui, na verdade, é falar sobre o impacto dos hormônios exógenos e de outros tipos na queda de cabelo. Principalmente porque, de acordo com a Harvard…

Cerca de um terço das mulheres experimentam queda de cabelo em algum momento de suas vidas; entre as mulheres na pós-menopausa, até dois terços sofrem queda de cabelo ou manchas calvas.

Além disso, a queda de cabelo nas mulheres costuma ter um impacto maior do que nos homens, porque é menos aceitável socialmente para elas. A alopecia pode afetar gravemente o bem-estar emocional e a qualidade de vida da mulher.

Vamos conversar sobre queda de cabelo hormonal então? Fica comigo até o final!

 

Impacto dos hormônios no seu cabelo

Os hormônios podem causar dois tipos de impacto nos fios:

1 – Pode haver uma alteração do ciclo capilar com aumento da queda (eflúvio) que, por si só não leva a doenças do cabelo, mas pode impactar no comprimento e volume dos fios – geralmente de forma transitória (mas que pode ou não se perpetuar).

Em pessoas que já possuem doenças como alopecia androgenética ou frontal fibrosante pode haver uma piora da doença de base…

2 – Os hormônios podem impactar diretamente naqueles indivíduos que já possuem alopecia androgenética. Se forem hormônios masculinos, isso vai piorar o quadro, mas algumas pílulas anticoncepcionais e outras substâncias semelhantes podem ajudar!

VEJA: Existe tratamento para a calvície e ela pode atingir homens e mulheres

 

O que é a perda de cabelo hormonal?

Uma forma de eflúvio telógeno, esse tipo de queda pode acontecer por um desequilíbrio hormonal médico (incluindo distúrbios relacionados à tireoide), por um evento traumático (como cirurgia ou perda dramática de peso) ou por hormônios exógenos.

Ambas as causas resultam em uma queda nos hormônios promotores do crescimento do cabelo, como estrogênio e progesterona, e um aumento nos hormônios promotores da perda de cabelo, como androgênio e testosterona.

Isso, por sua vez, aciona um interruptor, enviando fios de cabelo para a fase telógena de uma só vez. Isso pode durar até 7 meses, durante os quais você vai experimentar a falta de crescimento nas áreas afetadas.

Na maioria dos casos, o impacto visual é assim: cabelo mais fino por toda parte – a queda ocorre em todo o couro cabeludo, então você pode notar apenas um rabo de cavalo menor.

 

Por que problema hormonal causa queda de cabelo?

A alopecia androgênica – calvície de padrão masculino ou feminino – está enraizada em uma série de causas diferentes, incluindo hereditariedade, trauma e certos medicamentos.

Sim, já culpamos nossos hormônios por uma série de problemas – estresse, alterações de humor, fadiga, acne, ganho de peso, etc.

Mas desequilíbrios hormonais também podem ser a razão por trás de sua inesperada queda de cabelo, especialmente se você for mulher.

Na verdade, para as mulheres, os distúrbios hormonais são uma das causas mais comuns de queda de cabelo ou perda de mechas grandes.

Pode ser que você esteja se perguntando agora: “Mas a queda de cabelo hormonal é reversível?” Bom, na maioria dos casos, o tratamento da disfunção hormonal subjacente reverterá a queda de cabelo e permitirá que seu cabelo recupere o volume saudável.

VEJA: Cabelo caindo depois da COVID-19 – Como isso acontece?

 

É possível fazer tratamento para queda de cabelo hormonal em casa?

O ideal para quem está sofrendo com queda de cabelo hormonal, principalmente para quem toma hormônios exógenos, é não fazer o tratamento em casa sozinho, sem recomendação de um médico especialista na área.

Muitas vezes, notamos pessoas que simplesmente vão ao cabeleireiro para fazer tratamentos contra a queda, mas a verdade é que os motivos da queda só podem ser desvendados por um médico especialista em cabelos.

Principalmente se você toma hormônios exógenos, apenas um médico especialista vai saber te indicar o que, exatamente, você precisa fazer para diminuir essa queda e, até mesmo, reverter (se for o caso)

Sem a ajuda de um médico especialista em cabelos, é impossível descobrir a origem da queda e quais são os próximos passos para recuperar o volume e a saudabilidade do seu cabelo.

 

E aí, já aprendeu o suficiente sobre queda de cabelo hormonal?

Aqui, você aprendeu sobre a queda de cabelo hormonal, mas ainda há muito o que falar e discutir sobre o assunto.

Então como tudo isso é muito complexo, não tentem fazer nada sozinhos e muito menos checar esse tipo de informação APENAS na internet. Aprenda o que puder sobre o assunto e discuta com o médico de sua confiança para que ele te ajude na dúvida e se responsabilize por esse tratamento!

Espero ter ajudado! Se gostou curta e compartilhe com pessoas que vocês acham que irão gostar desse conteúdo.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa um comentário que eu te respondo!

P.S.: Se você ainda não tem um médico de confiança especialista em cabelos e quer marcar uma consulta, basta clicar aqui.

 

Publicado por Dra. Tatiana Gabbi

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Se você ‘caiu de pára-quedas aqui, deve estar se perguntando por qual razão estou falando de mente positiva; afinal, o que isso tem a ver com saúde, pele, cabelo, unhas? Tudo, tem tudo a ver e já vou te explicar.

Em primeiro lugar, antes de aprender sobre mente positiva, você precisa saber disso: seu corpo e sua mente coexistem, eles fazem parte de um todo.

Engana-se quem acha que sentimentos são uma coisa e organismo é outra. A verdade é que ignorar qualquer aspecto emocional ou cognitivo te afasta das manifestações físicas da aparência.

Quer um exemplo muito simples entre mente positiva e saúde? Os remédios placebo.

Os placebos funcionam porque as pessoas esperam que isso aconteça quando não sabem que estão tomando uma pílula sem nada, por exemplo.

Isso porque a pessoa acredita que ele funciona, causando algumas mudanças no cérebro e gerando consequências positivas para todo o corpo.

Ou seja: a mente positiva, acreditando que algo dará certo, é muito mais poderosa do que imaginamos e tem o poder de alterar muitas coisas no nosso organismo. Quer saber mais? Me acompanhe!

Mente positiva e a teoria do desafio e resposta

Arnold Toynbee, historiador, criou a teoria do desafio e resposta da história. Ele estudou a ascensão de 20 civilizações mais importantes do mundo e suas quedas.

O resultado foi: todas elas começaram com 3 pessoas que sobreviveram a alguma destruição de sua comunidade.

Além disso, todas elas enfrentaram também alguns desafios externos (como uma tribo hostil, por exemplo). Para que pudessem sobreviver e prosperar, todos do grupo tinham que se organizar e lidar com tudo de forma construtiva e positiva.

Afinal, se esses desafios fossem vistos com bons olhos, como uma forma de alcançar o sucesso e não como um impedimento, a comunidade prosperaria e conquistaria ainda mais resultados até nos desafios mais complexos.

Esse é o poder da mente positiva. Em contrapartida, o declínio das civilizações aconteceu quando os líderes e cidadãos não tinham mais disposição ou capacidade para se levantar diante dos desafios inevitáveis.

Por isso, digo sem medo: o sucesso é fruto de uma mente sã e que enxerga oportunidades de crescer e não barreiras gigantes.

É possível pensar positivo ou é utopia?

Como tudo na vida, a mente positiva também se trata de hábitos. Para olhar os obstáculos como desafios em vez de empecilhos, você precisa se esforçar bastante.

Com um tempo, você vai perceber que sua postura será mais otimista perante os problemas e as conquistas serão mais fáceis.

No começo, pode ser complicado pensar de forma positiva; sabemos que, muitas vezes, não conseguimos controlar tão bem a nossa mente.

Mas, ao manter o hábito, tanto na vida pessoal quanto profissional, você consegue olhar de forma positiva até nas posições mais difíceis e usar qualquer novo desafio como uma motivação para conquistar.

Como a mente positiva te ajuda?

Na vida pessoal, você consegue treinar sua mente para usar obstáculos como motivação para realizar seus projetos, como: comprar um carro, fazer uma faculdade, casar etc.

Quem cultiva emoções positivas se sente mais confiante em situações mais complexas e tem uma chance maior de sucesso.

Já na vida profissional, a mente positiva ajuda no crescimento e precisa estar na rotina de quem quer crescer e se desenvolver.

É normal ter emoções ‘negativas’ ao receber desafios no trabalho, como quando você recebe uma meta muito alta para atingir, por exemplo.

O que faz a diferença entre um profissional de sucesso, que vai bater até as metas mais absurdas, e o fracassado é o tipo de mentalidade que cada um tem.

Dicas rápidas para ter uma Mente Positiva

  1. Medite
  2. Seja grato(a)
  3. Use palavras construtivas
  4. Coma saudável (mindfull eating)
  5. Foco no presente
  6. Companhias positivas
  7. Seja prestativo à todos
  8. Descanse
  9. Ouça músicas que te animem
  10. Faça exercícios

Essa lista da Entepreneur pode te ajudar a construir uma mente positiva…

Ao pensar negativamente sobre um problema, desafio, objetivo ou qualquer outra circunstância, é preciso refletir.

A Entepreneur fez uma lista que pode te ajudar a conquistar seus objetivos e olhar o ‘copo meio cheio’. Confira!

  1. Alguém já enfrentou o mesmo desafio que você e superou
  2. Nada é impossível, tecnicamente
  3. Sempre tem uma saída – tente olhar por outro ângulo ou se afastar um pouco para enxergar
  4. Não é errado pedir ajuda
  5. Se você controla a energia da sua mente, você controla seus resultados

Ah, e ao praticar a mente positiva, lembre-se: Jim Robin afirma que você é a soma de 5 pessoas com quem você anda.

Então, olhe ao redor e mantenha por perto apenas as pessoas que te agregam e te colocam pra cima! Evite relacionamentos tóxicos e torne a mente positiva um hábito.

E então, alguma dúvida sobre pensamentos positivos e saúde? Deixe o seu comentário e eu vou te responder.

P.S.: Você pode me seguir também nas redes sociais, como Instagram e LinkedIn para ficar por dentro de outros conteúdos bacanas! <3

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A resposta curta é: sim, o sono da beleza existe. Muita gente acha que é apenas uma expressão, mas a verdade é que o período de sono é um dos mais importantes para o organismo humano.

É durante o sono da beleza que o seu corpo exerce diversas funções e uma delas é o envelhecimento das células.
O impacto na saúde é tão grande que é possível notar quando alguém teve uma noite mal dormida apenas pela pele.
Uma das consequências de não tirar o sono da beleza é o aumento do hormônio do estresse, chamado cortisol, que provoca o envelhecimento da pele.
Funciona assim: quando o estresse se torna crônico, ele tem repercussões biológicas, deixando a pele com menos brilho, mais fina e com menos elasticidade, linhas finas, rugas, manchas de idade e flacidez.
Outro ponto é que a diminuição do débito do sono causa o aumento de citocinas pró-inflamatórias, causando também sonolência diurna excessiva e, consequentemente, queda no nosso desempenho.

Ou seja: o famoso sono da beleza é um grande aliado da saúde da nossa pele. Uma boa noite de sono, além de nos manter relaxados e mais dispostos, contribui ativamente para evitar o envelhecimento cutâneo!

Hábitos para seu sono da beleza

Se você está em dúvida sobre como ter um sono da beleza como nunca antes, separei alguns hábitos que podem e devem ser adotados para a “higiene do sono” – inclusive, também compartilhei um post sobre isso no meu instagram.

Aqui estão as dicas para a sua higiene do sono:

1 – Evite cafeína, tabaco e álcool

As bebidas com cafeína (refrigerantes de cola, cafés e chás) estimulam seu organismo e podem te manter acordado. O ideal é evitar esse tipo de bebida pelo menos 4 horas antes do seu horário de dormir.

2 – Crie uma rotina de sono

Além de definir um horário para se deitar todos os dias, defina também um horário fixo para se levantar (mesmo aos fins de semana, férias e feriados).
Esse hábito do sono da beleza permite que o seu organismo defina um relógio interno e só tente adormecer no horário certo, evitando as sonolências durante o dia.
Ah, é importante estabelecer horários regulares de despertar independentemente da duração do sono anterior.

3 – Não vá para a cama (a menos que esteja com sono)

Espere ter sono para depois deitar. Caso você se deite e, depois de 20 minutos, perceba que não está conseguindo dormir, não fique na cama…
Levante-se, leia um livro, escreva alguma coisa e se ocupe até se sentir sonolento o suficiente para tirar seu sono da beleza.

4 – Crie um ambiente que induza o sono da beleza

O hábito de dormir bem só é conquistado totalmente quando você tem um ambiente que te permita relaxar e ter um sono adequado.

Algumas dicas para isso são manter o quarto:

  • Escuro
  • Em silêncio
  • Com uma temperatura agradável
  • Roupa de cama confortável

Você pode usar ventiladores, tampões de ouvido ou, até mesmo, cortinas escuras para que seu organismo saiba que esse é o momento do sono da beleza.

5 – Faça exercícios físicos exposto à luz

A luz natural é uma poderosa aliada para o seu relógio biológico; é isso que avisa ao seu corpo que está no horário de despertar e começar a trabalhar.

Por isso, aproveite a luz natural para se exercitar e faça pequenas pausas também para se expor à ela.

Falando nisso, não deixe de fazer atividades físicas; isso é essencial para manter sua mente e seu corpo em alerta e te dar mais disposição para as outras atividades do cotidiano.

Em contrapartida, evite fazer exercícios pelo menos 3 horas antes de dormir e também não fique em ambientes muito iluminados perto da hora de adormecer.

6 – Reduza o tempo na cama

Isso vai fazer seu organismo combinar com o tempo real de sono. Quando você fica na cama por muito tempo e está acordado, o seu organismo pode confundir esse tempo e acabar com o seu sono da beleza.

Falando nisso, evite a cama durante o dia. O cérebro aprende o que ensinamos a ele e, se ficamos na cama por várias horas ao dia, fazendo diversas atividades (como acessar a internet, comer, assistir TV etc.), ele não vai associar seu quarto ao sono.

Por isso, ao se levantar no horário proposto, fuja do quarto e faça suas atividades em outros ambientes, principalmente se você está trabalhando Home Office.

E então, já está craque no sono da beleza? Todos esses tópicos são essenciais para o sono da beleza e para manter o ciclo circadiano regulado. Falei sobre isso neste outro artigo também, que você pode conferir aqui no blog.

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Você tem uma vida super corrida e quase não tem tempo nem para respirar, quem dirá comer? Então, esse post de mindful eating é uma leitura obrigatória para você!

Pode ser que você esteja pensando: “Eu quase não tenho tempo, mas conheço o mindful eating e estou praticando, estou comendo devagar…”

Desculpe, mas eu preciso te interromper agora, antes que seja tarde, porque: mindful eating não é comer devagar e mastigar por um ‘loooongo’ tempo.

Mindful eating, em tradução livre para o português, significa “alimentação consciente” – a maioria das pessoas nem sabe o que é isso.

A resposta rápida: alimentação consciente é comer com atenção, saborear os alimentos e dar importância à refeição.
Se você acha que isso é balela e que não faz diferença nenhuma, precisa ficar comigo aqui até o final e entender tudo o que você tem a ganhar se praticar mindful eating a partir da sua próxima refeição hoje. Vamos lá?

 

Mas por que eu estou falando de Mindful Eating?

Lembre-se: a nutrição é um processo ativo de assimilação dos elementos presentes nos alimentos!

E, pasme: isso faz parte do expossoma do envelhecimento cutâneo! Portanto, uma boa alimentação é base para uma pele bonita.

Isso porque prestar atenção ao que você está comendo é o primeiro passo para detectar hábitos poucos saudáveis cada vez que eles aparecem.

Se você pode identificar, você pode deter. Isso significa que, ao “comer com a consciência em vez da emoção” faz com que você tenha novos hábitos.

Além disso, os problemas de pele são consequências de uma nutrição incorreta, estresse e hormônios.


Acredite, o estresse é o maior ladrão de beleza de todos os tempos!

As cicatrizações das feridas ficam mais lentas, a inflamação dispara e as glândulas sebáceas ficam exageradas. Isso afeta sua pele de várias formas, como:

– Acne, pelo hormônio liberador de corticotropina (envolvido na resposta ao estresse);

– Aceleração dos sinais de envelhecimento, como rugas e linhas (muito cortisol diminui a reparação natural e a formação do colágeno para lidar com áreas danificadas);

– Piora de quadros de doenças de pele, como doenças inflamatórias que pioram com o estresse (psoríase, acne e eczema são algumas delas).

A boa notícia é que a atenção plena se tornou uma das principais formas de aumentar a felicidade e reduzir o estresse, principalmente quando falamos de alimentação.

Esse estudo provou que a atenção plena ajuda a melhorar a cicatrização das feridas logo nos primeiros dias.

 

Como funciona a alimentação consciente?

A alimentação consciente te ajuda a decidir o que deve comer e por quais motivos. O mindful eating te ajuda a estar ciente sobre isso, em vez de apenas comer qualquer coisa que vir pela frente.

Mindful eating se trata de comer com atenção plena e apreciar o momento, com consciência do próprio corpo, das sensações e pensamentos.

Assim, você consegue reconhecer e diferenciar se está com vontade de comer ou com fome mesmo.

Ah, e você pode não saber, mas existe a fome física e a fome psicológica ou emocional. No segundo caso, você come apenas para se confortar.

A prova disso é que, se você não pratica o mindful eating, provavelmente, vive com dificuldade de definir se está satisfeito realmente ou não; você não sabe a hora de parar.

 

Os níveis do Mindful Eating

Para simplificar o assunto, separei o prato em 4 partes que você precisa para praticar o mindful eating. Geralmente, é assim que eu faço e, como é bem simples, você já pode começar na sua próxima refeição:

1 – Observar: fique atenta ao seu corpo – estômago roncando, alto estresse, sensação de estar cheio ou vazio, satisfação e energia.
2 – Saborear: sinta o aroma da comida, o sabor, a textura e entenda quais sensações isso te causou.
3 – Interagir: esteja presente. Esqueça o celular, tv e outras distrações nesse momento; apenas coma, com atenção total no que está fazendo.
4 – Explorar: não se culpe e nem imponha regras rígidas de alimentação nesse primeiro momento; a opção racional é a melhor escolha (as emoções podem aumentar o estresse e distúrbios alimentares).

Depois de tudo isso, se atente aos sentimentos que cada um te causou e anote isso cerca de 30 minutos depois que comer.

 

E hoje trago dicas para o mindful eating!

1 – Antes de iniciar a refeição, agradeça pelo alimento que está diante de você. Eu acho que não tem uma forma melhor de se conectar com o mindful eating.
2 – Evite distrações na hora da refeição: afaste celulares, televisão, telas, livros. Concentre-se no momento presente e no que você está fazendo. Tem quem goste de colocar uma música suave para acompanhar.
3 – Comece pela salada: veja os elementos presentes no prato, a beleza dos ingredientes e das proporções. Em seguida, selecione uma parte e mastigue cuidadosamente, prestando atenção plena às texturas e aos sabores.
4 – Deixe os talheres encostados enquanto faz isso: essa é uma forma de reduzir a velocidade do processo.
5 – Só então passe ao prato principal, repetindo exatamente o mesmo movimento.
6 – Deixe que seu corpo alcance o cérebro: desacelere, coma e pare quando o seu corpo te avisa que está cheio.
7 – Seu corpo tem sinais pessoais de fome; aprenda a reconhecê-los e entenda se a alimentação é uma resposta ao desejo emocional ou às necessidades do corpo?
8 – Em vez de apenas comer sozinha, em horários aleatórios, coma com outras pessoas em horários e locais determinados.
9 – Mas lembre-se: tudo começa pela sua lista de compras. Veja o que satisfaz a sua necessidade nutricional e prefira esses alimentos em vez dos que têm apenas ‘valor emocional’.

 

Você já está praticando o mindful eating se…

-> Reconhece que não há jeito errado ou certo de comer, mas existem sim vários níveis de consciência na experiência da comida.
-> Aceita que suas experiências alimentares são apenas suas.
-> Dirige sua atenção no momento da refeição por escolha própria.
-> Se conscientiza sobre cada alimento e como ele pode favorecer sua saúde e bem-estar.
-> Está ciente que a alimentação influencia diretamente TODO o seu corpo e quer cuidar bem de você.


Mindful eating vale a pena e esses são apenas alguns dos benefícios…

– Reduz a ansiedade

– Combate o estresse

– Melhora a saciedade

– Alimentação com propósito

– Controle da sua própria vida e sentimentos

– Reconhece os gatilhos emocionais que te impulsionam

– Aprende a gerenciar suas emoções com maior facilidade

– Começa a ouvir os pensamentos e decide obedecê-los ou não

– Evita a compulsão por alimentos hipercalóricos no fim da refeição.

 

Gostou? Comente se você já utiliza alguma dessas dicas de mindful eating no seu dia a dia ou se tem alguma outra aqui nos comentários!
P.S.: Aproveita para me seguir no Instagram; faço vários conteúdos legais por lá!

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Você já ouviu falar em ritmo circadiano? Sabia que é ele o responsável por regular todo o funcionamento do seu corpo? Veja mais neste artigo!

Todas as nossas células que compõem o nosso organismo são reguladas por um sistema inteligentíssimo. Temos um relógio biológico que, de forma natural, se ajusta e se ativa com base em sinais externos associados à luz e à escuridão.

Além disso, possuímos relógios periféricos que se ajustam principalmente com a alimentação, entre outros estímulos.

Quer saber mais sobre como funciona o ritmo circadiano e o que ele tem a ver com todo o seu dia? Continue a leitura!

O que é ritmo circadiano mesmo?

O ritmo circadiano, controlado por esses relógios biológicos, compõe o ciclo vital que controla o organismo diariamente para cumprir funções fundamentais, tais como:
– Regular a temperatura corporal;

– Equilibrar os níveis de açúcar e de hormônios;

– Além de orquestrar o sistema de regeneração e reparação celular.

Esse ritmo circadiano ou ciclo circadiano se refere ao período de 24h que o ciclo biológico que baseia praticamente todos os seres vivos.

Algumas das fortes influências no ritmo circadiano são:

– Luz

– Temperatura

– Movimento de maré

– Vento

– Dia

– Noite

Ou seja, seu corpo tem um metabolismo, que é controlado por um relógio biológico. Este, por sua vez, determina os períodos de menor ou maior energia, que têm relação direta com o ciclo escuro e claro da luz solar.

Os ciclos do ritmo circadiano são mentais, físicos e comportamentais.

Mas para que serve o ritmo circadiano?

Para regular essa atividade física, fisiológica, química e psicológica do seu organismo, que pode influenciar no estado de vigília, no sono, na temperatura corporal, na regulação das células e até na digestão.
De forma mais clara, o ritmo circadiano pode influenciar em coisas como:

– Horário de dormir

– Temperatura corporal

– Níveis de hormônio

– Estado de alerta

– Apetite

– Pressão sanguínea

– Metabolismo

Alguns dos fatores externos que influenciam no seu ritmo circadiano podem ser: exposição à luz de aparelhos eletrônicos (a famosa luz azul) em horários inapropriados, cafeína e drogas.

Ritmo circadiano dia e noite

Durante o dia, os ritmos circadianos estimulam o despertar da nossa pele, aumentando o seu potencial de autoproteção e otimizando a biotransformação de vitamina D.
Por esta razão, recomenda-se utilizar produtos cuja principal propriedade seja a ação antioxidante, pois eles exercem proteção contra as agressões de agentes externos.

À noite, os ritmos circadianos aumentam a taxa de reparação e regeneração celular, uma vez que a pele não está submetida a agressões, como a radiação UV.

Além disso, produz-se um aumento da microcirculação, gerando uma maior desintoxicação e maior aporte de nutrientes para as nossas células.

Os produtos recomendados para aplicar à noite contêm ativos que estimulam os mecanismos de autorreparação e auto regeneração da pele para, assim, ajudar a reparar os danos produzidos durante o dia.

Além desses cuidados básicos, a tecnologia já nos trouxe inovações nesse setor!
Já temos cosmecêuticos (cosméticos + produtos farmacêuticos) inteligentes, baseados na cronobiologia, que atuam em função do momento em que são aplicados na pele.

Ou seja: o mesmo produto, com os mesmos princípios ativos, poderá ter propriedades distintas em função de ser aplicado durante o dia ou durante a noite.

O que a alteração no ritmo circadiano causa?

Deixar o seu ritmo circadiano desregular pode ter algumas consequências sérias, como:

– Sonolência durante o dia

– Desempenho menor no trabalho

– Propensão maior a acidentes

– Depressão

– Ansiedade

– Pouca agilidade mental

– Maiores riscos de obesidade e diabetes

Você pode até gostar de trabalhar à noite, por exemplo, mas o ritmo circadiano entende que esse é o horário de descansar.

De acordo com a biologia do seu corpo, o horário noturno é feito para dormir e é por isso que não temos a visão noturno, olfato e audição aguçados para esse horário como alguns animais possuem.

Não sou só eu que estou falando, são as estatísticas e os acontecimentos.

Os desastres mais problemáticos da história aconteceram no horário noturno, como o acidente na Three Mile Island e o Chernobyl.

Para ter ideia, essa pesquisa mostrou que 25% a 30% dos profissionais que trabalham com turnos alternados têm crises de insônia ou sonolência em excesso.

Algumas dicas para manter o seu ritmo circadiano

A primeira de todas é: durma cerca de 7-8hs por dia e de preferência antes das 22hs.
De uma forma geral, é preferível acordar cedo do que ir dormir tarde, em termos cronobiológicos.

A segunda dica é: faça a higiene do sono evitando telas e luzes artificiais próximo do horário de dormir.

A terceira dica é: evite substâncias que podem afetar seu sono após as 16h, como álcool, nicotina e cafeína.

A quarta dica é: consuma bebidas frias, como água ou chá gelado.

A quinta dica é: se exponha à luz natural solar (claro, com proteção e em horários adequados).

A sexta dica é: tire uma soneca de 15 minutos após o almoço, se puder.

Se você tem dúvidas sobre o seu ritmo circadiano e de como isso funciona na sua pele, precisa falar com um especialista. Esse é o seu caso? Então, clique aqui e agende o seu horário!

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Olá, eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista e hoje estou aqui para falar de um assunto muito importante: cabelo caindo depois de contrair o COVID-19.

No dia 16/09/2020, tive a honra de participar do Jornal da Rede ALESP para falar sobre essa queda de cabelo depois de contrair o coronavírus.

O assunto é tão importante e merece a nossa atenção de um jeito tão especial, que resolvi trazer aqui para o blog também.

É só continuar comigo até o final e conferir as perguntas e respostas mais importante sobre o cabelo caindo depois de contrair COVID-19. Vamos lá!

Qual é a relação entre o COVID-19 e o cabelo caindo?

A célula da papila, responsável pelo crescimento dos fios é muito sensível a várias alterações que podemos ter no nosso organismo.

Febres, uso de medicamentos e outras situações que prejudicam a nossa vida, sinalizam para a papila que está na hora de parar de produzir cabelos.

Isso porque essa produção despende energia e, em momentos como esses, devemos guardar energia para lutar contra a doença, problemas e alterações presentes.

Toda vez que tiver um evento desses, demora cerca de 3 meses para ter a sinalização leve, que é o cabelo caindo.

Isso significa que, para os que tiveram coronavírus, em torno de 3 meses terá uma acentuação da queda do cabelo normal.

Como funciona a relação entre vírus e calvície?

A calvície é uma doença sem relações com cabelo caindo. O termo técnico é alopecia androgenética.

Existem alguns estudos mostrando que as pessoas com tendência à calvície (alopecia), com aumento provável de alguns receptores, teriam uma susceptibilidade maior a desenvolver a COVID.

Ainda são estudos, não há nada comprovado, mas servem como alerta para a comunidade médica observar se esse cenário realmente está acontecendo; antes, era apenas uma teoria.

Já para as pessoas com maior possibilidade de desenvolver uma calvície, se tiverem queda de cabelo, a susceptibilidade se acentua.

 

Por exemplo:

O paciente tem alopecia androgenética, a família tem calvície, entre os 30 a 40 anos de idade vai acabar evoluindo para isso.

Se ele contrair a COVID-19 e tiver uma queda muito bruta de cabelos, isso vai acelerar o desenvolvimento do quadro caso não faça o tratamento.

A minha dica para quem observou o cabelo caindo mais que o normal é procurar o médico dermatologista, de preferência quem já tem maior especialidade nessa área e costuma tratar cabelos.

O especialista indicado é o tricologista, médico dermatologista que se direciona para essa área de cuidados com cabelos.

O paciente será examinado e o médico vai avaliar se existe ou não essa possibilidade, entrando com o tratamento o quanto antes, caso o paciente ainda não esteja fazendo isso.

Não existe chance de desenvolver a calvície por causa do coronavírus, mas esse processo pode acabar acelerando se você já tiver alopécia, tiver uma queda de cabelo, e não estiver fazendo tratamento.

 

Os medicamentos usados para o tratamento da doença podem acentuar a queda ou não tem relação?

Tem uma série de medicamentos usados no tratamento contra a COVID-19, porque ela é grave nos pacientes e que vai levar, muitas vezes, à internação na UTI, ventilação mecânica e ainda existe o risco de infecções.

Ou seja, não podemos culpar muito a medicação, sendo que a pessoa está sendo tão desafiada no ponto de vista de sobreviver à COVID.

Então, pessoas que tiveram formas mais graves da doença correm mais risco de ter os cabelos caindo em 3 meses do que os pacientes que tiveram formas mais leves.

De qualquer maneira, qualquer remédio pode, em um ou outro indivíduo, acentuar a queda. Ou seja, não existe um medicamento que vai causar a queda para todo mundo, mas existem medicamentos que, em algumas pessoas, vão levar a esse sintoma.

Não podemos dizer que os medicamentos que estão sendo a causa do cabelo caindo, mas, pelo fato da doença ser grave e ter várias coisas associadas a ela, tudo isso pode contribuir para a queda.

 

Quando saber que o cabelo caindo é sinal de algo mais grave e que está na hora de procurar um médico?

Sabemos que a queda de fios é normal e cada pessoa, geralmente, sabe o padrão do cabelo caindo que tem no cotidiano.

Além disso, sempre temos os cabelos em ciclos diferentes do ciclo capilar. Um exemplo disso é só reparar que não temos uma época do ano em que ficamos carecas; ou seja, nossos fios estão sempre em fases diferentes desse ciclo capilar.

Cada fio é como se fosse um órgão individual, seguindo o ciclo do cabelo, que é nascimento, crescimento e morte, individualmente.

Existem pessoas com mais cabelos e outras com menos cabelos. Sempre temos uma porcentagem desses fios que estão na fase de queda; o comum é na faixa de 100 a 150 fios caindo por dia.

Quem não lava os cabelos todos os dias, vai notar cabelo caindo em maior quantidade quando for lavar, porque juntou o cabelo dos dias anteriores. Se a pessoa tem cabelo comprido, pode ser que ele enrosque no próprio fio e acaba caindo na hora de lavar.

Quem está com o cabelo caindo acima do normal acaba percebendo a diferença nítida entre a quantidade que normalmente cai e a queda acentuada.

Além disso, a região frontal (no início do cabelo, em torno do rosto), algumas entradas vão começando a se formar; então, é importante observar o couro cabeludo nessas áreas.

Isso só acontece com uma queda acima de 30%, dando para perceber as falhas. Antes disso, você só nota a queda.

 

O cabelo caindo em homens e mulheres com COVID-19 é igual? Atinge mais a um grupo ou outro?

Geralmente, chamamos tudo de “queda de cabelo”, mas existem distinções entre cada caso. São vários casos que acometem o couro cabeludo e que impactam a saúde dos cabelos.

Os médicos devem fazer essa diferença entre queda de cabelo e falha do couro cabeludo.

A queda que os homens se queixam, geralmente, é a calvície masculina (alopecia androgenética); nesse caso, tem sim um comprometimento das mulheres, mas ela é só parecida, semelhante, mas não é a mesma doença.

Antigamente, era chamado de alopecia androgenética padrão feminino. Atualmente, o termo que estamos usando é alopecia de padrão feminino; de qualquer maneira, é uma doença de padrões genéticos que vai levar à rarefação dos fios.

Ou seja: você vai ver na cabeça a ausência de cabelos, pedaços com cabelo faltando. Na mulher, vemos isso sempre na risca central da cabeça; no homem, é mais nas entradas ou o cocuruto sem cabelo.

É nesse sentido que estou dizendo que a doença não tem a ver com o COVID-19. O coronavírus dá uma doença chamada Eflúvio (que é a queda acentuada de cabelo), podendo acontecer 3 meses depois de qualquer coisa fora do normal na sua vida – como vimos no começo do artigo.

A recomendação é: se você notar o cabelo caindo com uma queda muito acentuada, procure um médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); ele está apto a fazer o diagnóstico e verificar se há chance de desenvolver a doença ou se você já tem e qual o tratamento ideal.

Tem dúvidas ainda sobre o cabelo caindo depois de contrair COVID-19? Acha que os fios estão em queda de forma acentuada? Posso te ajudar. Clique aqui e marque uma conversa comigo!

 

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Conheça as variações da queda de cabelo e veja como enfrentá-la em tempos de isolamento social

A quarentena mudou hábitos e instituiu novas rotinas que podem interferir até na saúde dos cabelos. Pode parecer brincadeira, mas não é. Muitos que estão em casa passaram a lavar menos a cabeça e, quando o fazem, notam uma perda acentuada de fios. Por outro lado, em virtude do isolamento, o estresse e a ansiedade também contribuem para a intensificação desse problema.

Quem faz essas afirmações é Tatiana Gabbi, médica e assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Ela ainda complementa que “as emoções podem estar na gênese de várias doenças de pele e de cabelo. O nível elevado de estresse pode levar a uma queda de cabelo de forma aguda. Isso já foi relatado na literatura e, inclusive, foi observado neste momento de isolamento social.”

Mas, de acordo com ela, a queda de cabelo é multifatorial. “Não é uma única doença que a causa. Sempre que o paciente apresenta esta queixa é preciso verificar se ele está perdendo cabelo ou se está visualizando áreas na cabeça sem cabelo. Isso abre um leque para doenças que causam cada um dos problemas. A maior parte delas é de ordem genética e autoimune”, diz.

Ela cita que, embora seja complexo falar em cura, há tratamento para a maioria dos tipos de queda de cabelo diagnosticados hoje em dia.

“O que é possível fazer, no início dos sintomas, é procurar o dermatologista para fazer um tratamento, chamado de prevenção secundária. Com a detecção do problema, começamos a tratar precocemente para obter um resultado melhor”, relata.

Ela observa que se o paciente é muito estressado há diversas formas de abordar o problema. “Eu procuro orientá-lo a comer em horários predeterminados para ajustar o relógio biológico, a ter contato com a natureza, a diminuir o uso de eletrônicos à noite em casa, a tentar dormir e acordar mais cedo, pois dormir melhor reduz o estresse, e encaminho os pacientes com quadros mais graves para tratamento com especialistas. Isso ajuda bastante”, esclarece.

 

O que é a calvície?

É a ausência, diminuição do número de dios ou queda, transitória ou definitiva, dos cabelos ou pelos. Ela afeta mais os homens e pode ocorrer de forma local ou total.  Os casos são mais raros em mulheres e nelas a perda tender a ser menos drástica.

 

Quais os principais sintomas?

Cabelos caindo mais depressa, em maior quantidade ou em tufos nos últimos meses, sinais de caspa nas roupas e nos fios, couro cabeludo avermelhado, apresentando coceira ou ardência, e oleosidade muito acima do normal.

 

Quais as causas?

Agente Externo: a perda pode ocorrer por tração. É o caso de quem usa rabo de cavalo muito apertado, apliques ou tranças que prendem e puxam o cabelo. Isso pode fazer com que ocorra perda crônica de cabelos da região que está sendo tracionada e, neste local, o cabelo pode não voltar a nascer.

Medicamentosas: alguns anticoagulantes, remédios psiquiátricos, anticonceptivos orais e tratamentos de quimioterapia podem provocar perda da espessura do cabelo e a sua queda.

Metabólica e Nutricional: a má nutrição pode causar a queda. O cabelo pode ficar seco, frágil e quebradiço e até mudar de cor.

Endócrinas: o hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios) e o hipotireodismo (baixa ou nenhuma produção de hormônios) podem influenciar na queda de cabelo.

 

Quais os tratamentos para a queda do cabelo?

Existem várias formas de tratamento: podem ser administrados medicamentos sistêmicos, tópicos, prescrito o uso de lâmpadas LED ou laserterapia, mas, antes de instituir qualquer um deles, o correto é procurar um dermatologista que encontra a causa da alopecia e inicie o tratamento adequado para evitar agravamento do quadro.

 

Quais as recomendações?

Não use medicamentos por conta própria ou produtos que prometem curas milagrosas, pois os efeitos adversos podem ser sérios. Procure um dermatologista ao notar que há alguma alteração no ritmo de crescimento dos fios, uma queda muito significativa que não está melhorando com o tempo ou buracos no cabelo. Há alopecias altamente inflamatórias e, se o tratamento não for iniciado rapidamente, há grande risco de ocorrer perda de fio na região e dela não recuperar.

 

Caspa causa queda de cabelo?

A caspa não causa calvície, mas a presença de dermatite seborreica pode aumentar a inflamação que existe, piorando o aspecto que o paciente vai ter dessa perda de cabelos. É importante sempre fazer o tratamento das duas doenças concomitantemente.

 

Como a calvície é identificada?

Muitas vezes, o dermatologista vai fazer a identificação da doença por meio da história contada pelo paciente, de exame dermatológico e também por meio da tricoscopia (uso de um aparelho para evidenciar, com lente de aumento, alterações no couro cabeludo). A biópsia também pode ser feita.

 

Quais os tipos mais comuns?

Alopecia areata
Conhecida popularmente como a “pelada”, é uma doença autoimune caracterizada pela perda de cabelo ou de pelos em áreas arredondadas ou ovais do couro cabeludo ou em outras partes do corpo, como cílios, sobrancelhas e barba. Ela afeta ambos  os sexos e todas as etnias. A sua causa é desconhecida, mas o distúrbio pode surgir em qualquer idade e está muito relacionado a situações de estresse.

 

Alopecia androgenética
Também é chamada de “calvície comum” e ela corresponde a quase 90% das alopecias atendidas nos consultórios dermatológicos. Geneticamente determinada, possui alterações decorrentes de herança familiar e está associada ao estímulo androgênico (testosterona) de cada um. Ela tem início depois da adolescência e é progressiva

 

Alopecia difusa ou eflúvio telógeno
É a perda aguda e progressiva do cabelo após doenças crônicas ou febris, estresse emocional e parto, no caso das mulheres. O cabelo se desprende facilmente ao se fazer alguma tração nele. Ela não produz uma calvície total, mas os fios ficam escassos e com um aspecto muito liso.

 

Alopecia frontal fibrosante
É uma forma de alopecia cicatricial progressiva e, frequentemente, irreversível. Ela acomete a região em que começa o couro cabeludo, na fronte (parte da franja), e também a sobrancelha. Alguns pacientes se queixam de coceira, dor ou ardência na região anterior do couro cabeludo. Sua causa ainda é desconhecida.

 

Gostaram? Espero que vocês tenham gostado. Se vocês ficaram com mais dúvida, vocês podem me seguir nas redes sociais e, por lá, eu vou esclarecer mais dúvidas para vocês. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

Fonte: Universal | www.universal.org

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Olá,

Eu sou a Dra. Tatiana Gabbi, médica dermatologista e assessora do departamento de cabelos e unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Recentemente, recebi um convite muito especial para participar de uma entrevista na Rede Boa Vontade e falar um pouco sobre os cuidados com os cabelos brancos na quarentena.

Afinal, na época, com os salões fechados, surgiu um reforço na moda incipiente de assumir os fios brancos sem prejudicar toda a beleza estética dos cabelos.

Falamos sobre as melhores práticas para os cuidados com cabelos brancos a seguir. Fique comigo nas próximas linhas!

 

Para quem decidiu assumir os fios brancos, qual é a principal orientação (especialmente para quem está começando)?

Há duas dicas super importantes para quem decidiu manter os fios brancos:

1 – Mantenha a hidratação cuidados com os cabelos

Os cabelos brancos são mais arrepiados e, quando o cabelo não está pintado, isso pode se tornar mais evidente.

Por isso, cuidar dos fios brancos é fundamental. Sempre hidrate e mantenha os cabelos com produtos antifrizz (aconselho os leave-ins).

 

2 – Usar shampoos desamareladores

Os fios brancos tendem a ficar amarelados, por isso o uso dos “shampoos roxos” (shampoos desamareladores ou matizantes), geralmente recomendado para loiras, são tão importantes.

Você pode usar a cada 15 dias ou 1 mês, dependendo do efeito que você deseja para os fios. Quanto mais você utilizar, mais acinzentados eles vão ficar.

Algumas mulheres gostam do efeito platinado, já outras não gostam e preferem os fios mais para o branco. Então, dependendo do seu estilo, você escolhe a frequência de uso.

 

Para os homens, qual é a orientação sobre o corte e fios brancos?

O maior problema dos homens ao não frequentar o barbeiro é o comprimento dos fios, já que eles têm cabelos curtos e o cabelo tende a crescer rapidamente – alguns homens precisam cortar os fios de 15 em 15 dias.

A dica é: o corte precisa ser feito somente nas pontas. Quanto mais cedo começar a ser feito, maior a tendência de manter o corte original.

Faça o corte em casa com os cabelos úmidos. Não vai ter o mesmo resultado do salão, mas alguns vídeos na internet podem te ajudar.

Sobre os fios brancos cuidados com os cabelos

A dica é usar também esse shampoo roxo, mas com um uso mais espaçado – o ideal é utilizar a cada 45 dias.

 

Além dos fios… cuidados com os cabelos

Hidrate as mãos antes de dormir. Isso é importante porque estamos usando muito álcool gel e lavando muito as mãos, sendo que elas tendem a ficar ressecadas.

Então, o melhor horário para hidratar suas mãos é antes de dormir, porque você não vai precisar mexer com água ou passar álcool gel.

Outra dica muito importante é manter as unhas curtas, não retirar as cutículas e evitar a esmaltação.

O esmalte pode “brigar” com o álcool em gel. Ou seja, alguns produtos vão dissolver e ficar pegajosos, atrapalhando a higiene, tirando a beleza e eliminando qualquer benefício.

Então, evite os esmaltes nessa fase, porque vai proporcionar uma unha mais fortes. Inclusive, quando esse momento passar, você vai ter unhas mais saudáveis para exibir.

Para quem reclama das cutículas, que costumam ficar ásperas, endurecidas e engancham em roupas, a dica é: hidrate.

O segredo está na hidratação. Existem produtos próprios para região. Recomendo que use esses produtos.

Enfim, esse é o conteúdo de hoje. Amei receber o convite de entrevista na Super Rede Boa Vontade e espero participar novamente.

Se tiver alguma dúvida, sugestão ou quiser me acompanhar mais de perto, pode seguir o meu Instagram, também compartilho muita informação bacana por lá. Ou entre em contato e agende a sua consulta.

 

Obrigada e até a próxima!

Postado por Tatiana Gabbi

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No dia 16/07, fiz uma live com a Dra. Bianca Lundberg, que é hebiatra (médica de adolescente), para falar sobre algumas alterações dermatológicas que encontramos nos adolescentes e quais são os significados de cada uma.

Antes disso, vamos falar um pouco do que é ser hebiatra. Esse é um ramo da pediatria que cuida de crianças dos 10 anos até jovens de 24 anos, acompanhando e atuando com:

– Prevenção;

– Tratamento de doenças;

– Puberdade;

Outras características únicas dessa faixa etária.

Os hebiatras cuidam dessa parcela da população, que representa um grande número de pessoas e precisam de um acompanhamento mais de perto.

O tema da live foi: unhas e cabelos na adolescência e eu separei aqui as melhores questões sobre unhas para vocês. [Se quiser assistir na íntegra, pode clicar aqui]

 

Pele, unhas e cabelos na adolescência

Assim como a Dra. Bianca Lundberg ressaltou, por experiência própria com o público mais jovem, essa faixa etária reserva algumas complicações na pele, unha e cabelo.

É nesse momento que ocorrem muitas mudanças no corpo e, por isso, a parte dermatológica é tão importante, ajudando a passar por essas alterações com autoestima e evitando também os problemas no futuro.

É na pré-adolescência que a autoimagem começa a ser mais evidente e influenciada, já que o adolescente começa a reparar a diferença entre ele e outras pessoas da mesma idade e isso afeta a maneira como ele se enxerga.

Um dos maiores desafios de lidar com esse público, principalmente relacionado à pele, unhas e cabelos, é que os adolescentes costumam ser muito imediatistas.

Então, fazer um tratamento e esperar os resultados, para eles, é ainda mais difícil, eles querem que as coisas aconteçam mais rapidamente.

Mas vamos então conversar sobre as unhas dos adolescentes aqui e os outros tópicos você pode conferir nesta liveque fizemos. Confira!

 

Roer unhas prejudica o adolescente?

Essa é a principal causa de unhas fracas em crianças e adolescentes. A verdade é que uma criança ou adolescente não tem motivo para ter unhas fracas, mas isso pode acontecer ao roer as unhas.

Dica aos pais: quando observamos que a criança ou adolescente está com a unha muito fraca, tem que prestar atenção e ver se ele está roendo, porque isso fragiliza as unhas

Muitos ignoram esse comportamento, mas a verdade é que a abordagem e tratamento do roer as unhas deve ser feito o quanto antes, assim que você perceber essa tendência no seu filho.

Pode ser que ele não tenha esse hábito muito cedo, mas desenvolva depois. Assim que perceber essa tendência, você precisa interferir.

O tratamento para a criança ou adolescente parar de roer as unhas é multidisciplinar, ou seja, envolve vários profissionais e pessoas que estão ao redor.

Exemplo: É preciso ver se a criança ou adolescente, de repente, tem alguma ansiedade, porque normalmente tem e esse fato de roer a unha é apenas um termômetro indicando que tem algo por trás – e esse é o maior problema.

Passei mais informações importantes sobre o assunto, você pode conferir aqui nesta live

 

A pessoa pode nascer com unhas mais fracas que o normal ou só acontece com o ato de roer?

Pode sim, mas isso é muito raro. Não vemos esse tipo de situação com tanta frequência, geralmente as unhas fracas são associadas a uma causa – o papel do profissional é tentar entender se essa é uma causa interna ou externa.

Existem sinais que podem ajudar os profissionais a decifrar esse caso e fazer uma abordagem de acordo com o problema.

Unha fraca, na verdade, é uma síndrome – um conjunto de sinais e sintomas que estão por trás do problema e que pode ter várias causas diferentes.

Esse é um dos motivos para não haver um tratamento específico para unha fraca. Ela precisa ser investigada, porque para cada pessoa pode existir uma causa diferente e nós, profissionais, vamos fazer o tratamento de acordo.

 

E a nutrição das unhas fracas, por que acontece? É um déficit de vitamina, má alimentação? Dá para repor com uma nova rotina alimentar?

Dependendo da característica, se for necessário pesquisar a parte nutricional, os profissionais vão fazer um diário alimentar como primeiro recurso, para entender como tem sido a alimentação.

Isso porque o profissional precisa entender como o paciente tem se alimentado para descobrir quais nutrientes estão presentes e quais estão faltando.

Outro ponto fundamental para o profissional criar uma abordagem também é saber a rotina da pessoa. Ela faz exercício físico? Ela pratica esporte? Tudo isso é muito importante para entender como ocorre o gasto calórico.

Unhas e cabelos sofrem muito com falta de proteína e calorias. Falei também mais sobre isso na live e dei algumas dicas especiais.

E aí, gostaram do conteúdo? Assistiram a live? Deixem um comentário lá no vídeo para eu saber o que vocês acharam e se ficaram com alguma dúvida.

Veja a live aqui e aproveite para me seguir no Instagram, posto muito conteúdo legal por lá! Ou entre em contato e agende a sua consulta.

Postado por Dra. Tatiana Gabbi

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Por mais que os sinais do envelhecimento dos cabelos já possam ser observados após os 40 anos, é possível notar que a cada década há perda de 20 a 30% da atividade dos melanócitos – as células que produzem pigmento.

Isso acontece, em geral, por volta dos 30 anos, mas pode ser mais precoce, em alguns casos.

A mudança da coloração do fios ocorre quando há perda da capacidade de pigmentação da haste pilosa e inúmeros mecanismos estão associados.

A atividade de pigmentação do fio gera uma porção de radicais livres e, para se defender deles, o melanócito aumenta algumas substâncias protetoras, como antioxidantes que sequestram os radicais livres formados.

No entanto, quando envelhecemos, esses mecanismos de defesa são reduzidos e, portanto, o estresse oxidativo que se impõe, que leva ao dano do DNA e redução da atividade das células que produzem o pigmento e até a sua destruição (morte celular programada).

A radiação ultravioleta também interfere, assim como a poluição e o tabagismo. Esses três aumentam o estresse oxidativo e impactam mais ainda nos mecanismos descritos acima.

Portanto, o cigarro tem um impacto direto no envelhecimento dos fios, sendo um grande causador dos cabelos brancos.

Dicas rápidas para reduzir os cabelos brancos

Alguns estudos apontam para a suplementação de alguns aminoácidos e antioxidantes, que poderiam ter um impacto, reduzindo o embranquecimento do cabelo.

Outras dicas que com certeza ajudam na diminuição dos cabelos brancos são:

– Reduzir o estresse;
– Aumentar o tempo de sono
– Caprichar na alimentação, evitando alimentos inflamatórios e priorizando vegetais, verduras e frutas, ricos em antioxidantes.

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